Programa

Objetivo:
O curso tem por objetivo discutir as diferenças de sentido que um mesmo texto pode adquirir em meios de publicação distintos. Nesse sentido, ao olhar para três contos de Papéis Avulsos (1882) publicados em jornal durante a década de 1870, pretende-se compreender quais os protocolos de leitura de cada um desses escritos tanto nos periódicos quanto no livro, tendo ainda como objetivo de compreender quais os motivos que levaram o autor a incluir três contos publicados antes de Memórias Póstumas de Brás Cubas (1880) em uma coletânea posterior.

Programação:
A ambiência discursiva como conceito
Noções gerais sobre Machado de Assis:
Panorama de sua atividade como jornalista
O dilema de um Realismo antirrealista
Alguns traços de Papéis Avulsos e das obras que o circundam
A recepção dos contos machadianos
“A Chinela Turca” e a folha A Epocha
Análise intrínseca do conto
O jornal A Epocha e o pseudônimo Manassés
O conto quando publicado em livro
“Uma Visita de Alcebíades” e o Jornal das Famílias
Análise intrínseca do conto
O Jornal das Famílias e o pseudônimo Victor de Paula
O conto quando publicado em livro
“Na Arca” e o periódico O Cruzeiro
Análise intrínseca do conto
O Cruzeiro e o pseudônimo Eleazar
O conto quando publicado em livro

Bibliografia:
Textos de Machado de Assis:
ASSIS, Machado de. Papéis Avulsos. Rio de Janeiro: Lombaerts & Cia, 1882.
______. “A Chinela Turca”. A Epocha. Rio de Janeiro: n. 1, pp.3-6, 14 nov. 1875.
______. “Uma Visita de Alcibíades”. Jornal das Famílias. Rio de Janeiro: n. 10, pp.-305-308, out. 1876a.
______. “Na Arca”. O Cruzeiro. Rio de Janeiro: n. 133, p.1, 14 maio 1878a.
______. “Um capuchino de Jerusalém remeteu-me pelo (…)”. O Cruzeiro. Rio de Janeiro: n. 133, p.1, 14 maio 1878b.
______. Notas Semanais. Organização de John Gledson e Lúcia Granja. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2008.
______. História de Quinze Dias. Organização de Leonardo Affonso de Miranda Pereira. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2009.
______. História de Quinze Dias, História de Trinta Dias: Crônicas de Machado de Assis – Manassés. Organização de Silvia Maria Azevedo. São Paulo:
Editora Unesp, 2011.
______. “O Jornal e o Livro”. In: Obra Completa de Machado de Assis. Organização de Aluizio Leite, Ana Lima Cecílio, Heloisa Jahn e Rodrigo Lacerda. 3ª ed. São Paulo: Nova Aguilar, vol. III, 2015, pp. 991-994.
______. “A Reforma pelo Jornal”. In: Obra Completa de Machado de Assis. Organização de Aluizio Leite, Ana Lima Cecílio, Heloisa Jahn e Rodrigo Lacerda. 3ª ed. São Paulo: Nova Aguilar, vol. III, 2015, pp. 1017-1019.
______. “Literatura Realista: O Primo Basílio, Romance do Sr. Eça de Queiroz, Porto, 1878”. In: Obra Completa de Machado de Assis. Organização de Aluizio Leite, Ana Lima Cecílio, Heloisa Jahn e Rodrigo Lacerda. 3ª ed. São Paulo: Nova Aguilar, vol. III, 2015, pp. 1206- 1215.
______. “Notícia da Atual Literatura Brasileira: Instinto de Nacionalidade”. In: Obra Completa de Machado de Assis. Organização de Aluizio Leite, Ana Lima Cecílio, Heloisa Jahn e Rodrigo Lacerda. 3ª ed. São Paulo: Nova Aguilar, vol. III, 2015, pp. 1177-1184.

Textos publicados em jornais da época:
A EPOCHA. A Epocha. Rio de Janeiro: n. 01, 14 nov. 1875, p. 3.
AOS NOSSOS LEITORES. Jornal das Famílias. Rio de Janeiro: n. 01, jan. 1863, pp. 1-2.
A REDAÇÃO AOS LEITORES. Revista Popular. Rio de Janeiro: tomo XVI, out-dez 1862, p. 361.
EDITORIAL. O Cruzeiro. Rio de Janeiro: n. 1, 1º jan. 1878, p. 1.
PAPÉIS AVULSOS. Gazeta de Notícias. Rio de Janeiro: n. 299, 27 out. 1882, p. 1.
PAPÉIS AVULSOS por Machado de Assis. Jornal do Commercio. Rio de Janeiro: n. 305b, 04 nov. 1882, p. 2.
PAPÉIS AVULSOS. Gazeta da Tarde. Rio de Janeiro: n. 246, 26 out. 1882, p. 1.
SOB O TÍTULO de Papéis Avulsos (…). O Fluminense. Rio de Janeiro: n. 697, 03 nov. 1882, p. 2.
CATURRA. “Jornal das Famílias”. Correio Mercantil. Rio de Janeiro: n. 119, 1º maio 1865, p. 3.
CHAVES, Henrique. “Ainda o Primo Basílio”. Gazeta de Notícias. Rio de Janeiro, n. 108, 20 abr. 1878, p. 1.
DAST, Julio. “Gostam de Contos? A Casa Garnier (…)”. Revista Ilustrada. Rio de Janeiro: n. 321, 4 nov. de 1882, p. 2.
EGO. “O Primo Basílio”. O Cruzeiro. Rio de Janeiro: 16 abr. 1878, p. 3.
ROZA, Gama. “Os Papéis Avulsos por Machado de Assis”. Gazeta da Tarde. Rio de Janeiro: n. 251, 02 nov. 1882, p. 1.

Base teórica para a pesquisa:
AGUILAR, Luiza Helena Damiani. “O teatro em Machado de Assis: suas peças, suas críticas e sua prosa”. Em Tese. Belo Horizonte: v. 24, n. 2, maio-ago 2018, pp. 141-156.
AZEVEDO, Silvia Maria. Apresentação: Histórias de um Homem Sério. In: ASSIS, Machado de. História de Quinze Dias, História de Trinta Dias: Crônicas de Machado de Assis – Manassés. São Paulo: Editora Unesp, 2011.
BARBIERI, Ivo. Papéis à Mesa como Parentes. Disponível em: < http://www.idelberavelar.com/abralic/txt_1.pdf >. Acesso em: 11/10/2016.
BARTHES, Roland. “O Efeito de Real”. O Rumor da Língua. São Paulo: Editora Brasiliense, 1988.
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BOSI, Alfredo. Machado de Assis: o Enigma do Olhar. 4ª ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2007.
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CANDIDO, Antonio. “Esquema de Machado de Assis”. In: Vários Escritos. 5ª ed. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2011
CHARTIER, Roger. Os Desafios da Escrita. São Paulo: Editora Unesp, 2002a.
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CRESTANI, Jaison Luís. O Cruzeiro e a Reinvenção de Machado de Assis. Relatório (Pós-doutorado em Ciências da Comunicação, supervisionado pela Profa. Dra. Mayra Rodrigues Gomes) – Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015a.
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FORSTER, Edward. Aspects of the Novel. Nova Iorque: Harcourt, Brace and Company, 1927.
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GUIMARÃES, Hélio de Seixas. Os Leitores de Machado de Assis. São Paulo: Edusp; Nankin, 2004a.
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HALLEWELL, Laurence. O Livro no Brasil: Sua História. 3ª ed. São Paulo: Edusp, 2012.
LEITE, Ligia Chiappini Moraes. O Foco Narrativo. 10ª ed. São Paulo: Ática, 2005.
MACHADO, Ubiratan (Org.). Machado de Assis: Roteiro da Consagração (Crítica em Vida do Autor). Rio de Janeiro: EdUERJ, 2003.
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MCKENZIE, Donald Francia. Bibliography and the Sociology of Texts. Cambridge: Cambridge University Press, 1999.
NUNES, Benedito. O Tempo na Narrativa. São Paulo: Ática, 2000.
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PINHEIRO, Alexandra Santos. Para Além da Amenidade – o Jornal das Famílias (1863-1878) e sua Rede de Produção. Tese (Doutorado em Teoria e História Literária). Orientação de Profa. Dra. Márcia Azevedo de Abreu. Instituto de Estudos da Linguagem, Universidade Estadual de Campinas, Campinas: 2007.
POE, Edgar Allan. “A Filosofia da Composição”. In: Poemas e Ensaios. Trad: Oscar Mendes e Milton Amado. 3ª ed. São Paulo: Globo, 1999.
REGO, Enylton de Sá. O Calundu e a Panaceia. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1989.
SALLA, Thiago Mio & AGUILAR, Luiza Helena Damiani. “A Recepção de Papéis Avulsos e a Cristalização de Lugares-comuns da Crítica Machadiana: Proposta Analítica e Editorial”. Machado de Assis em Linha. São Paulo: v. 12, n. 27, ago. 2019, pp. 13-47.
SANTIAGO, Silviano. “Retórica da Verossimilhança”. Uma Literatura nos Trópicos: Ensaios sobre Dependência Cultural. 2ª ed. Rio de Janeiro: Rocco, 2000, pp. 27-46.
SCHWARZ, Roberto. Um Mestre na Periferia do Capitalismo. São Paulo: Livraria Duas Cidades, 1990.
______. “Um Avanço Literário”. Literatura e Sociedade, São Paulo: vol. 15, n. 13, pp. 234-247, jan-jun 2010.
SILVEIRA, Daniela Magalhães da. Fábrica de Contos: Ciência e Literatura em Machado de Assis. Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2010.
______. Contos de Machado de Assis: Leituras e Leitores do Jornal das Famílias. Dissertação (Mestrado em História). Orientação de Prof. Dr. Sidney Chalhoub. Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas: 2005.
TEIXEIRA, Ivan. O Altar & o Trono. Cotia, SP: Ateliê Editorial/ Campinas, SP: Editora da Unicamp, 2010.
______. “Pássaro Sem Asas ou Morte de Todos os Deuses”. In: ASSIS, Machado de. Papéis Avulsos. São Paulo: Martins Fontes, 2005, pp. IX-LIII.
VERÍSSIMO, José. História da Literatura Brasileira: de Bento Teixeira (1601) a Machado de Assis (1908). São Paulo: Letras & Letras, 1998.
______. “Bibliografia”. In: Revista Brasileira, Rio de Janeiro, ano 4, t. 16, 1898.

Programa

AULA I
1. Introdução: Filosofias Africanas e seus referenciais
1.1. Filosofia Africana: conceito, origens. 
1.2. Legitimidade da filosofia africana, desconstrução da história única, origem: Hegel, Heidegger.
1.3 .Três tendências: Objetivação/Etnofilosofia, Subjetivação e intersubjetivação.

AULA II
2.  Intersubjetivação: sujeitos em ação
2.1. Concepções libertárias para a Filosofia Africana
2.2. Ensino de elementos da Filosofia Africana e Direitos Humanos no ensino médio: algumas considerações.


3- Direitos Humanos sob uma Afroperspectiva.
3.1. A construção “ocidental” de Direitos Humanos
3.2.  Pluralismo de perspectivas em Direitos Humanos
3.3. Direitos Humanos em perspectivas Africanas e Afrodiaspóricas: contribuições de Castiano, Mbaya e outrxs.

Referências Bibliográficas

ANI, Marimba. Yurugu: An African-Centerd Critique ofEuropean Cultural Thought and Behavior. Indianapolis: Iupui University Libraries, 1994.

BRASILEIRO, Jeremias.Coexistência cultural e religiosa: um diálogo entre as congadas e o catolicismo popular. RELICÁRIO - Revista do MAS Uberlândia, v. 5, p. 35-51, 2018.

CASTIANO, José Paulino. Referenciais da filosofia africana: em busca da intersubjetivação. Maputo: Ndijra, 2010.

FERREIRA CIRILO, J.C. Fundamentos do Direito de Assistência Humanitária Internacional. In: CONPEDI/UFPB. (Org.) Direito Internacional e Direitos Humanos III. 1ed.Florianópolis: CONPEDI, 2014, v. 1, p. 241-255.

LAFER, Celso. A internacionalização dos Direitos Humanos: o desafio do direito a ter direitos.In: Filosofia e direitos humanos.  Odílio Alves Aguiar, Celso de Moraes Pinheiro e Karen Franklin (orgs.). Fortaleza: Editora UFC, 2006

MBAYA, Ettienne-Richard. Genèse, évolution et universalité des droits de l'homme face à la diversitédes cultures –Versão On-line ISSN 1806-9592, in Estud. av. v.11 n.30 São Paulo maio/ago. 1997 https://doi.org/10.1590/S0103-40141997000200003, Dossiê Direitos Humanos.

MBEMBE, Achille. A Crítica da Razão Negra.  Lisboa: Antígona, 2014.

NGOENHA, Severino Elias. Filosofia Africana: das Independências às Liberdades. Maputo, Moçambique: Edições Paulista – África, 1993.

NGOENHA, Severino Elias. Ubuntu: novo modelo de justiça glocal? In: NGOENHA, Severino Elias; CASTIANO, José Paulino. Pensamento Engajado: ensaios sobre Filosofia Africana, Educação e Cultura Política. Maputo: Editora Educar – Universidade Pedagógica, 2011, p. 63-74.

NGOENHA, Severino Elias. Concepções Africanas do Ser Humano. In: NGOENHA, Severino Elias; CASTIANO, José Paulino. Pensamento Engajado: ensaios sobre filosofia africana, educação e cultura política. Maputo: Editora EDUCAR, Universidade Pedagógica, 2011, p. 183-196.

NOGUERA, Renato. Ubuntu como modo de existir: Elementos gerais para uma ética afroperspectivista. Revista da ABPN, v. 3, n. 6, p. 147-150, nov./2011 – fev./2012.

NUNES, Diego. O “Dark Side” dos direitos humanos. In: CORDEITO, Carlos José; GOMES, Josiane Araújo. Diálogos entre educação e direitos humanos. São Paulo: Pillares, 2017

OLIVEIRA, Lorena Silva. A Filosofia Africana como projeto de futuro. In: AZEREDO, Jeferson Luís de; DECOTHÉ JR., Joel; COSTA, William (org.). Filosofia(s) sobre múltiplos olhares: filosofia(s) para tempos presentes. Criciúma, SC: UNESC, 2019, p. 116-134.

RAMOSE, Mogobe B. African Philosophy throughUbuntu. Harare: Mond Books, 1999a.

RAMOSE, Mogobe B. A filosofia Ubuntu e Ubuntucomo uma filosofia. African Philosophy  throughUbuntu.. Harare: Mond Books, 1999b, p. 49-66. Tradução para uso didático por Arnaldo Vasconcelos.

RAMOSE, Mogobe B. Sobre a legitimidade e o Estudo da Filosofia Africana. Ensaios Filosóficos, volume IV-outubro/2011. Tradução: Dirce Eleonora Nigro Solis, Rafael Medina Lopes, Roberta Ribeiro Cassiano.

SANTOS, Vanilda Honória dos. O Homo Sacer e a exclusão do outro: algumas considerações. Profanações,1(2), 70–81, 2014. https://doi.org/10.24302/prof.v1i2.560

SANTOS, Vanilda Honória dos. Apontamentos de antropologia filosófica afrodiaspórica das Congadas no Brasil. Ítaca (Rio de Janeiro. ONLINE), v. 36, p. 7-42, 2020.

SANTOS, Vanilda Honória dos. Os Remanescentes do Quilombo de Ambrósio em Minas Gerais: o direito à memória e ao território das famílias Teodoro de Oliveira e Ventura (Séculos XVIII-XXI). Revista Alpha, v. 19, p. 14, 2018.

SANTOS, Vanilda Honória dos. Implicações da Filosofia Afrodiaspórica para as ciências jurídicas. São Paulo:  ESA OAB/SP, 2021. No prelo.

SANTOS, Vanilda Honória dos. As teorias da justiça e a questão racial. In: Filosofias Africanas por vozes mulheres, 2021. No prelo.

VAZ, Henrique Cláudio de Lima. Antropologia Filosófica I. 3ª ed. corrigida. São Paulo: Loyola, 1991.

Programa

Aula 1: A fome durante o período medieval
Aula 2: Outras lentes de análise do fenômeno: a Insegurança Alimentar
Aula 3: Como a Arqueologia pode nos ajudar a avaliar a situação alimentar de comunidades medievais?: estudos de caso da Gália do Norte na Alta Idade Média

BIBLIOGRAFIA:
ABERG, Alan. “Social and economic aspects of medieval rural settlement”. In: Ruralia II. Praga, 1998.
ARBOGAST, Rose-Marie; HORARD-HERBIN, Marie-Pierre; MÉNIEL, Patrice; VIGNE, Jean-Denis. Animaux, environnements et sociétés. Collection “Archéologiques”. Paris: Éditions Errance, 2006.
ARMELAGOS, George J.; GOODMAN, Alan H.; HUSS-ASHMORE, Rebecca. “Nutritional Inference from Paleopathology”. In: SCHIFFER, Michael B. Advances in Archaeological Method and Theory, vol. 5. Tucson, Arizona: Department of Anthropology, University of Arizona, Academic Press, 1982.
BASTOS, Mário Jorge da Motta. “Campesinato”. In: Podcast Estudos Medievais - 45. Dez. 2024. Disponível em: https://open.spotify.com/episode/42Aoy11PBi18r7LQ0e9SQQ?si=Yji_EyoASjOy…. Acesso em 18 dez. 2024.
BENITO I MONCLÚS, Pere (ed.). Crisis alimentarias en la Edad Media. Modelos, explicaciones y representaciones. Milenio Publicaciones S.L., 1ª ed., 2014.
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CHAPELOT, Jean; FOSSIER, Robert. Le Village et la maison au Moyen Âge. Paris: Hachette, 1980.
CHAPELOT, Jean (dir.). Trente ans d’archéologie médiévale en France. Un bilan pour un avenir. Colloque de la Société d’Archéologie Médiévale. Caen: Publications du CRAHM, 2010.
COLARDELLE, Michel (dir.). L’homme et la nature au Moyen Âge. Actes du Ve Congrès International d’archéologie médiévale. Grenoble: Éditions Errance, 1993.
COMET, Georges. Le Paysan et son outil: essai d’histoire technique des céréales. Roma: École Française de Rome, 1992.
COMET, Georges. L’outillage agricole médiéval et moderne et son histoire. Journées Internationales d’Histoire de Flaran 23, 2003.
CONESA, Marc; POIRIER, Nicolas. Fumiers! Ordures! Gestion et usage des déchets dans les campagnes de l’Occident médiéval et moderne. Journées Internationales d’Histoire de Flaran 38, 2019.
CONTE, Patrice. “L’archéologie des silos médiévaux. Apports, limites et perspectives”. In: Histoire & Sociétés Rurales, n. 3. Rennes: Actes du Colloque de Rennes, 1995.
COLLINS, Joseph; LAPPÉ, Frances Moore. “Why Can’t People Feed Themselves?”. In: Food First: Beyond the Myth of Scarcity. New York: Ballantine, 1978.
CUISENIER, J.; GUADAGNIN, R. Un village au temps de Charlemagne. Moines et paysans de l’abbaye de Saint-Denis du VIIe siècle à l’An Mil. Paris: Musée national des arts et traditions populaires, 1988.
DEMOLON, Pierre. “L’habitat du haut Moyen Âge dans le Nord de la France: réflexions socio-économiques”. In: Revue du Nord, t. 71, n°280, 1989.
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DEVROEY, Jean-Pierre. Puissants et Misérables. Système social et monde paysan dans l’Europe des Francs (VIe-IXe siècles). Bruxelas: Académie Royale de Belgique, 2006.
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FERRAND, Guilhem; PETROWISTE, Judicaël. Le nécessaire et le superflu. Le paysan consommateur. Journées Internationales d’Histoire de Flaran 36, 2019.
FLANDRIN, Jean-Louis; MONTANARI, Massimo (Ed.). História da alimentação. São Paulo: Estação Liberdade, 1998.
FOSSURIER, Carole. Les populations carolingiennes (France, Nord-Ouest, VIIIe-Xe siècles). Approche archéo-anthropologique. BAR International Series 2831, 2016.
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Programa

Aula 1 – Entre colônia e república: Nova Granada e o surgimento de Colômbia (1780-1830)
Aula 2 – As vicissitudes do projeto republicano (1830-1886)
Aula 3 – Delegar e modernizar: o Estado colombiano (1886-1948)
Aula 4 – Política entre guerra e paz: do Bogotazo (1948) à Assembleia Nacional Constituinte de 1991
Aula 5 – Movimentos sociais, justiça constitucional e paz na Colômbia recente (1991-2020)

Referências bibliográficas
Aula 1
AFANADOR LLACH, María José. Una república colosal: la unión de Colombia, el acceso al Pacífico y la utopía del comercio global, 1819-1830. Anuario Colombiano de Historia Social y de la Cultura 45 (2), 35-63.
BASSI, Ernesto. An Aqueous Territory. Sailor Geographies and New Granada’s Transimperial Greater Caribbean World. Durham: Duke University Press, 2016.
CALDERÓN, María Teresa; THIBAUD, Clément. La majestad de los pueblos en la Nueva Granada y Venezuela, 1780-1832. Bogotá: Universidad Externado de Colombia, 2010.
CHAPARRO SILVA, Alexander. The King and the Kingdom. Royalism and the concept of Order in Tierra Firme during the Age of Revolutions. Almanack 36, 2024. https://periodicos.unifesp.br/index.php/alm/article/view/15602
ECHEVERRI, Marcela. Indian and slave royalists in the Age of Revolution: reform, revolution, and royalism in the northern Andes, 1780-1825. New York: Cambridge University Press, 2016.
GUTIÉRREZ ARDILA, Daniel. La restauración en la Nueva Granada (1815-1819). Bogotá: Universidad Externado de Colombia, 2016.
HELG, Aline. Liberty and Equality in Caribbean Colombia, 1770-1835. Chapel Hill: The University of North Carolina Press, 2004.
HENSEL, Franz. Monarquías imposibles y repúblicas melancólicas: formas en disputa de la comunidad política. Historias de lo político en Colombia Vol. 1 Imaginando repúblicas en tiempos de independencia, 1780-1852, editado por Margarita Garrido, Francisco A. Ortega e Franz Hensel. Bogotá: Universidad del Rosario, Universidad Nacional de Colombia, 2024, 3-26.
LASSO, Marixa. Myths of Harmony. Race and Republicanism during the Age of Revolution, Colombia, 1795- 1831. Pittsburgh: University of Pittsburgh, 2007.
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THIBAUD, Clément. Repúblicas en armas: los ejércitos bolivarianos en la guerra de independencia en Colombia y Venezuela. Bogotá: Planeta, 2003.

Aula 2
APPLEBAUM, Nancy. Mapping the Country of Regions: The Choreographic Commission of Nineteenth- Century Colombia. Chapel Hill: University of North Carolina Press, 2015.
BARRAGÁN, Yesenia. Freedom’s Captives. Slavery and Gradual Emancipation on the Colombian Black Pacific. New York: Cambridge University Press, 2021.
DEL CASTILLO, Lina. Crafting a Republic for the World. Scientific, Geographic, and Historiographic Inventions of Colombia. Lincoln: University of Nebraska, 2018.
ECHEVERRI, Marcela. Abolición de la esclavitud y formación del Estado en Colombia. Historias de lo político en Colombia Vol. 1 Imaginando repúblicas en tiempos de independencia, 1780-1852, editado por Margarita Garrido, Francisco A. Ortega e Franz Hensel. Bogotá: Universidad del Rosario, Universidad Nacional de Colombia, 2024, 271-313.
GUTIÉRREZ ARDILA, Daniel. La Regeneración. Nueva historia de un proceso político y constituyente que transformó a Colombia (1875-1886).
McGRAW, Jason. The Work of Recognition: Caribbean Colombia and the Post-Emancipation Struggle for Citizenship. Chapel Hill: University of North Carolina, 2014.
McGUINNESS, Aims. Path of Empire. Panama and the California Gold Rush. Ithaca: Cornell University Press, 2008.
MÚNERA, Alfonso. Fronteras imaginadas. La construcción de las razas y de la geografía en el siglo XIX colombiano. Bogotá: Planeta, 2005.
OTERO-CLEVES, Ana María. Foreign Machetes and Cheap Cotton Cloth: Popular Consumers and Imported Commodities in Nineteenth-Century Colombia. Hispanic American Historical Review, 2017, 97 (3): 423-456.
POSADA CARBÓ, Eduardo. The Allure of Democracy in New Granada, 1810-1870. Re-imagining Democracy in Latin America and the Caribbean 1780-1870, editado por Eduardo Posada Carbó, Joanna Innes, and Mark Philip. New York: Oxford University Press, 2023, 340-357
RUIZ GUTIÉRREZ, Paola. La transformación del orden territorial en la Nueva Granada, 1780-1858. Historias de lo político en Colombia Vol. 1 Imaginando repúblicas en tiempos de independencia, 1780-1852, editado por Margarita Garrido, Francisco A. Ortega e Franz Hensel. Bogotá: Universidad del Rosario, Universidad Nacional de Colombia, 2024, 429-452.
SANDERS, James. Contentious Republicans. Popular Politics, Race, and Class in Nineteenth-Century Colombia. Durham: Duke University Press, 2004.

Aula 3
APONTE MORENO, Oscar. 20 años de El Tiempo: un análisis de la modernización de la prensa en Colombia (1911-1930). Tesis doctoral, Universidad de los Andes, 2017
ARANGO, Luz Gabriela. Mujer, religión e industria. Fabricato 1923 – 1982. Medellín: Universidad de Antioquia, 1991.
ARCHILA NEIRA, Mauricio. Cultura e identidad obrera: Colombia 1910-1945. Bogotá: Cinep, 1991.
ARIAS TRUJILLO, Ricardo. Historia de Colombia contemporánea (1920-2010). Bogotá: Ministerio de Cultura: Biblioteca Nacional de Colombia, 2017.
BERGQUIST, Charles. Café y conflicto en Colombia, 1886-1910. La Guerra de los Mil Días: Sus antecedentes y consecuencias. Bogotá: Banco de la República, 1999.
CARO PERALTA, Edgar. Cultura impresa y cultura política en Colombia, 1920-1946. Universidad de los Andes. 2022
CARO PERALTA, Edgar Andrés; GALVIS CRISTANCHO, Emilse. ¿Qué clase de lector es Usted? Prácticas y espacios de la lectura pública en Colombia, 1910-1944. Anuario Colombiano De Historia Social Y De La Cultura, 2025, 52 (2). https://doi.org/10.15446/achsc.v52n2.115823.
CÓRDOBA RESTREPO, Juan. En tierras paganas Misiones católicas en Urabá y en La Guajira, Colombia, 1892-1952. Tesis doctoral, Universidad Nacional de Colombia, 2012.
GARCÉS HURTADO, Juan David. El delincuente de hoy, será el obrero del mañana. Políticas de la infancia y trabajo: instituciones, discursos, prácticas en Colombia (1920-1940). Historia y Sociedad, 2017, 32, 285-315. https://doi.org/10.15446/hys.n32.55512.
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GRISALES HERNÁNDEZ, Marisol. Gobierno delegativo: Tutelaje y concesión en la incorporación de los motilones a la nación colombiana (1863-1983). Tesis doctoral, Universidad de los Andes, 2022
GUZMÁN MÉNDEZ, Diana Paola; MARÍN COLORADO, Paula Andrea. Lectores y textos escolares durante la primera mitad del siglo XX en Colombia. La Palabra, 2016, (29), 185-197. doi:
http://dx.doi.org/10.19053/01218530.n29.2016.5709
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LEGRAND, Catherine. Colonización y protesta campesina en Colombia (1850-1950). Bogotá: Universidad de los Andes. 1988.
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ZAMBRANO PANTOJA, Fabio. 2002. De la Atenas Suramericana a la Bogotá Moderna. La construcción de la Cultura Ciudadana en Bogotá. Revista de Estudios Sociales, 2002, 1 (11), 9-16. https://doi.org/10.7440/res11.2002.01.

Aula 4
ARIAS TRUJILLO, Ricardo. Historia de Colombia contemporánea (1920-2010). Bogotá: Ministerio de Cultura: Biblioteca Nacional de Colombia, 2017.
BRAUN, Herbert. Mataron a Gaitán: vida pública y violencia urbana en Colombia. Bogotá: Universidad Nacional de Colombia, 1987
CENTRO NACIONAL DE MEMORIA HISTÓRICA. Todo pasó frente a nuestros ojos. El genocidio de la Unión Patriótica 1984-2002. Bogotá: CNMH, 2018.
DUQUE DAZA, Javier. El Frente Nacional revisitado: el cambio institucional en Colombia y sus efectos no previstos. Reflexión Política, [S. l.], v. 21, n. 42, p. 109-128.
ECHEVERRY-CAMPUZANO, Ángela Milena; RAMÍREZ BACCA, Renzo. Proceso constituyente y asamblea nacional de 1991. Representaciones sobre la paz en la prensa escrita a partir de Voz. La verdad del Pueblo. Folios, [S. l.], 30, 2014, p. 11-44.
GARZÓN VALLEJO, Iván. Rebeldes, románticos y profetas: la responsabilidad de sacerdotes, políticos e intelectuales en el conflicto armado colombiano. Bogotá: Universidad de La Sabana, 2020.
GÓMEZ GALLEGO, Jorge Aníbal et. al. Informe final de la Comisión de la Verdad sobre los hechos el Palacio de Justicia. Bogotá: Editorial Universidad del Rosario, 2010
GREEN, W. John. Gaitanismo, liberalismo de izquierda y movilización popular. Medellín: Fondo Editorial Universidad EAFIT, Banco de la República, 2013
LEMAITRE RIPOLL, Julieta. El derecho como conjuro: fetichismo legal, violencia y movimientos sociales. Bogotá: Siglo del Hombre Editores, 2009.
LAURENT, Virginie. Constitución de 1991 y multiculturalismo a prueba de la experiencia. Entre la institucionalización y la resistencia, los pueblos indígenas “llegaron para quedarse”. Anal. polit., Bogotá , v. 34, n. 101, p. 23-46, Apr. 2021.
PALACIOS, Marco. Violencia pública en Colombia, 1958-2010. Bogotá: FCE, 2012.
PASCHEL, Tianna. Becoming black political subjects: movements and ethno-racial rights in Colombia and Brazil. Princeton: Princeton University Press, 2016.
TIRADO MEJÍA, Álvaro. La Revolución en Marcha. El primer Gobierno de López Pumarejo, 1934-1938. Bogotá: Universidad Nacional, Penguin, 2019.
TORRES FORERO, César Augusto. De las aulas a las urnas. La Universidad del Rosario, la Séptima Papeleta y la Constituyente de 1991. Bogotá: Editorial Universidad del Rosario, 2007.
VIANNA, Rodrigo de Luiz Brito. A democracia e as armas – a trajetória do grupo guerrilheiro colombiano M-19. Dissertação (Mestrado em História Social). Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.
WILLS OBREGÓN, María Emma. Inclusión sin representación. La irrupción política de las mujeres en Colombia (1970-2000). Bogotá: Editorial Norma, 2007.

Aula 5
LEMAITRE RIPOLL, Julieta. El derecho como conjuro: fetichismo legal, violencia y movimientos sociales. Bogotá: Siglo del Hombre Editores, 2009.
PASCHEL, Tianna. Becoming black political subjects: movements and ethno-racial rights in Colombia and Brazil. Princeton: Princeton University Press, 2016.
LAURENT, Virginie. Comunidades indígenas, espacios políticos y movilización electoral en Colombia, 1990- 1998. Lima: Institut français d’études andines, Instituto Colombiano de Antropología e Historia, 2005.
RODRÍGUEZ-GARAVITO, César, RODRIGUEZ-FRANCO Diana. Radical Deprivation on Trial: The Impact of Judicial Activism on Socioeconomic Rights in the Global South. Cambridge: Cambridge University Press, 2015.
TAYLOR, Whitney K. The Social Constitution: Embedding Social Rights Through Legal Mobilization. Cambridge: Cambridge University Press, 2023.
RONDEROS, Maria Teresa. Guerras recicladas. Una historia periodística del paramilitarismo en Colombia. Bogotá : Aguilar, 2014
UPRIMNY, Rodrigo, SAFFON, Maria Paula. Usos y Abusos de la Justicia Transicional en Colombia. https://www.corteidh.or.cr/tablas/R21370.pdf
DE LA CALLE LOMBANA, Humberto. Revelaciones al final de una guerra. Debate. 2019.
FERNANDEZ-OSORIO, Andres Eduardo. “La implementación del acuerdo de paz con las FARC-EP: un estudio comparado desde la experiencia internacional”. Análisis Político [online], vol. 32, no 95 [16-11-2019], pp. 104-124. 2019.
GONZÁLEZ, Fernan E, BOLIVAR, Ingrid, VASQUEZ, Teófilo. Violencia Política en Colombia. CINEP. Edição Digital. 2024.
MORENO, Claudia M.. HELMSING, A. H. J. (Bert) y FAJARDO MONTAÑA, Dario. Paz posible, guerra imparable Bogotá D.C: Universidad Externado de Colombia
HERNÁNDEZ SABOGAL, Myriam, et.al. Una nación desplazada : informe nacional del desplazamiento forzado en Colombia. Bogotá : Centro Nacional de Memoria Histórica, 2015.

Programa

• Clase 1 (10/02/2020)
 
Defining and Analyzing Resistance. Possible Entrances to the
Study of Subversive Practices.
Mikael Baaz, Mona Lilja, Michael Schulz, Stellan Vinthagen.
 
• Clase 2 (11/02/2020)
 
Los dominados y el arte de la resistencia (selección).
James Scott
Palestinian Women’s Everyday Resistance: Between Normality
and Normalisation.
Sophie Richter-Devroe
 
• Clase 3 (12/02/2020)
 
Resistance of the Heart: Intermarriage and the Rosenstrasse
Protest in Nazi Germany (selección).
Nathan Stoltzfus
 
• Clases 4 (13/02/2020)
 
Breves reflexiones sobre Lugar de Enunciación
Djamila Ribeiro.
The Difference That Power Makes. Intersectionality and
Participatory Democracy
Patricia Hill Collins
 
 
Bibliografia
 
 
ABAL MEDINA, Paula: Notas sobre noción de resistencia en Michel de Certeau. Kairos, 20, 2007, p. 1-11.
AGUADO PELÁEZ, Delicia: "Violaciones en serie. Dominaciones y
resistencias tras las agresiones sexuales de ficción en la era del
#MeToo", Feminismo/s, Nº. 33, 2019, pp. 91-116
Comissão de Cooperação Internacional
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Rua do Lago, 717 Cidade Universitária -SP - Brasil
Fone: 11-3091-3572 - e-mail: ccint.fflch@usp.br
ALTHUSSER, Louis: La filosofía como arma de la revolución, México,
Siglo XXI editores, 1968.
ALTHUSSER, Louis: Ideología y aparatos ideológicos del Estado. Freud y
Lacon, Buenos Aires, Nueva visión, 1988.
ANTUNES ANDREUCCI, Álvaro Gonçalves: O risco das ideias: Intelectuais
e a Polícia Política (1930-1945), São Paulo, FAPESP, 2006
BAAZ, Mikael; LILJA, Mona y VINTHAGEN, Stellan: Researching
Resistance and Social Change: A Critical Approach to Theory and
Practice. Rowman & Littlefield International, Londres - Nueva York,
2017.
BAAZ, Mikael; LILJA, Mona; SCHULZ, Michael; VINTHAGEN, Stellan:
“Defining and Analyzing “Resistance”: Possible Entrances to the Study
of Subversive Practices”, Alternatives: Global, Local, Political, 2016, Vol.
41(3) 137-153.
BHABHA, Homi K.: O local da cultura, Belo Horizonte, UFMG, 1998.
BOSI, Alfredo: Literatura e resistência, São Paulo, Companhia das Letras,
2008.
BOURDIEU, Pierre: A economia das trocas simbólica, São Paulo, Editora
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Censorship and Silecing: Practices of Cultural Regulation, Los Angeles,
Issues and Debates, 1998, p.313-327.
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la historia, Barcelona, Gedisa, 2001.
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Resistencias cotidianas de las mujeres durante la dictadura franquista”,
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guerrilleras y ciudadanas. Resistencias femeninas en la España moderna
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CABANA IGLESIA, Ana: “Sobrellevar la vida: Memorias de resistencias y
resistencias de las memorias del franquismo”, en DEL ARCO BLANCO;
Miguel; FUERTES, Carlos; HERNÁNDEZ BURGOS, Claudio & MARCO,
Jorge (ed.): No solo miedo. Actitudes políticas y opinión popular bajo la
dictadura franquista (1936-1977), Granada, Editorial Comares, 2013, p.
100-108.
Comissão de Cooperação Internacional
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Rua do Lago, 717 Cidade Universitária -SP - Brasil
Fone: 11-3091-3572 - e-mail: ccint.fflch@usp.br
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YUSTA, Mercedes: “Rebeldía individual, compromiso familiar, acción
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cuarenta, Historia del Presente, n° 4, 2004, p. 63-92.
USTA RODRIGO, Mercedes: “Rebeldía individual, compromiso familiar,
acción colectiva. Las mujeres en la resistencia al franquismo durante los
años cuarenta”, Historia del Presente, nº 4, 2004, p. 63-92.
VIVEROS VIGOYA, María: “La interseccionalidad: una aproximación
situada a la dominación”, Debate Feminista, 2016, vol. 52, 1-17.

 

Programa

1-Romance irlandês em Tradução
2-Conto irlandês em Tradução
3-Drama irlandês no Brasil
4-Cinema: o tigre celta e o pós tigre celta
5-Os diários de Roger Casement – direitos humanos
6- Poesia irlandesa dos séculos XX e XXI em português
7-Transculturalidade: o mundo pop e as sociedades na história cá e lá.

Referências:

Allen-Randolph, Jody.Close To The Next moment. Interviews From A Changing Ireland. Carcanet Press, 2010.

Canan, Ana Graça. Mary Makebelieve. Jundiaí, SP: Paco Editorial, 2021.

Cronin, Michael. Translating Ireland: Translation, Languages, Culture. Cork Univ.Press, 1996.

Kirby, Peadar; Gibbons, Luke; Cronin, Michael. Reinventing Ireland: Culture, Society and the Global Economy. Pluto Press, 2002.

Monahan, Barry (ed.). Ireland and Cinema: Culture and Contexts. London: Palgrave Macmillan, 2015.

Mitchell, Angus. Diário da Amazônia de Roger Casement. Laura Izarra e Mariana Bolfarine (tradutoras). Edusp, 2016.

Mutran, Munira H. O Mundo e suas Criaturas. Uma Antologia do Conto Irlandês. Humanitas, 2006.

Pettitt, Lance. Screening Ireland: Film and Television. Manchester University Press, 2000.

Vargas, Fábio Aristimunho. “ABC Das Traduções Brasileiras do Ulysses de James Joyce.” In Cadernos de Tradução v.38, n.2, UFSC, p.163 https://doi.org/10.5007/2175-7968.2018 v38 n2

Wolkoff, Gisele G. Poem-ando Além Fronteiras: dez poetas contemporâneas irlandesas e portuguesas//Poem-ing beyond borders: ten contemporary Irish and Portuguese women poets.Coimbra: Palimage, 2011.

Programa

Tópico 1: A Guerra Civil e as súas consecuencias, a prohibición do galego;
Tópico 2: Exilio gaelgo e diáspora;
Tópico 3: A figura de Seoane no exilio arxentino;
Tópico 4: Castelao e o teatro, Os vellos non deben de namorarse;
Tópico 5: A narrativa no exilio, Ramón Valenzuela, Silvio Santiago, Antón Alonso Ríos;
Tópico 6: O ensaio do exilio, Sempre en Galiza;
Tópico 7: Os poetas da Xeración do 25 (Calero, Pimentel, Paz Andrade);
Tópico 8: Os poetas da Xeración do 36 (Álvarez Blázquez, Púra Vázquez);
Tópico 9: Celso Emilio Ferreiro e a Longa noite de pedra;
Tópico 10: A promoción de enlace (Carme Kruckenberg Sanjurjo, Xosé Neira Vilas);
Tópico 11: O realismo popular de Ánxel Fole;
Tópico 12: O realismo fantástico de Álvaro Cunqueiro;
Tópico 13: A figura de Eduardo Blanco Amor;
Tópico 14: A fundación de Galaxia e o ensaio de Ramón Piñeiro, Xoán Rof e Francisco del Riego;
Tópico 15: O teatro de Galaxia (existencialista, histórico e social crítico).

Manuais teóricos:
Asociación Socio-Pedagóxica Galega (ed.) (1996). Historia da Literatura Galega 5 vols.. Vigo: A Nosa Terra
Bernárdez, Carlos L. et alii (2001). Literatura galega S. XX. Vigo: A Nosa Terra
Carballo Calero, Ricardo (1981). Historia da Literatura Galega Contemporánea. Vigo Xerais
Pena, Xosé Ramón (2019). Historia da Literatura IV. De 1936 a 1975. Vigo: Xerais
Rodríguez Sánchez, Francisco (1990). Literatura galega contemporánea. Problemas de método e interpretación. Vilaboa: Ed. do Cumio
Vilavedra, Dolores (1999). Historia da Literatura Galega. Vigo: Galaxia

Obras de leitura:
Álvaro Cunqueiro: As crónicas do Sochantre;
Ánxel Fole: Á lus do candil;
Castelao: Os vellos non deben de namorarse;
Celso Emilio Ferreiro: Longa noite de pedra;
Eduardo Blanco Amor: A esmorga;
Luis Pimentel: Sombra do aire na herba;
Xosé María Álvarez Blázquez: Poemas de ti e de min;
Xosé Neira Vilas: Crónicas dun neno labrego.

Programa

Este curso de língua galega continua com a análise dos principais elementos constitutivos do sistema linguístico
galego: prosódia, morfologia, sintaxe, léxico e questões sociolinguísticas e culturais. Dado que o galego e o
português são muito inteligíveis, o aluno não encontrará dificuldades na aprendizagem da língua e por isso o curso
será ministrado integramente em língua galega. Como o nível é intermédio será necessário um conhecimento prévio
da língua. Também serão vistos textos galegos literários simples dos três géneros: lírica (poesia galega atual),
narrativa (prosa atual juvenil) e teatro (obras curtas) e também obras cinematográficas. O curso faz referência às
diferentes competências da língua:
- expressão oral: resolver situações e tarefas como intervenções simples de carácter social;
-compreensão escrita: compreensão, interpretação e identificação de informação e instruções simples relacionadas
com situações habituais e previsíveis encontradas em textos;
- compreensão oral: compreensão de expressões e vocabulário sobre temas de interesse pessoal.
- expressão escrita (expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões, convites e dar
instruções mínimas, saudar, se apresentar, agradecer e pedir desculpas);
- dimensão intercultural e sociolinguística (serão abordados diferentes temas sobre a cultura galega, em especial a
arte galega do século XX: arquitetura, escultura e pintura).
- dimensão metafórica: saber falar em modo simbólico e indireto mediante metáforas e metonímias.
O professor fornecerá ao aluno as ferramentas virtuais para que a aprendizagem possa se tornar autónoma e para
que o aluno use os recursos on-line para o estudo e a revisão dos conteúdos. Ao longo do curso será entregado
muito material procedente de revistas e jornais culturais galegos.
Os conteúdos gramaticais incluem: o grupo nominal, os pronomes, a colocação dos pronomes átonos, os acentos,
os principais tempos verbais (presente, copretérito, imperativo...) e perífrases verbais.
Cada sessão estará dividida em 2 partes: 1 hora teórica (por exemplo as regras da colocação dos pronomes
átonos...) e outra hora prática e cultural (a arte galega). As aulas são participativas e obrigam ao aluno a intervir
ativamente.
As seguintes referências bibliográficas incluem os textos que o professor fará chegar aos alunos virtualmente. De
cada obra serão selecionados os fragmentos mais pertinentes e nunca a obra inteira.
Recursos didáticos
Livro de texto didático
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 4. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/celga-4/aula-de-galego/alumnado
Gramáticas e manuais de estilo
———— 2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.

López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega.
Baía Edicións.
Quadrinhos
Prado, Miguelanxo. 2012. Ardalén. Norma Editorial.
Prado, Migueanxo. 2020. O pacto do letargo. Retranca Edicións.
Ensaios sobre cultura
Barreiro Fernandez, Xosé Ramón. 2007. Os símbolos de Galicia. Consello Cultura Galega.
Cuba, Xohán R.; Reigosa, Antonio; Miranda, Xosé. 2007. Dicionario dos seres míticos galegos. Xerais.
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Reigosa, Antonio. 2015. Galicia Encantada: O país das mil e unha fantasías. Xerais.
Manuais de arte
Álvaro López, Milagros. 2003. Historia da arte. Anaya.
Cegarra, Basilio. 1992. Guia da arte de Galicia. Galaxia.
Vilanova, Fernando M. 2005. A pintura galega (1850 – 1950). Xerais.

Programa

Aula 01 (01/11): Introdução: Problemas Morais e Jurídicos da Homossexualidade na Sociedade Vitoriana
Leitura obrigatória: “Chapter 1: Origins” do livro The International LGBT Rights Movement: a History de Laura A. Belmonte
Aula 02 (08/11): Condenação: as Controvérsias Jurídicas no Julgamento de Oscar Wilde
Leitura obrigatória: “Introduction” do livro Irish Peacock & Scarlet Marquess: the Real Trial of Oscar Wilde de Merlin Holland
Aula 03 (22/11): Escrita do Cárcere - Parte 01: Notas sobre a Humanidade e a Violência
Leitura obrigatória: “De Profundis” de Oscar Wilde (em The Complete Letters of Oscar Wilde)
Leituras teóricas optativas:
1. “The Credibility of Elves?: Narrative Exclusion and Prison Writing” de Sarah Colvin (em Prison Writing and the Literary
World: Imprisonment, Institutionality and Questions of Literary Practice)
2. “Introduction” de Judith Butler (em Frames of War: When is Life Grievable?)
Aula 04 (29/11): Escrita do Cárcere - Parte 02: Notas sobre o Orgulho e o Arrependimento
Leitura obrigatória: “De Profundis” de Oscar Wilde (em The Complete Letters of Oscar Wilde)
Leituras teóricas optativas:
1. “Love-Letter, Spiritual Autobiography, or Prison Writing? Identity and Value in De Profundis” de Ian Small (em Wilde
Writings: Contextual Conditions)
2. “Oscar Wilde’s ‘De Profundis’: Homosexual Self-Fashioning on the Other Side of Scandal” de Michael R. Doylen (em
Victorian Literature and Culture, 1999, Vol. 27, No. 2)
Obs. Não haverá aula no dia 15/11 por ser Proclamação da República.
Referências Bibliográficas
BELMONTE, Laura A. The International LGBT Rights Movement: a History. Londres: Bloomsbury, 2020.
BRISTOW, Joseph. Oscar Wilde on Trial: the Criminal Proceedings from Arrest to Imprisonment. New Haven: Yale University
Press, 2022.
BUTLER, Judith. Frames of War: When is Life Grievable?. Londres: Verso, 2009.
DOWLING, Linda. Hellenism and Homosexuality in Victorian Oxford. Ítaca: Cornell University Press, 1994.
DOYLEN, Michael R. “Oscar Wilde’s ‘De Profundis’: Homosexual Self-Fashioning on the Other Side of Scandal”. In:
Victorian Literature and Culture , 1999, Vol. 27, No. 2.
FOUCAULT, Michel. História da Sexualidade Vol.1: a Vontade de Saber. Trad. Maria Thereza da Costa Albuquerque e J.A.
Guilhon Albuquerque. Rio de Janeiro: Graal, 1999.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e Punir: o Nascimento da Prisão. Trad. Raquel Ramalhete. Petrópolis: Vozes, 1987.
HOLLAND, Merlin. Irish Peacock & Scarlet Marquess: the Real Trial of Oscar Wilde. Londres: Fourth Estate, 2003.
HYDE, H. Montgomery. The Trials of Oscar Wilde. Nova York: Dover, 1962.
KELLY, Michelle; WESTALL, Claire. Prison Writing and the Literary World: Imprisonment, Institutionality and Questions of
Literary Practice. Londres: Routledge, 2021.
Ó DONGHAILE, Deaglán. Oscar Wilde and the Radical Politics of the Fin de Siècle. Edimburgo: Edinburgh University Press,
2020.
SINFIELD, Alan. The Wilde Century: Effeminacy, Oscar Wilde, and the Queer Moment. Nova York: Columbia University
Press, 1994.
SMALL, Ian. “Love-Letter, Spiritual Autobiography, or Prison Writing? Identity and Value in De Profundis”. In: BRISTOW,
Joseph (ed.). Wilde Writings: Contextual Conditions. Toronto: University of Toronto Press.
WILDE, Oscar. The Complete Letters of Oscar Wilde. Ed. Merlin Holland e Rupert Hart-Davis. Londres: Fourth Estate, 2000.

Programa

Detalhamento:

1. Breve histórico da língua russa e seu alfabeto
2. Algumas particularidades da língua russa (casos, aspectos verbais, verbos de movimento)
3. Alfabetização
4. O caso nominativo
5. O gênero do substantivo: masculino, feminino e neutro
6. O número do substantivo: singular e plural
7. O adjetivo: gênero e número
8. O verbo russo: primeira e segunda conjugação
9. Os advérbios
10. O caso prepositivo: declinação do substantivo singular
11. O caso prepositivo: declinação do adjetivo e pronomes
12. Vocabulário
13. Fonética
14. Informações complementares relativas à história e à cultura russa 


Bibliografia:


AMÉRICO, Ekaterina Volkova; FERNANDES, Gláucia Roberta Rocha. Fale tudo em russo! Barueri: Disal Editora, 2013. 336 p.
CASTRO, Tanira. Fale russo: leitura. Porto Alegre: Ediplat, 2007. 144p.
ESMANTOVA, T. Russkii iazyk: 5 elementov. Nível A1 (elementar). São Petersburgo: Zlatoust, 2016, 319p.
KHAVRÓNINA, S. A e CHIROTCHÉNSKAIA, A. I. Russian in exercises. Moscou: Progress Publishers, 1981.
MILLER, L. V.; POLITKÔVA, L. V.; RIBAKÔVA I. I. Jíli-bíli – 28 urokov rússkogo iaziká dlia natchináiuschikh. 4ª edição. São Petersburgo: Zlatoust, 2003. 152 p.
STEPÁNOVA, F.; IÉVLIEVA, Z.; TRÍUCHINA, L. Rússki iazyk dliá vsiekh. Moscou: Editorial Progresso, 1981.
TCHERNICHÔV, S. I. Poiekhali! Rússki iazik dlia vzroslikh. Natchalni kurs. São Petersburgo: Zlatoust, 2019. 280 p.