Programa

1) Introdução: Transmissão de uma identidade étnico-religiosa minoritária em contextos
de mudança. O judeu como estrangeiro. Inserção diferenciada na estrutura da sociedade
maior: a lógica das expulsões. 
2) A Alta Idade Média na Europa: a transformação urbana, o papel dos judeus.
3) A situação dos judeus sob o domínio muçulmano: o "povo protegido";. Principais
contribuições culturais. 
4) A Era das Cruzadas. As matanças de 1096 e o kidush há'shem. Efeitos psicológicos. 
5) Marginalidade dos judeus na Idade Média: um estudo de caso, os judeus da França.
6) A entrada em cena dos judeus no comércio mundial. Prestamistas, ramificações das
atividades bancárias.
7) A transformação das lideranças judaicas: do Exilarca aos Rabinos. O conceito de kehilá
8) Desenvolvimento da cultura judaica em diferentes contextos: Talmude, a Ética dos Pais,
Rashi, Saadia Gaon, Ibn Gabirol, Iehuda Há'levi, Maimônides.
 
 
Bibliografia

Baron, S. História Social y Religiosa del Pueblo Judío: El encuentro de Oriente y
Occidenete. Buenos Aires: Paidós, 1968 (vol. IV)
Berezin, R. (org): Caminhos do Povo Judeu. São Paulo: Vaad há;chinuch, 1975
Bonfin Batalla, G. ;La teoría del control cultural en el estudio de procesos etnicos",
em Revista Papeles de la Casa Chata, Año 2, N*3, México, 1987.
Dinur, Bem-Zion "História Judaica: Singularidade e Continuidade" em Vida e
Valores do Povo Judeu. São Paulo: Editora Perspectiva.
Guglielmi, N. "La condición de los judíos medievales (Francia siglo XIV), em Anales
de Historia Antigua y Medieval, Vol. 20, Buenos Aires, 1982
Guinsburg, J. Do Estudo da Oração. São Paulo: Editora Perspectiva, 1968.
Johnson, P. História dos Judeus, Rio de Janeiro: Imago Ed., 1995.
Koltai, K. (org) O Estrangeiero. São Paulo: Editora Escuta, 1998.
Lewis, B. Os judeus e o Islão. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1993.
Malamat, A, Tadmor, H., Stern, M, Safrai, S., Bem-Sasson, H. H. & Ettinger, S.
Historia del Pueblo Judío. Madrid: Alianza Editorial, 1988 (Volume II)
Pirenne, H. Las Ciudades de la Edad Media. Madrid: Alianza Editorial, 1980.

Obs. Outros itens bibliográficos serão incorporados ao longo do curso.

Programa

09/08/2023
Audiodescrição: termos e terminologias, limites e limitações
Exemplos de eventos ao vivo com audiodescrição

16/08/2023
A equipe de audiodescrição: elementos indispensáveis e profissionais de apoio
Com a palavra, o consultor

23/08/2023
AD remota, tecnologias e aproximação social
Os recursos adicionais: maquetes táteis, visitas guiadas, convite sonoro, etc.

Bibliografia:

AMERICAN COUNCIL OF THE BLIND. Disponível em http://www.acb.org/adp/ad.html.
Acesso 12.jan.2020
ARAÚJO, Vera Lúcia Santiago & ADERALDO, Narisa Ferreira (orgs.)
Os novos rumos da pesquisa em audiodescrição no Brasil. Curitiba: Ed CRV, 2013.
FRANCO, Eliana Paes Cardoso. Em busca de um modelo de acessibilidade audiovisual para cegos
no Brasil: um projeto piloto In: TradTerm, 13, 2007, p. 171-185. Disponível em
http://myrtus.uspnet.usp.br/tradterm/site/images/revistas/v13n1/v13n1a1… Acesso 12.jan.2020.
Guia para Produções Audiovisuais Acessíveis; Ministério da Cultura, Secretaria do Audiovisual
(SAv). Disponível em
https://www.dropbox.com/s/8uafqb41loyshsf/Guia%20para%20Producoes%20Aud…
siveis%20%28com%20audiodescricao%20das%20imagens%29.pdf. Acesso em 12.jan.2020
ITC Guidance On Standards for Audio Description. Disponível em msradio.huji.ac.il/narration.doc
Acesso nov.2017
PERROTTI-GARCIA, Ana Julia e BRAHEMCHA, Fernanda (orgs.). Ao Vivo e A Cores, relatos de
casos de audiodescrição de eventos ao vivo. KDP, no prelo. Publicação 2021.

Programa

Comunicação: Exprimir emoções e sensações; compreender um menu e dar sua opinião; fazer comparações práticas; falar de uma evolução no tempo (entre ontem e hoje); Fazer uma apreciação positiva e/ou negativa; caracterizar um restaurante e fazer um pedido; fazer compras; caracterizar uma pessoa ou uma coisa; aconselhar um filme ou um espetáculo; organizar uma saída.
Vocabulário: Vocabulário das emoções e das sensações; alimentação; ingredientes de um menu; compras; vocabulário da gastronomia; roupas e acessórios; estrutura para fazer apreciações positivas ou negativas; adjetivos; vocabulário para fazer pedidos no restaurante; comprar/alugar roupas; palavras ligadas às refeições; filmes e espetáculos; palavras ligadas à eventos festivos (festas, aniversários e outras comemorações).
Gramática: Artigos indefinidos e partitivos; expressar quantidades precisas; o pronome “en”; estruturas para comparar; l’imparfait; algumas marcas temporais do passado; estruturas para compreender e receber um cliente; verbo “payer” no presente do indicativo; verbos “pronominaux réciproques”; “’imparfait, le passé composé et le présent” para evocar mudanças; estruturas para fazer um pedido no restaurante; pronomes pessoais COD (le, la, les); pronomes relativos “qui” e “que” ; “chez/avec/pour + pronom tonique”; estruturas para especificar uma opinião; estruturas para dar conselhos; pronomes pessoais COI (lui, leur).
Elementos de fonética: Serão trabalhados alguns sons específicos do francês de acordo com sua aparição nas lições. Os exercícios de fonética farão parte de cada aula.
Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:

CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.
LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.
GARCIA, F. En avant la grammaire! Débutant. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. et al. Grammaire progressive du français - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau débutant. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 1. Niveau A1. Paris: Hachette, 2017.
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Programa

Aula 1: A educação para as relações étnico-raciais e os currículos escolares.
Aula 2: Práticas pedagógicas de combate ao racismo e à xenofobia.

Bibliografia:
AMADO, João; FERREIRA, Sónia. A Entrevista na Investigação Educacional. In: Manual de Investigação Qualitativa em Educação. Coimbra: Universidade de Coimbra, 2013.
ARROYO, Miguel G. Currículo, território em disputa. 5 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2013.
_______. Outros Sujeitos, Outras Pedagogias. 2 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.
________. Vidas Ameaçadas – Exigências - Respostas Éticas da Educação e da Docência. Petrópolis, RJ: Vozes, 2019.
BATISTA, Aline C.; SILVA JUNIOR, Paulo M.; CANEN, Ana. Em Busca de um Diálogo entre Plano Nacional de Educação (PNE), Formação de Professores e Multi/Interculturalismo. Revista Ensaio: avaliação e políticas públicas em educação, Rio de Janeiro, v. 21, n. 79, abr./jun. 2013. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ensaio/a/wk5kgwfQWBCYJ9LN7RbgZ4B/?format=pdf&la…. Acesso em 11 jun. 2024.
BENTO, Cida. O pacto da branquitude. São Paulo: Companhia das Letras, 2022.
BOURDIEU, Pierre. Escritos de Educação. Maria Alice Nogueira e Afrânio Catani (organizadores). Petrópolis: Vozes, 2015.
CANDAU, Vera Maria Ferrão. Diferenças culturais, interculturalidade e educação em direitos humanos. Educ. Soc. 33 (118), Mar 2012. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/QL9nWPmwbhP8B4QdN8yt5xg/abstract/?lang=pt. Acesso em 10 jun. 2024.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 2002 (28. ed.).
______. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2011.
______. Educação como prática da liberdade. 26ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002.
hooks, bell. Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade. Trad. Marcelo Brandão Cipolla. São Paulo: Martins Fontes, 2019.
MOREIRA, Herivelton; CALEFFE Luiz Gonzaga. Metodologia da pesquisa para o professor pesquisador. Rio de Janeiro: DP&A, 2006.
SOUZA, Rosa Fátima de. História da organização do trabalho escolar e do currículo no Século XX: ensino primário e secundário no Brasil. São Paulo: Cortez, 2008.

Programa

Programa Detalhado
 
I. Codicologia, Paleografia e Diplomática: interdisciplinaridade
 
II.História e Conceito da codicologia.
 
III. Transmissão do manuscrito: Autenticidade e fidedignidade.
 
IV. Scriptorium: O local de trabalho dos copistas
 
V. Os suportes de escrita:
1. Papiro, pergaminho, papel
2. O papel: Origem e fabricação. Gramatura, marcas d’água, vergaturas e pontusais.
3. Instrumentos de escrita: cálamo, pena de ave, pena de aço.
4. Tintas: carbono e ferro-gálica
 
VI. O códice: Modos de produção
1. Composição do caderno
2. Reclames
3. Composição da página e decoração: Capitulares, Iluminuras e miniaturas
5. Método:Aulas expositivas
 
Prática: Localização de manuscritos no acervo do IEB
Análise dos elementos codicológicos de manuscrito setecentista
Montagem de códice
 
Avaliação:
- 75% de frequência
- Atividade em aula
 
Bibliografia:
 
AGATI, M. L. Il libro manoscritto da Oriente a Occidente. Per una codicologia comparata. L’Erma di Bretschneider: Roma, 2009.
ALMADA, M. Cultura escrita e materialidade: possibilidades interdisciplinares de pesquisa. Pós: Belo Horizonte, v. 4, n. 8, p. 134 – 147. nov 2014.
AZEVEDO FILHO, L. A. Iniciação em Crítica Textual. Rio de Janeiro: Presença Edições: São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1987.
BERWANGER, A. R. e LEAL, J. E. F. Noções de Paleografia e de diplomática, 2008.
CAMBRAIA, C. N. Introdução à crítica textual. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
GILISSEN, L. Prolégomenes a la codicologie. Recherches sur la construction des cahiers et la mise en page des manuscrits médiévaux. Gand: Story-Scientia, 1977.
GILISSEN, L. Les réglures des manuscrits. Revista Scrittura e civilta, 5, 1981, p. 231-252.
GUMBERT, J. P. Schrift, codex en tekst. Ein rondgang door paleografie en codicologie, Leiden: Universitaire Pres, 1974.
LEMAIRE, J. Introduction à la codicologie. Université Catholique deLouvain: Louvain-la-Neuve, 1989.
MEDIAVILLA, C. Caligrafía: del signo caligráfico a la pintura abstracta. Valencia: Campgráfic, 2005.
MELO, A. F. A. O papel como elemento de identificação. Lisboa : Biblioteca Nacional, 1926.
MILLARES CARLO, A. Introducción a la historia del libro y de las bibliotecas. México: Fondo de Cultura Económica, 1929.
OLIVEIRA, G.G.M. Estudo do papel e das filigranas dos séculos XVIII e XIX na capitania e província de Mato Grosso.Cuiabá/MT [dissertação]. Cuiabá: Universidade Federal de Mato Grosso; 2014.
PEDRO, S. T. Apontamentos para uma descrição codicológica do códice BnF, Portugais 5. eHumanista, 22, 2012, p. 65-111.
RUIZ GARCÍA, E. Introducción a la codicologia. Madrid: Biblioteca del Libro, 2002.
SPINA, S. Introdução à Edótica, São Paulo: Ars Poética Edusp, 1994
Briquet online: Dicionário de marcas d'água online.
The memory of paper: This website is about paper, paper study, and paper history.

 

Programa

Introduções sociológicas sobre mulheres e política

Coordenadora
Dra. Ana Paula Hey

Ministrantes
Camila Carolina Hildebrand Galetti (UNB)
Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Sociologia pela Universidade de Brasília, bolsista CNPq. Estuda a ascensão da extrema-direta, antifeminismos e afetos. Atualmente desenvolve pesquisas na linha de Movimentos Sociais, Direito à cidade, Ciberativismo, Ascensão conversadora e Neoliberalismo.

Jéssica Mayara de Melo Carvalho (USP)
Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Sociologia pela Universidade de São Paulo, bolsista CNPq e pesquisadora do GPSECC e do NÓS. É mestra em Ciências Sociais pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Tem experiência com estudos sobre Sociologia Política, História cultural, Memória, Teoria Feminista, Kirchnerismo, Peronismo e Mulheres na elite política.

Vanilda Souza Chaves (USP)
Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Sociologia pela Universidade de São Paulo e mestra em Políticas Públicas pela UFABC. Pesquisadora do projeto “Democracia e Representação nas eleições de 2018" da Fundação Getúlio Vargas. Áreas de interesse: estudos feministas, eleições e representação política.


EMENTA
Carga horária: O curso está composto por três aulas de 2h30m cada, que serão ministradas na terça (27), quinta (29) e sexta (30) de outubro. Em relação à dinâmica, a primeira hora será expositiva e a outra será reservada para a discussão do tema abordado. Totalizando em 8hs.
Objetivo: O curso tem como objetivo contribuir na fundamentação teórica sobre o campo político latino-americano e seus desdobramentos para compreender como as relações de poder e dominação, a violência simbólica e os discursos conservadores implicam diretamente na atuação política das mulheres. Ao mobilizar um mosaico de leituras sociológicas desde os mais variados prismas como o quantitativo, bourdieusiano e da teoria crítica sobre um mesmo objeto em comum, buscamos fomentar debates respaldados por uma visão ampla sobre como se pode interpretar o acesso, a participação e representação política no âmbito das disputas eleitorais.


CONTEÚDO

As dinâmicas do campo do poder e o capital erótico
Um panorama sobre a representação política
II. Afetos, Neoliberalismo e Antifeminismo

O curso está dividido em três momentos distintos, sendo o primeiro, com o respaldo da teoria bourdieusiana para a compreensão dessas dinâmicas em uma perspectiva dos campos, focalizando as especificidades do campo do poder e suas disputas. O que nos interessa nesse momento é verificar como ocorre a formação de determinado agente político, que independente de seu sexo e gênero, precisa adquirir e incorporar determinadas credenciais legítimas e legitimadas - pelo campo e seus pares - para acessar e permanecer nesse espaço. Pretende-se observar, por meio das análises dos capitais (cultural, econômico e social) de agentes reconhecidas, como as trajetórias de sucesso escolar e político se confluem, e cujo recorte de gênero pode aparecer enquanto uma resposta ao campo. Lançando, por fim, uma reflexão sobre os limites e potencialidades do conceito de capital erótico desenhado por Catherine Hakim (2011) para se pensar nos desdobramentos da violência simbólica no âmbito das elites políticas latino-americanas.

O segundo tópico, destinado a esboçar um panorama histórico e social através da apresentação de dados obtidos na pesquisa “Cotas de gênero, representação feminina e políticas de defesa dos direitos das mulheres na América Latina”. Nesse momento, será apresentado uma reflexão sobre como os dezenove países latino-americanos entre os anos de 1990 a 2017 lidaram com a lei de cotas de paridade de participação política feminina observando quais as garantias institucionais de defesa dos direitos das mulheres e a eficácia desse tipo de legislação.

Já o terceiro, após perpassar por duas abordagens bastante distintas sobre a representação política, será analisada a ascensão da nova direita no continente tendo como chave a relação dos afetos com a política. Autores como Espinosa, Freud, Adorno têm sido retomados para se pensar o processo de formação de identidades coletivas e sua corporificação em diversas emoções como: o desamparo, o ódio, o medo, a angústia, a aversão, a esperança, a insegurança, a raiva, o ressentimento. Em um contexto de fortificação dos governos de ultradireita, cujos pilares de sustentação encontram-se na moralidade, na antidemocracia, nos desmontes da solidariedade social e orientam-se por lógicas neofascistas, neoconservadoras, racistas e masculinistas, a discussão de agentes políticas que negam as lutas travadas por movimentos feministas na contemporaneidade, bem como, a ascensão destas no parlamento será a tônica na discussão.
Esse mosaico de leituras sociológicas desde os mais variados prismas como o quantitativo, bourdieusiano e da teoria crítica sobre um mesmo objeto em comum, buscarão fomentar debates respaldados por uma visão ampla sobre como se pode interpretar o acesso, a participação e representação política feminina no âmbito das disputas eleitorais.




Introduções sociológicas sobre mulheres e política

PROGRAMA DO CURSO

1ª aula: As dinâmicas do campo do poder e o capital erótico

Bibliografia principal
BOURDIEU, Pierre. O campo político. In: Revista Brasileira de Ciência Política, n.5, p.193-216, 2011.
HAKIM, Catherine. O que é o capital erótico? In: Capital erótico. Rio de Janeiro: Best Business, 2012. pp.17-41.
PESTAÑA, José Luis Moreno. Una historia de la capitalización del cuerpo. In: La cara oscura del capital erótico: capitalización del cuerpo y trastornos alimentarios. Ediciones Akal, 2016. pp. 15-40.
Bibliografia complementar
BOURDIEU, Pierre. Uma imagem ampliada. In: A dominação masculina: A condição feminina e a violência simbólica. Tradução de Maria Helena Kühner. Rio de Janeiro: Ed. BestBolso, 2014. pp. 17-80.
CATANI, Afrânio Mendes et al. Vocabulário Bourdieu. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2017.
LE BRETON, David. A sociologia do corpo. Trad: Sonia MS Fuhrmann. Petrópolis, Rio de Janeiro, 2007.
LORDE, Audre. Irmã outsider. Trad. Stephanie Borges. Belo Horizonte: Autêntica, 2019.
OLIVEIRA, Ricardo Costa de (Org.). Nepotismo, parentesco e mulheres. 2ª ed. Curitiba: Urbi et Orbi, 2016.


2ª aula: Um panorama sobre a representação política

Bibliografia principal
ARAUJO, Clara. Partidos políticos e gênero: mediações nas rotas de ingresso das mulheres na representação política. Rev. Sociol. Polit. [online]. 2005, n.24, pp.193-215.
MOREIRA, Natália de Paula & BARBERIA, Lorena Guadalupe. Por que elas são poucas? Uma revisão sobre as causas da baixa presença de mulheres no Congresso brasileiro. BIB, São Paulo, n. 79, 1º semestre de 2015 (publicada em outubro de 2016), pp. 38-56.
RIOS, Flavia; SOTERO, Edilza. Gênero em perspectiva interseccional. PLURAL, Revista do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da USP, São Paulo, v.26.1, 2019, p. 1-10.
Bibliografia complementar
ARCHENTI, Nélida; ALBANE, Laura. O feminismo na política: paridade e violência política de gênero na América Latina. In: Cadernos Adenauer XIX Participação política feminina na América Latina, (1): 9-24, 2018.
RIOS, Flavia; PEREIRA, Ana Claudia; RANGEL, Patrícia. Paradoxo da igualdade: gênero, raça e democracia. Cienc. Cult., São Paulo, v. 69, n. 1, Mar. 2017, p. 39-44.

3ª aula: Afetos, Neoliberalismo e Antifeminismo

Bibliografia principal
BROWN, Wendy. Nas ruínas do neoliberalismo: A ascensão da política antidemocrática no ocidente, São Paulo, Editora Politéia, 2019.
FRASER, Nancy; JAEGGI, Rahel. Capitalismo em debate: Uma conversa na teoria crítica. São Paulo, Editora Boitempo, 2020.
SAFATLE, Vladimir. O circuito dos afetos. São Paulo: Editora Autêntica, 2016.

Bibliografia complementar
ILLOUZ, Eva. O amor nos tempos do capitalismo. Rio de Janeiro, Editora Zahar, 2011.
TRAVERSO, Enzo. Las caras de la nueva derecha. Editora Siglo XXI, Argentina, 2018.
ZEKTIN, Clara. Como nasce e morre o fascismo. São Paulo, Editora Autonomia literária, 2019.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ALMEIDA, Ronaldo; TONIOL, Rodrigo (org). Conservadorismos, fascismos e fundamentalismos. Campinas, Editora Unicamp, 2018.
ARRUZA, Cinzia; BHATTACHARYA, Tithi; FRASER, Nancy Feminismo para os 99%. Um manifesto. São Paulo, Boitempo Editorial, 2019.
AVELAR, Lúcia. Mulheres na elite política brasileira. Editora UNESP, 2001.
BEST, Heinrich; HIGLEY, John (Eds.). The Palgrave handbook of political elites. London: Palgrave Macmillan, 2018.
BIROLI, Flávia & MIGUEL, Luis Felipe. Feminismo e política: uma introdução. Boitempo, 2014.
BOURDIEU, Pierre; BOLTANSKI, Luc. La production de l'idéologie dominante. Actes de la recherche en sciences sociales, v. 2, n. 2, p. 3-73, 1976.
BLAY, Eva; AVELAR, Lucia; RANGEL, Patricia Duarte. 50 anos de feminismo: Argentina, Brasil e Chile. Volume ii – Justiça de Gênero e Políticas Públicas (no prelo).
CODATO, Adriano. A formação do campo político profissional no Brasil: uma hipótese a partir do caso de São Paulo. In: Revista de Sociologia e Política, v. 4, n. se, p. 0-0, 2008.
DE IMAZ, José Luis. Los que mandan. Buenos Aires: Editorial Universitaria de Buenos Aires, 1964.
SOLANO, Esther. O ódio como política: A reinvenção das direitas nos Brasil. São Paulo, Editora Boitempo, 2018.
TRAVERSO, Enzo. Las caras de la nueva derecha. Editora Siglo XXI, Argentina, 2018.
VENTURI, Gustavo; RECAMÁN, Marisol. As Mulheres Brasileiras no Início do Século 21. São Paulo: cfemea, 2005.
WRIGHT MILLS, C. A elite do poder. 4ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.

Programa

Objetivo: Oferecido pelo Programa de pós-graduação em Literatura Brasileira da USP, e ministrado pelo corpo discente do Programa que estuda a obra da autora, o curso “Clarice Lispector na sala de aula”, parte do projeto Literatura na sala de aula, compreende uma série de seis encontros que focalizam, de modo diverso e didático, o processo de análise e interpretação da obra literária clariciana. A ementa contempla diversas facetas da obra da autora, proporcionando uma visão geral para os professores que desejam trabalhar com sua literatura nos diversos anos do ensino básico.

Justificativa: Visando estabelecer uma ponte efetiva de comunicação entre os estudos universitários e o ensino básico, propõe-se uma opção de curso de 30 horas para os professores de língua portuguesa da rede pública e privada de ensino que desejam se aprimorar na teoria e didática dos estudos literários. Assim, o curso destina-se preferencialmente à capacitação de professores, compartilhando instrumentos teóricos e práticos para a abordagem de textos de Clarice Lispector.

A atividade será ministrada a distância, por meio da plataforma Google Meet, disponibilizada pela Instituição à comunidade USP (https://meet.google.com/).

Carga horária: 30 horas (24 horas-aulas e 6 horas-atividade)

Horário: Sábado, das 09:30-12:30

Público-alvo: Professores de português da rede pública e privada de ensino e interessados em
literatura de modo geral.

Cronograma:
1. 31/07 - Clarice Lispector: personagem de si, estilo e escrita
2. 07/08 - Dos contos: abordagens de leitura e análise
3. 14/08 - Das crônicas: aproximações entre literatura e jornalismo
4. 21/08 - Dos romances e narrativas longas
5. 28/08 - A literatura infantil e as personagens crianças
6. 04/09 - As várias faces de Clarice: retomadas e aprofundamentos

Coordenador: Profa. Dra. Simone Rossinetti Rufinoni

Ministrantes: Amanda Angelozzi, Mariana Borrasca Ferreira, Mariana Silva Bijotti

Bibliografia geral:
ARRIGUCCI, Davi. “Fragmentos sobre a crônica”. In: Enigma e comentário. São Paulo:
Companhia das Letras, 1987, p. 51 - 66.

CANDIDO, Antonio. "A vida ao rés-do-chão". In: Para gostar de ler: crônicas. Volume 5. São Paulo:
Ática, 2003, pp. 89-99.
___________________, et al. A personagem de ficção. São Paulo: Perspectiva, 1985.
___________________. “No Raiar de Clarice Lispector”. In: Vários escritos. São Paulo: Duas
Cidades, 1970, pp. 125-131.
GOTLIB, Nádia Battella. Clarice: Uma Vida que se Conta. São Paulo: Editora da Universidade de
São Paulo, 2011.
___________________. Teoria do conto. São Paulo: Ática, 2006.
LEITE, Ligia Chiappini Moraes. O foco narrativo. São Paulo: Editora Ática, 2002.
NUNES, Benedito. O drama da linguagem: uma leitura de Clarice Lispector. São Paulo: Ática, 1995.
RIBEIRO, Francisco Aurelio. A literatura infanto-juvenil de Clarice Lispector. Vitória: Nemar, 1993.
ROSENBAUM, Yudith. Folha explica: Clarice Lispector. Publifolha – Divisão de Publicações da
Empresa Folha da Manhã S/A, 2002.
ROSENFELD, Anatol. "A teoria dos gêneros". In: O teatro épico. São Paulo: Editora Perspectiva,
1985.
_________________. “Reflexões sobre o romance moderno”. In: Texto/Contexto I. São Paulo:
Perspectiva, 2013.
TODOROV, T. As estruturas narrativas. 4ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2004.
WALDMAN, Berta. Clarice Lispector: A paixão segundo C. L. São Paulo: Editora Escuta, 1992.

Programa

O objetivo é difundir e apresentar alguns dos resultados encontrados na pesquisa de mestrado sobre a trajetória política de Conceição da Costa Neves, as relações entre gênero e a produção legislativa acerca dos direitos das mulheres. Costa Neves, que foi deputada da Assembleia Legislativa de São Paulo entre os anos de 1947 e 1969, nos quais obteve aprovação de 194 projetos de lei, principalmente na área do trabalhismo, saúde pública e educação. A deputada teve uma vasta produção legislativa e uma das problemáticas da dissertação de mestrado é discutir como as relações de gênero influenciaram em sua atuação. Ela tinha um posicionamento anticomunista, atrelado ao varguismo, mas em muitos momentos demonstrava opiniões mais progressistas, principalmente sobre os campos do trabalhismo, educação e saúde pública. Em muitos momentos esteve envolvida com a luta dos doentes de hanseníase por políticas públicas. A partir das fontes visamos compreender como as relações de gênero influenciaram as mais amplas esferas das vidas das mulheres, utilizando o caso específico como base de pesquisa.

Bibliografia

ANJOS, Maria de Lourdes Porfírio R. T. dos. A escola nova e seus desdobramentos.
BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo: fatos e mitos. 3ª Edição. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 2016.
BLAY, Eva Alterman. As prefeitas: a participação política da mulher no Brasil. São Paulo, Humanitas - CERU/ FFLCH/ USP, 2015.
BRESCIANI, Maria Stella. A mulher e o espaço público. In: BRESCIANI, Maria Stella; SAMARA, Eni de Mesquista e LEWKOWICZ, Ida (Orgs.). Jogos da política: imagens, representações e práticas. ANPUH/São Paulo. FAPESP. Marco Zero. 1992.
BUTLER, Judith. Problemas de gênero: Feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2016.
CHALHOUB, Sidney. Trabalho, lar e botequim. 3ª ed. Campinas: Unicamp, 2012.
CORDEIRO, Janaína Martins. Direitas em movimento. Rio de Janeiro: FGV, 2009. DELGADO, Lucília Neves de Almeida. PTB: Do getulismo ao reformismo (1945-1964). São Paulo: Marco Zero, 1989.
DIAS, Maria Odila Leite da Silva. Mulheres sem história. Revista de História, São Paulo, n.114, p. 31-45, jan/jun., 1983.
FERREIRA, Jorge (org.). O populismo e sua história: debate e crítica. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2001.
_________ . O imaginário trabalhista. Getulismo, PTB e cultura política popular: 1945-1964. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
_________. ; DELGADO, Lucília de Almeida Neves (orgs.). O Brasil Republicano: O tempo da experiência democrática. Da democratização de 1945 ao golpe civil-militar de 1964. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. 2003.
_________; REIS FILHO, Daniel Aarão. Nacionalismo e reformismo radical (1945-1964). Rio de Janeiro, RJ. Ed. Civilização Brasileira. 2007.
FRANCO, Stella Maris Scatena. Gênero em debate: problemas metodológicos e perspectivas historiográficas. In: VILLAÇA, Mariana; PRADO, Maria Ligia Coelho (org.). História das Américas: fontes e abordagens historiográficas. Humanitas: CAPES. São Paulo, 2015.
FRASER, Nancy. Mapeando a imaginação feminista. Estudos Feministas, Florianópolis, 15(2), maio-agosto/2007.
FOUCAULT, Michel. Microfísica do poder. São Paulo: Editora Paz & Terra. 6ª Ed, 2017. FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir: nascimento da prisão. Petrópolis, RJ: Vozes, 42ª ed,2014.
GOMES, Angela de Castro. O populismo e as ciências sociais no Brasil: notas sobre a trajetória de um conceito. V.1, n. 2. Rio de Janeiro: Tempo, 1996.
GOMES, Angela de Castro. 1948 – A invenção do trabalhismo. 3 ed. Rio de Janeiro: FGV, 2015.
GOMES, Angela de Castro. Org. FERREIRA, Jorge e REIS, Daniel Aarão. Partido Trabalhista Brasileiro (1945-1965): getulismo, trabalhismo, nacionalismo e reformas de base. In: Nacionalismo e reformismo radical (1945-1964). Rio de Janeiro: Ed. Civilização Brasileira, 2007.

Programa

Aula 1
Audiodescrição: termos e terminologias, limites e limitações
Exemplos de eventos ao vivo com audiodescrição

Aula 2
A equipe de audiodescrição: elementos indispensáveis e profissionais de apoio
Com a palavra, o consultor

Aula 3
AD remota, tecnologias e aproximação social
Os recursos adicionais: maquetes táteis, visitas guiadas, convite sonoro, etc.

Bibliografia:

AMERICAN COUNCIL OF THE BLIND. Disponível em http://www.acb.org/adp/ad.html.
Acesso 12.jan.2020
ARAÚJO, Vera Lúcia Santiago & ADERALDO, Narisa Ferreira (orgs.)
Os novos rumos da pesquisa em audiodescrição no Brasil. Curitiba: Ed CRV, 2013.
FRANCO, Eliana Paes Cardoso. Em busca de um modelo de acessibilidade audiovisual para cegos
no Brasil: um projeto piloto In: TradTerm, 13, 2007, p. 171-185. Disponível em
http://myrtus.uspnet.usp.br/tradterm/site/images/revistas/v13n1/v13n1a1… Acesso 12.jan.2020.
Guia para Produções Audiovisuais Acessíveis; Ministério da Cultura, Secretaria do Audiovisual
(SAv). Disponível em
https://www.dropbox.com/s/8uafqb41loyshsf/Guia%20para%20Producoes%20Aud…
siveis%20%28com%20audiodescricao%20das%20imagens%29.pdf. Acesso em 12.jan.2020
ITC Guidance On Standards for Audio Description. Disponível em msradio.huji.ac.il/narration.doc
Acesso nov.2017
PERROTTI-GARCIA, Ana Julia e BRAHEMCHA, Fernanda (orgs.). Ao Vivo e A Cores, relatos de
casos de audiodescrição de eventos ao vivo. KDP, no prelo. Publicação 2021.

Programa

Detalhamento:

Dia 1 - Norte versus Sul Global: Um Panorama da Inteligência Artificial
A partir da pesquisa Governança de Inteligência Artificial na América Latina, conduzida por Guilherme Mattas Garcia e Glauco Antonio Truzzi Arbix, exploraremos o desenvolvimento da IA no Sul Global, com destaque para o Brasil. Neste primeiro dia, os participantes serão introduzidos a questões fundamentais que serão aprofundadas ao longo da semana, oferecendo uma visão inicial do cenário global e regional da IA.

Dia 2 - A Pesquisa em IA no Brasil
Neste segundo dia, as atividades serão baseadas no levantamento realizado pelo Centro de Inteligência Artificial da USP, sob coordenação do professor Álvaro Augusto Comin. Por meio do mapeamento da produção de conhecimento sobre IA, com destaque para pesquisas nas Humanidades e práticas de introdução da computação entre estudantes dessa área, pretendemos apresentar ferramentas, perspectivas e métodos para integrar a IA ao cotidiano da pesquisa acadêmica.

Dia 3 - Estudo de Caso: Intellectia - Plataforma para Vestibulandos
Por fim, apresentaremos um estudo de caso que reforça as possibilidades da pesquisa em IA no Brasil. Demonstrando como pesquisadores em Humanidades e professores da rede pública podem colaborar em projetos multidisciplinares, apresentaremos o Intellectia: uma plataforma baseada em Inteligência Artificial desenvolvida para apoiar estudantes que se preparam para vestibulares nacionais. O projeto, coordenado pela professora Solange Oliveira Rezende ilustra a interseção entre pesquisa acadêmica e impacto social, promovendo novas formas de colaboração.

 

Bibliografia:

1. Benamara, F., Inkpen, D., & Taboada, M. (2018). Introduction to the Special Issue on Language in Social Media: Exploiting Discourse and Other Contextual Information. Computational Linguistics, 44(4), 663-681. https://doi.org/10.1162/coli_a_00333
2. Benamara, F., Taboada, M., & Mathieu, Y. (2017). Evaluative Language Beyond Bags of Words: Linguistic Insights and Computational Applications. Computational Linguistics, 43(1), 201-264. https://doi.org/10.1162/COLI_a_00278
3. Boyd-Graber, J., Hu, Y., & Mimno, D. (2017). Application of Topic Models. Foundations and Trends® in Information Retrieval, 11(2-3), 143-296. https://doi.org/10.1561/1500000030
4. Carmo, I., Rêgo, A. L. C., Barreto, M., Schuler, M., Heine, A., Villas, M. V., & Lifschitz, S. (2023). Gerenciamento de Dados de Redes Sociais com Análise de Redes e Modelagem de Tópicos. Anais do 38º Simpósio Brasileiro de Banco de Dados (SBBD) (pp. 64-70). Sociedade Brasileira de Computação. https://doi.org/10.5753/sbbd_estendido.2023.233417
5. Chauhan, U., & Shah, A. (2021). Topic Modeling Using Latent Dirichlet Allocation: A Survey. ACM Computing Surveys, 54(7), Article 138. https://doi.org/10.1145/3462478
6. Dou, W., & Liu, S. (2016). Topic and Time-Oriented Visual Text Analysis. IEEE Computer Graphics and Applications, 36(2), 8-13. https://doi.org/10.1109/MCG.2016.73
7. Géron, A. (2019). Mãos à Obra Aprendizado de Máquina com Scikit-Learn e TensorFlow: Conceitos, Ferramentas e Técnicas Para a Construção de Sistemas Inteligentes (R. Contatori, Trans.). Alta Books. ISBN 978-85-508-0902-1
8. Grimmer, J., Roberts, M. E., & Stewart, B. M. (2022). Text as Data: A New Framework for Machine Learning and the Social Sciences. Princeton University Press. ISBN 978-0691207551
9. Grootendorst, M. (2022). BERTopic: Neural Topic Modeling with a Class-Based TF-IDF Procedure. https://doi.org/10.48550/arXiv.2203.05794
10. Pangakis, N., Wolken, S., & Fasching, N. (2023). Automated Annotation with Generative AI Requires Validation. arXiv. https://doi.org/10.48550/arXiv.2306.00176
11. Silva, T. F. L. da. (2022); O Pão Que O Viado Amassou: contribuições da semiótica para o processamento de língua natural. Estudos Semióticos, 18(3), 70-92, 2022. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4016.esse.2022.198626
12. Silva, T. F. L. da. (2023); Using transformer networks and tensive semiotics to improve sentiment analysis accuracy in tourism digital platforms; in Semiotica e intelligenza artificiale, pp. 131-147, Aracne; Italia, 2023, ISBN 979-12-218-0429-4; https://www.aracneeditrice.eu/free-download/9791221804294.pdf
13. Silva, T. F. L. da. (2023); Humanismo digital e transformação social: campos abertos para o fomento da inovação nas Ciências Humanas e Sociais; in Revista Sciencia Veritas, 2; https://prpg.usp.br/attachments/article/8936/Scientia_2_pg_5-8.pdf
14. Silva, T. F. L. da, et al. (in press). CDB: A Unified Framework for Hope Speech Detection Through Counterfactual, Desire, and Belief. In Findings of the Association for Computational Linguistics: NAACL 2025.
15. Sun, X., Li, X., Guo, S., Zhang, T., Wang, G., Li, J., & Wu, F. (2023). Text Classification via Large Language Models. In Findings of the Association for Computational Linguistics: EMNLP 2023; https://aclanthology.org/2023.findings-emnlp.603.pdf
16. Zhang, W., Deng, Y., Liu, B., Pan, S. J., & Bing, L. (2024). Sentiment Analysis in the Era of Large Language Models: A Reality Check. In Findings of the Association for Computational Linguistics: NAACL 2024; https://aclanthology.org/2024.findings-naacl.246.pdf
17. Zong, C., Xia, R., & Zhang, J. (2022). Text Data Mining. Springer.