Programa

Aula 1: A literatura em Portugal pós-Revolução dos Cravos

Aula 2: Natália Correia e José Saramago e seus pares: diversidade de produção textual

Aula 3: O teatro de Natália Correia (O homúnculo e O Encoberto)

Aula 4: O teatro de Natália Correia (Erros Meus, Má Fortuna, Amor Ardente e A Pécora)

Aula 5: O teatro de José Saramago (A noite, Que farei com este livro?)

Aula 6: O teatro de José Saramago (A segunda vida de São Francisco de Assis, In nomine dei)

BIBLIOGRAFIA

AZEVEDO, Cândido de. Mutiladas e Proibidas: para a história da censura literária em Portugal nos tempos do
Estado Novo. Portugal: Caminho, 1997.
BERRINI, Beatriz. Ler Saramago: o romance. Lisboa: Caminho, 1998.
CERDEIRA DA SILVA, Teresa Cristina. José Saramago entre a história e a ficção: uma saga de portugueses. Lisboa, Publicações Dom Quixote. 1989.
CORREIA, Natália.  Poemas a rebate. Lisboa: Dom Quixote, 1957.
______. O homúnculo. Tragédia Jocosa com quatro ilustrações da autora. Lisboa: Contraponto, 1965.
______. O encoberto. 3 ed. Lisboa: Fernando Ribeiro de Mello/Edições Afrodite, 1969.
______. O Surrealismo na Poesia Portuguesa. Lisboa: Publicações Europa-América, 1973.
(CORREIA, 1975, p. 13-15)
______. A Pécora. Lisboa: Edições O Jornal, 1990.
______. O Sol nas Noites e o Luara nos Dias I. Lisboa: PROJORNAL, 1993.
______. Antologia da poesia erótica e satírica: dos cancioneiros medievais à actualidade. Editora Antígona Frenesi: Lisboa, 1999.
_____. Não percas a rosa: diário e algo mais (25 de abril de 1974 – 20 de dezembro de 1975). 2. Ed. Lisboa: Notícias editorial, 2003.
______. A Estrela de cada um. Lisboa: Parceria A. M. Pereira, 2004.
COSTA, Horácio. José Saramago: o período formativo. Lisboa: Caminho, 1997.
GAMEIRO, Odília Alves. Natália Correia (1923-1993). Memórias Guardadas. Silêncios e Ênfases nos Arquivos de Natália Correia e Dórdio Guimarães. Ponta Delgada: Biblioteca Pública e Arquivo, 2016.
GONÇALVES NETO, Nefatalin. A ordem e o caos: Plauto e Saramago. 156 f. (orient.: Lilian Lopondo). Dissertação (mestrado) – USP, São Paulo – SP, 2011.
LOPES, João Marques. Saramago: Biografia. São Paulo: Leya, 2010.
LOPONDO, Lílian (Org.). Saramago segundo terceiros. São Paulo: Humanitas, 1998.
MARTINS, Filipa. O dever de deslumbrar. Biografia de Natália Correia. Lisboa: Contraponto, 2023.
MARTINS, Oliveira. História de Portugal. 17. ed. Lisboa: Guimarães, 1977.
MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa. 18. ed. São Paulo: Cultrix/pensamento, 2008.
MARQUES, A. H. de Oliveira. 3ª ed. Breve História de Portugal. Lisboa: Editorial Estampa, 1998.
PAVIS, Patrice. Dicionário de Teatro. 5. ed. São Paulo: Perspectiva, 2005.
REAL, Miguel. O romance português contemporâneo: 1950-2010. Lisboa: Caminho, 2012.
REBELO, Luís de Sousa. Os rumos da ficção de José Saramago. In: SARAMAGO, José. Manual de Pintura e Caligrafia. 3ª ed. Lisboa: Caminho, 1985.
ROSA, Armando Nascimento (org.). Obra dramática completa de Natália Correia. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 2023.
SARAMAGO, José. Que Farei com Este Livro? São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
SEIXO, Maria Alzira. O essencial sobre José Saramago. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda, 1987.
SANTOS, Cybele Regina Melo dos. Uma análise intertextual da peça “Que Farei com este Livro?”, de José Saramago. Dissertação (Mestrado em Literatura Portuguesa) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2018.
SARAIVA, José Hermano. História Concisa de Portugal. 15º ed. Portugal: Publicações Europa-América, 1992.
SARAIVA, António José. Para a história da cultura em Portugal. Portugal: Bertrand, 1972.
SÉRGIO, António. Breve interpretação da História de Portugal. 8º ed. Lisboa: Livraria Sá da Costa, 1978.
VALENTIM, Jorge. DACOSTA, Fernando. O Botequim da Liberdade. Como Natália Correia marcou, a partir de um pequeno bar de Lisboa, o século XX português. Alfragide: Casa das Letras, 2013. Metamorfoses, Revista de Estudos Literários Luso-Afro-Brasileiros, v. 13, n. 2, p. 175-178, 2015. Disponível em: https://revistas.ufrj.br/index.php/metamorfoses/article/view/5100/16896.
VALENTIM, Jorge Vicente. Do ensaio como defesa do pensamento matrista: breves considerações em torno de Natália Correia. Revista Mulheres e Literatura, nº 14, 2015. Disponível em: http://litcult.net/do-ensaio-como-defesa- do-pensamento-matrista-breves-considerações-em-torno-de-natalia-correia-2/ Acesso em: 25/08/2024.
____. A produção ficcional de mulheres escritoras na década de 1960 em Portugal: incorporações e recusas. Gragoatá, Niterói, v. 25, n. 53, p. 1016-1048, set-dez. 2020.

Programa

Conteúdos
Aula 1: Reinações de Narizinho
Aula 2: Caçadas de Pedrinho
Aula 3: Emília no País da Gramática
Aula 4: A Chave do Tamanho
Aula 5: Os Doze Trabalhos de Hércules


Metodologia
Vídeo-aulas, atividades e discussões na Plataforma Moodle, leituras e análises.

Certificado/Critério de Aprovação
Mínimo de 75% de frequência.


Bibliografia de base (diversos outros textos serão referenciados e indicados)

AGUIAR, Vera Teixeira de & MARTHA, Alice Aurea Penteado (Org.). Literatura infantil e juvenil: leituras plurais. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2014.
_____ Conto e reconto: das fontes à invenção. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012.
ANDRUETTO, María Teresa. Por uma literatura sem adjetivos. São Paulo: Editora Pulo do Gato, 2012.
COELHO, Nelly Novaes. Panorama Histórico da literatura infantil e juvenil. São Paulo: Amarilys, 2010.
_____ Dicionário Crítico da Literatura Infantil Brasileira. São Paulo: Edusp, 1995.
_____ A Literatura Infantil. São Paulo: Moderna, 2000.
_____ O conto de fadas: símbolos, mitos, arquétipos. São Paulo: DCL, 2003.
GREGORIN FILHO, José Nicolau. A roupa infantil da literatura. Araraquara, SP: 1995. Dissertação apresentada à FCL-UNESP.
HUNT, Peter. Crítica, teoria e literatura infantil. São Paulo: Cosac Naify, 2010.
KHEDE, Sônia Salomão (org.) Literatura Infanto-Juvenil: um gênero polêmico. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, 1983.
_____ Personagens da Literatura Infanto-Juvenil. São Paulo: Ática, 1986.
LAJOLO, Marisa. Do mundo da leitura para a leitura do mundo. São Paulo: Ática, 2008.
LAJOLO, Marisa e CECCANTINI, João Luís (Orgs.) Monteiro Lobato, livro a livro: Obra infantil. São Paulo: Editora da Unesp, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo: 2008.
LAJOLO, Marisa e ZILBERMAN, Regina. Literatura infantil brasileira: história & histórias. São Paulo: Ática, 1984.
PALO, Maria José e OLIVEIRA, M. Rosa. Literatura Infantil. São Paulo: Ática, 1986.
PERROTTI, Edmir. O texto sedutor na Literatura Infantil. São Paulo: Ícone, 1986.
SANDRONI, Laura. De Lobato a Bojunga. As reinações renovadas. Rio de Janeiro: Livraria Agir Editora, 1987.
VASCONCELLOS, Zinda Maria Carvalho. O universo ideológico da obra infantil de Monteiro Lobato. São Paulo: Traço Editora, 1982.
WORNICOV, Ruth et al. Criança, leitura, livro. São Paulo: Nobel, 1986.

Programa

Aula 1: Terminologia: história e conceitos básicos
Aula 2: Diferentes concepções teóricas em Terminologia
Aula 3: Aplicabilidades da Terminologia na vida cotidiana e em Tradução
Aula 4: Etapas do trabalho terminológico – Primeira parte
Aula 5: Etapas do trabalho terminológico – Segunda parte
Aula 6: Elaboração de glossários e dicionários especializados
Aula 7: Apresentação e avaliação do trabalho final

Bibliografia:

ALVES, I. M. Definição terminológica: da teoria à prática. TradTerm 3. CITRAT/FFLCH/USP, 1996.
AUGER, P. Pour une typologie des langues de spécialité. Circuit 98. OTTIAQ, Montréal, p. 10-11, 2008.
AUBERT, F. H. Introdução à metodologia da pesquisa terminológica bilíngue. Cadernos de Terminologia 2. São Paulo: CITRAT/FFLCH/USP, 1996.
BARROS, L. A. Curso básico de terminologia. São Paulo: USP, 2004.
BARROS, L. A. Conhecimentos de terminologia geral para a prática tradutória. São José do Rio Preto: NovaGraf, 2007.
BOULANGER, J. C. Les dictionnaires généraux monolingues, une voie royale pour les technolectes. TradTerm 3. CITRAT/FFLCH/USP, 1996.
CABRÉ, M. T. La terminología. Teoría, metodología, aplicaciones. Barcelona: Editorial Antártida/Empúries, 1993.
_______. La terminología: representación y comunicación. Elementos para una teoría de base comunicativa y otros artículos. Barcelona: IULA, 1999.
DUBUC, R. Manuel pratique de terminologie. Montréal: Linguatech, 1985.
ISO/FDIS 704. Organisation internationale de normalisation. - Travail terminologique : principes et méthodes. Genève : ISO, 2000. 41 p.
KOCOUREK, R. La langue française de la technique et de la science : vers une linguistique de la langue savante. 2e éd. Wiesbaden: O. Brandstetter Verlag, 1991, ©1982.
KRIEGER, M. G. A obra e o fazer dicionarísticos. Cadernos do IL – Terminologia. Porto Alegre: UFRGS, 1993. p. 9-16.
KRIEGER, M. G.; FINATTO, M. J. B. Introdução à terminologia: teoria e prática. São Paulo: Contexto, 2004.
L’HOMME, M.-C. La terminologie: principes et techniques. Montréal: Les Presses de l’Université de Montréal, 2004. p. 83-118.
RONDEAU, G. Introduction à la terminologie. Québec: Gaëtan Morin, 1984.

Programa

1. Arte pré-histórica: monumentos megalíticos (dólmen, menir, cromeleque, alinhamento). Petróglifos de Auga da Laxe en Gondomar, a Lapa de Gargantáns (menir) en Moraña, cunco do tesouro de Caldas de Reis.

 

2. Arte antiga: época castrexa (os castros, chi-rhos, tesouros de ouro). Diadema do Castro de Elviña, torques de Burela, torso de guerreiro de Armeá en Allariz, trisquel calado de Castromao. Época romana (muralhas, catacumbas, pinturas murais, farois, salinas). Interior da Torre de Hércules

muralhas de Lugo, estela funerária galaicorromana de Mazarelas, edifício romano de Santa Eulalia de Bóveda e crismão de Quiroga.

 

3. Arte pré-românica: arquitetura visigoda e sueva (Santa Comba de Bande, San Xes de Francelos, Santa María a Real do Cebreiro, San Miguel de Celanova).

 

4. Arte românica: o caminho de Santiago, a Ribeira Sacra de Ourense (San Estevo de Ribas de Sil), catedrais de Santiago e Lugo.

 

5. Arte gótica: arquitetura religiosa (catedrais de Tui, Ourense), civil (casas dos séculos XIV e XV) e castelos medievais. Escultura sepulcral: Fernán Pérez de Andrade.

 

6. Arte renascentista: arquitetura aristocrática (o paço), religiosa (mosteiros beneditinos e cistercienses, San Martiño Pinario, Hospital Real) e civil (Casa de Arines e Pazo Figueiroa). Pintura renacentista (Santa Bia de Banga). Retablos renacentistas, Juan da Vila, Gregorio Español.

 

7. Arte barroca: o barroco de Compostela (Fernando Casas Novoa, Domingo Antonio de Andrade) e a pintura barroca (Antonio Puga).

 

8. Arte neoclássica: arquitetura neoclássica (Francisco Llobet, Domingo Lois Monteagudo, Carlos Lemaur, Julian Sanchez Bort, Miguel ferro Caaveiro, Melchor de Prado y Mariño. Pintura (Manuel Romay, Manuel de Prado, Antonio del Villar).

 

9. Arquitetura do século XIX: arquitetura dos novos materiais, historicismo (Michel Pacewicz, Jenaro de la Fuente Domínguez, Manuel Gómez Román, José de Astiz y Bárcena). Escultura e pintura do século XIX: romanticismo, realismo, impressionismo (Serafín Avendaño, Ovidio Murguía, Agustín Querol).

 

10. Arquitetura da 1ª metade do século XX: ecletismo, art déco, art nouveau, modernismo, funcionalismo, regionalismo, racionalismo (Francisco Castro Represas, Antonio Alés Reinlein, Xosé Caridad Mateo, Xosé Bar Boo, Desiderio Pernas). Pintura e escultura da 1ª metade do século XIX: vangardas históricas, cubismo, surrealismo, futurismo, expresionismo, asbtração.

 

11. Arquitetura da 2ª metade do século XX (Urbano Lugrís, Xaime Quessada, Pintor Laxeiro, Manuel Colmeiro). Escultura e pintura da 2ª metade do século XX: performance, happenings, expresionismo abstrato, art povera, body painting, pop art, arte conceptual (Francisco Leiro, Manolo Paz, Xosé Manuel castro, María Carretero).

 

12. Arte popular: muinhos, sequeiros, farois. Fotografia. Arte popular urbana: O grafitti (Elisa Capdevila, Murone, Muelle, Alberto 'Ash' Santos, Primo Bansky, Lucio Estrada, Nano4814, Sly).

 

BIBLIOGRAFIA


Álvaro López, Milagros. 2003. Historia da arte. Anaya.
Arias Vilas, Felipe. 1992. A romanización de Galicia. A Nosa Terra.
Carballo, Francisco; Sénen López, Felipe; López Carreira, Anselmo; Obelleiro, Luís; Alonso, Bieito. 1996. Historia de Galicia. Edicións A Nosa Terra.
Calo Lourido, Francisco. 1993. A cultura castrexa. A Nosa Terra.
Cegarra, Basilio. 1992. Guia da arte de Galicia. Galaxia.
López Carreira, Anselmo. 2005. Historia xeral de Galicia. A Nosa Terra.
López Carreira, Anselmo. 2005. O reino medieval de Galicia. A Nosa Terra.
Vilanova, Fernando M. 2005. A pintura galega (1850 – 1950). Xerais.

Programa

Este curso de lingua galega continua com a análise dos principais elementos constitutivos do sistema linguístico galego: prosódia, morfologia, sintaxe, léxico e questões sociolinguísticas e culturais. Dado que o galego e o português são muito inteligíveis, o aluno não encontrará dificuldades na aprendizagem da língua e por isso o curso
será ministrado integramente em língua galega. Como o nível é intermédio será necessário um conhecimento prévio da língua. Também serão vistos textos galegos literários simples dos três géneros: lírica (poesia galega atual), narrativa (prosa atual juvenil) e teatro (obras curtas) e também obras cinematográficas. O curso faz referência às diferentes competências da língua:
- expressão oral: resolver situações e tarefas como intervenções simples de carácter social;
-compreensão escrita: compreensão, interpretação e identificação de informação e instruções simples relacionadas
com situações habituais e previsíveis encontradas em textos;
- compreensão oral: compreensão de expressões e vocabulário sobre temas de interesse pessoal.
- expressão escrita (expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões, convites e dar
instruções mínimas, saudar, se apresentar, agradecer e pedir desculpas);
- dimensão intercultural e sociolinguística (serão abordados diferentes temas sobre a cultura galega como a
mitologia, as tradições, os símbolos, os principais autores, a relação Galícia-Brasil).
- dimensão metafórica: saber falar em modo simbólico e indireto mediante metáforas e metonímias.
O professor fornecerá ao aluno as ferramentas virtuais para que a aprendizagem possa se tornar autónoma e para que o aluno use os recursos on-line para o estudo e a revisão dos conteúdos. Ao longo do curso será entregado muito material procedente de revistas e jornais culturais galegos. Cada sessão estará dividida em 2 partes: 1 hora teórica (por exemplo as regras da colocação dos pronomes átonos...) e outra hora prática e cultural. As aulas são participativas e obrigam ao aluno a intervir ativamente. Os temas culturais estão relacionados com a cultura galega (geografia, história, música, literatura, política, mitologia).
As seguintes referências bibliográficas incluem os textos que o professor fará chegar aos alunos virtualmente. De cada obra serão selecionados os fragmentos mais pertinentes e nunca a obra inteira.


Recursos didáticos
Livro de texto didático
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 3. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/celga-4/aula-de-galego/alumnado
Gramáticas e manuais de estilo
———— 2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega.

Baía Edicións.


Quadrinhos
Prado, Miguelanxo. 2012. Ardalén. Norma Editorial.
Prado, Migueanxo. 2020. O pacto do letargo. Retranca Edicións.
Ensaios sobre cultura
Barreiro Fernandez, Xosé Ramón. 2007. Os símbolos de Galicia. Consello Cultura Galega.
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións

Programa

Aula 1 (17/10) – Introdução: Irlandesidade e negritude: considerações iniciais 
Aula 2 (24/10) – A ilha das mil boas-vindas?
Leitura obrigatória: Roddy Doyle “Guess Who’s Coming for the Diner”
Aula 3 (31/10)– Reimaginando a nação (branca) 
Leitura obrigatória: Donal Ryan “Eveline” e James Joyce “Eveline”
Aula 4 (07/11) – Para além da heterossexualidade: a homonormatividade 
Leitura obrigatória: Emma Donoghue “The Welcome” 
Aula 5 (14/11) – Existência negra e gêneros ficcionais
Leitura obrigatória: Roisín O’Donnell “Infinite Landscapes”
Aula 6 (21/11) – Erguendo a voz?
Leitura obrigatória: Melatu Okorie “Under the Awning”
Aula 7 (28/11) – Encerramento: Novos paradigmas para o cânone
Leitura obrigatória: Kit De Waal “May the Best Men Win”


Referências bibliográficas

AHMED, Sara. “A phenomenology of whiteness”. In: Feminist Theory, v. 8, 2007, pp. 149-168. DOI:
10.1177/1464700107078139
BUTLER, Judith. Gender Trouble. Feminism and the Subversion of Identity. New York: Routledge, 1999.
BUTLER, Judith. Bodies that Matter. On the Discursive Limits of “Sex”. New York, Rutledge, 1993. 
FANON, Frantz. Pele negra, máscaras brancas. Trad. Sebastião Nascimento. São Paulo: Ubu, 2020. 
HALL, Stuart (ed). Representation. Cultural Representations and Signifying Practices. London: SAGE Publications &
Open University, 1997.
HALL, Stuart. “Cultural Identity and Diaspora”. In: WILLIAMS, P. ; CRHISMAN, L. (eds). Colonial Discourse and
Post-Colonial Theory: A Reader. New York: Routledge, 2013, pp. 392-403.
HALL, Stuart. “The After-life of Frantz Fanon: Why Fanon? Why Now? Why Black Skin, White Masks?” In. Read,
Alan (Ed.). The Fact of Blackness. Frantz Fanon and Visual Representation. London: Institute of Contemporary Arts,
pp. 13-37.
HARTMAN, Saidiya. Scenes of Subjection. New York: Oxford University Press, 1997.
hooks, bell. Anseios. Raça, gênero e políticas culturais. Trad. Jamile Pinheiro. São Paulo: Elefante, 2019a.
hooks, bell. Erguer a voz. Pensar como feminista, pensar como negra. Trad. Cátia Bocaiuva Maringolo. São Paulo:
Elefante, 2019b.
hooks, bell. Olhares negros. Raça e representação. Trad. Stephanie Borges. São Paulo: Elefante, 2019c.
Jackson, Zakiyyah I. Becoming Human. Matter and Meaning in an Antiblack World. New York: New York University
Press, 2020. ePUB.
JOYCE, James. Dubliners. London: Penguin, 2000.
KIBERD, Declan. The Irish Writer and the World. Cambridge: Cambridge University Press, 2005.
KILOMBA, Grada. Memórias da Plantação. Episódios de racismo cotidiano. Trad. Jess Oliveira. Rio de Janeiro:
Cobogó, 2019.
KING, Jason. “Irish Multicultural Fiction: Metaphors of Miscegenation and Interracial Romance”. In: BYRNE, J. P. et
al. Affecting Irishness. Negotiating Cultural Identity Within and Beyond the Nation. Bern: Peter Lang, 2009, p. 159-
177.
KRISTEVA, Julia. Powers of Horror. An Essay on Abjection. Trans. Leon S. Roudiez. New York: Columbia
University Press, 1982.
MACHARIA, Keguro. “Frantz Fanon’s Homosexual Territories.” In: Frottage. Frictions of Intimacy across the Black
Diaspora. New York: New York University Press, 2019, epub, pp. 103-186.
Mbembe, Achille. On the Postcolony. Berkley: University of California Press, 2001. 
Meaney, Gerardine. Gender, Ireland, and Cultural Change. Race, Sex, and Nation. Routledge: New York, 2010. 
MUNANGA, Kabengele. Negritude: usos e sentidos. Belo Horizonte: Autêntica, 2020.
SCOTT, Darieck. Extravagant Abjection. Blackness, Power, and Sexuality in the African American Literary
Imagination. New York: New York University Press, 2010.
SEDGWICK, Eve Kosofsky. Between Men. English Literature and Male Homosocial Desire. New York: Columbia
University Press, 1985.
SILVA, Denise F. Toward a Global Idea of Race. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2007.
SPILLERS, Hortense. “Mama's Baby, Papa's Maybe: An American Grammar Book” Diacritics, Vol. 17, No. 2,
Culture and Countermemory: The "American" Connection. Summer, 1987, pp. 64-81. Available at: 
http://links.jstor.org/sici?sici=0300-7162%28198722%2917%3A2%3C64%3AMBP…
SPIVAK, Gayatri. Can the subaltern speak? reflections on the history of an idea. Ed. Rosalind C. Morris. New York:
Columbia University Press, 2010.
WARREN, Calvin. “Oniticide: Afro-pessimism, Gay Nigger #1, and Surplus Violence.” In: GLQ 23:3, 2017, pp. 391-
418. DOI 10.1215/10642684-3818465
WYNTER, Sylvia. “Unsettling the Coloniality of Being/Power/Truth/Freedom: Towards the Human, After Man, Its
Overrepresentation–An Argument”. In CR: The New Centennial Review. Volume 3, Number 3, Fall 2003. pp. 257-
337.

Programa

1. Apresentação, saudações e despedidas, alfabeto, números.
2. Dados pessoais, diálogos.
3. Vocabulário inicial, gêneros gramaticais.
4. Conjugação de verbos.
5. Pretérito, declinação, pronomes.

Bibliografia:

STEMPEK, Iwona. GRUDZIEŃ, Małgorzata. Polski, Krok po Kroku 1: Zeszyt ćwiczeń. Cracóvia: GLOSSA Polish Language School, 2012. 112 p.

STEMPEK, Iwona. STELMACH, Anna. DAWIDEK, Sylwia. SZYMKIEWICZ, Aneta. Polski, Krok po Kroku 1: Seria podręczników do nauki języka polskiego dla obcokrajowców. Cracóvia: GLOSSA Polish Language School, 2010. 180 p.

Programa

Comunicação: identificar critérios; reportar uma classificação; avisar; exprimir desejos e intenções/formular um pedido; trocar informações pelo telefone; caracterizar um lugar; dar conselhos/descrever uma situação hipotética; falar de suas ligações com uma cidade; descrever
lembranças; descrever sua chegada em uma cidade estrangeira; exprimir sentimentos; compreender uma reclamação; resolver um problema; antecipar e gerenciar um problema de saúde; se informar
sobre o seguro saúde; compreender formalidades; pedir ajuda; compreender um documento administrativo; nuançar seus gostos e seu interesse; descrever semelhanças e diferenças; falar de
passeios ; aconselhar; propor um passeio; escolher um passeio em grupo; convencer/hesitar; informar sobre um evento; falar de eventos familiares; compreender costumes; compreender diferenças culturais; descobrir novas atividades noturnas; descrever comportamentos.

Vocabulário: critérios de escolha de uma cidade; reportar uma classificação; avisar sobre um fenômeno de sociedade; dar informações sobre um alojamento; trocar informações práticas pelo telefone; caracterizar um local de vida; exprimir sentimentos (1) em relação a uma cidade; descrever sua chegada em uma cidade estrangeira; exprimir sentimentos (2) ligados ao cotidiano; resolver um problema com a Internet; descrever sintomas de uma doença; compreender o funcionamento do seguro saúde; completar procedimentos administrativos; pedir ajuda para gerenciar um problema; nuançar seus gostos e seu interesse; valorizar a vida na cidade; comentar dados estatísticos; exprimir o acordo e o desacordo; as atividades de grupo em contexto profissional; exprimir uma hesitação; os membros de uma família; descrever uma cerimônia de casamento; descrever comportamentos entre amigos.

Gramática: alguns verbos preposicionais para falar da expatriação; exprimir uma intenção, uma ambição; o condicional presente (1) para formular um pedido polido ou um desejo; o lugar do adjetivo; o condicional presente (2) para dar conselhos, descrever uma situação hipotética, para fazer propostas; os pronomes “où” (1) et “dont” para dar precisões sobre um lugar; o subjuntivo para exprimir sentimentos; as estruturas para redigir uma carta de reclamação; exprimir uma consequência; o imperativo e os pronomes pessoais para dar instruções; o discurso indireto para reportar falas ou pensamentos; a negação para nuançar seus gostos e seu interesse; expressões para aconselhar; expressões para colocar em evidência; a expressão de objetivo para convencer; alguns verbos preposicionais para informar sobre um evento; os pronomes “en” e “y” para substituir um lugar, uma coisa ou uma ideia; a negação (2) para exprimir uma restrição; a expressão da oposição e da concessão; os pronomes demonstrativos e indefinidos para descrever comportamentos.

Elementos de fonética: ligação e encadeamento consonântico; as marcas do francês familiar no oral; a expressão do descontentamento; o acento de insistência; as vogais nasais; hesitação e interrogação; variações rítmicas e melódicas.

Obs.: Serão estudados e praticados os elementos lexicais, fonéticos, fonológicos, morfossintáticos e semânticos necessários à expressão oral e escrita que será desenvolvida no curso.

Bibliographie :
CHAMBERLAIN, A. STEELE, R. Guide pratique de la communication. Paris, Didier, 1998.
LAROUSSE. Dicionário Larousse Francês-Português/ Português-Francês. Larousse Brasil, 2009.
GARCIA, F. En avant la grammaire ! Intermédiaire. Cahier d’activités de grammaire en situation. 2ª ed. Montréal, Marcel Didier, 2006.
GREGOIRE, M. ; THIÉVENAZ, O. et al. Grammaire progressive du français - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2013.
______. Grammaire progressive du français - Corrigés - niveau intermédiaire. Paris, CLE, 2002.
HIRSCHPRUNG, N.; TRICOT, T. Cosmopolite 3. Niveau B1. Paris: Hachette, 2017.
REY-DEBOVE, J. et al. Le petit Robert. Paris, Dictionnaires Le Robert, 1999.

Programa

Aula 01: Introdução ao pensamento de Emmanuel Levinas (contexto, história e fenomenologia)

Aula 02: A ética como relação face a face

Aula 03: A questão da justiça e o emergir da ontologia

Aula 04: Os desdobramentos da política: cidadania, direitos humanos e democracia

BIBLIOGRAFIA

LEVINAS, E. Entre nós: ensaios sobre a alteridade. Petrópolis: Vozes, 2004.
LEVINAS, E. De Deus que vem à ideia. Petrópolis: Vozes, 2008.

Programa

Seminar 1:
Psychoanalysis, Politics and Society: What Remains Radical in Psychoanalysis?
This seminar is concerned with the contribution that psychoanalysis has made to progressive political thought. It argues that despite, alongside or in tension with the more conservative, psychologically ‘reductive’ side of psychoanalytic politics, there is a very challenging radical strand. On the whole, once the Berlin Institute of Psychoanalysis was destroyed by Nazism, it found its strongholds outside the main psychoanalytic movement, for example in the works of philosophers and social theorists from Herbert Marcuse to Judith Butler; and this is one of the issues that needs to be addressed as part of the question of whether this radicalism is truly ‘psychoanalytic’. Starting with Freud, and taking seriously the contribution of social theorists influenced by Klein and Lacan, the seminar suggests that psychoanalysis offers a vocabulary for, and orientation towards, subjectivity that is not otherwise highly developed in political thought.
 
 
Seminar 2:
Psychoanalysis and Jewish ‘barbarism’.
In some recent work on decolonization, there has been an attempt to claim some Jewish writers of the twentieth century as participating in a rethinking of ‘barbarism’ that aligns Jewish thought with the decolonial movement. This is problematic, especially because post-Holocaust and Zionist discourses have positioned Jews normatively as part of European ‘civilization’ opposed to barbarism. Nevertheless, the reclaiming of a radical Jewish tradition allied with other movements of the oppressed may provide resources for barbaric thinking, using ‘barbaric’ here in the positive sense to mean that which confronts the hegemony of European colonial thought. The relative absence of psychoanalysis from this discussion is striking. Given the place of psychoanalysis both as a ‘colonial’ discipline and as a contributor to critical and postcolonial thought, can it be seen in the positive tradition of Jewish barbarism? This session offers an account of Jewish barbaric possibilities and suggests ways in which psychoanalysis might connect with them.
 
Seminar 3:
Psychosocial studies is methodologically and theoretically diverse, drawing on a wide range of intellectual resources. However, psychoanalysis has often taken a privileged position within this diversity, because of its welldeveloped conceptual vocabulary that can be put to use to theorise the psychosocial subject. Its practices have become a model for some aspects of psychosocial work, especially in relation to its focus on intense study of individuals, its explicit engagement with ethical relations, and its traversing of disciplinary boundaries across the arts, humanities and social sciences. On the other hand, this possible hegemony of psychoanalytic discourse produces tensions with some other ‘trans’ components of the psychosocial studies enterprise such as postcolonial and queer studies. This ‘dispute’ also governs debates about the type of psychoanalysis that might be most appropriate for psychosocial studies. The debate about the place of psychoanalysis in psychosocial studies is radically different from the longstanding question of the scientific status of psychoanalysis; here, the issue is not whether psychoanalysis is ‘objective’ and empirically established, but rather whether and how it can be deployed as an ethical practice in the context of an emergent area of socially progressive critical research. The claim will be made that the engagement between psychoanalysis and its psychosocial critics is fundamentally productive. Even though it generates real tensions, these tensions are necessary and significant, reflecting genuine struggles over how best to understand the socially constructed human subject.
 
Seminar 4:
(In)security ‘Security’ is a nodal point for the state and the citizen. This seminar will explore security and insecurity as psychosocial states: states of feeling which have a social resonance and are shaped by social factors and discourses that increase and decrease precarity. These states of security and insecurity are formed by affect, giving them cogency and making them dynamic and causal in their operations. The psychoanalytic literature on (in)security deriving from the ‘British’ tradition of Winnicott and the sociological work that has stemmed from that, offer insights into the conditions that give rise to security of ‘selfhood’ and their links with issues of risk and trust, as well as paranoia and fears actively generated by the state, media and other institutional actors. In recent years this has been consolidated into notions such as the ‘neurotic citizen’ to describe ways in which management of anxiety has become a key concern of social policy. Could it be that the focus on security is not just a reflection of an underlying insecure state, but a cause of it?
 
Bibliografia:
 
Seminar 1:
 
Frosh, S. (1999) The Politics of Psychoanalysis. London: Palgrave.
Marcuse, H. (1955) Eros and Civilization. Boston: Beacon Press.
Zaretsky, E. (2015) Political Freud. New York: Columbia University Press.
 
Seminar 2:
 
Arendt, H. (1944) The Jew as Pariah: A Hidden Tradition. In J. Kohn and
R. Feldman (eds) (2007) Hannah Arendt: The Jewish Writings. New York: Schocken.
Cheyette, B. (2013) Diasporas of the Mind: Jewish and Postcolonial Writing and the Nightmare of History. New Haven: Yale University Press. 
Damousi, J. and Plotkin, M. (eds.) (2012) Psychoanalysis and Politics:
Histories of Psychoanalysis under conditions of restricted political freedom. Oxford: Oxford University Press.
Slabodsky, S. (2014) Decolonial Judaism: Triumphal Failures of Barbaric Thinking. London: Palgrave.
Stonebridge, L. (2019) Placeless People: Writing, Rights and refugees. Oxford: Oxford University Press.
 
Seminar 3:
 
Frosh, S. and Baraitser, L. (2008) Psychoanalysis and Psychosocial
Studies. Psychoanalysis, Culture and Society, 13, 346–365. Greedharry, A. (2008) Postcolonial Theory and Psychoanalysis. London: Palgrave.
Wetherell, M. (2012) Affect and Emotion: A New Social Science Understanding. London: Sage.
 
Seminar 4:
 
Berlant, L. (2011) Cruel Optimism. Durham and London: Duke University Press.
Isin, E. (2004). The Neurotic Citizen. Citizenship Studies, 8, 217–235.
Walsh, J. (2014) Narcissism and Its Discontents. London: Palgrave.