Programa

1) O conto enquanto forma literária; o conto modernista inglês e as revistas e os jornais ingleses do início do século XX

2) Katherine Mansfield: vida e crítica; “Sleepy” (Anton Tchekhov)

3) “The Child-Who-Was-Tired” e “The Doll’s House” (Katherine Mansfield)
Obs: parte dos textos indicados para cada aula está em inglês.

Bibliografia:
- ANGELIDES, Sophia. A. P. Tchekhov: Cartas para uma Poética. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1995.
- BENNET, Andrew. Katherine Mansfield. Devon: Northcote House Publishers Ltd, 2003.
- CORTÁZAR, Julio. Alguns Aspectos do Conto. In: Valise de Cronópio. São Paulo: Perspectiva, 2008. p. 147-163.
- GARLINGTON, Jack. Katherine Mansfield: The Critical Trend. Twentieth Century Literature, v. 2, no. 2, p. 51-61, 1956. Disponível em: https://doi.org/10.2307/440947 .
- GOTLIB, Nádia Battella. Teoria do conto. São Paulo: Ática, 2006.
- HANSON, Clare. The Critical Writings of Katherine Mansfield. New York: Palgrave Macmillan, 1987.
- HEAD, Dominic. The Modernist Short Story: a study in theory and practice. Cambridge: Cambridge University Press. 2009.
- HEMINGWAY, Ernest. Death in the Afternoon. New York: Charles Scribner’s Sons, 1932.
- HUNTER, Adrian. Katherine Mansfield. The Cambridge Introduction to the Short Story in English. Cambridge: Cambridge University Press, 2007. p. 72-83.
- KIMBER, Gerri. Mansfield as Innovator of the Modernist Short Stories. In: Katherine Mansfield and the Art of the Short Story. New York: Palgrave Macmillan, 2015. p. 4-9.
- MANSFIELD, Katherine. The Collected Stories of Katherine Mansfield. Introdução de Stephen Arkin. Hertfordshire: Wordsworth Editions Limited, 2006.
- MARTIN, Todd (ed.). The Bloomsbury Handbook to Katherine Mansfield. Londres: Bloomsbury Publishing Plc, 2021.
- ________. Katherine Mansfield Among the Moderns. South Atlantic Review, v. 80, n. 1–2, p. 178-190, 2015. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/soutatlarevi.80.1-2.178 .
- ____________. Selected Stories. Edição de Angela Smith. Oxford: Oxford University Press, 2008.
- MAY, Charles E. Reality in the Modern Short Story. Style, vol. 27, n. 3, 1993, p. 370-371. Disponível em:
https://www.jstor.org/stable/42946057?read-now=1&seq=1#page_scan_tab_co…
- MCDONNELL, Jenny. “The Famous New Zealand Mag.-Story Writer”: Katherine Mansfield, Periodical Publishing and the Short Story. In: WILSON, Janet; KIMBER, Gerri; REID, Susan (ed.). Katherine Mansfield and Literary Modernism. London: Continuum International Publishing Group, 2011. p. 42-52.
- PHILPOTTS, Matthew. Defining the thick journal: Periodical codes and common habitus. Journal of Victorian Culture Online. 2012. Disponível em: https://seeeps.princeton.edu/wp-
content/uploads/sites/243/2015/03/mla2013_philpotts.pdf
- PIGLIA, Ricardo. Teses sobre o conto. In: PIGLIA, Ricardo. Formas breves. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 87-94.
- PONG, Beryl. The Short Story and the “Little Magazine”. In: DELANEY, Paul; HUNTER, Adrian. The Edinburgh Companion to the Short Story in English. Edinburgh: Edinburgh University Press, 2019. p. 75-92.
- TCHÉKHOV, Anton Pávlovitch. Sem trama e sem final: 99 conselhos de escrita. São Paulo: Martins, 2007.

Programa

a. Iniciar e exercitar o estudante com conhecimento básico de sânscrito na leitura de textos simples em língua sânscrita, a fim pavimentar o caminho para a leitura de textos mais complexos. 
 
b. Estudar, a partir do texto, o vocabulário e estruturas sintáticas mais comuns. 
 
c. Exercitar a pronúncia do sânscrito e a enunciação dos textos. 
 
Bibliografia: 
 
a. Textos usados em sala de aula: 
 
Warder, A.K. Sanskrit Prose Reader, vol. 1. Department of East Asian Studies, University of Toronto, 1965. 
_____. Sanskrit Prose Reader, vol. 3: vocabulary. Department of East Asian Studies, University of Toronto, 1965. 
 
b. Gramáticas 
 
APTE, V.S. The Student’s Guide to Sanskrit Composition (Being a Treatise on Sanskrit Syntax). Poona: R.A Sagoon, 1890. Disponível em: http://texts.sangatham.com/learning/Key-To- StudentsGuideToSanskritComposition-VsApte1925.pdf e em: https://archive.org/details/StudentsGuideToSanskritComposition-VsApte19…;
 
c. Dicionários 
 
APTE, V.S. Practical Sanskrit-English Dictionary. Poona: Arya Vijaya Press, 1890. Disponível em: http://www.sanskrit-lexicon.uni-koeln.de/scans/AP90Scan/2014/web/webtc/…;
MONIER-WILLIAMS, M. A Sanskrit-English Dictionary. Oxford: Clarendon Press. 1889. Disponível em: http://www.sanskrit-lexicon.uni-koeln.de/scans/MWScan/2014/web/webtc/in…;
PUJOL, O. Diccionari Sanscrit-Català. Barcelona: Enciclopèdia Catalana, 2005.

 

Programa

Conteúdo
Todos os textos serão disponibilizados em uma pasta do Google Drive.

Aula 1. Apresentação e introdução ao mapeamento das geo-grafias corporais.
Texto para discussão:
RAMOS, David Jiménez. “Qué son las Geo-grafías comunitárias?”. In: ____. Geo-grafías comunitarias: mapeo comunitario y cartografías sociales: procesos creativos, pedagógicos, de intervención y acompaçnamiento comunitario para la gestión social de los territorios.Sierra del Tentzon, Puebla, México: Camidabit-Los Paseantes, 2019. p. 92-131.


Aula 2. O gênero como categoria de reflexão.
Texto para discussão:
hooks, bell. "Raça e gênero". In: hooks, bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2018.
PRECIADO, Paul B. “Tecnogênero”. In: PRECIADO, Paul B. Testo junkie: sexo, drogas e biopolítica na era farmacopornográfica. São Paulo: n-1, 2018, p. 109-139.
Leitura complementar:
BUTLER, Judith. “Sujeito do sexo/gênero/desejo”. In: BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2017, 15 ed., p. 17-70.

Aula 3. Corpo, gênero e espaço: sexualidade e violência nos espaços urbanos
Texto para discussão:
ALMEIDA, Vinicius Santos. “Espaços sexuados e sexos espacializados”. In: ALMEIDA, Vinicius Santos. Proposta de uma cartografia queer a partir do mapeamento da violência aos corpos dissidentes das normas sexuais e de gênero em São Paulo. Dissertação (Mestrado em Geografia Humana), FFLCH, USP, São Paulo, 2019.
Leituras complementares:
LEE, Débora. “A geografia de uma travesti é uma barra, é matar um leão a cada dia”. In: SILVA, Joseli Maria; ORNAT, Márcio José; CHIMIN JUNIOR, Alides Baptista (Orgs.). Geografias malditas: corpos, sexualidades e espaços. Ponta Grossa: Todapalavra, 2013, p. 27-38.
NIKARATTY, Leandra. “O que mais me marcou na vida é ser barrada e não poder entrar nos lugares: esta é a geografia de uma travesti.” In: SILVA, Joseli Maria; ORNAT, Márcio José; CHIMIN JUNIOR, Alides Baptista (Orgs.). Geografias malditas: corpos, sexualidades e espaços. Ponta Grossa: Todapalavra, 2013, p. 39-54.
RIQUELME, Fernanda. “A vida da travesti é glamour, mas também é violência em todo lugar.” In: SILVA, Joseli Maria; ORNAT, Márcio José; CHIMIN JUNIOR, Alides Baptista (Orgs.). Geografias malditas: corpos, sexualidades e espaços. Ponta Grossa: Todapalavra, 2013, p. 55-68.

Aula 4. Masculinidades: discutindo o espaço do homem
Documentário para discussão:
LEITE, Ian; CASTRO, Luiza de. O silêncio dos homens, 2019, 60’. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=NRom49UVXCE. Acesso em: 25 nov. 2019.

Aula 5. Geopolítica e gênero, relações internacionais e gênero. Abordagem de gênero nos contextos de guerra e conflitos armados
Texto para discussão:
BARRETO, Juanita. “La apropiación de los cuerpos de las mujeres, una estrategia de guerra” In: En otras palabras. Grupo Mujer y Sociedad. Bogotá, Universidad Nacional de Colombia. Num 9, agosto-diciembre de 2001, p. 86-100.
Leituras complementares:
ENLOE, Cynthia. “Nationalism and Masculinity: The Nationalist story is not over—and it is not a simple story” In: ENLOE, Cynthia. Bananas, beaches and bases. Making Feminist Sense of International Politics. Berkley, University of Califormia. 2014. Segunda edição, p. 83-124.
MCCLINTOCK, Anne. “Adeus ao nacionalismo futuro”. Nacionalismo, gênero e raça. In: MCCLINTOCK, Anne. Couro imperial. Raça, gênero e sexualidade no embate colonial. Trad. Plínio Dentzien. Campinas, Editora da Unicamp, 2010.

Bibliografia
BARRETO, Juanita. “La apropiación de los cuerpos de las mujeres, una estrategia de guerra” In: En otras palabras. Grupo Mujer y Sociedad. Bogotá, Universidad Nacional de Colombia. Num 9, agosto-diciembre de 2001, p. 86-100.
BUTLER, Judith. “Sujeito do sexo/gênero/desejo”. In: BUTLER, Judith. Problemas de gênero: feminismo e subversão da identidade. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2017, 15 ed., p. 17-70.
ENLOE, Cynthia. “Nationalism and Masculinity: The Nationalist story is not over—and it is not a simple story” In: ENLOE, Cynthia. Bananas, beaches and bases. Making Feminist Sense of International Politics. Berkley, University of Califormia. 2014. Segunda edição, p. 83-124.
hooks, bell. "Raça e gênero". In: hooks, bell. O feminismo é para todo mundo: políticas arrebatadoras. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2018.
LEE, Débora. “A geografia de uma travesti é uma barra, é matar um leão a cada dia”. In: SILVA, Joseli Maria; ORNAT, Márcio José; CHIMIN JUNIOR, Alides Baptista (Orgs.). Geografias malditas: corpos, sexualidades e espaços. Ponta Grossa: Todapalavra, 2013, p. 27-38.
LEITE, Ian; CASTRO, Luiza de. O silêncio dos homens, 2019, 60’. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=NRom49UVXCE. Acesso em: 25 nov. 2019.
MCCLINTOCK, Anne. “Adeus ao nacionalismo futuro”. Nacionalismo, gênero e raça. In: MCCLINTOCK, Anne. Couro imperial. Raça, gênero e sexualidade no embate colonial. Trad. Plínio Dentzien. Campinas, Editora da Unicamp, 2010.
NIKARATTY, Leandra. “O que mais me marcou na vida é ser barrada e não poder entrar nos lugares: esta é a geografia de uma travesti.” In: SILVA, Joseli Maria; ORNAT, Márcio José; CHIMIN JUNIOR, Alides Baptista (Orgs.). Geografias malditas: corpos, sexualidades e espaços. Ponta Grossa: Todapalavra, 2013, p. 39-54.
PRECIADO, Paul B. “Tecnogênero”. In: PRECIADO, Paul B. Testo junkie: sexo, drogas e biopolítica na era farmacopornográfica. São Paulo: n-1, 2018, p. 109-139.
RAMOS, David Jiménez. “Qué son las Geo-grafías comunitárias?”. In: ____. Geo-grafías comunitarias: mapeo comunitario y cartografías sociales: procesos creativos, pedagógicos, de intervención y acompaçnamiento comunitario para la gestión social de los territorios.Sierra del Tentzon, Puebla, México: Camidabit-Los Paseantes, 2019. p. 92-131.

RIQUELME, Fernanda. “A vida da travesti é glamour, mas também é violência em todo lugar.” In: SILVA, Joseli Maria; ORNAT, Márcio José; CHIMIN JUNIOR, Alides Baptista (Orgs.). Geografias malditas: corpos, sexualidades e espaços. Ponta Grossa: Todapalavra, 2013, p. 55-68.

Programa

- Introdução ao tema
- Apresentação da obra (Itinerário) e do autor (Antônio Tenreiro)
- Análise do contexto histórico e sociocultural da Armênia à época de Itinerário;
- Leitura de capítulos da obra e análise do universo armênio ali descrito;
- Conclusões.

Ementa:
Aula 1: Introdução – Narrativa de viagem – Armênia – História – Geografia – Universo armênio – Diáspora armênia
Aula 2: Autor e obra – Antônio Tenreiro – Itinerário – leitura dirigida (primeira parte)
Aula 3 – Leitura dirigida (continuação) – análise de elementos do universo armênio observado – Conclusões.

Bibliografia
ALEM, Jean-Pierre. L’Armenie. Paris: Presses Universitaires de France, 1983.
ANTUNES, Sérgio Pereira. Introdução ao universo armênio. São Paulo: Sésamo, 2012.
KEROUZIAN, Yessai Ohannes. A cerveja na Armênia Antiga.
KHORENATSI, Moisés. História dos armênios. Tradução de Deize Crespim Pereira. São Paulo: Humanitas, 2012.
NEVES, Antônio Loja e PEREIRA, Margarida Neves. Armênia: povo e identidade. Lisboa: Tinta da China, 2018.
SAPSEZIAN, Aharon. A literatura armênia. Rio de Janeiro: Paz & Terra, 1994.
SAPSEZIAN, Aharon. História da Armênia. São Paulo: Paz e Terra, 1988.
TENREIRO, Antônio. Itinerário. Itinerário da Índia por terra a este reino de Portugal. Portimão: Livros de Bordo, 2020.
THOROSSSIAN, H. Historia de la Literatura Armênia. Buenos Aires, Org. Juvenil de La Iglesia Armenia Ed., 1951; trad. de Jorge Sarafian. Capítulo XI: La poesia armenia entre los siglos XIII Y XVIII.
TOUMANYAN, Hovhannes. David of Sassoun. Yerevan: NAHAPET, 2013.

Programa

1. Elaboração de diálogos mais completos.
2. Reforço da oralidade.
3. Verbos - infinitivos – verbos no presente, passado e futuro.
4. Reforço da parte escrita - elaboração de textos usando verbos nos três tempos verbais.
5. Leitura de textos
6. Preposições.
7. Situações do cotidiano e elaboração de diálogos correspondentes tanto no presente como no
passado.
8. Revisão de verbos nas diferentes construções verbais no presente e no passado.
9. Reforço do tempo futuro.


Bibliografia
CHAYAT; ISRAELI & KOBLINER - Ivrit myn Haatchalá. Jerusalém, Academon, Ed. Universidade Hebraica de
Jerusalém, Parte I, 2007.
ELIOR, Mika; DOLBERG, Lilach e RIVLIN, Tina – Ivrit Mibait Tov. Jerusalém, Haagaf Lechinuch
mevugarim, 2004
GANENI, Nili e SHIMONI, Ruth – Ivrit Mibereshit. Holon, David Rachgold, 2005 – Volumes I e II
MAADIA, Meira – Leatsliach Beivrit – helek alef. Ramat Gan, Haagaf Lechinuch mevugarim, 2008
WAINBECH, Liora e LAUDAN, Edna – Et Laivrit. Tel Aviv, Matach, 1992

Programa

OBJETIVOS:
Desenvolver habilidades comunicativas avançadas (B2) em e sobre a Língua Francesa, que possibilitem a aquisição de estruturas linguísticas, discursivas e do léxico utilizados em situações comunicativas variadas, permitindo a comunicação oral e escrita mais independente. Sensibilizar para os elementos de cultura dos países francófonos.

Nível exigido: 2º grau completo. N10 do curso Introdução à língua francesa e à cultura francófona ou conhecimentos em francês equivalentes a esse nível. Estudantes da graduação em Francês: comprovar Francês 7. Será realizado teste de nível para alunos que não cumprirem os requisitos acima.

PROGRAMA:
Eixos temáticos: cultura, novas tecnologias e questões de sociedade
Comunicação: comparar e exprimir preferências; resumir um livro e dizer o que pensa dele; debater; retratar um ator ou uma atriz; colocar um problema e propor soluções; descrever uma especificidade cultural; dar sua opinião sobre uma tendência; compreender um processo de criação; descrever e comentar uma atualidade tecnológica; questionar as vantagens e desvantagens de uma tecnologia; comentar uma evolução societal ligada às tecnologias; desenvolver um ponto de vista; desenvolver um raciocínio; analisar uma questão de sociedade; tomar posição sobre um fato de sociedade; descrever e comparar fatos culturais e políticos; comentar um fenômeno de sociedade.
Vocabulário: qualificar o estilo ou o conteúdo de um livro; falar do patrimônio; os registros de língua padrão e coloquial; falar sobre séries e filmagens; os prefixos negativos para formar alguns adjetivos; falar de novas tecnologias e redes sociais; o prefixo re- para indicar um retorno a um estado anterior ou uma repetição; a pontuação em um texto de opinião; alguns conectores para desenvolver um raciocínio; falar de saúde; falar das instituições e da política; falar das emoções e dos sentimentos.
Gramática: os comparativos e os superlativos para comparar e estabelecer uma hierarquia; os pronomes relativos para evitar as repetições; a ênfase para destacar uma informação; os pronomes “y” e “en” para evitar as repetições; colocar perguntas: a questão por inversão; exprimir a duração; exprimir a causa e a consequência; a voz passiva para colocar em valor um elemento; diferentes empregos do subjuntivo para tomar posição; nuançar uma comparação; o subjuntivo para exprimir uma alternativa.
Elementos de fonética: vogais nasais e desnasalização; fonética-grafia de das vogais [y] et [u] – [ø] et [ɶ] – [o] et [ɔ] ; fonética-grafia das consoantes [s] et [z]

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliografia Geral:
ABRY, Dominique ; CHALARON, Marie-Laure. La grammaire des premiers temps B1-B2. Presses Universitaires de Grenoble, 2015.
BRIET, Geneviève ; COLLIGE, Valérie; RASSART, Emmanuelle. La prononciation en classe. Presses Universitaires de Grenoble, 2014.
CALLET, Stéphanie. Entraînez-vous de A à Z : 200 exercices de grammaire, orthographe, lexique. Presses Universitaires de Grenoble, 2016.
HEU-BOULHAT, Élodie ; MABILAT, Jean-Jacques. Édito Méthode de Français Niveau B2. Didier, 2015.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 4. Niveau B2. Paris: Hachette, 2019.
PARIZET, Marie-Louise. ABC DELF B2 : 200 exercices. CLE International, 2013.
PETITMENGIN, Violette ; FAFA, Clémence. La grammaire en jeux. Presses Universitaires de Grenoble, 2017.

Programa

Detalhamento:

Dia 1 - Norte versus Sul Global: Um Panorama da Inteligência Artificial
A partir da pesquisa Governança de Inteligência Artificial na América Latina, conduzida por Guilherme Mattas Garcia e Glauco Antonio Truzzi Arbix, exploraremos o desenvolvimento da IA no Sul Global, com destaque para o Brasil. Neste primeiro dia, os participantes serão introduzidos a questões fundamentais que serão aprofundadas ao longo da semana, oferecendo uma visão inicial do cenário global e regional da IA.

Dia 2 - A Pesquisa em IA no Brasil
Neste segundo dia, as atividades serão baseadas no levantamento realizado pelo Centro de Inteligência Artificial da USP, sob coordenação do professor Álvaro Augusto Comin. Por meio do mapeamento da produção de conhecimento sobre IA, com destaque para pesquisas nas Humanidades e práticas de introdução da computação entre estudantes dessa área, pretendemos apresentar ferramentas, perspectivas e métodos para integrar a IA ao cotidiano da pesquisa acadêmica.

Dia 3 - Estudo de Caso: Intellectia - Plataforma para Vestibulandos
Por fim, apresentaremos um estudo de caso que reforça as possibilidades da pesquisa em IA no Brasil. Demonstrando como pesquisadores em Humanidades e professores da rede pública podem colaborar em projetos multidisciplinares, apresentaremos o Intellectia: uma plataforma baseada em Inteligência Artificial desenvolvida para apoiar estudantes que se preparam para vestibulares nacionais. O projeto, coordenado pela professora Solange Oliveira Rezende ilustra a interseção entre pesquisa acadêmica e impacto social, promovendo novas formas de colaboração.

 

Bibliografia:

1. Benamara, F., Inkpen, D., & Taboada, M. (2018). Introduction to the Special Issue on Language in Social Media: Exploiting Discourse and Other Contextual Information. Computational Linguistics, 44(4), 663-681. https://doi.org/10.1162/coli_a_00333
2. Benamara, F., Taboada, M., & Mathieu, Y. (2017). Evaluative Language Beyond Bags of Words: Linguistic Insights and Computational Applications. Computational Linguistics, 43(1), 201-264. https://doi.org/10.1162/COLI_a_00278
3. Boyd-Graber, J., Hu, Y., & Mimno, D. (2017). Application of Topic Models. Foundations and Trends® in Information Retrieval, 11(2-3), 143-296. https://doi.org/10.1561/1500000030
4. Carmo, I., Rêgo, A. L. C., Barreto, M., Schuler, M., Heine, A., Villas, M. V., & Lifschitz, S. (2023). Gerenciamento de Dados de Redes Sociais com Análise de Redes e Modelagem de Tópicos. Anais do 38º Simpósio Brasileiro de Banco de Dados (SBBD) (pp. 64-70). Sociedade Brasileira de Computação. https://doi.org/10.5753/sbbd_estendido.2023.233417
5. Chauhan, U., & Shah, A. (2021). Topic Modeling Using Latent Dirichlet Allocation: A Survey. ACM Computing Surveys, 54(7), Article 138. https://doi.org/10.1145/3462478
6. Dou, W., & Liu, S. (2016). Topic and Time-Oriented Visual Text Analysis. IEEE Computer Graphics and Applications, 36(2), 8-13. https://doi.org/10.1109/MCG.2016.73
7. Géron, A. (2019). Mãos à Obra Aprendizado de Máquina com Scikit-Learn e TensorFlow: Conceitos, Ferramentas e Técnicas Para a Construção de Sistemas Inteligentes (R. Contatori, Trans.). Alta Books. ISBN 978-85-508-0902-1
8. Grimmer, J., Roberts, M. E., & Stewart, B. M. (2022). Text as Data: A New Framework for Machine Learning and the Social Sciences. Princeton University Press. ISBN 978-0691207551
9. Grootendorst, M. (2022). BERTopic: Neural Topic Modeling with a Class-Based TF-IDF Procedure. https://doi.org/10.48550/arXiv.2203.05794
10. Pangakis, N., Wolken, S., & Fasching, N. (2023). Automated Annotation with Generative AI Requires Validation. arXiv. https://doi.org/10.48550/arXiv.2306.00176
11. Silva, T. F. L. da. (2022); O Pão Que O Viado Amassou: contribuições da semiótica para o processamento de língua natural. Estudos Semióticos, 18(3), 70-92, 2022. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4016.esse.2022.198626
12. Silva, T. F. L. da. (2023); Using transformer networks and tensive semiotics to improve sentiment analysis accuracy in tourism digital platforms; in Semiotica e intelligenza artificiale, pp. 131-147, Aracne; Italia, 2023, ISBN 979-12-218-0429-4; https://www.aracneeditrice.eu/free-download/9791221804294.pdf
13. Silva, T. F. L. da. (2023); Humanismo digital e transformação social: campos abertos para o fomento da inovação nas Ciências Humanas e Sociais; in Revista Sciencia Veritas, 2; https://prpg.usp.br/attachments/article/8936/Scientia_2_pg_5-8.pdf
14. Silva, T. F. L. da, et al. (in press). CDB: A Unified Framework for Hope Speech Detection Through Counterfactual, Desire, and Belief. In Findings of the Association for Computational Linguistics: NAACL 2025.
15. Sun, X., Li, X., Guo, S., Zhang, T., Wang, G., Li, J., & Wu, F. (2023). Text Classification via Large Language Models. In Findings of the Association for Computational Linguistics: EMNLP 2023; https://aclanthology.org/2023.findings-emnlp.603.pdf
16. Zhang, W., Deng, Y., Liu, B., Pan, S. J., & Bing, L. (2024). Sentiment Analysis in the Era of Large Language Models: A Reality Check. In Findings of the Association for Computational Linguistics: NAACL 2024; https://aclanthology.org/2024.findings-naacl.246.pdf
17. Zong, C., Xia, R., & Zhang, J. (2022). Text Data Mining. Springer.

Programa

Aula 1: Metodologia científica para a geografia humana (aspectos gerais)
Aula 2: Metodologias qualitativas e suas possibilidades
Aula 3: Seguindo o dinheiro: trilhas metodológicas em sistemas sociotécnicos
Aula 4: Metodologias quantitativas e webscraping

Bibliografia:
ABREU, M. A. de; AMORIM, W. V. O estudo do mercado imobiliário em cidades médias: procedimentos para coleta e sistematização dos dados. GeoUERJ, Rio de Janeiro, v. 21, p. 297-323, 2014.
BARCELLA, B. e E. Melazzo. Urban Expansion and Real Estate Dynamics: Comparing Real Estate Agent Land Strategies in medium-sized cities . In Sociedade & Natureza Vol. 32 (2020).
CELLARD, A. A análise documental. In: Poupart, J. et al. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Petrópolis, Vozes, 2008.
CLARK, Gordon. Fatos estilizados e diálogo próximo: metodologia em geografia econômica. In GEOgraphia, vol. 20, n. 44, 2018.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. São Paulo: Perspectiva, 2006.
GEORGE, Pierre. Os Métodos da Geografia. São Paulo: Difusão Européia do Livro, 1972.
HUGHES-MCLURE, S. (2022). Follow the money. Environment and Planning A: Economy and Space, 54(7), 1299-1322. https://doi.org/10.1177/0308518X221103267 (Original work published 2022).
KALINOSKI, Rafael; PROKOPIUK, Mario. Financeirização da moradia via fundos de investimento imobiliário em metrópoles brasileiras. EURE (Santiago), Santiago, v. 49, n. 148, p. 1-27, set. 2023. Disponível em:https://www.scielo.cl/scielo.php?pid=S0250-71612023000300010&script=sci… .
KIND, Luciana. “Notas para o trabalho com a técnica dos grupos focais”. Psicologia em Revista, Belo Horizonte, vol.10, n.15, p.124-136, jun.2004.
KUHN, Thomas. S. A estrutura das revoluções científicas. São Paulo: Perspectiva, 1991.
LAKATOS, Eva M. e MARCONI, Marina A. Metodologia Científica. São Paulo: Atlas, 1991.
LENCIONI, Sandra e TRINDADE JR., Saint-Clair. Pesquisa Socioespacial. Reflexões sobre métodos e técnicas de invetigação científica. Rio de Janeiro: Consequencia: 2024.
MORAES, A. C. R. e W. M. da Costa. Geografia crítica. A Valorização do Espaço. São Paulo: Hucitec (2ª. ed). 1994.
NEWMAN, James. A apresentação do termo “hipótese” na geografia. In Boletim Geográfico no. 251. 1976. p. 82-89.
POUPART, Jean. A entrevista de tipo qualitativo: considerações epistemológicas, teóricas e metodológicas. In: Poupart, J. et al. A pesquisa qualitativa: enfoques epistemológicos e metodológicos. Trad. Ana Cristina Nasser. Petrópolis: Vozes, 2008.
SANTOS, Milton. Por Uma Geografia Nova. São Paulo: Hucitec (3ª ed.). 1994.
SERVA, Maurício; Jaime Jr., Pedro. “Observação Participante e Pesquisa em Administração: uma postura antropológica”. Revista de Administração de Empresas (RAE), São Paulo, v.35, n.1, Mai./Jun. 1995.
SILVA, Fábio; Cunha, Eleonora. “Process-tracing e produção de inferência causal”. Teoria & Sociedade, no 22, 2, julho-dezembro 2014.
SPÓSITO, M. E. B. e E. S. Spósito (orgs.) A construção de uma pesquisa em ciências humanas. Rio de Janeiro: Consequencia. 2022.
VENTURI, L. Praticando geografia: técnicas de campo e laboratório. São Paulo: Oficina de Textos, 2005.
YIN, Robert. Estudo de Caso: Planejamento e Métodos. Porto Alegre: Bookman, 2010 (4a. Ed.). Capítulo 1 – Introdução: quando usar os estudos de caso como método de pesquisa.

Programa

Tentando suprir a lacuna de discussão de outras mitologias, buscar-se-á permitir aos participantes entender e refletir sobre esta mitologia que tem ganhado maior visibilidade na mídia de modo internacional com filmes, séries e jogos, porém a partir da literatura, arte e cultura.
 
Programa
Encontro 1
- Mitologia Nórdica: contextualização histórica, fontes e cultura
- Quiz
 
Encontro 2
- Mitologia Nórdica: Investigação literária do cosmos (criação e fim)
- Atividade avaliativa
 
Bibliografia
 
BERNÁRDEZ, Enrique. Los mitos germánicos. Madri: Alianza Editorial, 2002.
HERMANNSSON, Halldór. Bibliography of the Eddas. 1920.
KÖNIG, Ekkehard; AUWERA, Johan van der. The Germanic Languages. Routledge, 1994.
LANGER, Johnni. “Uma breve historiografia dos estudos brasileiros de religião nórdica medieval”. In: Horizonte. Belo Horizonte, v. 14, n. 43, p. 909-936, jul./set. 2016.
LANGER, Johnni (Org.). Dicionário de mitologia nórdica: símbolos, mitos e ritos. São Paulo: Hedra, 2015.
LINDOW, John. Norse Mythology: A Guide to Gods, Heroes, Rituals and Beliefs. 2001.
LARRINGTON, Carolyne. The Poetic Edda. London: Oxford University Press, 2014.
MCTURK, Rory (Ed.). A Companion to Old Norse-Icelandic Literature and Culture. Blackwell Publishing, 2005.
ROSS, Margaret Clunies. The Old Norse-Icelandic Saga. Cambridge, 2010.
STURLUSON, Snorri. Edda. Tradução de FAULKES, Anthony. London: Everymen, 1995.
_________________. The Uppsala Edda. Tradução de FAULKES, Anthony. Viking Society for Northern Research; University College London, 2012.

 

Programa

Dia 01: A produção do arquivo pessoal - Kathlin e Verena

Patrimônio, Memória, Arquivo Pessoal: Definição e Importância
Arquivo Pessoal: Categorias (Cartas, Certidões, Fotos, Objetos, etc)
Produção de arquivo pessoal em papel e fotografia - Papel, tinta, encadernação


Dia 02: Conceitos importantes - Malu

Preservação, Conservação, Restauro
Agentes Físicos, Químicos e Biológicos
Materiais e Soluções para esses problemas
Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)

Dia 03: Passo a passo - Kathlin

Separação
Higienização
Armazenamento
Identificação - Etiquetas, lista de palavras
Dicas Bônus: Enquadrar, Digitalizar, Inventariar, Restaurar


Dia 04: Aula Prática - Malu

Separar
Higienizar
Armazenar - Exemplos de pastas e envelopes

Bibliografia do curso: Arquivo Pessoal: Como Conservar?

ACIOLI, Vera Lúcia Costa. A Escrita no Brasil Colônia: um guia para a leitura de documentos manuscritos. UFP/Fundação Joaquim Nabuco, Massangana, 1994.
BALLOFFET, NELLY & HILLE, J. PRESERVATION and CONSERVATION for Libraries and Archives. Chicago: American Library Association, 2005.
BECK, Ingrid et. al. Manual de preservação de documentos. Rio de Janeiro: Arquivo Nacional, 1991.
BELLOTTO, Heloísa Liberalli. Arquivos Permanentes: tratamento documental. Rio de Janeiro: FGV, 2004.
__. Como fazer análise diplomática e análise tipológica de documentos de arquivo. São Paulo: Arquivo do Estado/ Imprensa Oficial, 2000. (Projeto Como Fazer, 8). Disponível em: http://www.arqsp.org.br/arquivos/oficinas_colecao_como_fazer/cf8.pdf
CAMARGO, Ana Maria Almeida. Arquivos pessoais são arquivos. Revista do Arquivo Público Mineiro, v. 45, p. 26-39, 2009.
__. Sobre arquivos pessoais. Arquivo e Administração, v. 7, p. 5-9, 2008.
__. Arquivos pessoais: uma proposta de descrição. Arquivo Boletim Histórico e Informativo, v. 9, p. 21-24, 1988.
CAMPOS, José Francisco Guelfi (org.). Arquivos Pessoais: experiências, reflexões, perspectivas. São Paulo: Associação dos Arquivistas de São Paulo, 2017.
CASSARES, Norma Cianflone. Como fazer conservação preventiva em arquivos e bibliotecas. São Paulo: Arquivo do Estado/ Imprensa Oficial, 2000. (Projeto Como Fazer, 5). Disponível em: http://www.arqsp.org.br/arquivos/oficinas_colecao_como_fazer/cf5.pdf
CEDRAN, Lourdes. Cartilha do Papel Artesanal. Editora Páginas e Letras. São Paulo, 1977.
FRONER, Yacy-Ara.; ROSADO, Alessandra. Princípios históricos e filosóficos da Conservação Preventiva Tópicos em Conservação Preventiva-2. Belo Horizonte: UFMG. 2008.
JÚNIOR, Jayme Spinelli. Conservação de acervos bibliográficos e documentais. Fundação da Biblioteca Nacional – Departamento de Processos Técnicos. Rio de Janeiro, 1997.
PEDERSOLI, José Luiz Jr; SPINELLI, Jaime. Biblioteca Nacional - Plano de gerenciamento de riscos: salvaguarda & emergência. Rio de Janeiro: Fundação Biblioteca Nacional, 2010.
Projeto CPBA - Conservação Preventiva em Bibliotecas e Arquivos. Textos traduzidos disponíveis em: http://www.arqsp.org.br/cpba Resource: The Council for Museums, Archives and Libraries.
Revista do Arquivo Público do Estado de São Paulo. ISSN: 2447-908X. V. 2, n. 4, mar. 2017.