Programa

1. A revisão de textos: breve levantamento histórico e de pesquisa sobre a atividade
2. Um olhar bakhtiniano para o trabalho do revisor textual
3. Princípios epistemológicos e analíticos em foco: implicações éticas e(m) atividade de trabalho
4. Entre dizeres e fazeres: o trabalho com a revisão textual

Referências:

BAKHTIN, Mikhail. Os gêneros do discurso (1952-1953). Organização, posfácio, tradução e notas de Paulo Bezerra. 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2016.
BAKHTIN, Mikhail. Teoria do Romance I: A estilística (1934-1935). Tradução de Paulo Bezerra. 1 ed. São Paulo, Editora 34, 2015.
BAKHTIN, Mikhail. Problemas da poética de Dostoiévski. [1963]. Trad. Paulo Bezerra. 5 ed. Rio de Janeiro: Forense, 2015.
BAKHTIN, Mikhail. Notas sobre literatura, cultura e ciências humanas. Organização, posfácio, tradução e notas de Paulo Bezerra. 1. ed. São Paulo: Editora 34, 2017.
BARBOSA, Vanessa Fonseca. Uma análise dialógica da atividade de revisão linguística em EaD. Dissertação (Mestrado em Linguística Aplicada) – Universidade Católica de Pelotas, Pelotas, 2012.
_____. Uma voz apagada? Análise da atividade de revisão de textos acadêmicos sob as perspectivas bakhtiniana e ergológica. Tese (Doutorado em Linguística) – Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2017.
BARBOSA, Vanessa Fonseca. Barbosa, V. F. (2021). Relações dialógicas e discurso bivocal na atividade de trabalho do revisor em teses acadêmicas: tensões e(m) sentidos. Bakhtiniana. Revista De Estudos Do Discurso, 16(2), Port. 178–199.
BARBOSA, Vanessa Fonseca; DI FANTI, Maria da Glória Correa. A (in)visibilidade da atividade de revisão de textos acadêmicos: um outro na teia dos sentidos. Letrônica, v. 11, p. s35-s53, 2018.
BARBOSA, V. F.; DI FANTI, M. G. C. Notas sobre gêneros do discurso em Bakhtin, Volóchinov e Medviédev. In: Décio Rocha; Bruno Deusdará; Poliana Arantes; Morgana Pessôa (Org.). Pesquisar com gêneros discursivos: interpelando mídia e política. Rio de Janeiro: Cartolina, 2020, p. 185-200. Disponível em: https://www.editoracartolina.com.br/em-discurso-04. Acesso em 31 de agosto de 2021.
BARBOSA, V. F.; DI FANTI, M. G. C. Implicações éticas na atividade de revisão textual. In: DEUSDARA, Bruno; PESSOA, Fátima (Orgs.). Discurso e Trabalho: Reflexões sobre ética. 1 ed. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2022. p. 113 -131.
BARBOSA, Vanessa Fonseca; SOBRAL, Adail. Sobre tipos de revisão textual e suas redes enunciativas: uma proposta bakhtiniana. In: Daniella Lopes Dias Ignácio Rodrigues. (Org.). No ritmo do texto: questões contemporâneas de preparação, edição e revisão textual (180 p.). 1ed. Divinópolis: Artigo A, 2019, v. 1, p. 15-40.
DI FANTI, Maria da Glória Corrêa. Linguagem e trabalho: diálogo entre a translinguística e a ergologia. Desenredo (PPGL/UPF), v.8, p. 309-329, 2012.
GRILLO, Sheila. Marxismo e Filosofia da linguagem: uma resposta à ciência da linguagem do séc. XIX e início do XX. In: VOLOCHÍNOV, Valentin (Círculo de Bakhtin). Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. Tradução, notas e glossário de Sheila Grillo e Ekaterina Vólkova Américo. 2ed. São Paulo: Editora 34, 2018.
VOLOCHÍNOV, Valentin (Círculo de Bakhtin). Marxismo e filosofia da linguagem: problemas fundamentais do método sociológico na ciência da linguagem. Tradução, notas e glossário de Sheila Grillo e Ekaterina Vólkova Américo. 2ed. São Paulo: Editora 34, 2018.
VOLOCHÍNOV, Valentin (Círculo de Bakhtin). A palavra na vida e na poesia: ensaios, artigos, resenhas e poemas. Tradução, notas e glossário de Sheila Grillo e Ekaterina Vólkova Américo. 1ed. São Paulo: Editora 34, 2019.

Programa

Pesquisas realizadas pelo NEV-USP indicam que para além da eficiência policial na redução do crime e da violência, a forma como os policiais interagem e se relacionam com a população é central para pensar as políticas de segurança pública no Brasil. Nesse sentido, é fundamental para o bom desempenho de suas missões institucionais que as polícias levem em consideração o contato que seus policiais estabelecem com os cidadãos na sua atuação cotidiana, bem como a qualidade da relação que esses agentes têm em suas instituições – com seus colegas e gestores, e com os agentes do judiciário.
Nestas aulas discutiremos resultados da pesquisa CEPID “Building Democracy Daily” – Human Rights, Violence and Institutional Trust, em desenvolvimento no NEV/USP, que busca identificar como moradores da cidade de São Paulo avaliam a qualidade da relação (contato) com a polícia; e como os próprios policiais – civis e militares, avaliam a qualidade das relações em suas instituições.
Serão discutidos também resultados da pesquisa CNPq “As percepções de policiais sobre a justiça, a democracia e os direitos humanos”, também em desenvolvimento no NEV/USP, que busca compreender como policiais percebem as políticas públicas de segurança, o funcionamento do sistema de justiça, a Democracia e os Direitos Humanos em sua relação com o dia a dia de seu exercício profissional.
As aulas têm o objetivo de atualizar os policiais a respeito das pesquisas mais recentes sobre o trabalho da polícia em São Paulo, promover a reflexão e a discussão, bem como motivá-los para pensar e gerar mudanças na atuação policial.
As aulas serão ministradas por professores e pesquisadores do NEV/USP.

PROGRAMA DE AULAS

25 de setembro (quarta-feira) local a ser definido
AULA 1. Estado e Sociedade (3h)
As relações entre Estado e sociedade e a construção da legitimidade.
Responsáveis: Dr. Marcos Alvarez

2 de outubro (quarta-feira) local a ser definido
AULA 2. Autoridade e obediência (3h)
A construção da autoridade, os diferentes modos de conseguir a submissão e suas consequências
Responsável: Dr. Renato Alves

9 de outubro (quarta-feira) local a ser definido
AULA 3. Legitimidade das leis e justiça procedimental (3h) [Professor estará online]
Introdução aos conceitos de legitimidade e justiça procedimental
Responsável: Dr. Thiago Oliveira

16 de outubro (quarta-feira) local a ser definido
AULA 4. A legitimidade da polícia na percepção dos paulistanos (3h)
A legitimidade das polícias a partir de levantamento realizado junto a moradores da cidade de São Paulo
Responsável: Dr. Frederico Teixeira

23 de outubro (quarta-feira) local a ser definido
AULA 5. A legitimidade da polícia na percepção dos policiais (3h)
Introdução ao conceito de auto legitimidade; a auto legitimidade a partir de levantamento realizado junto a policiais civis e militares da cidade de São Paulo
Responsável: Dra. Viviane Cubas

30 de outubro (quarta-feira) local a ser definido
Aula 6. Legitimidade e saúde mental dos policiais (3h)
O trabalho policial e seus impactos na saúde mental dos policiais.
Responsável: Dra. Fernanda Novaes Cruz

6 de novembro (quarta-feira) local a ser definido
Aula 7. Legitimidade e seus desafios: crime organizado (3h)
A expansão do crime organizado e seus impactos para a legitimidade das polícias.
Responsável: Dr. Bruno P. Manso

BIBLIOGRAFIA

ALVAREZ, M. C. (2008) Os sentidos da punição. ComCiência, n. 98.
ALVAREZ, M. C.; SALLA, F.; SOUZA, L. A. F. de. (2004) Políticas de Segurança Pública em São Paulo: uma perspectiva histórica. Justiça & História, Porto Alegre, v. 4, n.8, p. 173-199.
CRUZ, F. N.; OLIVEIRA, A.; CASTELO BRANCO, F. T.; CUBAS, V. (2023) The impact of administrative disciplinary proceedings on military police officers in São Paulo. Policing: A journal of policy and practice, v. 17, p. 1.
CRUZ, F. N.; MIRANDA, D.; NEVES RASTRELLI, A. (2022) Luto por suicídio e posvenção na Polícia Militar. Revista Brasileira de Segurança Pública, [S. l.], v. 16, n. 3. DOI: 10.31060/rbsp.2022.v16.n3.1413. Disponível em: https://revista.forumseguranca.org.br/index.php/rbsp/article/view/1413.
CUBAS, V., ALVES, R., & CAVALCANTI, R. P. (2023). Outsiders inside: An accidental ethnography of policing in Brazil. In J. Fleming, & S. Charman (Eds.), Routledge International Handbook of Police Ethnography Routledge.
CUBAS, V.; FUNARI, G. (2022). Melhorando a qualidade do contato entre policiais e cidadãos: os treinamentos em “procedural justice”. Revista Brasileira De Segurança Pública, Vol. 16, nº 2, p.48–69. https://doi.org/10.31060/rbsp.2022.v16.n2.1313
CUBAS, V. O., CASTELO BRANCO, F.; OLIVEIRA, A. R.; CRUZ, F. N. (2021), Predictors of self-legitimacy among military police officers in São Paulo, Brazil. Policing: An International Journal, Vol. 44 No. 6, pp. 1140-1153. https://doi.org/10.1108/PIJPSM-05-2021-0066
CUBAS, V.; ALVES, R.; OLIVEIRA, A. (2020) Tão diferentes e tão iguais. As percepções de policiais civis e militares de São Paulo sobre suas instituições. DILEMAS 13 (3). https://doi.org/10.17648/dilemas.v13n3.26235
CUBAS, V. O. (2013), A Ouvidoria e o controle da atividade policial na percepção dos policiais militares. (doutorado), PPGDS, USP.
DAHIA, S. L. de M. (2015) Da obediência ao consentimento: reflexões sobre o experimento de Milgram à luz das instituições modernas. Soc. Estado. Brasília, v. 30, n. 1, p. 225-241.
LIMA, A. de M. A Análise da Coerção e a Segurança Pública no Brasil. Disponível em: https://www.redepsi.com.br/2007/01/28/a-an-lise-da-coer-o-e-a-seguran-a…
LIPSKY, M. (2019) Burocracia de nível de rua. Dilemas do indivíduo no serviço público. ENAP, Brasília.
MANSO, B. P.; DIAS, C. N. (2017) PCC, sistema prisional e gestão do novo mundo do crime no Brasil. Revista Brasileira de Segurança Pública, [S. l.], v. 11, n. 2, p. 10–29. DOI: 10.31060/rbsp.2017.v11.n2.854. Disponível em: https://revista.forumseguranca.org.br/index.php/rbsp/article/view/854. Acesso em: 17 jun. 2024.
Manso, B. P. (2009). Um debate sobre o PCC: Entrevista com Camila Nunes DIAS, Gabriel de Santis FELTRAN, Adalton MARQUES e Karina BIONDI. Revista De Antropologia Da UFSCar, 1(2), 154–175. https://doi.org/10.52426/rau.v1i2.18
MILGRAM, S. (1967) Os perigos da obediência. Disponível em: https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/832874/mod_resource/content/…. Acessado em: nov/2019.
MINAYO, M. C. de S.; ADORNO, S. (2013) Risco e (in)segurança na missão policial. Ciênc. saúde coletiva, Rio de Janeiro , v. 18, n. 3, p. 585-593.
MIRANDA, D. (Org.). (2016) Por que os policiais se matam? Diagnóstico e prevenção do comportamento suicida na polícia militar do Estado do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Mórula Editorial.
MOLM, L. D. (1994) Is punishment effective? Coercive strategies in social exchange. Social Psychology Quarterly, p. 75-94.
MUNIZ, J.; CARUSO, H.; FREITAS, F. (2018), Os estudos policiais nas ciências sociais: um balanço sobre a produção brasileira a partir dos anos 2000. Revista Brasileira de Informação Bibliográfica em Ciências Sociais - BIB, Vol. 1, pp. 148-187.
OLIVEIRA, T. R. (2021). Legal Cynicism, Intrusive Policing, and the Dynamics of Police Legitimacy: Evidence from Brazil’s Largest City. https://doi.org/10.31235/osf.io/89jkv
OLIVEIRA, T. R.; DE OLIVEIRA, A. R.; ADORNO, S. (2019) Legitimidade policial: um modelo de mensuração. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 34, n. 100, p. 1-25.
OLIVEIRA, T. R., & JACKSON, J. (2021). Legitimacy, trust and legal cynicism A review of concepts. Tempo Social, 33(3), 113–145. https://doi.org/10.11606/0103-2070.ts.2021.191381PONCIONI, P. (2022) A Questão da Legitimidade Policial na Democracia – A Educação Policial em Foco. REVISTA BRASILEIRA DE SEGURANÇA PÚBLICA Edição Especial - Volume 16, v. 16 n. 1.
SIDMAN, M.; ANDERY, M. A.; SÉRIO, T. M. (1995) Coerção e suas implicações. Editorial Psy.
SOARES, L. E.; ROLIM, M.; RAMOS, S. (2009), O que pensam os profissionais da segurança pública, no Brasil. Ministério da Justiça – SENASP.
TEIXEIRA, F. C. B. (2019), Contato com a polícia e legitimidade policial em São Paulo. (doutorado), PPGDCP, USP.
TYLER, T. (2004), “Enhancing Police Legitimacy”. The Annals of the American Academy of Political and Social Science, Vol. 593, nº 1, pp. 84–99.
WEBER, M. (1999) Economia e Sociedade. UNB: Brasília. [Capítulo III “Os tipos de Dominação”, p. 139-188.]
ZANETIC, A.; MANSO, B. P.; NATAL, A. L.; OLIVEIRA; T. R.. (2016), “Legitimidade da Polícia: Segurança Pública para além da Dissuasão”. Civitas, Rev. Ciênc. Soc., Vol 16, nº4, pp. 148-173.

Programa

Detalhamento:

Dia 1 - Introdução ao Curso e Ferramentas Iniciais
Os participantes serão introduzidos ao curso com uma apresentação geral das metas e conteúdos que serão abordados ao longo da semana. Serão explicadas as metodologias utilizadas, além de começarmos a explorar ferramentas fundamentais, como Google Colab, Hugging Face e ChatGPT, incluindo tanto sua interface de usuário final quanto uma versão customizada integrada ao Google Colab, entre outros modelos de linguagem grande (LLMs). Esse dia estabelecerá a base prática necessária para o restante do workshop.

Dia 2 - Introdução à Modelagem de Tópicos e Suas Aplicações
Nos dedicaremos à introdução da modelagem de tópicos (que consiste na organização automática de grupos de textos em temas ou tópicos), um método essencial para a análise de grandes conjuntos de dados textuais. Durante as atividades, serão apresentados conceitos gerais da técnica, bem como exemplos de aplicações em diferentes áreas, incluindo humanidades e educação. Os participantes terão a oportunidade de entender como a modelagem de tópicos pode revelar padrões e tendências em corpora complexos.

Dia 3 - Estudo de Caso: Modelagem de Tópicos em Comentários Misóginos no YouTube
O foco será em um estudo de caso específico: a análise de comentários misóginos no YouTube durante a Copa do Mundo Feminina. Utilizando modelagem de tópicos, os participantes trabalharão com dados reais, explorando como a técnica pode identificar padrões e tendências em discursos misóginos.

Dia 4 - Pipeline para Análises Exploratórias Automatizadas e Geração de Gráficos
Apresentaremos um pipeline completo para realizar análises exploratórias automatizadas e gerar gráficos e conclusões a partir de qualquer conjunto de dados. Os participantes aprenderão a automatizar o processo de análise de dados, utilizando exemplos práticos no Google Colab. Essa atividade fornecerá ferramentas poderosas para simplificar análises complexas e criar visualizações úteis para interpretação e comunicação de resultados.

Dia 5 - Classificação Automática de Textos Usando LLMs
Abordaremos a classificação automática de textos utilizando Large Language Models (LLMs). Os participantes serão introduzidos ao uso dessas tecnologias para realizar tarefas de classificação textual, aplicando os conhecimentos adquiridos em datasets fornecidos durante o workshop. O dia encerra com uma discussão sobre os desafios e as oportunidades oferecidas por LLMs em contextos acadêmicos e educacionais.

Bibliografia:

1. Benamara, F., Inkpen, D., & Taboada, M. (2018). Introduction to the Special Issue on Language in Social Media: Exploiting Discourse and Other Contextual Information. Computational Linguistics, 44(4), 663-681. https://doi.org/10.1162/coli_a_00333

2. Benamara, F., Taboada, M., & Mathieu, Y. (2017). Evaluative Language Beyond Bags of Words: Linguistic Insights and Computational Applications. Computational Linguistics, 43(1), 201-264. https://doi.org/10.1162/COLI_a_00278

3. Boyd-Graber, J., Hu, Y., & Mimno, D. (2017). Application of Topic Models. Foundations and Trends® in Information Retrieval, 11(2-3), 143-296. https://doi.org/10.1561/1500000030

4. Carmo, I., Rêgo, A. L. C., Barreto, M., Schuler, M., Heine, A., Villas, M. V., & Lifschitz, S. (2023). Gerenciamento de Dados de Redes Sociais com Análise de Redes e Modelagem de Tópicos. Anais do 38º Simpósio Brasileiro de Banco de Dados (SBBD) (pp. 64-70). Sociedade Brasileira de Computação. https://doi.org/10.5753/sbbd_estendido.2023.233417

5. Chauhan, U., & Shah, A. (2021). Topic Modeling Using Latent Dirichlet Allocation: A Survey. ACM Computing Surveys, 54(7), Article 138. https://doi.org/10.1145/3462478

6. Dou, W., & Liu, S. (2016). Topic and Time-Oriented Visual Text Analysis. IEEE Computer Graphics and Applications, 36(2), 8-13. https://doi.org/10.1109/MCG.2016.73

7. Géron, A. (2019). Mãos à Obra Aprendizado de Máquina com Scikit-Learn e TensorFlow: Conceitos, Ferramentas e Técnicas Para a Construção de Sistemas Inteligentes (R. Contatori, Trans.). Alta Books. ISBN 978-85-508-0902-1

8. Grimmer, J., Roberts, M. E., & Stewart, B. M. (2022). Text as Data: A New Framework for Machine Learning and the Social Sciences. Princeton University Press. ISBN 978-0691207551

9. Grootendorst, M. (2022). BERTopic: Neural Topic Modeling with a Class-Based TF-IDF Procedure. https://doi.org/10.48550/arXiv.2203.05794

10. Pangakis, N., Wolken, S., & Fasching, N. (2023). Automated Annotation with Generative AI Requires Validation. arXiv. https://doi.org/10.48550/arXiv.2306.00176

11. Silva, T. F. L. da. (2022); O Pão Que O Viado Amassou: contribuições da semiótica para o processamento de língua natural. Estudos Semióticos, 18(3), 70-92, 2022. https://doi.org/10.11606/issn.1980-4016.esse.2022.198626

12. Silva, T. F. L. da. (2023); Using transformer networks and tensive semiotics to improve sentiment analysis accuracy in tourism digital platforms; in Semiotica e intelligenza artificiale, pp. 131-147, Aracne; Italia, 2023, ISBN 979-12-218-0429-4; https://www.aracneeditrice.eu/free-download/9791221804294.pdf

13. Silva, T. F. L. da. (2023); Humanismo digital e transformação social: campos abertos para o fomento da inovação nas Ciências Humanas e Sociais; in Revista Sciencia Veritas, 2; https://prpg.usp.br/attachments/article/8936/Scientia_2_pg_5-8.pdf

14. Silva, T. F. L. da, et al. (in press). CDB: A Unified Framework for Hope Speech Detection Through Counterfactual, Desire, and Belief. In Findings of the Association for Computational Linguistics: NAACL 2025.

15. Sun, X., Li, X., Guo, S., Zhang, T., Wang, G., Li, J., & Wu, F. (2023). Text Classification via Large Language Models. In Findings of the Association for Computational Linguistics: EMNLP 2023; https://aclanthology.org/2023.findings-emnlp.603.pdf

16. Zhang, W., Deng, Y., Liu, B., Pan, S. J., & Bing, L. (2024). Sentiment Analysis in the Era of Large Language Models: A Reality Check. In Findings of the Association for Computational Linguistics: NAACL 2024; https://aclanthology.org/2024.findings-naacl.246.pdf

17. Zong, C., Xia, R., & Zhang, J. (2022). Text Data Mining. Springer.

 

Programa

Aula 1 – História e Paradigma da Literatura Infantil Brasileira
Origens e influências
Paradigmas fundadores
Funções da literatura infantil

Aula 2 – Anos 60 e 70: Profissionalização e Crescimento das Editoras Brasileiras
Contexto político e cultural
Surgimento de editoras especializadas
Coleções e obras marcantes

Aula 3 – Mercado Editorial: Dados e Características
Panorama atual do mercado editorial infantil
Dados de vendas, tiragens e público
Tendências de consumo e distribuição

Aula 4 – Produção Atual da Literatura Infantil Brasileira
O trabalho de editores, autores e ilustradores
Demais profissionais da cadeia do livro
Temáticas contemporâneas

Referências


LAJOLO, Marisa; ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira: história & histórias. 6. ed. São Paulo: Ática, 2007.
LAJOLO, Marisa; ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira: uma nova / outra história. Curitiba: PUCPRESS, 2017.
HUNT, Peter. Crítica, teoria e literatura infantil. Tradução de Cid Knipel. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
AMARILHA, Marly. Infância e literatura: traçando a história. Revista Educação em Questão, v. 10-11, n. 2/1, jul./dez. 1999, p.126- 137, jan./jun. 2000.
ARROYO, Leonardo. Literatura infantil brasileira. 3ª edição revista e ampliada. Apresentação de Maria do Rosário Longo Mortatti. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
ARROYO, Leonardo. Literatura infantil brasileira: ensaio de preliminares para a sua história e suas fontes. São Paulo: Melhoramentos, 1968.
BENJAMIN, Walter. O Narrador – considerações sobre a obra de Leskov, In: _____. Obras Escolhidas, v. I, Magia e técnica, arte e política. Trad. S.P. Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 1985.
BIBLIOGRAFIA Brasileira de Literatura Infantil e Juvenil. v. 17. São Paulo: Seção de Bibliografia e Documentação da BIJ Monteiro Lobato/CSMB/SMC e Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2010.
CORAZZA, Sandra Mara. História da infância sem fim. Ijuí: Editora Unijuí, 2004.
GREGORIN, José Nicolau. Literatura infantil Brasileira: da colonização à busca da identidade. Via Atlântica, n. 9, p. 185-194, 17 jun. 2006.
KIRCHOF, Edgar Roberto Roberto; BONIN, Iara Tatiana. Literatura infantil e pedagogia: tendências e enfoques na produção
acadêmica contemporânea. Pro-posições, v. 27 - Dossiê Literatura, infância e espaços escolares, n. 2, p. 21-46, maio/ago. 2016.
LAJOLO, Marisa; SCHWARCZ, Lilia Moritz. Reinações de Monteiro Lobato. São Paulo: Cia. das Letras, 2019.
LAJOLO, Marisa. Literatura infantil brasileira e estudos literários. Estudos de Literatura Brasileira Contemporânea, n. 36, p. 97- 110, jul./dez., 2010.
LOBATO, Monteiro. A menina do narizinho arrebitado. São Paulo: Edição da Revista do Brasil – Monteiro Lobato & Cia, 1920.
LOBATO, Monteiro. Entrevista no Rádio com Monteiro Lobato. Entrevista concedida a Murilo Antunes Alves. São Paulo: Rádio Record, 1948.
MEIRELES, Cecília. Problemas da Literatura Infantil. 3.ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984.
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO (BRASIL). FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO. Edital de convocação nº 02/2020 – CGPLI. Edital de convocação para o processo de inscrição e avaliação de Obras didáticas, literárias e pedagógicas para o programa nacional do livro e do material didático - PNLD 2022. [S. l.], 28 set. 2020.
MORAES, Fabiano Oliveira. O trabalho e a educação na literatura infantil do século XIX. Reflexão e Ação, v. 21, n. 1, p. 303-326,
jan./jun. 2013.
ZILBERMAN, Regina; LAJOLO, Marisa. Um Brasil para crianças: para conhecer a literatura infantil brasileira: histórias, autores e textos. São Paulo: Global, 1986.
ZILBERMAN, Regina. Literatura Infantil: transitoriedade do leitor e do gênero. Letras de hoje, Porto Alegre, n. 36, p. 7-22, jul. 1979.

Programa

Língua e Literatura em Bizâncio 

1. Ementa: Bizâncio, comunidade imperial romana de língua grega. Conceito de grego koiné romanizado de Bizâncio. Herança cultural greco-latina do Império bizantino. Diversidade da literatura de Bizâncio: gêneros e disciplinas. A influência da cultura bizantina na medieval latina. 

2. Objetivo: oferecer ao estudante uma visão geral da cultura filológica e literária bizantina e sua importância, sob vários aspectos, para o desenvolvimento cultural da Europa latina, bem como das culturas armênia, síria, árabe e judaica. 

3. Programa: 

3.1. Cultura bizantina: contextualização histórica 
3.2. A formação, as peculiaridades e as fontes do grego bizantino 
3.3. A educação bizantina; os gêneros literários 
3.4. Projeção da cultura latino-românica em Bizâncio 
3.5. Bizâncio e sua influência na Europa ocidental 

4. Método: Aulas expositivas com projeção de imagens e leituras ilustrativas de textos. 

5. Avaliação: Para fazer jus ao certificado é necessário ter 85 % de presença. 

6. Bibliografia: 
BRÉHIER, L. Le Monde Byzantin, 3 vol. Paris: Albin Michel, 1953. 
CUTLER, A. e SPIESER, J.-M. Bysance médiévale 700-1204. Paris: Éditions Gallimard, 1996. 
DI BERARDINO (dir.). Nuovo Dizionario Patristico e di Antichità Cristiane, 3 vols.. Roma, Institutum Patristicum Augustinianum, 2008. 
DIEHL, Ch. Bizâncio Grandeza e Decadência. Rio de Janeiro: EPASA, 1944. 
ECO, U. (org.). Idade Média. Bárbaros, cristãos e muçulmanos. Alfragide: Publicações Dom Quixote, 2010. 
___ Idade Média. Catedrais, cavaleiros e cidades. Alfragide: Publicações Dom Quixote, 2011. 
___ Idade Média. Castelos, mercadores e poetas. Alfragide: Publicações Dom Quixote, 2011. 
GIORDANI, M. C. História do Império Bizantino. Petrópolis: Ed. Vozes, 2001. 
LEMERLE, P. Histoire de Byzance. Paris: Presses Universitaires de France, 1960. 
MANGO, C. Bizâncio, o Império da Nova Roma. Lisboa: Ed. 70., 2008. 
MEYENDORFF, J. Initiation à la Théologie Byzantine. Paris: Cerf., 2010. 
QUASTEN, J. Patrologia I. Hasta el Concilio de Nicea. Madrid: B.A.C., 2004. 
___ Patrología II: La edad de oro de la literatura patrística griega. Madrid: B.A.C., 2004. 
RUNCIMAN, S. A Civilização Bizantina. Rio de Janeiro: Zahar Ed., *** 
SOTOMAYOR, M. (coord.). Historia del Cristianismo (I): El mundo antiguo. Madrid: Editorial Trotta, 2006. 
TATAKIS, B. Filosofía Bizantina. Buenos Aires: Ed. Sudamericana, 1952.
 
 

Programa

I. A Filologia Digital em Língua Portuguesa
 
1. O novo campo
2. As novas possibilidades para a preservação, disponibilização e análise de textos antigos
2.1 A edição Eletrônica
2.2 Alguns projetos de pesquisa que utilizam a edição eletrônica de textos portugueses
 
II. A ferramenta computacional eDictor
 
1. O que é
2. Para que serve
2.1 A edição de textos
2.1 Versão diplomática fac-similar
2.2 Versão modernizada fac-similar
2.3 Texto simples (original e modernizado)
2.4 O léxico de edições
2.2 A anotação morfológica automática
 
III. Prática de edição eletrônica
 
1. Como configurar as preferências do programa
2. As funções gerais
3. As funções da edição
4. Exercícios de edição eletrônica de textos
 
Bibliografia:
 
BAMMAN, D.; CRANE, G. Corpus Linguistics, Treebanks and the Reinvention of Philology. Informatik, 2010(1), 542-551. Disponível em: http://subs.emis.de/LNI/Proceedings/Proceedings176/558.pdf
BANZA, A.P.; GONÇALVES, M.F. (coords.). Património textual e humanidades digitais: da antiga à nova Filologia. Évora: CIDEHUS / FCT, 2014. Disponível em: http://dspace.uevora.pt/rdpc/bitstream/10174/10468/1/e-book.pdf
BUSA, R. Foreword: Perspectives on the Digital Humanities. In S. Schreibman, R. Siemens, J. Unsworth (eds.). A Companion to Digital Humanities. Oxford: Blackwell, 2004. Disponível em: http://www.digitalhumanities.org/companion
CHARTIER, R. Do códice ao monitor: a trajetória do escrito. Estudos Avançados, vol.8, n.21, pp. 185-199, 1994.
CRANE, G. Give us editors! Re-inventing the edition and re-thinking the humanities. In Online Humanities Scholarship: The Shape of Things to Come, University of Virginia: Mellon Foundation, 2010. Disponível em: http://cnx.org/content/m34316/latest
CRANE, G.; BAMMAN, D.; JONES, A. ePhilology: when the books talk to their readers. Blackwell Companion to Digital Literary Studies, R. Siemens; S. Schreibman (eds). Oxford: Blackwell, 2008. Disponível em: http://www.digitalhumanities.org/companionDLS
EISENSTEIN, E. A Revolução da Cultura Impressa. São Paulo: Ática, 1998.
FIORMONTE, D. et al. E-Philology. Digital resources on philology and textual criticism. 2013. Disponível em: http://www.digitalvariants.org/e-philology
LUCÍA MEGÍAS, J.M. De las bibliotecas digitales a las plataformas de conocimiento (notas sobre el futuro del texto en la era digital). In Estudos de edición crítica e lírica galego-portuguesa. Verba. Anuario galego de Filoloxía. Anexo 67. Universidade de Santiago de Compostela, Santiago de Compostela, 2010, pp. 369-401. Disponível em: http://eprints.ucm.es/10767
MONTE, V.M.; PAIXÃO DE SOUSA, M.C. Por uma filologia virtual: O caso das atas da câmara de São Paulo (1562-1596). REVISTA DA ABRALIN, v. 16, p. 239-264, 2017. Disponível em: http://revistas.ufpr.br/abralin/article/view/51938
PAIXÃO DE SOUSA, M.C. O Corpus Tycho Brahe: contribuições para as humanidades digitais no Brasil. Filologia e Linguística Portuguesa, v. 16, p. 53-93, 2014. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/flp/article/view/88404
PAIXÃO DE SOUSA, M. C. A Filologia Digital em Língua Portuguesa: alguns caminhos. In.: A.P. Banza, M.F. Gonçalves (coords.). Património textual e humanidades digitais: da antiga à nova Filologia. Évora: CIDEHUS / FCT, 2014.
PAIXÃO DE SOUSA, M.C.; KEPLER, F.N.; FARIA, P.P.F. de. e-Dictor. Versão 1.0 beta 10, 2013. Programa de Computador. URL: https://edictor.net/download
PAIXÃO DE SOUSA, M.C.; FARIA, P.P.F. de; LEAL, I. Manual eDictor 1.0. 2ª ed., 2014.
PAIXÃO DE SOUSA, M.C. Texto digital: Uma perspectiva material. Revista da ANPOLL (Associação Nacional de Pós–Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística). Volume 1, Número 35, 2013. Disponível em: https://revistadaanpoll.emnuvens.com.br/revista/article/view/643
PAIXÃO DE SOUSA, M.C.; KEPLER, F.N.; FARIA, P.P.F. de. E-Dictor: Novas perspectivas na codificação e edição de corpora de textos históricos. In: Tania Shepherd; Tony Berber Sardinha; Marcia Veirano Pinto. (Org.). Caminhos da linguística de corpus. Campinas: Mercado de Letras, 2010.

 

Programa

Introdução

1) hooks, bell. “Feminismo: um movimento pelo fim da opressão”. In: Teoria Feminista: da Margem ao Centro. São Paulo: Editora Perspectiva, 2019.

Parte 1 – Diagnóstico de injustiças de gênero


2) Violência contra as mulheres e misoginia

2.1) OKIN, Susan Moller. Gênero, o público e o privado. Rev. Estud. Fem. [online]. 2008, vol.16, n.2, pp.305-332 http://dx.doi.org/10.1590/S0104-026X2008000200002.

2.2) MANNE, Kate. “Threatening Women”. Down Girl: Oxford: Oxford Press, 2018. [Será oferecida uma tradução nossa]

2.3) Relatório de atividades. Fórum Brasileiro de Segurança (http://www.forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2019/05/relat%C3%B3…) .


3) Marxismo e feminismo

3.1) FEDERICI, Silvia. “Teorizando e politizando o trabalho doméstico”. In: O ponto zero da revolução. São Paulo: Editora Elefante, 2019.

3.2) FRASER, Nancy. "Feminismo, capitalismo e astúcia da história". In: HOLLANDA, Heloisa Buarque de (Org). Pensamento feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro, 2019.


4) Feminismo e contrato sexual

PATEMAN, Carol. O contrato social e o fim da história? in O contrato sexual Stanford: Stanford Press, 1988: 116-153

Parte 2 – Traçando horizontes feministas


5) Feminismo e epistemologia negra

5.1) CARNEIRO, Sueli. "Enegrecer o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero". In: HOLLANDA, Heloisa Buarque de (Org). Pensamento feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro, 2019.

5.2) COLLINS, Patricia Hill. "Epistemologia feminista negra"; "Por uma política de empoderamento". In: Pensamento feminista negro: conhecimento, consciência e política do empoderamento. São Paulo: Boitempo Editorial, 2019.


6) Feminismo decolonial

6.1) GONZALEZ, Lélia. "Por um feminismo afro-latino-americano". In: HOLLANDA, Heloisa Buarque de (Org). Pensamento feminista hoje: perspectivas decoloniais. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2020.

6.2) LUGONES, María. "Rumo a um feminismo decolonial". In: HOLLANDA, Heloisa Buarque de (Org). Pensamento feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro, 2019.


7) Inclusão e movimentos sociais

YOUNG, Iris. “O gênero como serialidade: pensar as mulheres como um colectivo social”. In: Revista Ex Aequo – Associação Portuguesa de Estudos das Mulheres. No 8. Porto: Celta Editora, 2004.


8) Empoderamento econômico – a renda básica universal como saída viável?

Pesquisa Data Favela https://www.ilocomotiva.com.br/single-post/2020/04/03/AG%C3%8ANCIA-BRAS…

Renda Básica: nova aposta do feminismo? https://outraspalavras.net/feminismos/renda-universal-nova-aposta-do-fe…

Programa

Aula 1: Apresentação do programa: objetivos da oficina. Gênero autobiografia – produção de uma autobiografia para que todos os matriculados se apresentem.
Aula 2: Trabalho com o gênero autobiografia e produção final.
Aula 3: Gênero resumo a partir da leitura, análise, compreensão de uma notícia de jornal.
Aula 4: Produção final de um resumo a partir do discutido na aula anterior. Fechamento do curso.

Bibliografia

ARTIGUE, M. (1988) “Ingénierie Didactique”. Recherches en Didactique des Mathématiques. Grenoble: La Pensée Sauvage-Éditions, v. 9.3, 281-307.
AVETISYAN, Anahit S. Eastern armenian comprehensive self-study language course. 2008.
BRONCKART, Jean-Paul (2003). Atividade de linguagem, textos e discursos: por um interacionismo sócio-discursivo. Tradução Anna Raquel Machado, Péricles Cunha. São Paulo: EDUC.
DOLZ, Joaquim (2016) As atividades e os exercícios de língua: uma reflexão sobre a engenharia didática. DELTA: Documentação de Estudos em Linguística Teórica e Aplicada, vol. 32, nº 1, p. 237-260.
DOLZ-MESTRE, Joaquim, LIMA, Gustavo, BACAN ZANI, Juliana. (2020). Itinerário para o ensino do gênero fábula: a formação de professores em um minicurso. Textura,vol. 22, no. 52, p. 250-274. Disponível em: file:///C:/Users/EasyPc/Downloads/unige_145878_attachment01.pdf. Acesso em: 31 mai. 2021.
DUM-TRAGUT, Jasmine. Armenian: modern eastern armenian. vol. 14. Amsterdam/ Philadelphia: John Benjamins Publishing Company, 2009. (London Oriental and African Language Library).
GURÉGHIAN, Jean. L’ arménien sans peine. France: Assimil, 1999.
ROJO, Roxane; ALMEIDA, Eduardo de Moura (Orgs.) (2012). Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola Editorial. (Estratégias de ensino)
SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim e colaboradores (2011). Gêneros orais e escritos na escola. Tradução Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. 3ª ed. São Paulo: Mercado de Letras.

Programa

Program (collaborating professors):


1. Palestinian history and the ongoing al nakba (Prof. Sa'd Nimr, Birzeit University)

2. Jerusalem: history and religions imprinted in its diverse architectural fabric (Prof. Yusuf
Natsheh, Center for Jerusalem Studies, Al Quds University)

3. The Palestinian Refugees  (Dr. Adnan Abdelrazek, author)

4. The political parties, youth movements, and the issue of succession in Palestine (Tahani
Mustafa, West Bank analyst at the International Crisis Group)

5. Apartheid and the infrastructure of violence (Prof. Samer Abdelnour, University of Edinburgh)

6. The Palestinian diaspora and the presence of Arab culture in Brazil (Prof. Muna Odeh,
University of Brasília)

7. South-South Translations (Prof. Wail Hassan, Prof. of Comparative Literature, University of
Illinois) in dialogue with the author of The Enigma of Qaf (Alberto Musa, author)

8. The Bedouin communities in the West Bank today (Prof. Ahmad Amara, Al Quds University) 
in dialogue with The Guarani Mbya indigenous communities in face of land expropriation and
other conflicts (Adriana Testa, Universidade de São Paulo)

9. The solutions put in place by the landless movement MST to promote sustainability and the
permanence of peasants and traditional communities on their land (Dr. Kelli Mafort, Movimento
dos trabalhadores rurais Sem Terra, MST) in dialogue with The Palestinian agricultural
producers: sumud and creativity

10. The struggle for housing in Brazil and the case of Vila Nova Palestina in São Paulo (Nanci
Pittelkow, Coordinator Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, MTST) in dialogue with Ethnic cleansing and gentrification in Palestine today (Prof. Munir Nuseibah, Al Quds
University) 

11. Palestine as literature in the writings of Elias Khoury (Prof. Safa Jubran, University of São
Paulo) in dialogue with Is there a current Palestinian narrative? (Selma Dabbagh, author,
novelist, and director of the International Centre of Justice for the Palestinians)

12. A new paradigm for the future of Palestine: what could a one-state look like? (Prof. Bashir
Bashir, Van Leer Jerusalem Institute)

BIBLIOGRAFIA

Abdelnour, Samer (2013). Beyond South Africa: Understanding Israeli Apartheid. Al-Shabaka: The Palestinian
Policy Network. https://al-shabaka.org/briefs/beyond-south-africa-understanding-israeli…
Bashir Bashir, ‘The Strengths and Weaknesses of Integrative Solutions for the Israel-Palestinian Conflict’, Middle
East Journal, 70(4), 2016, pp. 560-578.
Bashir Bashir and Rachel Busbridge, ‘The Politics of Decolonization and Binationalism in Israel/Palestine’,
Political Studies, 67(2), 2019: 388-405.
Erakat, Noura & Reynolds, John. (2022). Understanding Apartheid. Jewish Currents.
https://jewishcurrents.org/understanding-apartheid
Khoury Elias. My name is Adam (CHILDREN OF THE GHETTO: VOLUME I), Translated by Humphrey Davies.
Khoury Elias. Meu nome é Adam (CRIANÇAS DO GUETO 1): VOLUME I), Translated into Portuguese by Safa
Jubran.
Mussa, Alberto. O enigma de Qaf. Rio de Janeiro: Record, 2004.
Nathan J. Brown and Vladimir Pran, A Procedural Guide to Palestinian Succession: The How of the Who,
Carnegie Endowment for International Peace, 27 September 2022.
Omar, Abdaljawad, The Politics of Slow Unbinding,  The Electronic Intifada, 26 October 2022.
Pappe, Ilan. Os Dez Mitos sobre Israel. Rio de Janeiro: Tabla, 2022.
Said, Edward. Freud and the Non-European. London: Verso, 2003.
Securitization Dysfunction: Security Sector Reform in the occupied Palestinian territories, Contemporary Arab
Affairs, Vol. 12 No. 1, March 2019; (pp. 19-38),  https://doi.org/10.1525/caa.2019.121002
Selma Dabbagh. Out of It, Bloomsbury, 2011.

Programa

Aula 1: Caio Fernando Abreu e a Contemporaneidade.
Aula 2: A Contemporaneidade e o fim do mundo.
Aula 3: Leituras de teorias de Criação Literária.
Aula 4: Possibilidades de Criação Literária.

Bibliografia:
ABREU, Fernando Caio. Morangos Mofados.
ABREU, Fernando Caio. Os Dragões Não Conhecem o Paraíso.
ABREU, Fernando Caio. O Ovo Apunhalado.
BERARDI, Franco. Depois do Futuro.
PRECIADO, Paul B. Dysphoria Mundi: o som do mundo desmoronando.
FISCHER, Mark. Realismo Capitalista.
JAFFE, Noemi. Sete Príncipios do Fazer Literário.
WOOD, James. Como Funciona a Ficção.
SECHES, Fabiane. Depois do Fim: Conversas Sobre Literatura e Antropoceno.
BRASIL, Luiz Antônio de Assis. Escrever Ficção: Um Manual de Criação Literária.