Programa
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Detalhamento: Axe 1 : Le roman inédit de Céline |
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Detalhamento: Axe 1 : Le roman inédit de Céline |
Aula 1: Introdução ao R e RStudio – Ambientação e configuração
Aula 2: Importação de Dados – Conhecendo o tidyverse
Aula 3: Manipulação de Dados – O pacote dplyr
Aula 4: Análise Exploratória de Dados Criminais – Transformação e visualização de dados
Aula 5: Investigando crimes com Mapas – O pacote geobr
Bibliografia:
AQUINO, Jakson Alves de. R para cientistas sociais. Ilhéus: Editus, 2015.
DAUBER, Daniel. R for Non-Programmers: A Guide for Social Scientists. 2025.
WICKHAM, Hadley. R para Data Science: importe, arrume, transforme, visualize e modele dados. Editora: Alta Books, 2021.
Xie, Yihui. 2015. Dynamic Documents with R and Knitr. 2nd ed. Boca Raton, Florida: Chapman; Hall/CRC. https://yihui.name/knitr
Objetivo:
O curso visa a uma leitura mais aprofundada do Hino Homérico a Deméter, poema em hexâmetros do período arcaico grego, de gênero pouco contemplado nas aulas de graduação da habilitação de Grego Antigo, devido ao cronograma das matérias e à priorização de outros textos literários. A leitura enfocará o gênero hínico de poesia hexamétrica e, especificamente, o HHD a partir da análise das três personagens femininas divinas mais proeminentes: Deméter, Perséfone e Hécate.
Cronograma de aulas:
Aula 1: O período arcaico e seus gêneros poéticos; os Hinos Homéricos; contextualização do Hino Homérico a Deméter; os Mistérios de Elêusis.
Aula 2: Hino Homérico a Deméter (partes 1 e 2).
Aula 3: Hino Homérico a Deméter (parte 3) e considerações acerca do significado do Hino para suas três deusas (Deméter, Perséfone e Hécate).
Referências Bibliográficas:
BURKERT, W. Greek Religion. Cambridge: Harvard University Press, 1985.
_____. Ancient Mystery Cults. Cambridge: Harvard University Press, 1987.
CARVALHO, T. R. Perséfone e Hécate: representação das deusas na poesia grega arcaica. 133 fls. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Letras Clássicas, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH-USP). São Paulo, 2019. Disponível em: http://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8143/tde-16082019-133218/pt….
CLAY, J. S. The Politics of Olympus: form and meaning in the major Homeric hymns. London: Bristol Classical Press, 2006.
DEACY, S. “The Vulnerability of Athena: parthenoi and rape in Greek myth”. In: ______; PIERCE, K. F. (eds.). Rape in antiquity. London: Duckworth, 1997, pp. 43-64.
______. “From ‘Flowey Tales’ to ‘Heroic Rapes’: virginal subjectivity in the mythological meadow”. Arethusa, vol. 46, n. 3, 2013, pp. 395-413.
DYER, L. “The Gods at Eleusis”. Whitefish: Kessinger, 2001. (Originalmente um artigo em: DYER, L. Studies of the gods in Greece at certain sanctuaries recently excavated. Boston: Elibron, 2001, p. 174-218).
FARAONE, C. A. “Aphrodite’s KESTOS and Apples for Atalanta: aphrodisiacs in early Greek myth and ritual”. Phoenix, vol. 44, n. 3, 1990, pp. 219-243.
______. Ancient Greek Love Magic. Cambridge: Harvard University Press, 1999.
FAULKNER, A. (ed.). The Homeric Hymns: interpretative essays. Oxford: Oxford University Press, 2011.
FOLEY, H. P. (ed.). The Homeric Hymn to Demeter. Translation, commentary, and interpretative essays. Princeton: Princeton University Press, 1999.
GAISSER, J. H. “Noun-Epithet Combinations in the Homeric Hymn to Demeter”. TAPA, vol. 104, 1974, pp. 113-137.
______. Hymn to Demeter. Bryn Mawr Commentaries, 1980.
GANTZ, T. Early Greek Myth. Baltimore: The John Hopkins University Press, 1996.
GRAMACHO, J. (trad.). Hinos Homéricos. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, 2003.
GUEDES, C. M. O Ciclo de Elêusis: imagem e transformação social em Atenas no século IV a.C. Dissertação de Mestrado. 154 p. Museu de Arqueologia e Etnologia – Universidade de São Paulo. São Paulo: 2009.
MASSI, M. L. G. (trad.). “Hino Homérico 2: a Deméter”. In: RIBEIRO, W. A. Jr. (ed., org.). Hinos Homéricos. Tradução, notas e estudo. São Paulo: Editora da Unesp, 2010. pp. 228-267.
MYLONAS, G. E. Eleusis and the Eleusian Mysteries. Princeton: Princeton University Press, 1969.
MYRES, J. L. “Persephone and the Pomegranate (H. Dem. 372-4)”. TCR, vol. 52, n. 2, 1938, pp. 51-52.
RIBEIRO, W. A. Jr. (ed., org.). Hinos Homéricos. Tradução, notas e estudo. São Paulo: Editora da Unesp, 2010.
RICHARDSON, N. J. (ed., coment.). The Homeric Hymn to Demeter. Oxford: Oxford University Press, 1974.
______. “Early Greek Views About Life After Death”. In: EASTERLING, P. E.; MUIR, J. V. Greek Religion and Society. Cambridge: Cambridge University Press, 1985. pp. 50-66.
O curso está estruturado em três eixos centrais: fonologia, aquisição e educação. Cada um deles objetiva apresentar e discutir a relação dos aspectos linguísticos aplicados ao ensino de Língua Portuguesa, no que se refere ao processo de alfabetização e à aquisição de escrita. Para isso, os seguintes tópicos serão abordados ao longo das aulas:
Panorama histórico da alfabetização
Métodos de alfabetização
Neurociência aplicada à Educação e sua visão sobre os métodos.
Método fônico
Consciência fonológica
Fonologia articulatória
Aquisição fonológica
Bilinguismo
Alterações frequentes no ambiente escolar
Dificuldades de escrita
Frequência mínima e critérios de aprovação
Para a obtenção do certificado de extensão, o participante precisará ter, no mínimo, 85% de presença e nota 5,0. A avaliação será feita a partir da entrega de um plano de aula baseado nas reflexões feitas no decorrer do curso e por meio da participação nas discussões em aula.
Coordenadora
Profª. Drª. Raquel Santana Santos - DL/USP
Ministrantes
Aline de Lima Benevides - DL/USP
Ana Paula Piola - DL/USP
Andressa Toni - DL/USP
Carla Pereira Minello - IEL/UNICAMP
Graziela Pigatto Bohn - DL/USP
Recursos necessários e previsão orçamentária
A aulas serão ministradas e disponibilizadas on-line, bem como os materiais. O curso será inteiramente gratuito.
Bibliografia
ABAURRE, M. B. M.; FIAD, R. S.; MAYRINK-SABINSON, M. L. T. Cenas de aquisição de escrita. Campinas, SP: Mercado de Letras/ABL, 1997.
BISOL, L. (Org.) Introdução a estudos de fonologia do português brasileiro. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2010.
BORTONI-RICARDO, S. M. Métodos de alfabetização e consciência fonológica: o tratamento de regras de variação e mudança. SCRIPTA, Belo Horizonte, v.9, n.18, p. 201-220, 1. sem. 2006.
CORRÊA, M. L. G. O modo heterogêneo de constituição da escrita. São Paulo: Martins Fontes, 2004.
CORRÊA, M. L. G. Encontros entre prática de pesquisa e ensino: oralidade e letramento no ensino da escrita. PERSPECTIVA, Florianópolis, v. 28, n. 2, 625-648, jul./dez. 2010.
CRISTÓFARO-SILVA, T. Fonética e Fonologia do Português: roteiro de estudos e guia de exercícios. São Paulo: Contexto, 2009.
DAHAENE, Stanislas. Os neurônios da leitura. Porto Alegre: PENSO, 2011.
FERREIRO, Emilia e TEBEROSKY, Ana. Psicogênese da Língua Escrita. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
FIORIN, J. L. (org.) Introdução à Linguística I: objetos teóricos. São Paulo: Contexto, 2008.
FREITAS, M. J.; SANTOS, A. L. (org.) Aquisição de língua materna e não materna. Questões gerais e dados do português. Textbooks in Language Sciences 3. Berlin: Language Science Press, 2017. 494 p.
GNERRE, Maurizio. Linguagem, escrita e poder. São Paulo: Martins Fontes, 1994.
GODOY, D. M. A. Aprendizagem inicial da leitura e da escrita no português do Brasil: influência da consciência fonológica e do método de alfabetização. Tese de Doutorado. Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2005. 188 p.
KANDEL, Eric R (Org.). Princípios de Neurociências. Porto Alegre: AMGH, 2014.
LAMPRECHT, Regina Ritter. Aquisição da linguagem: estudos recentes no Brasil. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2011.
LAMPRECHT, R. R. Qual é a diferença entre consciência fonológica e consciência fonêmica? Letra A: o jornal do alfabetizador. Belo Horizonte, ano 4. n. 16, outubro/novembro, 2008, p. 3.
________________. Aquisição Fonológica do Português: Perfil de desenvolvimento e subsídios para terapia. Porto Alegre: Artmed, 2004.
LARA, C. C. & IIHA, S. E. A relação entre processos fonológicos e na escrita inicial de crianças e consciência fonológica. Verba Volant, v. 1, n.1, julho/dezembro 2010. p. 28-38.
LEMLE, Miriam. Guia teórico do alfabetizador. São Paulo: Ática, 2009. 17 ed.
MARTINS, M. A.; VIEIRA, S. R. & TAVARES, M. A. Ensino de Português e Sociolinguística. São Paulo: Contexto, 2014.
MIRANDA, A. R. M. & MATZENAUER, C. L. B. Aquisição da fala e da escrita: relações com a Fonologia. Cadernos de Educação, Pelotas [35], p. 359-405, janeiro/abril 2010.
MORTATTI, M. R. L. História dos métodos de alfabetização no Brasil. Conferência proferida durante o Seminário "Alfabetização e letramento em debate", promovido pelo Departamento de Políticas de Educação Infantil e Ensino Fundamental da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, realizado em Brasília, em 27/04/2006.
RIBEIRO, V. S.Consciência fonológica e aprendizagem da leitura e da escrita: uma análise dessa relação em crianças em fase inicial de alfabetização. Entrepalavras, Fortaleza, ano 1, v. 1, n.1, p. 100-116, ago/dez 2011.
SOARES, M. Alfabetização e letramento. São Paulo: Contexto, 2016.
SOARES, M. Letramento: um tema em três gêneros. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
SOARES, Magda. Alfabetização no Brasil: o estado do conhecimento. São Paulo: Educ/PUC-SP, 1990.
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA. Caderno de formação: formação de professores didática dos conteúdos / Universidade Estadual Paulista. Pró-Reitoria de Graduação; Universidade Virtual do Estado de São Paulo. – São Paulo: Cultura Acadêmica, 2011
VARELLA, N. K. Na aquisição da escrita pelas crianças ocorrem processos fonológicos similares aos da aquisição da fala? Letras de Hoje, Porto Alegre, v. 30, nº 4, p. 265-271, dezembro 1995.
PROGRAMA
1. O que é um códice?
Estudos de Codicologia. Apresentação da bibliografia básica.
Acesso aos códices: plataformas digitais e procedimentos de acesso presencial.
2.Descrição de fichas codicológicas.
3. Materiais e feitura.
Tipos de suportes; tintas/ pigmentos; ferramentas.
Processos de feitura.
Locais de produção.
4. Texto e Imagens.
5. Usos.
Tipos de códices.
Indícios das modificações.
Temporalidades.
Bibliografia:
AGATI, M. L. Il libro manoscritto da Oriente a Occidente: Per una codicologia comparata. 2a ed. (Studia Archaeologica, 166.) Rome: “L'Erma” di Bretschneider, 2009.
BROWN, M. P. Understanding Illuminated Manuscripts. A guide to technical terms. London: The J. Paul Getty Museum, 1994.
GÉHIN, P. (Dir). Lire le manuscrit médiéval. Observer et décrire. 2a éd. Paris: Armand Colin. 2017.
LEMAIRE, J. Introduction à la codicologie. Louvain-La-Neuve, Belgique : Institut d'études médiévales de l'Université catholique de Louvain, 1989.
MANIAC, M. Archeologia del manoscritto. Metodi, problemi, bibliografia recente. i. Collana: I libri di Viella, 34. Pubblicazione: Novembre 2002.
MUZERELLE, D. (IRHT). Vocabulaire codicologique : répertoire méthodique des termes français relatifs aux manuscrits, avec leurs équivalents en anglais, italien, espagnol, édition hypertextuelle, version 1.1, 2002-2003 (établi d'après l'ouvrage édité à Paris, Éditions CEMI, 1985). Disponível em http://codicologia.irht.cnrs.fr/ . Acesso em dez/2020.
PINHEIRO, A. V. Glossário de Codicologia e Documentação. In: Anais da Biblioteca Nacional. Rio de Janeiro: [s.n.]. v. 115p. 123–213.
Bibliografia complementar:
ALEXANDER, J. J. G. Norman illumination at Mont St Michel 966-1100. Oxford: Clarendon Press, 1970.
________. La Lettre ornée. Paris: Chêne, 1979.
AVENOZA, G.; FERNÁNDEZ FERNÁNDEZ, L.; SORIANO ROBLES, M. L. (orgs.). La producción del libro en la Edad Media. Una visión interdisciplinar. Madrid: Silex ediciones, 2019.
BERTRAND, P. Une codicologie des documents d'archives existe-t-elle ?. In: Gazette du livre médiéval, n°54. 2009, fasc. 1. p.10-18.
BERWANGER, A. R.; LEAL, J. E. F. Noções de paleografia e de diplomática. Santa Maria: UFSM, 1995.
BISCHOFF, B. Paléographie: de l’Antiqué romaine et du Moyen ge Occidental. Paris: Picard, 1993.
DAIN, A. Les manuscrits. Paris: Belles-Lettres, 1949.
DALARUN, J. Le Moyen ge en lumière: manuscrits enluminés des bibliothèques de France. Paris: Relié, 2002.
FISCHER, F.; FRITZE C.; VOGELER, G. Codicology and Palaeography in the Digital Age 2. BoD – Books on Demand, 2010.
FOSSIER F.; BOZZOLO, C.; ORNATO, E. Pour une histoire du livre manuscrit au Moyen Âge. Trois essais de codicologie quantitative. In: Journal des savants, 1980, n° p. 317-321.
HAINES B. M. Parchment: The Physical and Chemical Characteristics of Parchment and the Materials Used in Its Conservation. Pennsylvania: Leather Conservation Centre, 1999.
HAMEL, C. de. Manuscritos notáveis. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
_______. Copistas e Iluminadores. Akal: Madrid, 1997.
MASAI F. Paléographie et codicologie. In: Scriptorium, Tome 4 n°2, 1950. p. 279-29.
OUY, G. Codicologie latine médiévale. In: École pratique des hautes études. 4e section, Sciences historiques et philologiques. Annuaire 1967-1968. 1968. p. 317-326.
MUZERELLE D.; ORNATO E. Livres, monnaies, ... Objets de collection ou collections d’objets ? In: Gazette du livre médiéval, n°4. Printemps 1984. p. 10-14.
PÄCHT, O. La miniatura medieval. Madrid: Alianza, 1987.
PEIGNOT G. Essai sur l'histoire du parchemin et du vélin. Paris : A. A. Renouard, 1812.
PEREIRA, M. C. C. L. Sobre letras e imagens: as iniciais ornamentadas no Ocidente medieval. São Paulo: Intermeios, 2020.
RODRIGUES, U. A. Codicologia, história e cultura. ETD - Educação Temática Digital, Campinas, SP, v. 18, n. 3, p. 614–627, 2016.
WALTHER, I. F.; WOLF, N. Códices illustres, les plus beaux manuscrits enluminés du monde. Paris: Taschen, 2014.
WILCOX, J. (Org.). Scrapes, Stroked and Bound: Materially engaged readings of Medieval Manuscripts. Brepols, 2013.
O curso de língua galega 2 abrange as 4 grandes destrezas clássicas (expressão oral e escrita, compreensão oral e escrita), também a interação comunicativa, a dimensão pragmática-cultural e a dimensão metafórica (o mundo simbólico, o imaginário dos jogos de palavras, etc):
- expressão oral (com o professor ou entre alunos sobre temas de atualidade e sobre a questão da história do galego e a sua situação na sociedade). Resolver situações e tarefas como intervenções simples de carácter social;
- compreensão escrita (textos não só literários mas também jornalísticos adaptados ao nível do curso). Compreensão, interpretação e identificação de informação e instruções relacionadas com situações habituais e previsíveis encontradas em textos;
- compreensão oral (canções, fragmentos de filmes e vídeos, reportagens, series...). Compreensão de expressões e vocabulário sobre temas de interesse pessoal.
- expressão escrita (expressar opiniões, sentimentos, desejos e preferencias; fazer sugestões, convites e dar instruções mínimas, saudar, se apresentar, agradecer e pedir desculpas);
- dimensão intercultural e sociolinguística (serão abordados diferentes temas sobre a cultura galega como o folclore, a música, as tradições, os símbolos, os principais autores, a relação Galícia-Brasil, a emigração). O marco cultural ajuda a entender melhor o funcionamento interno e externo da língua galega, o marco pragmático.
O professor fornecerá ao aluno muitas ferramentas virtuais para que a aprendizagem possa se tornar autónoma e para que o aluno use os recursos on-line para o estudo e a revisão dos conteúdos. Ao longo do curso será entregado muito material procedente de revistas e jornais culturais galegos.
Os conteúdos gramaticais incluem: letras e sons (pronúncia), demonstrativos, o grupo nominal, os pronomes, a colocação dos pronomes átonos, os acentos, os principais tempos verbais (presente, copretérito, imperativo...) e perífrases verbais básicas, assim como uso de conetores e formas de coesão e coerência.
Cada sessão estará dividida em 2 partes: 1 hora teórica (por exemplo as regras da colocação dos pronomes átonos...) e outra hora prática (exposição de um tema de cultura). Deste jeito, as aulas são muito participativas.
Recursos didáticos
Livro de texto didático
Chamorro, Margarita; da Silva, Ivonete; Núñez, Xaquín, 2008. Aula de Galego 3. Xunta de Galicia.
https://www.lingua.gal/o-galego/aprendelo/celga-2/aula-de-galego/alumna…
Manuais de apoio
———— 2003. Normas ortográficas e morfolóxicas do idioma galego. Real Academia Galega.
Callón, Carlos. 2012. Como falar e escribir en galego con corrección e fluidez. Xerais.
Freixeiro Mato, Xosé Ramón. 2013. Estilística da lingua galega. Xerais.
López Viñas, Xoán; Lourenço Módia, Cilha; Moreda Leirado, Marisa. 2011. Gramática práctica da lingua galega. Baía Edicións.
Regueira Fernández, Xosé Luis. 2010. Dicionario de pronuncia da lingua galega. Real Academia Galega.
Exercícios de língua
Bermúdez, Ana; Colmenero, Antonio. 1999. Prácticas de lingua. Edicións do Cumio.
Manuais de sociolinguistica
Mariño Paz, Ramón. 1998. Historia da lingua galega. Sotelo Blanco Edicións
Monteagudo, Henrique. 1999. Historia social da lingua galega. Galaxia.
Revistas
VV.AA. Boletín galego de literatura. Universidade de Santiago de Compostela.
VV.AA. Revista Erregueté.
VV.AA. Revista Grial. Galaxia.
Aula 1 - Introdução
Aula 2 - Júlia Lopes de Almeida e o teatro do século XIX: a comédia O dinheiro dos outros
Aula 3 - Adalgisa Nery e o romance de formação feminino: A imaginária
Aula 4 - A crônica social de Clarice Lispector: “As crianças chatas” e “Como uma corça”
Aula 5 - A contística enamorada de Lygia Fagundes Telles: “As formigas” e “A estrutura da bolha de sabão”
BIBLIOGRAFIA
Sobre Gêneros textuais
ARRIGUCCI JR., Davi. “Fragmentos sobre a crônica”. In: Enigma e comentário. São Paulo: Companhia das Letras, 1987, p. 51–66.
BAKHTIN, Mikhail. Estética da Criação Verbal. São Paulo: Martins Fontes, 1997.
BARTHES, Roland. Análise estrutural da narrativa. Petrópolis: Editora Vozes, 2011.
CAFEZEIRO, E. GADELHA, C. História do teatro brasileiro: um percurso de Anchieta a Nelson Rodrigues. Editora UFRJ, 1996.
CANDIDO, Antonio. “A vida ao rés-do-chão”. In: Para gostar de ler: crônicas. Volume 5. São Paulo: Ática, 2003, p. 89–
CORTÁZAR, Julio. Valise de cronópio. [Trad. Davi Arrigucci Jr. e Alexandre Barbosa]. São Paulo: Perspectiva, 2013.
FARIA, J. R. História do Teatro Brasileiro: das Origens ao Teatro Profissional da Primeira Metade do Século XX. São Paulo: Perspectiva, 2012.
MAGALDI, S. Panorama do Teatro brasileiro. [S. l.]: Funarte, 1973.
MAZZARI, Marcus Vinicius; MARKS, Maria Cecilia. Romance de Formação: Caminhos e Descaminhos do Herói. São Paulo: Ateliê Editorial, 2019.
MAAS, W. P. M. D. O cânone mínimo: o Bildungsroman na história da literatura. São Paulo: Editora UNESP, 2000.
MORETTI, Franco. O romance de formação. São Paulo: Todavia, 2020.
PIGLIA, Ricardo. Formas breves. [Trad. José Marcos Mariani de Macedo]. São Paulo: Companhia das Letras, 2017.
PINTO, C. F. O Bildungsroman feminino: quatro exemplos brasileiros. São Paulo: Perspectiva, 1990.
PRADO, D. de A. História Concisa do Teatro Brasileiro. São Paulo: EDUSP, 1999.
Sobre literatura de autoria feminina
FAEDRICH, A. Ética e estética na literatura brasileira escrita por mulheres. In: NEGREIROS, C.; OLIVEIRA, F. (orgs.). Belle époque em Perspectiva. São Paulo: Intermeios, 2020. p. 151–159.
PINSKY, C. B.; PEDRO, J. M. (Orgs.). Nova História das Mulheres no Brasil. 1ª. São Paulo: Contexto, 2018.
RAGO, M.; MURGEL, A. C. A. de T. (Orgs.). Paisagens e Tramas: o gênero entre a história e a arte. São Paulo: Intermeios, 2013.
SCHMIDT, Rita Terezinha. Mulheres reescrevendo a nação. Estudos feministas. V.8. 2000.
VICENTE, Filipa Lowndes. A arte sem história: Mulheres e cultura artística (Séculos XVI - XX). Lisboa: Babel, 2012.
VICENTINI, A. M. Mudar a referência para pensar a diferença: estudo dos gêneros na crítica literária. Organon, v. 16, n. 16, p. 47–52, 2013. .
Sobre Júlia Lopes de Almeida
ENGEL, Magali Gouveia. Júlia Lopes de Almeida: Uma mulher fora de seu tempo?. La manzana de la discordia, Año 2, No. 8, p. 25- 32, Diciembre, 2009.
FANINI, Michele Asmar. Júlia Lopes de Almeida em cena: notas sobre seu arquivo pessoal e seu teatro inédito. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, Brasil, n. 71, p. 95-114, dez. 2018.
FANINI, M. A. A (in)visibilidade de um legado: seleta de textos dramatúrgicos inéditos de Júlia Lopes de Almeida. São Paulo: Intermeios, 2016.
TREVISAN, Gabriela Simonetti. A escrita Feminista de Júlia Lopes de Almeida. São Paulo: Intermeios, 2021.
Sobre Adalgisa Nery
CAMPOI, Isabel Candeloro. Adalgisa Nery e as questões políticas de seu tempo - 1905 - 1980. (Tese Doutorado em História Social). Universidade Federal Fluminense, UFF, 2008.
CALLADO, Ana Arruda. Adalgisa Nery: muito amada e muito só. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1999.
MATA, Larissa Costa da. Imaginando outro modernismo: Adalgisa Nery e Nietzsche na vanguarda brasileira. In: Anais VII Seminário de História da Literatura. Porto Alegre: PUCRS, 2007. v.7.
NERY, Adalgisa. A imaginária. Rio de Janeiro: J. Olympio, 2015.
SANT’ANNA, A. R. Adalgisa Nery: vampirismo masculino ou a denúncia do pigmalião. In: NERY, A. A imaginária. Rio de Janeiro: J. Olympio, 2015. p. 315-327.
Sobre Clarice Lispector
LISPECTOR, Clarice. “As crianças chatas”. In: A Descoberta do Mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2020, p. 21.
_______________. “Como uma corça”. In: A Descoberta do Mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 2020, p. 82-85.
PAIXÃO, Fernando. “A reinvenção da crônica por Clarice Lispector”. (Não publicado).
ROSENBAUM, Yudith. “Vozes estrangeiras em Clarice Lispector: uma leitura de ‘Como uma corça’. In: Interpretações: crítica literária e psicanálise. São Paulo: Ateliê Editorial, 2014.
WISNIK, José Miguel. “A coisa social”. In: Constelação Clarice. São Paulo: IMS, 2021, p. 294-309.
Sobre Lygia Fagundes Telles
BOSI, Alfredo. “Lygia Fagundes Telles. In: História concisa da literatura brasileira contemporânea. São Paulo: Cultrix, 2013.
GALVÃO, Walnice Nogueira. O Olhar de Uma Mulher. In: TELLES, LYGIA FAGUNDES. Os contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2019. p. 729-743. PAES, José Paulo. Ao encontro dos desencontros. In: IMS – INSTITUTO MOREIRA SALLES (1998). Cadernos de Literatura Brasileira, n. 5: Lygia Fagundes Telles. São Paulo: IMS. p. 70-83.
LUCENA, Suênio Campos. Ficção e testemunho em Lygia Fagundes Telles (material voltado para educadores). Disponível em: https://www.companhiadasletras.com.br/sala_professor/pdfs/CL_LygiaFagun…. Acesso em: 7 ago. 2023.
SANTIAGO, Silviano. A bolha e a folha: estrutura e inventário. In: In: IMS – INSTITUTO MOREIRA SALLES (1998). Cadernos de Literatura Brasileira, n. 5: Lygia Fagundes Telles. São Paulo: IMS. p. 98-111.
TELLES, Lygia Fagundes. “A estrutura da bolha de sabão”. In: Os contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
____. “As formigas”. In: Os contos. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
- A reflexão e as discussões propostas no curso serão guiadas pelas cinco perguntas a seguir, que tratam dos objetivos e dos autores da Divulgação Científica,
bem como de seu público-alvo, dos meios de publicização das informações e dos modos de adaptação do discurso científico.
- Por que fazer Divulgação Científica?
O curso proposto visa discutir as necessidades de se fazer um trabalho eficaz de Divulgação Científica, tendo em vista que é por meio dela que os resultados encontrados e alcançados na academia são compartilhados com um público não-especializado.
- Quem faz Divulgação Científica?
Pesquisadoras/es em qualquer nível de formação (estudantes de graduação, pós-graduação ou professoras/es) podem fazer com que sua pesquisa se torne
popular, de modo a contribuir e facilitar o dia a dia da população em geral. Pensando nisso, o curso elencará as características e as motivações necessárias para o/a divulgador/a científico/a desenvolver esse trabalho.
- Onde fazer Divulgação Científica?
Na era da internet, as redes sociais são as ferramentas mais utilizadas e abrangentes no que diz respeito à Divulgação Científica. Assim, o curso discutirá e
trará exemplos de canais de comunicação que fazem um bom trabalho, usando meios como Instagram, Facebook, Twitter, YouTube, Blogs e Podcasts.
- Para quem fazer Divulgação Científica?
O curso abordará estratégias focadas na adequação da linguagem especializada para uma mais acessível, com o objetivo de tornar os resultados obtidos na universidade mais inteligíveis para um público mais amplo e que se interessa pelo assunto divulgado.
- Como fazer Divulgação Científica?
Ao conhecer as melhores redes sociais e dominar a linguagem de cada uma, a/o interessada/o no curso será capaz de elaborar seus próprios meios para fazer a Divulgação Científica de sua pesquisa de forma efetiva e compreensível.
Bibliografia
ARNT, Ana de Medeiros. Ser professor, leitor e escritor: possibilitar outros modos de pensar e agir na sociedade. In: BESSA, Eduardo; FRANÇA Cecília; ARNT Ana de Medeiros (Orgs). Divulgação Científica para professores. Tangara da Serra: Ideias. 2015.
BAGNO, Marcos. Pesquisar, ensinar, mas também divulgar. LaborHistórico, vol. 5, n.1, 2020, p. 348-352.
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Este curso da História da literatura galega começa no século XVI e pode ser cursado ainda que não se fizesse o anterior sobre Idade Média. Será analisado, essencialmente, o século XIX desde o Prerrexurdimento até o início do século XX, a partir da fundação das Irmandades da Fala. A literatura galega re-nasce com a publicação de Cantares Gallegos de Rosalía de Castro, após 3 séculos de escuridão sem apenas textos literários, que também serão abordados, nomeadamente A contenda dos labradores de Caldelas, primeira obra de teatro em galego que conservamos. Os tópicos serão os seguintes: |