Programa

Aula 1 (08/03) – Introdução das atividades; história do mangá: de emakimono a atualidade (teoria I); como
desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático I). 
Aula 2 (15/03) – como desenhar personagens de mangá – cabeça; expressões faciais (prático II).
Aula 3 (22/03) – Mangá e a cultura pop japonesa (teoria II); como desenhar personagens de mangá –
corpo: frontal, perfil, 3/4 (prático III).
Aula 4 (29/03) – como desenhar personagens de mangá – corpo: escorço e movimentos (prático IV).
Aula 5 (12/04) – Mercado de mangá; Mangá X animê (teoria III); como desenhar personagens de mangá –
corpo: escorço e movimentos e cenas (prático V).
Aula 6 (19/04) – como desenhar personagens de mangá – criação de personagens: protagonista e
antagonista (prático VI).
Aula 7 (26/04) – Ilustração: grafite, nanquim e lápis de cor (prático VII)
Aula 8 (03/05)  – ilustração: aquarela, pastel seco e canetinhas (prático VIII)
Aula 9 (10/05) – Estudo para criação de uma imagem: ilustração e construção de personagem (prático IX)
Aula 10 (17/05) – Finalização da ilustração dos personagens (prático X).

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

ACEVEDO, Juan. Como fazer histórias em quadrinhos. Tradução de Sílvio Neves Ferreira. São Paulo: Global, 1990.
AIZEN, Naumim. Bum! Prááá! Bam! Tchááá! Pou! Onomatopéias nas histórias-em-quadrinhos. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 269-306.
ANDRAUS, Gazy. A autoria artística das histórias em quadrinho (HQs) e seu potencial imagético informacional. Visualidades - Revista do Programa de Mestrado em Cultura Visual – FAV - UFG, 2013, vol. 7,
n° 1, p.42-67.
BAN, Toshio; TEZUKA PRODUCTIONS. Osamu Tezuka: uma biografia mangá. Tradução de Adriana Sada. São Paulo: Conrad, 2003.
CIRNE, Moacy. A explosão criativa dos quadrinhos. 4ª ed. Petrópolis: Vozes, 1974.
CHINEN, Nobu. Linguagem HQ: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2011.
_____. Linguagem mangá: conceitos básicos. 1ª ed. São Paulo: Criativo, 2013.
CRAWFORD, Ben. Emperor Tomato-Ketchup: cartoon properties from Japan. In. BRODERICK, Mick. Hibakusha Cinema: Hiroshima, Nagasaki and the nuclear image in Japanese film. Londres e Nova York:
Kegan Paul International, 1996, p. 75-90.
ECO, Umberto. Apocalípticos e integrados. 15ª ed. Tradução de Perola de Carvalho. São Paulo: Perspectiva, 1993.
FUJINO, Yoko. Identidade e alteridade: a figura feminina nas revistas ilustradas japonesas nas Eras Meiji, Taishô e Shôwa. Tese (Doutorado em Comunicação e Estética do Audiovisual) – Universidade de São Paulo. São Paulo, 2002.
_____. Narração e ruptura no texto visual do shojo-maga: estudo das histórias em quadrinhos para público adolescente feminino japonês. Dissertação (Mestrado em Imagem e som) – Universidade de São Paulo. São Paulo, 1997.
GARCÍA, Héctor. A geek in Japan: discovering the land of manga, anime, zen, and the tea ceremony. North Clarendon: Tuttle, 2011.
GASCA, Luis; GUBERN, Roman. El discurso del comic. 3ª ed. Madri: Cátedra, 1994.
GRAVETT, Paul. Mangá: como o Japão reinventou os quadrinhos. Tradução de Ederli Fortunato. São Paulo: Conrad Editora, 2006.
GUERINI, Andreia; BARBOSA, Tereza Virgínia Ribeiro. Pescando imagens com rede textual: HQ como tradução. São Paulo: Peirópolis, 2013. 111 p.
HASHIMOTO, Madalena. Pintura e escritura do mundo flutuante: Hishikawa Moronobu e ukiyo-e Ihara Saikaku e ukiyo-zôshi. 1ª ed. São Paulo: Hedra, 2002.
KLAWA, Laonte; COHEN, Haron. Os quadrinhos e a comunicação de massa. In. MOYA, Álvaro de. Shazam!. 2ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1972, p. 103-114.
KOYAMA-RICHARD, Brigitte. One thousand years of manga. Paris: Flammarion, 2007.
LEITÃO, Renata Garcia de Carvalho. Representações dos sons nos mangás. In. VERGUEIRO, Waldomiro; RAMOS, Paulo; CHINEN, Nobu. Intersecções acadêmicas: panorama das 1 as Jornadas Internacionais de
Histórias em Quadrinhos. São Paulo: Criativo, 2013, p. 50-61.
LUYTEN, Sonia Bibe. Mangá, o poder dos quadrinhos japoneses. São Paulo: Hedra, 2000.
______. Onomatopéia e mímesis no mangá: a estética do som. In. Revista USP, São Paulo, dez./fev. 2001 – 2002, n o 52, p. 176-188.
McCARTHY, Helen. The art of Osamu Tezuka: god of manga. Lewes: ILEX, 2013.
McCLOUD, Scott. Desvendando os quadrinhos. Tradução de Helcio de Carvalho, Marisa do Nascimento Paro. 1ª ed. São Paulo: Makron Books, 1995.
NAPIER, Susan J. Anime: from Akira to Princess Mononoke. Nova York: PALGRAVE, 2001.
NATSUME, Fusanosuke. Manga wa Naze Omoshiroi no ka: sono hyôgen to bunpô. (Por que mangá é tão interessante: suas expressões e gramática.). Tokyo: NHK raiburari, 1997.
RAMOS, Paulo. A leitura dos quadrinhos. 1ª ed. São Paulo: Contexto, 2010.
______. Tiras livres: um novo gênero dos quadrinhos. João Pessoa: Marca de Fantasia, 2014.
SHODT, Frederik L.. Manga! Manga! The world of Japanese comics. Tokyo: Kodansha International, 2001.
VASCONCELLOS, Pedro Vicente Figueiredo. Mangá-Dô, os caminhos das histórias em quadrinhos japonesas. Mestrado (Dissertação em Artes e Design) – Pontifícia Universidade Católica. Rio de Janeiro,
2006.
VERGUEIRO, Waldomiro; RAMOS, Paulo (Org.). Muito além dos quadrinhos: análises e reflexões sobre a 9a arte. 1ª ed. São Paulo: Devir Livraria, 2009.

FONTES ELETRÔNICAS

AIHARA, Hiroyuki. JAPAN: Kingdom of Characters. Japan Foundation. Disponível em: http://fjsp.org.br/agenda/kingdom_of_characters/. Acesso em: 05 out. 2015.
ALLISON, Anne. Cuteness as Japan’s: Millennial Product. In. TOBIN, Joseph. Pikachu’s Global Adventure: the rise and fall of Pokémon. London: Duke University Press, 2004. Disponível em:
http://web.mit.edu/condry/Public/NausicaaFiles/Allison-PikachusGlobalCh…. Acesso em: 20 nov. 2013.
BOUISSOU, Jean-Marie. Por que o mangá se tornou um produto cultural globlal? (Pourquoi le manga est-il devenu un produit culturel global?). In. Eurozine, 27 de outubro de 2010. Diponível em:
http://www.eurozine.com/articles/2008-10-27-bouissou-fr.html. Acesso em: 29 jun. 2015.
EISNER, Will. Disponível em: http://www.willeisner.com/. Acesso em: 02 abr. 2014.
NATSUME, Fusanosuke. Japanese Manga: Its Expression and Popularity. Trad. Ueki Kaori. In. ABD-UNESCO, vol. 34, n° 1, 2003. Disponível em: http://www.accu.or.jp/appreb/09/pdf34-1/34-1P003-005.pdf.
Acesso em: 03 abr. 2014.
ODAGIRI, Hiroshi. Manga truism: on the insularity of Japanese manga discourse. In. BERNDT, Jaqueline. Comics Worlds and the World of Comics: Towards Scholarship on a Global Scale. IMRC, vol. 1, 2009.
Disponível em: http://imrc.jp/lecture/2009/12/comics-in-the-world.html. Acesso em: 07abr. 2014.
SHARLIN, Naomi. Sounds like…: understanding Japanese sound symbolism. Projetos e teses. (Tese em Línguistica). Faculdade Bryn Mawr College. Pennsylvania, 2009. Disponível em: http://www.swarthmore.edu/SocSci/Linguistics/2010theses/NaomiSharlinBMC…. Acesso em: 24 abr. 2014.
YANO, Christine R. Wink on Pink: Interpreting Japanese Cute as It Grabs the Global Headlines. In. The Journal of Asian Studies, vol. 68, n° 3, agosto 2009. Disponível em:
http://www.jstor.org/stable/20619791 http://www.jstor.org/stable/20619791 . Acesso em: 14 fev. 2014.

Programa

Detalhamento:

Aula 1: Breve apresentação da filosofia da diferença: Gilles Deleuze, criação conceitual, intercessores. A obra escrita junto a
Felix Guattari: O anti-Édipo; Kafka; Mil Platôs; O que é a filosofia? Introdução ao O anti-Édipo: Capítulo I: As máquinas
desejantes (p. 11-71). Método de leitura coletiva e comentário de texto.


Aula 2: Leitura coletiva, discussão e comentário de texto – Capítulo II: Psicanálise e familismo: a Santa família. II.1. O
imperialismo de Édipo (p. 73-80).


Aula 3:  Leitura coletiva, discussão e comentário de texto – Capítulo II: Psicanálise e familismo: a Santa família. II.2. Três
textos de Freud (p. 80-95).

Bibliografia básica:


Deleuze, Gilles; Guattari, Félix. O anti-Édipo: Capitalismo e Esquizofrenia 1 [1972]. São Paulo: Editora 34, 2011.Trad. de Luiz
Orlandi.
Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/6513183/mod_resource/content…-
E%CC%81dipo%20%20Capitalismo%20e%20Esquizofrenia%20by%20Gilles%20Deleuze%20%20Fe%CC%81lix%20Guattari
%20%28z-lib.org%29.pdf . Acesso em: 28/11/2024.
Deleuze, Gilles. “D de Desejo”. Boutang, Pierre-André. O Abecedário de Gilles Deleuze – Entrevistas com Claire Parnet. Paris:
Éditions Montparnasse/ TV Arte, 1994-1995. Disponível em: https://machinedeleuze.wordpress.com/2021/06/07/o-abecedario-
de-gilles-deleuze-transcricao-completa/ . Acesso em: 28/11/2024.
_______. L'Abécédaire de Gilles Deleuze : D comme Désir (HD). Legenda em espanhol. Disponível em:
https://youtu.be/tLlSRFLThYw?si=3p4ckIgg06fdfaP8 . Acesso em: 28/11/2024.
_______. Diferença e repetição [1968]. Trad. Luiz Orlandi e Roberto Machado. Rio de Janeiro: Graal, 2006.
Foucault, Michel. O anti-Édipo: uma introdução à vida não fascista. Prefácio à edição americana de O anti-Édipo. Dits et êcrits
(Gallimard). Trad. Fernando José Fagundes Ribeiro. Disponível em: https://letraefilosofia.com.br/wp-
content/uploads/2015/03/foucault-prefacio-a-vida-nao-facista.pdf . Acesso em: 28/11/2024.
Machado, Roberto. Deleuze, a arte a filosofia. Rio de Janeiro: Zahar, 2009.
Rocha, Pedro Paulo. “O anti-Édipo. Considerações sobre o livro de Gilles Deleuze e Félix Guattari”. A terra é redonda
(29/04/2022). Disponível em: https://aterraeredonda.com.br/o-anti-edipo/ . Acesso em: 28/11/2024.
Zourabichvili, François. O Vocabulário de Deleuze. Rio de Janeiro: Ed. Relume Dumará, 2009. Disponível em:
https://www.redehumanizasus.net/sites/default/files/deleuze-vocabulario… . Acesso em: 24/11/2024.
Trad. André Telles.
Zunino, Pablo. Deleuze: el laberinto de la imagen. Buenos Aires: Teseo, 2020. Disponível em:
https://www.editorialteseo.com/archivos/18560/deleuze-el-laberinto-de-l… . Acesso em: 28/11/2024.

 

 

Programa

Aula 1. Representações da invasão colonial da África
Imagens europeias da África: Coração das trevas, de Joseph Conrad (1899).
Do ponto de vista de quem já estava lá: O mundo se despedaça, de Chinua Achebe (1958).

Aula 2. Nascer, viver e morrer sob situação colonial
Uma criança sob colonialismo francês no Mali: Amkoullel, o menino fula, de Amadou Hampâté Bâ (1991).
A morte de um rei mossi no Alto Volta: Moro Naba, documentário de Jean Rouch (1958).

Aula 3. Estrutura e violência do colonialismo
A Segunda Guerra Mundial em perspectiva africana: Emitaï, de Ousmane Sembène (1972).
“Entre a colonização e a civilização, a distância é infinita”: o Discurso sobre o colonialismo de Aimé Césaire (1950).

Aula 4. Diferentes perspectivas sobre o fim do colonialismo
As independências e a violência: Sobre a violência, documentário de Göran Olsson (2014).
A Costa do Marfim independente no romance O sol das independências, de Ahmadou Kourouma (1968).

Aula 5. Ambiguidades das modernidades africanas
Espaços de experiência de uma história entrelaçada: a Aventura ambígua, de Cheikh Hamidou Kane (1961).
Horizontes de expectativa em territórios sobrepostos: a Viagem da hiena, de Djibril Diop Mambéty (1973).
Migrações contemporâneas: Atlantique, de Mati Diop (2019).

FILMOGRAFIA
ATLANTIQUE, dir. Mati Diop, ficção, 109 min. Senegal; França; Bélgica, 2019.
EMITAÏ, dir. Ousmane Sembène, ficção, 101 min. Senegal, 1971.
MORO NABA, dir. Jean Rouch, documentário, 28 min. França, 1958.
SOBRE A VIOLÊNCIA, dir: Göran Olsson, documentário, 85 min. Dinamarca; Finlândia; Suécia, 2014.
TOUKI BOUKI: A VIAGEM DA HIENA, dir. Djibril Diop Mambéty, ficção, 91 min. Senegal, 1973.

BIBLIOGRAFIA
ACHEBE, Chinua. An Image of Africa: Racism in Conrad's Heart of Darkness. Research in African Literatures, v. 9, n. 1, Special Issue on Literary Criticism (Spring, 1978), p. 1-15.
ACHEBE, Chinua. O mundo se despedaça. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
ACHEBE, Chinua. O nome difamado da África. In: Idem. A educação de uma Criança sob o Protetorado Britânico: ensaios. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 82-99.
BÂ, Amadou Hampâté. Amkoullel, o menino fula. São Paulo: Pallas Athena. 2013 [1991].
BÂ, Amadou Hampâté. L’Étrange destin de Wangrin ou Les Roueries d’un interprète africain. Paris: Éditions 10/18,
2021 [1973].
BALANDIER, Georges. A noção de situação colonial. Cadernos de Campo: Revista dos alunos de Pós-Graduação em Antropologia da Universidade de São Paulo. São Paulo: Universidade de São Paulo, v. 3, n. 3, p. 107-131, 1993.
BHABHA, Homi. O local da cultura. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013.
CÉSAIRE, Aimé. Discurso sobre o colonialismo. In: Idem. Textos escolhidos: A tragédia do Rei Christophe; Discurso sobre o colonialismo; Discurso sobre a negritude. Trad.: Sebastião Nascimento. Rio de Janeiro: Cobogó, 2022, p. 161-210.
FANON, Frantz. Os condenados da terra. Rio de Janeiro: Zahar, 2022.
HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008.
KANE, Cheikh Hamidou. Aventura Ambígua. São Paulo: Ática, 1984 [1961].
KOSELLECK, Reinhart. Futuro passado: contribuição à semântica dos tempos históricos. Rio de Janeiro: Contraponto/Ed. PUC-Rio, 2006.
KOUROUMA, Ahmadou. O sol das independências. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1970 [1968].
MBEMBE, Achille. As formas africanas de auto-inscrição. Estudos Afro-Asiáticos, Rio de Janeiro: Universidade Cândido Mendes, ano 23, n. 1, p. 171-209, 2001.
MBEMBE, Achille. Crítica da razão negra. Trad. Sebastião Nascimento. São Paulo: n-1 edições, 2018.
MUDIMBE, Valentin-Yves. A invenção da África: gnose, filosofia e a ordem do conhecimento. Trad. Fábio Ribeiro. Petrópolis: Vozes, 2019.
SAID, Edward. Cultura e Imperialismo. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.
TROUILLOT, Michel-Rolph. Silenciando o passado: poder e a produção da história. Tradução: Sebastião Nascimento. Curitiba: huya, 2016.

Programa

- Introdução: apresentação do tema:
- O autor e sua obra: Luís Vaz de Camões e Os Lusíadas. A epopeia portuguesa.
- Noções de história, geografia e generalidades acerca da Armênia. A epopeia armênia.
- Análise de trechos de Os Lusíadas, abordando ligações com o universo armênio;
- Análise do universo armênio ali tratado.
- Conclusões.

Ementa:
Aula 1: Introdução – Narrativa de viagem – Epopeia – Armênia – História – Geografia – Universo armênio – Diáspora armênia – Luís de Camões
Aula 2: Autor e obra – Os Lusíadas – epopeia portuguesa – Epopeia armênia (David de Sassun) – Leitura dirigida
Aula 3 – Leitura dirigida – análise de elementos do universo armênio observado – Conclusões.

Bibliografia
ALEM, Jean-Pierre. L’Armenie. Paris: Presses Universitaires de France, 1983.
ANTUNES, Sérgio Pereira. Introdução ao universo armênio. São Paulo: Sésamo, 2012.
CAMÕES, Luís de. Os Lusíadas. Edição organizada por Emanuel Paulo Ramos. Porto: Ed. Porto, 1965.
KEROUZIAN, Yessai Ohannes e DINIZ, Beatriz. A técnica da vinicultura na Armênia Antiga.
KHORENATSI, Moisés. História dos armênios. Tradução de Deize Crespim Pereira. São Paulo: Humanitas, 2012.
NEVES, Antônio Loja e PEREIRA, Margarida Neves. Armênia: povo e identidade. Lisboa: Tinta da China, 2018.
SAPSEZIAN, Aharon. A literatura armênia. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1994.
SAPSEZIAN, Aharon. História da Armênia. São Paulo: Paz e Terra, 1988.
TOUMANYAN, Hovhannes. David of Sassoun. Yerevan: NAHAPET, 2013.

Programa

- Aula 1 - Paulo Emílio Sales Gomes: esta aula focalizará a discussão sobre a performance de determinados autores, proposta por Paulo Emílio num conjunto de artigos publicados em Visão, O Estado de S. Paulo e Brasil, urgente na passagem dos anos 1950 para os anos 1960. Nesse conjunto de textos, o crítico de cinema se dedica à análise da trajetória de alguns atores e atrizes, brasileiros e estrangeiros, comentando sua performance em alguns filmes. Assim, espera-se propor uma reflexão sobre temas diversos associados à dimensão corporal - gênero, envelhecimento, erotismo etc. -, a propósito comentários de Paulo Emílio sobre figuras como Brigitte Bardot, Marylin Monroe, Maria Schell, Leslie Howard, Jacques Tati, Harry Lloyd, Luiza Maranhão, Irma Álvarez, Harry Cooper etc.


- Aula 2 - Gilda de Mello e Souza: nesta aula serão apresentados e discutidos os textos de Gilda de Mello e Souza que tomam por objeto as obras cinematográficas de Luchino Visconti e Federico Fellini. Objetiva-se contrastar a perspectiva adotada por Gilda acerca do figurino cinematográfico com as análises produzidas sobre a moda em sua obra mais conhecida, O Espírito das Roupas. Para isso, serão debatidos os temas que perpassam a abordagem da autora sobre moda e figurino, em especial as formas de representação de gênero, das elites e da decadência.

Referências bibliográficas:


MELLO E SOUZA, Gilda de. O Espírito das Roupas: a moda no século dezenove. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.
________. Exercícios de leitura. São Paulo: Duas Cidades; Editora 34, 2008.
________. A ideia e o figurado. São Paulo: Duas Cidades, Editora 34, 2005.
MENDES, Adilson. Trajetória de Paulo Emílio. Cotia: Ateliê Editorial, 2013.
PONTES, Heloisa. Destinos mistos: os críticos do Grupo Clima em São Paulo (1940-68). São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
SALLES GOMES, Paulo Emílio. Crítica de cinema no Suplemento Literário. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1981, 2 v.
________. Uma situação colonial? São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
SOUZA, José Inacio de Melo. Paulo Emilio no Paraíso. Rio de Janeiro: Record, 2002.

Programa

o Encontro 1 - Prof. Eduardo Navarro (USP) – 23/08 das 19hs às 20h30
- Tratará sobre a experiência de elaboração do método moderno de tupi antigo e do dicionário de tupi (navarro, 2005; 2015).
Objetiva-se que o ministrante apresente exemplos visando ilustrar os desafios e as estratégias ligadas à tradução cultural
indígena.

o Encontro 2 – Me. Gabriela Pereira – 25/08 das 19hs às 20h30
- Tratará sobre o Projeto Selvagem, e discutir sobre perspectivas indígenas, acadêmicas, científicas, tradicionais e de outras
espécies, presentes nele e se isso pode ser considerado um tipo de tradução cultural indígena (SELVAGEM, online a; b).

o Encontro 3 - Prof. Alba Krishna Topan Feldman (UEM) – 30/08 das 19hs às 20h30
- Tratará sobre como se dá a “mistura” entre conhecimento tradicional/indígena e conhecimento acadêmico em uma obra
literária, e se isso pode ser compreendido como uma tradução cultural indígena.

o Encontro 4 - Me. Gabriela Pereira – 01/09 das 19hs às 20h30
- Fará uma retomada em relação a tudo o que foi trabalhado e gerar uma reflexão sobre o que é, portanto, a tradução cultural
indígena e as melhores estratégias para utilizá-la (BURKE, 2009).


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:


BURKE, Peter. Culturas da tradução nos primórdios da Europa Moderna. In: BURKE, Peter; HSIA, R. Po-chia. A tradução
cultural nos primórdios da Europa Moderna. São Paulo: Editora UNESP, 2009.
NAVARRO, Eduardo de Almeida. Método moderno de tupi antigo: a língua do Brasil dos primeiros séculos. 3 ed. rev. e
aperfeiçoada. São Paulo: Global, 2005.
NAVARRO, Eduardo de Almeida. Dicionário tupi antigo: a língua indígena clássica do Brasil: vocabulário português-tupi e
dicionário tupi-português, tupinismos no português do Brasil, etimologias de topônimos e antropônimos de origem tupi. São
Paulo: Global, 2015.
SELVAGEM - CICLO DE ESTUDOS SOBRE A VIDA. FLECHA SELVAGEM. online a. Disponível em:
https://www.youtube.com/playlist?list=PLYysvnBmz4S32JaJupR9X815Kp5OkK3YE. Acesso em: 15 mar. 2023.
SELVAGEM CICLO. Sobre. online b. Disponível em: https://selvagemciclo.com.br/sobre/. Acesso em: 15 mar. 2023.

Programa

1ª AULA - Introdução • Conceitos • Berço das civilizações • Povos da região entre as nações •O Oriente Médio no contexto geopolítico • O Século XIX • O Antissemitismo europeu, origens do sionismo e as primeiras imigrações.
Confronto de impérios • Ascensão da Alemanha e Japão e declínio da Rússia • Ben Gurion, Chaim Weizmann • A Primeira Guerra Mundial, A Declaração Balfour e as promessas aos árabes • Tratado Sykes-Picot.
2ª AULA - O confronto de nacionalismos • Consolidação da nova comunidade judaica e do Mandato Britânico, primeiras revoltas árabes na Palestina. A Segunda Guerra Mundial, o Holocausto e seu impacto sobre o Oriente Médio. A intensificação da violência - 1948 a 1967 • A Guerra Fria • A Criação do Estado de Israel, surgimento dos refugiados palestinos, Guerra de Independência e Nakba • Imigração judaica dos países árabes.
3ª AULA – A década de 1950 – Guerra Fria no Oriente Médio – Descolonização - Da Guerra dos Seis Dias (1967) à Guerra do Yom Kippur (1973) • Setembro Negro e o Exílio Palestino • Choque do petróleo e um novo Oriente Médio.
A guerra civil libanesa – 1977, a direita no poder em Israel, o Egito de Sadat, a invasão do Líbano • A derrubada do Xá no Irã e a nova sociedade israelense.
4a AULA - A Guerra Irã-Iraque, segundo choque do petróleo • Alternativas energéticas • Surgimento do Hizballh - A Primeira Intifada • Fim da Guerra Fria, imigração soviética e a ilusão da paz.
5ª AULA - As Guerras do Golfo e suas consequências, os acordos de Oslo, as negociações de Camp David, Segunda Intifada e a guerra assimétrica.


6ª AULA - Os ataques de 07 de outubro de 2023 a Israel. A Guerra em Gaza e o enfrentamento entre Israel e o grupo terrorista Hezballah na fronteira Líbano – Israel.


Bibliografia:

FELDBERG, Samuel, Decifrando o Oriente Médio - Coletânea de textos publicados no período de 1996 a 2021 (Disponível em: www.sefer.com.br)

FELDBERG, Samuel, Estados Unidos e Israel: Uma aliança em questão, São Paulo, Editora Hucitec, 2008


GILBERT, Martin, História de Israel, São Paulo, Edições 70, 2010


SAYIGH, Yezid, Armed Struggle and the Search for State, Oxford, Clarendon Press, 1997


SHAPIRA, Anita, Israel, uma história, Rio de Janeiro: Editora Record, 2017

Programa

Aula 1: A dúvida hiperbólica (1ª meditação);
Aula 2: O cogito e sua natureza (2ª meditação);
Aula 3: A existência de Deus (3ª meditação);
Aula 4: As provas da distinção real e da união substancial da alma e do corpo (6ª meditação);
 

Bibliografia:
PRIMÁRIA:
DESCARTES, R. Discurso do método, Meditações, Objeções e respostas, As paixões da alma, Cartas. Introdução de Gilles-Gaston Granger; prefácio e notas de Gérard Lebrun; tradução de J. Guinsburg e Bento Prado Júnior. São Paulo: Abril S.A. Cultural e industrial, 1973.
SECUNDÁRIA:
ALQUIÉ, F. A Filosofia de Descartes. Lisboa: Editorial presença, 2ª edição, 1986.
GUEROULT, M. Descartes segundo a ordem das razões. São Paulo: Discurso editorial, 2016.
LEOPOLDO E SILVA, F. Descartes: a metafísica da modernidade. São Paulo: Editora moderna LTDA, 1993.

Programa

Aula 1. Marília de Dirceu e o problema das edições.
 
As liras atribuídas a Tomás Antônio Gonzaga: edições princeps: 1792 (Primeira Parte), pela 1799 (Primeira e Segunda Partes reunidas).
A obra que hoje se conhece como Marília de Dirceu.
Edições apócrifas e falsas.
Dirceu de Marília, um embuste editorial.
A edição crítica de Rodrigues Lapa.
A edição Aguilar – A poesia dos Inconfidentes.
 
 
Aula 2. Um poeta árcade? Tomas Antônio Gonzaga e a tradição crítica.
 
A fortuna crítica de Marília de Dirceu.
A leitura romântico-nacionalista.
a) Biografismo,
b) Sentimentalismo
c) Autenticidade
d) Nacionalismo
O mito Gonzaga.
O mito Marília de Dirceu e Maria Doroteia Joaquina de Seixas.
Características do Arcadismo e da obra: a leitura dos manuais
 
 
Aula 3. Análise da lira I,1 (Eu, Marília, não sou algum vaqueiro)
 
A linguagem gonzaguiana.
A construção estrófica.
Metro, ritmo, rima e estribilhos.
A tópica gonzaguiana.
O pastor e a pastora – a tradição bucólica.
Constituição das figuras de Marília.
 
Aula 4. Uma leitura retórico-poética de Marília de Dirceu.
 
Inflexão nos estudos da poesia colonial brasileira.
Contexto histórico e cultural da poesia luso-brasileira no séc. XVIII.
A instituição retórica.
Conceito de imitação.
O papel das retóricas e poéticas.
 
 
 
Bibliografia
 
Edições da obra
 
T. A. G., Marília de Dirceu. Marília de Dirceu (parte I). Lisboa: Nunesiana, 1792.
T. A. G., Marília de Dirceu; (partes I e II). Lisboa: Nunesiana, 1799.
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Traduções
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Marilia de Dirceo: lire di Tommaso Antônio Gonzaga brasiliano. Trad. Giovenale Vergezzi- Ruscalla. Torino: Stamperia Sociale degli Artisti, 1844.
Amaryllidos Dircaei. Trad. Antônio de Castro Lopes. Rio de Janeiro: Tipografia Quirino & Irmãos, 1868. (Trad. latina para uso nas escolas do Império, 1868-1887)
GONZAGA, Tomás Antônio. “Eu, Marília, não sou algum vaqueiro” (Lira I,1). Trad. Ferdinand Schmid. Berlim: Gebrüder, 1879.
GONZAGA, Tomás Antônio. “A estas horas” (Lira II, 9). Trad. Alexander Sergueievitch Pushkin, 1825. (Para o russo, a partir da versão francesa). In: PÚCHKIN. Aleksandr. Obras Completas em 10 volumes. Moscou: Academia de Ciências, 1956-1958; vol. II, p. 298.
GONZAGA, Tomás Antônio. Marilia de Dirceo. Trad. e notas de Jorge Ruedas de La Serna. Ed. bilíngue. México, São Paulo: Fondo de Cultura Economica, Edusp, 2002.
 
Estudos sobre o autor/retóricas e poéticas
 
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Programa

Ementa:
O cuidado refere-se a todas as atividades essenciais à satisfação de necessidades básicas para a reprodução, a existência e a sociabilidade. Todas as atividades desta ordem encontram-se geralmente estruturadas, organizadas e sustentadas na esfera doméstica. Dessa maneira, a família tem sido e continua sendo a principal prestadora de serviços de cuidado e bem-estar. Esse modelo reproduz uma desigualdade estrutural de gênero, uma vez que hierarquiza o público, como uma esfera de produção principalmente masculina, e o privado, como a esfera doméstica de reprodução associada às mulheres. A organização social do cuidado como categoria analítica tem permitido superar os modelos de cuidado focados na maternidade, referindo à maneira pela qual as famílias, o Estado, o mercado e as organizações comunitárias produzem e distribuem inter-relacionadamente os cuidados (Rodríguez Enríquez e Marzoneto, 2015). Estudos desse tipo têm contribuído para entender que, na América Latina e na maioria dos países do mundo, a organização social do cuidado é desigual (Rodríguez Enríquez e Pautassi, 2014) e que no interior dos domicílios, por sua vez, são as mulheres que assumem quase todas essas tarefas. Nessa linha de debates focada na economia feminista ou na economia dos cuidados, o cuidado tem se tornado foco de muitos debates atuais sobre a distribuição de tarefas e responsabilidades na sociedade. Desde diferentes disciplinas, há uma tendência a problematizar seu caráter feminizado, desvalorizado e invisível e, consequentemente, a falta de políticas de cuidado. Se hoje o debate tem conseguido refletir sobre as formas em que as mulheres continuam sendo responsabilizadas pelas tarefas de cuidado que correspondem a sociedade em geral, ainda temos um longo caminho a percorrer pois outras variáveis, além do gênero e da classe social, devem ser foco dessas análises como raça, etnia, sexualidade, geração, entre outras. Embora em outras áreas essas arestas são cada vez mais centrais, elas são frequentemente ignoradas quando revisamos a literatura internacional sobre cuidados, categoria polissêmica e controversa. Nesse sentido, considera-se que algumas perguntas precisam ainda ser respondidas e que elas podem ajudar a traçar novos caminhos no debate sobre cuidados. Quais têm sido as principais controvérsias? Quais as questões que hoje em dia articulam a arena pública com o debate acadêmico e com as demandas dos movimentos sociais? Como pensar o cuidado desde outras epistemologias? Como descolonizar as noções arraigadas à embranquecida categoria de cuidado? Se ao falar de cuidado estamos falando de uma dimensão básica da nossa existência, precisamos, então, discutir o que significa bem-viver. Nessa direção o curso tem por objetivo discutir as principais perspectivas críticas que orientam as abordagens sobre os cuidados e propor novas articulações teóricas a partir das abordagens interseccionais e do feminismo decolonial. Dessa maneira, o curso procura aproximar os e as estudantes à uma definição política do cuidado, articulando velhas e novas discussões e diferentes epistemologias sobre as formas de cuidar da vida/mundo.

Aula 1: Da privatização à politização do cuidado
- A familiarização do cuidado
- A economia feminista e o trabalho de cuidado
- A organização social do cuidado
- A revalorização da esfera doméstica: Redistribuição e reconhecimento
- A “crise dos cuidados” e os cuidados transacionais

BENHABIB, Shila. The Reluctant Modernism of Hannah Arendt. Thousand Oaks-London-New
Delhi, SAGE, 1996
BORGEAUD-GARCIANDÍA Natacha. [Introducción] El trabajo de cuidado /compilado por
Natacha Borgeaud-Garciandía. - 1a ed . - Ciudad Autónoma de Buenos Aires : Fundación
Medifé Edita, 2018.
BRAGE, E. La lógica femenina del cuidado. Cáp. 6: Tesis doctoral. Facultad de Filosofía y
Letras, UBA. (2018)
ESQUIVEL, V., FAUR E. Y JELIN, E, “Hacia la conceptualización de la ‘organización social
del cuidado’”, Buenos Aires: UNICEF-UNFPA-IDES. 2009
FAUR, E, El cuidado infantil en el siglo XX. Mujeres malabaristas en una sociedad desigual. Buenos Aires: Siglo Veintiuno. 2014
FEDERICI, SILVIA. “Teorizando e politizando o trabalho doméstico”. In: O ponto zero da
revolução. Editora Elefante, 2019.
FRASER, Nancy. Da redistribuição ao reconhecimento? Dilemas da justiça numa era “póssocialista”. Cadernos De Campo (São Paulo), 15(14-15), 231-239.
https://doi.org/10.11606/issn.2316-9133.v15i14-15p231-23, 2006
GONZÁLVEZ TORRALBO, Herminia. LOS CUIDADOS EN LA MIGRACIÓN
TRANSNACIONAL. SUR 24 - v.13 n.24 • 43 - 52 | 2016
HIRATA, Helena e ARAUJO GUIMARÃES, Nadya. Cuidado e cuidadoras: as varias faces do
trabalho do care. São Paulo, Atlas, 2012 [Intruducción]
HIRATA, Helena e ARAUJO GUIMARÃES, Nadya. El cuidado en América Latina : mirando
los casos de Argentina, Brasil, Chile, Colombia y Uruguay / [Introducción] - 1a ed . - Ciudad
Autónoma de Buenos Aires: Fundación Medifé Edita, 2020.
MAGLIANO, M. José. Interseccionalidad y migraciones: potencialidades y desafíos. Estudos
Feministas, Florianópolis, 23(3): 691-712, setembro-dezembro/2015
PAUTASSI, L Y ZIBECCI, C. (2013). “Las fronteras del cuidado”. Buenos Aires. Biblos.
RODRÍGUEZ ENRÍQUEZ, C. Y MARZONETTO, G. Organización Social del Cuidado y
Desigualdad: el déficit de políticas públicas de cuidado en Argentina. Perspectivas de Políticas
Públicas, 4(8), 103-134. (2016).
ROSAS, Carolina, BORGEAUD GARCIANDÍA, Natacha, MALLIMACI, Ana Inés y
MAGLIANO, María José Migraciones sur-sur y trabajos de cuidado. Aportes desde el contexto
argentino.

Aula 2: "Da ética do cuidado à cidade cuidadora"
- Da autonomia à interdependência
- A ética do cuidado
- Os arranjos de cuidado
- Cidades cuidadoras

DEBERT, Guita; PULHEZ, Mariana (org.). Desafios do cuidado: gênero, velhice e deficiência.
Campinas: UNICAMP/IFCH, 2017.
FAZZIONI, Natália. Nascer e morrer no Complexo do Alemão: políticas de saúde e arranjos de
cuidado. 2018. Tese (Doutorado em Antropologia Cultural) – Universidade Federal do Rio de
janeiro, Rio de Janeiro, 2018.
HELENE, Diana. ““Eu quero sair daqui!”: do isolamento doméstico a coletivização do
cuidado”. In: BORGES, Andrea; MARQUES, Leila. (Org.). Reflexões durante a pandemia:
coronavírus e as cidades no Brasil. 1ed.Rio de Janeiro: Outras Letras, 2020. MOL, Anemmarie. “Care: putting practice in theory”. In: MOL, A.; MOSER, I.; POLS, J. Care
in Practice: On Tinkering in Clinics, Homes and Farms. Amsterdam: Transcript, 2010. ________. The logic of care: health and the problem of patient choice. New York: Routledge,
2008.
TRONTO, Joan. Moral boundaries: a political argument for an ethic of care. Londres:
Routledge, 2009.
VALDIVIA, Blanca. “Del urbanismo androcéntrico a la ciudad cuidadora”. In: Hábitat y
sociedade, nº 11, Universidad de Sevilla, noviembre de 2018:64-84

Aula 3: Da economia feminista a um olhar interseccional sobre o cuidado
- Interseccionalidade e consubstancialidade
- A cor, o gênero e a classe das epidemias
- Quem cuida de quem?

HIRATA, Helena. Gênero, classe e raça Interseccionalidade e consubstancialidade das relações
sociais. Tempo soc. [online]. 2014, vol.26, n.1 [cited 2020-06-08], pp.61-73.
AUDRE LORD “Não existe hierarquia de opressão” em: “Pensamento Feminista: Conceitos
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AUDRE LORD “Idade, raça, classe e gênero: mulheres redefinindo a diferença” de em
“Pensamento Feminista: Conceitos Fundamentais”. Org. Heloisa Buqrque de Hollanda. Rio de
Jnaeiro: Bazar do Tempo, 2019.
BEATRIZ NASCIMENTO “A mulher negra e o amor” em “Pensamento Feminista Brasileiro:
Formação e contexto. Org. Heloisa Buarque de Hollanda. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo,
2019.
FEDERICI, Silvia. O Ponto Zero da Revolução: Trabalho Doméstico, Reprodução e Luta
Feminista. São Paulo: Elefante, 2019.
PIMENTA, Denise. Pandemia é coisa de mulher: Breve ensaio sobre o enfrentamento de uma
doença a partir das vozes e silenciamentos femininos dentro das casas, hospitais e na produção
acadêmica. TESSITURAS, V8, S1, JAN-JUN 2020. Pelotas | RS. Disponível em:
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TRONTO, Joan. Riesgo o cuidado?. Buenos Aires: Editora Fundación Medifé, 2020.
VERGÈS, Françoise. Um feminismo Decolonial. São Paulo: Editora UBU, 2020.

Aula 4: O cuidado em chave decolonial
- Uma epistemologia afro latino americana
- Bem Viver
- Comunalidade
- Feminismo comunitario

DA GRAÇA COSTA, Maria “Agroecologia, ecofeminismo e bem viver: emergências
decoloniais no movimento ambientalista brasileieo” em “Pensamento Feminista Hoje:
Perspectivas Decolonial”. Org. Heloisa Buarque de Holanda. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo,
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GONZALEZ, LÉLIA. A categoria político- cultural de amefricanidade. Tempo Brasileiro, Rio
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“Pensamento Feminista Hoje: Perspectivas Decolonial”. Org.. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo,
2020.
LUGONES, MARIA. Género y colonialidad, Tabula Rasa. Bogotá - Colombia, No.9: 73-101,
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DOS SANTOS, Luciane Lucas « Deve a economia feminista ser pós-colonial? Colonialidade
económica, género e epistemologias do Sul », Revista Crítica de Ciências Sociais [Online],
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KILOMBA, Grada. Cáp. 3 “Quem pode falar?”: Falando no centro. Descolonizando o
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CURIEL, Ochy. Construindo metodologias feministas a partir do feminismo decolonial. Em:
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MINOSO, Yuderkys Espinosa. Hacer genealogía de la experiencia: el método hacia una crítica
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Direito Práx. [online]. 2019, vol.10, n.3
RIVERA CUSICANQUI, Silvia. Ch’ixinakax utxiwa. Una reflexión sobre prácticas y discursos
descolonizadores. Buenos Aires: Tinta Limón, 2010.Pinturas. 80 pp.
Julieta Paredes, « El feminismocomunitario: la creación de un pensamiento
propio », Corpus [En línea], Vol. 7, No 1 | 2017
SEGATO, Rita Laura (2014) “La Crítica de la Colonialidad en ocho ensayos. Buenos Aires:
Prometeo, de próxima aparición.