Programa

1a. Breve contexto da lírica do exílio
1b. Else Lasker-Schüler, alemã de origem judaica exilada em Jerusalém
2a. Nelly Sachs, alemã de origem judaica exilada na Suécia
2b. Paula Ludwig, austríaca auto-exilada no Brasil
3a. Rose Ausländer, nascida em Bucovina, de origem judaica e exilada nos EUA
3b. Hilde Domin, alemã de origem judaica exilada na República Dominicana
4. Síntese do curso e debate: aproximações e distanciamentos na poesia das autoras

Bibliografia:
Referências primárias
ABDALA JUNIOR, Luiz C. Tudo pode ser motivo - Rose Ausländer. Belas Infiéis, v. 9, n. 2, p. 219-223, 31 mar. 2020. Disponível em: . Acessado em 4 jun. 2020.
AUSLÄNDER, Rose; BRAUN, Helmut (Ed). Rose Ausländer: Gedichte. Frankfurt am Main: Fischer Verlag, 2012.
______.The Forbidden Tree: Englische Gedichte. Frankfurt am Main: Fischer Verlag, 2008.
BRANTES, Simone. Arcas de Babel: Simone Brantes traduz Hilde Domin. Cult, 15 mai. 2020. Disponível em: . Acessado em 4 jun. 2020.
DOMIN, Hilde. Abel steh auf. Gedichte, Prosa, Theorie. Herausgegeben von Gerhard Mahr. Frankfurt am Main: Reclam Verlag, 2008.
LASKER-SCHÜLER, Else. Mein blaues Klavier: Gedichte. Kindle Ausgabe. BookRix, 2015.
______. My blue piano. Poems translated from the German by Brooks Haxton. Bilingual edition. New York: Syracuse University Press, 2015.
LUDWIG, Paula. Buch des Lebens. Ebenhausen bei München: Langewiesche-Brandt, 1990.
______. Gedichte. Hg. von Kristian Wachinger und Christiane Peter. Ebenhausen: Langewiesche-Brandt, 1986.
SACHS, Nelly. Suche nach Lebenden: Die Gedichte der Nelly Sachs. Hrsg. von Margaretha Holmqvist u. Bengt Holmqvist. Frankfurt a. M.: Suhrkamp, 1971. 177 p.
______. Fahrt ins Staublose. Die Gedichte. Frankfurt A. M. Suhrkamp, 1961. 386 p.
______. Späte Gedichte. Frankfurt a. M.: Suhrkamp, 1968. 236 p.

Referências secundárias
ABDALA JUNIOR, Luiz C. Língua, palavra e experiência no poema “Mátria” de Rose Ausländer. Versalete, v. 7, n. 13, p. 271-288, dez. 2019. Disponível em: . Acessado em: 4 jun. 2020.
ADORNO, Theodor W. Palestra sobre lírica e sociedade. Tradução e apresentação de Jorge M. B. de Almeida. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2003.
ARENDT, Hannah. Origens do totalitarismo. Tradução Roberto Raposo. São Paulo: Companhia das Letras; Companhia de Bolso, 2013.
ARON, Irene. Rose Ausländer: “Mátria Palavra”. Pandaemonium Germanicumn, 5, p. 277-293, 19 dez. 2001. Disponível em: . Acessado em: 4 jun. 2020.
ASH, Adrienne. “Lyric Poetry in Exile.” Exile: The Writer's Experience, edited by JOHN M. SPALEK and ROBERT F. BELL, vol. 99, University of North Carolina Press, Chapel Hill, 1982, pp. 1–23. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
BAHR, Ehrhard. “Flight and Metamorphosis: Nelly Sachs as a Poet of Exile.” Exile: The Writer's Experience, edited by JOHN M. SPALEK and ROBERT F. BELL, vol. 99, University of North Carolina Press, Chapel Hill, 1982, pp. 267–277. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
BENTELER, Anne. Sprache im Exil: Mehrsprachigkeit und Übersetzung als literarische Verfahren bei Hilde Domin, Mascha Kaléko und Werner Lansburgh. Stuttgart: J.B. Metzler, 2019.
BOOS, Sonja. "Hannah Arendt." In Speaking the Unspeakable in Postwar Germany: Toward a Public Discourse on the Holocaust, 87-113. Ithaca, NY: Cornell University Press, 2014. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
BRANTES, Simone. Rose Ausländer por Simone Brantes. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2016; Curitiba: Editora UFPR, 2019, 224 p.
BRECHENMACHER, T. WOLFFSOHN, M. “Sprache Und Heimat, Heimat Und Hölle.” Das Kulturerbe Deutschsprachiger Juden: Eine Spurensuche in Den Ursprungs-, Transit- Und Emigrationsländern, edited by Elke-Vera Kotowski, 1st ed., De Gruyter, Berlin; München; Boston, 2015, pp. 84–99. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
BURKE, Peter. Perdas e ganhos: exilados e expatriados na história do conhecimento na Europa e nas Américas, 1500-2000. São Paulo: Editora Unesp, 2017. 300 p.
CARNEIRO, Maria Luiza Tucci; ODÁLIA, Nilo (Coord.). Brasil, um refúgio nos trópicos. A trajetória dos refugiados do Nazi-fascismo. Trad. de Dieter Strauß & Angel Bojadsen. São Paulo, Estação Liberdade/Instituto Goethe, 1996.
EMMERICH, Wolfgang. Kein Gespräch über Bäume. Naturlyrik unterm Faschismus und Exil (1981). n: Exilliteratur: 1933-1945. Hrgs. Von Wulf Koepke u. Michael Winkler. Darmstadt: wiss. Buchges, 1989. p. 394-423.
GALLE, Helmut. A poeta das “moradas da morte”. Sobre a obra lírica de Nelly Sachs. Pandaemonium Germanicum, n. 10, p. 89-112, 17 dez. 2006. Disponível em: . Acessado em: 19 nov. 2019. https://doi.org/10.11606/1982-8837.pg.2006.74327
HELWIG, Heide. „Ob niemand mich ruft“. Das Leben der Paula Ludwig. Ebenhausen bei München: Langewiesche-Brandt, 2002.
HERMAND, Jost. Schreiben in der Fremde. Gedanken zur deutschen Exilliteratur seit 1789 (1972/1979). In: Exilliteratur: 1933-1945. Hrsg. von Wulf Koepke u. Michael Winkler. Darmstadt: Wiss. Buchges, 1989. p. 62-92.
HOYER, J.M. Painting Sand: Nelly Sachs and the Grabschrift. The German Quarterly, vol. 82, 2009, pp. 24-41. Acessado em: 3 jun. 2020.
HOYER, Jennifer M. In the Mirrors' Hall’: Nelly Sachs and the 40s Generation. Scandinavian Studies, vol. 91, no. 4, 2019, pp. 500–520. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
KESTLER, Izabela Maria Furtado. Exílio e literatura. Escritores de fala alemã durante a época do nazismo. Trad. Karola Zimber. São Paulo, Edusp, 2003.
KOEPKE, Wulf; WINKLER, Michael. Einleitung. In: Exilliteratur: 1933-1945. Hrgs. Von Wulf Koepke u. Michael Winkler. Darmstadt: wiss. Buchges, 1989. p. 23-45.
LEHR-ROSENBERG, S. „Ich setzte den Fuss in die Luft, und sie trug": Umgang mit Fremde und Heimat in Gedichten Hilde Domins. Könighausen & Neumann: Würzburg, 2003.
LORENZ, Dagmar C. G. “Jewish Women Authors and the Exile Experience: Claire Goll, Veza Canetti, Else Lasker-Schüler, Nelly Sachs, Cordelia Edvardson.” German Life and Letters 51.2 (1998): 225–239.
MILLER, Malcolm. “Ancient Symbols, Modern Meanings The Use of the Shofar in Twentieth- and Twenty-First-Century Music.” Qol Tamid: The Shofar in Ritual, History, and Culture, edited by Jonathan L. Friedmann and Joel Gereboff, vol. 1, Claremont Press, Claremont, 2017, pp. 165–220. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
MIRANDA, Fernando. “Do exílio ao arquivo: rastros de Hilde Domin”. In: Caderno de Letras, n. 29, 2017, p. 67-86.
NYOTA, Lynda K. "'The Space of Words': Exile and Diaspora in the Works of Nelly Sachs." Studies in Twentieth and Twenty-First Century Literature, vol. 41, no. 2, 2017. Gale Academic OneFile. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
PEREZ, Juliana Pasquarelli; SPERBER, George Bernard. Consciência, tristeza e espera em metáforas de Else Lasker-Schüler. 2000. Universidade de São Paulo, São Paulo, 2000.
QUANDT, Christiane. Paula Ludwig: "Aus Berlin emigriert 1933! 13 Jahre Brasilien; 1953 Heimkehr – fatal!". In: Pandaemonium Germanicum, São Paulo, v. 19, n. 28, set.-out. 2016, p. 20-44. doi: http://dx.doi.org/10.11606/1982-8837192820. Acessado em: 26 fev. 2019.
SKRODZKI, Karl Jürgen. "Abschied von den Freunden". Exil in den späten Gedichten Else Lasker-Schülers. In: Literatur im Exil (Ortsvereinigung Hamburg der Goethe-Gesellschaft in Weimar e. V. Jahresgabe 2013). Wettin-Löbejün 2013. S. 58–85. – Vortrag, gehalten auf Einladung der Goethe-Gesellschaft Hamburg: 15. Klassik-Seminar (»Literatur im Exil«) am 23./24. November 2012. Disponível em: . Acessado em: 23 nov. 2019.
SCHMID, Sigrid. Schriftstellerinnen im Exil - Zuständig fürs Überleben. In: Österreichische Literatur im Exil. Salzburg: Universität Salzburg, 2002. Disponível em: . Acessado em: 10 fev. 2020.
VORDTRIEDE, Werner. Vorläufige Gedanken zu einer Typologie der Exilliteratur. (1968). In: Exilliteratur: 1933-1945. Hrgs. Von Wulf Koepke u. Michael Winkler. Darmstadt: wiss. Buchges, 1989. p. 23-43.

Programa

Perspectivas sobre raça e gênero: mulheres escravizadas, libertas e livres pobres no Brasil do século XIX
Departamento de História / FFLCH – USP


Justificativa: Silenciadas por uma historiografia tradicional, as experiências de mulheres escravizadas, libertas, libertandas e livres pobres no Brasil do século XIX têm sido objeto de novas abordagens desde a década de 1980, quando há uma valorização do sujeito histórico em detrimento de análises essencialmente estruturalistas. Um dos objetivos destas contribuições historiográficas têm sido resgatar os modos como aquelas viveram, sobreviveram, resistiram, construíram relações entre si e com os outros – de solidariedade e de conflito – e responderam às estruturas de poder, alçando-as à condição de sujeitos históricos. No entanto, a maior parte das reflexões propostas estão circunscritas ao ambiente acadêmico, de modo que a difusão de tais debates ao público não especializado se mostra necessária. Nesse sentido, neste curso, pretendemos expor um panorama dos temas caros à uma história das mulheres e das relações de gênero que se debruça sobre o período oitocentista brasileiro, a saber, escravidão, liberdade, maternidade, trabalho, corpo e acesso à educação. Para tanto, utilizaremos como recursos e ferramentas para as atividades virtuais: encontros ao vivo pelo Google Meet, apresentações didáticas através do Google Apresentações e disponibilização de textos no Google Drive, bem como o atendimento de dúvidas por e-mail.

Objetivos: O objetivo deste curso é apresentar ao público as principais questões que envolvem os estudos sobre escravidão e pós-abolição na perspectiva de gênero, sobretudo a história de mulheres escravizadas, libertas, libertandas e livres pobres no Brasil do século XIX. O curso pretende fomentar discussões que levem a uma compreensão da importância e centralidade de marcadores sociais de diferença social, como raça e gênero, dentro de uma sociedade escravista como o Brasil, e de que maneira isso se reflete na construção da cidadania e desigualdades presentes no Estado brasileiro.

Carga horária: 12h

Conteúdo/Cronograma das Aulas:

Aula 1 - Escravidão, liberdade e gênero no século XIX
Professoras ministrantes: Caroline da Silva Mariano, Caroline Passarini Sousa, Giovana Puppin Tardivo, Lígya Esteves Sant’Anna de Souza e Marina Camilo Haack
Leitura da aula: GRINBERG, Keila; PEABODY, Sue. Escravidão, liberdade e direito no atlântico escravista. In: GRINBERG, Keila; PEABODY, Sue. Escravidão e Liberdade nas Américas. Rio de Janeiro: FGV Editora, 2013, p.7-24.
MACHADO, Maria Helena Pereira Toledo. Mulher, Corpo e Maternidade. In: SCHWARCZ, Lilia; GOMES, Flavio (orgs.). Dicionário da Escravidão e da Liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018,p.334-340.

Aula 2 - Representações sobre a mulher negra escravizada: história e literatura
Professora ministrante: Caroline Passarini Sousa
Leitura da aula: TELLES, Lorena Féres da Silva. Mulheres negras, gênero e maternidade na escravidão. In: ______. Teresa Benguela e Felipa Crioula estavam grávidas: maternidade e escravidão no Rio de Janeiro (século XIX). 2018. Tese (Doutorado em História Social) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, p.21-44.
CÔRTES, Giovana Xavier da Conceição. Entre personagens, tipologias e rótulos da “diferença”: a mulher escrava na ficção do Rio de Janeiro no século XIX. In: XAVIER, Giovana; FARIAS, Juliana Barreto; Gomes, Flávio (orgs.) Mulheres Negras no Brasil Escravista e do Pós-Emancipação. São Paulo: Summus/Selo Negro, 2012, p.67-83.
 

Bibliografia complementar:
CALDWELL, Kia Lilly. A institucionalização de estudos sobre a mulher negra: Perspectivas dos Estados Unidos e do Brasil. Revista da ABPN, Uberlândia, vol.1, n. 1, mar./jun. 2010, p.18-27.
DAVIS, Angela. O legado da escravidão: parâmetros para uma nova condição da mulher. In: ______.Mulheres, Raça e Classe. São Paulo: Boitempo, 2016, p.15-41.
MAIA, Ludmila de Souza. Páginas da escravidão: raça e gênero nas representações de cativos na imprensa e literatura oitocentista. Revista de História, São Paulo, n. 176, a01817, 2017, p.1-33.

Aula 3 - Trabalho: as ocupações desempenhadas por mulheres escravizadas
Professora ministrante: Marina Camilo Haack
Leitura da aula: PASSARINI, Caroline; TARDIVO, Giovana; HAACK, Marina. Localizando a mulher escravizada nos Mundos do Trabalho.. CANTAREIRA (UFF), v. 1, p. 54-75, 2021.

Bibliografia complementar:
MUAZE, Mariana de Aguiar Ferreira. ‘O que fará essa gente quando for decretada a completa emancipação dos escravos?’: serviço doméstico e escravidão nas plantations cafeeiras do vale do Paraíba. Almanack, Guarulhos, n.12, jan./abr. 2016, p.65-87.
TELLES, Lorena Féres da Silva. Amas de leite. In: SCHWARTCZ, Lilia; GOMES, Flávio. (orgs.). Dicionário da Escravidão e Liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018, p. 99-105.
SOUZA, Flavia Fernandes de. “Escravas do lar: as mulheres negras e o trabalho doméstico na Corte Imperial”. In: XAVIER, Giovana; FARIAS, Juliana Barreto; GOMES, Flavio (orgs.). Mulheres negras no Brasil Escravista e do pós-emancipação. São Paulo: Summus/Selo Negro, 2012, p. 244-260.
SOARES, C. C. M. As Ganhadeiras: Mulher e Resistência Negra em Salvador no Século XIX. Revista Afro-Ásia, Salvador, v. 17, 1996, p. 57-71.

Aula 4 - Mulheres escravizadas em busca da alforria: luta jurídica e sentidos da liberdade
Professora ministrante: Giovana Puppin Tardivo
Leitura da aula: MACHADO, Maria Helena Pereira Toledo. Escravizadas, libertandas e libertas: qual liberdade?.In. LIMA, Ivana Stolze, GRINBERG, Keila, REIS, Daniel Aarão. Instituições Nefandas: o fim da escravidão e da servidão no Brasil, nos Estados Unidos e na Rússia. Rio de Janeiro:Fundação Casa Rui Barbosa, 2018, p. 327-337.


Bibliografia complementar:
GRINBERG, Keila. Alforria, direito e direitos no Brasil e nos Estados Unidos.Estudos Históricos, Rio de: Janeiro, n. 27, 2001, p. 63-83.
GRINBERG, Keila. Liberata: a lei da ambiguidade - as ações de liberdade da corte de apelação do Rio de Janeiro no século XIX.Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisa Social, 2010.

Aula 5 - Os diferentes discursos científicos sobre mulheres brancas e negras no século XIX: corpo, maternidade e higiene
Professora ministrante: Caroline da Silva Mariano
Leitura da aula: MATOS, Maria Izilda Santos de. Delineando corpos: as representações do feminino e do masculino no discurso médico (São Paulo 1890-1930). In: ______; SOIHET, Rachel (orgs.). O corpo feminino em debate. São Paulo: Editora Unesp, 2003, p. 107-127.
MARTINS, Ana Paula Vosne. A medicina da mulher: visões do corpo feminino na constituição da obstetrícia e da ginecologia no século XIX. 2000. 313f. Tese (Doutorado em História) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, p. 16-31.


Bibliografia complementar:
TELLES, Lorena Féres da Silva. Entre médicos e estudantes: partos difíceis e violência obstétrica. In: ______. Teresa Benguela e Felipa Crioula estavam grávidas: maternidade e escravidão no Rio de Janeiro (século XIX). 2018. 345f. Tese (Doutorado em História Social) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, p. 167-212.
MACHADO, Maria Helena Pereira Toledo. Corpo, gênero e identidade no limiar da Abolição: a história de Benedicta Maria Albina da Ilha ou Ovídia, escrava (Sudeste, 1880). Afro-Ásia, Salvador, n. 42, 2010, p. 157-193.

Aula 6 -“Crianças perigosas”: a infância feminina pobre e o processo de escolarização na virada do século XX
Professora ministrante: Lígya Esteves Sant’Anna de Souza
Leitura da aula: SCHUELER, Alessandra F. M. Crianças e escolas na passagem do Império para a República. Revista Brasileira de História, v.19, n.37, 1999, p. 59-84.
RONCADOR, Sônia. As criadas de Júlia. Portuguese Literary and Cultural Studies, Dartmouth, v. 12, 2004, p. 249-262.
BARROS, Surya Aaronovich Pombo, VIDAL, Diana Gonçalves. Escravidão e Educação: Obrigatoriedade Escolar e a Construção do Sujeito Aluno no Brasil Oitocentista. In: SCHWARCZ, Lilia M., MACHADO, Maria Helena Pereira Toledo. Emancipação, Inclusão e Exclusão: Desafios do Passado e Presente. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2018, p.131-156.


Bibliografia complementar:
MARCÍLIO, Maria Luiza. História Social da criança abandonada. São Paulo: Editora Hucitec, 1998, p. 134-223.
SILVA, Robson Roberto. Crianças perigosas: estudo sobre a delinquência infantil na cidade de São Paulo (1888-1927). 2013. Dissertação (Mestrado em História Social) – Universidade Estadual de Londrina, Londrina.

Programa

Assuntos
• Nomes de Países
• Nacionalidades
• Residência
• Presente Contínuo
• Membros da Família
• Idade
• Residência
• Conjunções ( çunku, ama, ve, da, de)
• Profissões
• Locais de Trabalho
• Verbos relacionados a profissões
• Expressar opinião (Sufixo -ce, -ce) Bence, Sence....
• Harmonia
• Partículas (Sadece, gibi, kadar, için, gore)
• Expressões sobre horas
• Expressões de tempo
• Futuro
• Dessonorização final (Unsuz yumusamasi)
• Caso Dativo (Sufixo -a, -e)
• Caso Acusativo (Belirtme Hali)

Programa

Aula 1: Introdução ao Teatro Épico de Bertolt Brecht
Leituras:
BENJAMIN, Walter. O que é o teatro épico? In.: Ensaios sobre Brecht. Trad. Claudia Abeling. São Paulo: Boitempo, 2017.
SZONDI, Peter. O Drama. Teoria do drama moderno. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.

Aula 2: Brecht no Cinema
Filme:
Kuhle Wampe, ou, a quem pertence o mundo? (1932), dir. Slatan Dudov, colaboração: Bertolt Brecht.
Leitura:
BRECHT, Bertolt. Street Scene. In.: Brecht on Theatre: the development of an aesthetic. 3. ed. Londres: Eyre Methuen, 1974.

Aula 3: O aproveitamento do naturalismo no cinema novo britânico
Filme:
Look Back in Anger (1959), dir. Tony Richardson
Leitura:
HILL, John. Working-class realism and sexual reaction: some theses on the British New Wave. In.: James Curran & Vincent Porter (eds.), British Cinema History. New Jersey: Barnes & Noble Books, 1983.

Aula 4: O realismo de Ken Loach
Filme:
The Big Flame (1969), dir. Ken Loach
Leituras:
SOARES, Marcos César de Paula. O trabalho colaborativo no cinema de Ken Loach. Ilha do Desterro, Florianópolis, v. 72, p. 251-263, 2019.
WILLIAMS, Raymond. A defense of realism. In.: What I Came to Say. London: Hutchison Radius, 1989.

Bibliografia complementar:
BORDWELL, David. Narration in the Fiction Film. Madison: Methuen & Co., 1985.
BRECHT, Bertolt. Diário de Trabalho V.2 (1941-1947). Rio de Janeiro: Ed. Rocco. 2005.
______________. O Processo do Filme A Opera de Três Vinténs: Uma experiência
sociológica. (tradução de João Barrento). Campo das Letras, Porto, 2005
EISENSTEIN, Sergei. A forma do filme. Trad. Teresa Ottoni. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2002.
ENGELS, Friedrich. A situação da classe trabalhadora na Inglaterra. Trad. B. A. Schumann. São Paulo: Boitempo Editorial, 2008.
HARVEY, David. Seventeen Contradictions and the End of Capitalism. New York: Oxford University Press, 2014.
______. The Conditions of Postmodernity: An Enquiry into the Origins of Cultural Change. Oxford: Blackwell, 1990.
______. Spaces of Global Capitalism. London & New York: Verso, 2005.
______. A Brief History of Neoliberalism.New York: Oxford University Press, 2005

JAMESON, Fredric. A cultura do dinheiro. Ensaios sobre a globalização. Trad. Maria Elisa Cevasco e Marcos César de Paula Soares. Petrópolis: Vozes, 2001.
______. “Fredric Jameson: Cognitive Mapping.” In.: Marxism and the interpretation of culture. Illini Books ed., Illinois: 1988 (pp. 347-360)
______. Postmodernism, or, The Cultural Logic of Late Capitalism. Nova York: Verso, 1992.
LEVY, Jacques. "On Space in Cinema", Annales de géographie, vol. no 694, no. 6, 2013, pp. 689-711.
MACCABE, Collin et alii. “Realism and the Cinema: Notes on some Brechtian theses” IN
Screen, Sum 74,1974, pp. 7-27.
MELLO, Cecília. 'Up the Junction: Ken Loach and TV Realism'. In: Lúcia Nagib, Cecília
Mello. (Org.). Realism and the Audiovisual Media. 1ed.Londres: Palgrave Macmillan,
2009, v., p. 175-190.
ROSENFELD, Anatol. O Teatro Épico. 5. ed. São Paulo: Perspectiva, 2006.
SOARES, Marcos César de Paula. O trabalho colaborativo no cinema de Ken Loach. Ilha do Desterro, Florianópolis, v. 72, p. 251-263, 2019.
SZONDI, Peter. Teoria do drama moderno. São Paulo: Cosac & Naify, 2003.
WILLIAMS, Raymond. “A Lecture on Realism.” Afterall: A Journal of Art, Context and Enquiry, no. 5, 2002, pp. 106–15. JSTOR, http://www.jstor.org/stable/20711464.
______. Base and Superstructure in Marxist Cultural Theory. In: Culture and materialism: selected essays. London: Verso, 1980.
_______. Keywords. A Vocabulary of Culture and Society New York: Oxford University Press, 2015

______. Culture is ordinary. In: Resources of Hope. London & New York: Verso, 1989.
______. What I Came to Say. London: Hutchison Radius, 1989.

Programa

Detalhamento:

SESSÃ0 1 – HISTÓRIA E CINEMA DA AMAZÔNIA (17/03/2025)

STOCO, Sávio Luis. – Silvino Santos e a tradição discursiva/ visual amazônica. In: O cinema de Silvino Santos (1918-1922) e a representação amazônica: história, arte e sociedade / Sávio Luis Stoco. – Manaus: Fundo Municipal de Cultura, 2021;

VERIANO, Pedro. Cinema no Tucupi. Editora SECULT, Belém, 1999;

Filmografia:
Amazonas, o Maior rio do mundo (66”). Diretor: Silvino Santos. País: Brasil, Ano: 1920.

 

SESSÃO 2 – A AMAZÔNIA VISTA PELAS LENTES DOS “OUTROS” – (19/03/2025)

MARTÍNEZ, Oscar. Introducción. In: La Amazonía (des)cinematografiada: 1910-1950. Tese de Doutorado, Unicamp, Campinas - SP, 2015;

REINALDO, Gabriela. SOARES, Aline. Iracema, uma transa amazônica: subversão na adaptação cinematográfica. Juiz de Fora, Revista PPGCOM –UFJF, v. 11, n. 2, p. 253-270, mai./ago. 2017;

Filmografia:
AMAZÔNIA S/A (Sociedade Anônima) - Episódio 1, 2, 3, 4, 5. Pindorama Filmes, 2015. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=b9Tko_q_QGM

 

SESSÃO 3 - PROJETOS SOCIAIS, CINEMAS E AMAZÔNIAS (24/03/2025)

SILVA, Liendria Marla Malcher. Cinema de beiras: narrativas audiovisuais, memória e agência no baixo rio Tapajós. GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista de Antropologia, São Paulo, Brasil, v. 8, n. 1, p. e203168 , 2023.

JUNIOR, Valdecir. Audiovisual, resistência e educomunicação na Amazônia paraense: a experiência do Telas em Movimento. Dissertação de mestrado, UFPA, 2022;

Filmografia:
ÃGAWARAITA (2022). Tapajowara Filmes. Direção. Priscila Tapajowara.

 

SESSÃO 4- A AMAZÔNIA VISTA PELAS LENTES DOS AMAZÔNIDAS (26/02/2025)

PINHEIRO, Diego Alano. Quando a Tese Vira filme. In: Etnografias da Amazônia. LAB/SECULT/PA, 2022;

CONCEICÃO, Alexandra. As Amazonas do cinema paraense. Revista legenda | NS° 38/39 • 2020;

Filmografia:
Lendas Vidas (2024). Muruci Produções. Direção Anna Karla Lima.
"Erveiras, a cura vem das plantas" (2021). Muruci Produções. Direção: Diego Alano

 

SESSÃO 5- REPRESENTAÇÕES SOBRE A AMAZÔNIA EM FILMES DE FICÇÃO (31/03/2025)

GONÇALVES, Gustavo. Imagens da Amazônia no cinema internacional (cap. 2). In: Território imaginado imagens da Amazônia no cinema. Dissertação de mestrado em comunicação, UFAM, Manaus – AM, 2009.
 

Filmografia:
Matinta (2017) – Direção: Fernando Segtowick.
Covato (2020) – Direção: Emano Loureiro



Bibliografia Complementar:


COWELL, Adrian. A tribo que fugiu do homem. In: MÜLLER, Cristina; LIMA, Octavio; RABIMOVICI, Moisés (Orgs). O Xingu dos Villas Bôas. São Paulo: Agência do Estado/Metalivros, 2002.

FERREIRA, Gustavo Henrique Cepolini. Conflitos por terra e território na obra cinematográfica de Adrian Cowell: uma Cartografia sangrenta da Amazônia In: Anais VIII SINGA. Curitiba, 2017.

KITAMURA, Elisabeth Kimie. Cinema, Meio Ambiente e Educação: os conflitos socioambientais na representação fílmica de Adrian Cowell. Araraquara-SP: UNESP, 2011. Tese (Doutorado em Educação Escolar)

PENIDO, Stella Oswaldo Cruz. Histórias da Amazônia: 50 anos de Memoria Audiovisual (1957-2007) - Acervo Adrian Cowell, 2006. (Relatório Técnico).

COSTA, Gilson Moraes da. A’uwẽ höimanadzé: práticas de resistência na produção audiovisual Xavante. Tese (Doutorado em Estudos de Cultura Contemporânea) – Programa de Pós-graduação em Estudos de Cultura Contemporânea, Universidade Federal de Mato Grosso, Cuiabá, 2019. 258 p.

PINHANTA, Isaac. Você vê o mundo do outro e olha para o seu. In: Mostra Vídeo nas Aldeias: um olhar indígena. Orgs. Mari Corrêa, Vicente Carelli, et all. 2004. Catálogo da Mostra.

SANJÍNES, Jorge; UKAMAU, Grupo. Teoria e prática de um cinema junto ao povo. Goiânia: MMarte, 2018.

BORGES, Fabio. ALMEIDA, Domingos. BOHÓRQUEZ, Julie. O discurso da série documental “Amazônia Sociedade Anônima” sobre a Amazônia brasileira. Revista Internacional de Folkcomunicação, vol. 17, núm. 39, pp. 197-214, 2019,

 

 

Programa

Aula 1 - (23.02.26): Introdução à obra de Joaquim Pedro de Andrade com o estudo de seus primeiros filmes, O Mestre de Apipucos e O poeta do Castelo (1959);
Aula 2 - (02.03.26): O futebol entre a catarse e a manipulação das emoções, em Garrincha (1963); Improvisiert und Zielbewusst ou Cinema Novo (1967) nos bastidores da nova geração de realizadores do cinema brasileiro;
Aula 3 - (09.03.26): Brasília - contradições de uma cidade nova (1967): um país entre as inovações do cinema direto e as relações entre propaganda e ditadura civil-militar brasileira, com A Linguagem da Persuasão (1972);
Aula 4 - (16.03.26): Memória, literatura e arte em O Aleijadinho (1978) e O tempo e a Glória (1987).

Bibliografia

ANDRADE, Joaquim Pedro de. GALLANO, Ana Maria (org.) Casa-grande, senzala & cia. – Roteiro e Diário. Rio de Janeiro: Ed. Aeroplano, 2001.
ANDRADE, Rodrigo M. F. Rodrigo e o SPHAN. Rio de Janeiro: Fund. Nacional Pró-Memória, 1987.
ARAÚJO, Luciana. Joaquim Pedro de Andrade: primeiros tempos. São Paulo: Alameda, 2013.
BENTES, Ivana. Joaquim Pedro de Andrade: a revolução intimista. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 1996.
BERNARDET, Jean-Claude. Brasil em tempo de cinema: ensaio sobre o cinema brasileiro de 1958 a 1966. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
BUARQUE DE HOLLANDA, Sérgio. Raízes do Brasil. 5. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1969.
CAMPOS, Haroldo de. Metalinguagem & outras metas: ensaios de teoria e crítica literária. 4. ed. São Paulo: Perspectiva, 1992.
CANDAU, Joël. Memória e identidade. São Paulo: Contexto, 2011.
CANDIDO, Antonio. Formação da Literatura Brasileira, vol. 2. Belo Horizonte: Itatiaia, 2000.
DRUMMOND DE ANDRADE, Carlos. "Notas sobre a Banda". Correio da Manhã, 14.10.66.
ESCOREL, Eduardo. Adivinhadores de Água. São Paulo: Cosac Naify, 2005.
EULÁLIO, Alexandre. O homem do pau-brasil na cidade dele. In: Remate de males nº6, jun 1986, UNICAMP.
FREYRE, Gilberto. "Esnobe da riqueza?" Revista O Cruzeiro, ano XXXII, n. 22, 12.03.1960, p.54
GOMES, Paulo Emílio Sales. 2. ed. Cinema: trajetória no subdesenvolvimento. São Paulo: Paz e Terra, 2001.
JOHNSON, Randal. "Joaquim Pedro de Andrade: The Poet of Satire", in: Cinema Novo x 5 – Masters of Contemporary Brazilian film. Austin: University of Texas, 1984.
MARQUES, Ivan Francisco. “Joaquim Pedro de Andrade e o Modernismo”. Itinerários, Araraquara, n. 49, p. 115-133, jul./dez. 2019.
NAVA, Pedro. Balão Cativo, Rio de Janeiro: José Olympio, 1973.
NEVES, David. Cinema Novo no Brasil. Petrópolis: Vozes, 1966.
NORA, Pierre. “Entre memória e história: a problemática dos lugares”. In: Projeto História. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica (PUC), n.10, pp. 07-28, dez/1993.
PASCHOA, Airton. "A estreia de Joaquim Pedro: gigante adormecido e bandeira popular". Revista USP, n. 63, São Paulo: USP, 2004.
PRADO, Paulo. Retrato do Brasil. [digitalização da 1. ed.] São Paulo: Oficinas Gráficas Duprat-Mayença (Reunidas), 2006 [1928]. E-book.
PROUST, Marcel. "Du coté de chez Swan", in: À la récherche du temps perdu. Tome I. Paris: Flammarion, 1987.
RAMOS, Fernão Pessoa. 2. ed. Mas afinal... o que é mesmo documentário? São Paulo: Senac, 2013, pp. 341-379.
RAMOS, Guiomar. Um cinema antropofágico? São Paulo: Annablume, 2008.
RICOEUR, Paul. Tempo e narrativa. Campinas: Papirus, 1994.
ROCHA, Glauber. “Uma estética da fome”, in: Revista Civilização Brasileira, n.3, jul 1963.
RODRIGUES, Nelson. A pátria de chuteiras. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2013.
SARACENI, Paulo César. Por dentro do Cinema Novo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1993.
SCHWARZ, Roberto. Cultura e Política 1964-1969. São Paulo: Paz e Terra, 2009.
SILVA, Meire Oliveira. O cinema-poesia de Joaquim Pedro de Andrade: passos da paixão mineira. Curitiba: Appris, 2016.
SILVA, Meire Oliveira. Cinema-tropicalista ou as diversas conjecturas em torno do filme Macunaíma. Itinerários, Revista de Literatura - UNESP, 2016.
SILVA, Meire Oliveira. Liturgia da pedra: negro amor de rendas brancas. São Paulo: Alameda, 2018.
SILVA, Meire Oliveira. Desenvolvimentismo, plano-piloto e segregação: uma análise de Brasília, contradições de uma cidade nova, de Joaquim Pedro de Andrade. RUA Labeurb – Revista do Laboratório de Estudos Urbanos do Núcleo de Desenvolvimento da Criatividade. UNICAMP. Volume 25, número 1 - e-ISSN 2179-9911 - Junho/2019.
http://www.labeurb.unicamp.br/rua/ Acesso em: 01 nov. 2025.
SILVA, Meire Oliveira. Reflexões sobre os 50 anos de Os inconfidentes (1972), de Joaquim Pedro de Andrade, no Bicentenário da Independência. Resgate: Revista Interdisciplinar de Cultura, Campinas, SP, v. 30, n. 00, p. e22012, 2022. Disponível em: https://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/resgate/article/view/86…. Acesso em: 01 nov. 2025.
SOUZA, Gilda de. Exercícios de leitura. São Paulo: Duas Cidades, 1980.
VIANY, Alex. O Processo do Cinema Novo. Rio de Janeiro: Editora Aeroplano, 1999.
XAVIER, Ismail. Alegorias do subdesenvolvimento. São Paulo: Brasiliense, 1993.

Filmografia

O MESTRE de Apipucos. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro: Filmes do Serro, 1959. Curta-metragem, NTSC, p&b, 9 min.
O POETA do Castelo. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro: Filmes do Serro, 1959. Curta-metragem, NTSC, p&b, 11 min.
GARRINCHA, alegria do povo. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro: Filmes do Serro, 1963. Média-metragem, NTSC, p&b, 58 min.
IMPROVISIERT und Zielbewusst ou Cinema Novo. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro: Filmes do Serro, 1967. Curta- metragem, NTSC, p&b, 30 min.
BRASÍLIA, contradições de uma cidade nova. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro: Filmes do Serro, 1967. Média-metragem, NTSC, cor, 23 min.
A LINGUAGEM da persuasão. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro: Filmes do Serro, 1970. Curta-metragem, NTSC, cor, 10 min.
O ALEIJADINHO. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro: Filmes do Serro, 1978. Curta-metragem, NTSC, cor, 24 min.
O TEMPO e a glória. Direção: Joaquim Pedro de Andrade. Rio de Janeiro: Filmes do Serro, 1981.

Programa

Aula 1

Pereira Neto, F. “Políticas públicas e modos de habitar”. Texto apresentado como subsídio para exposição e debate no Projeto Seminários do Departamento de Antropologia/USP, 24/11/2023.

Jirón, P. e Gómez, J. “Interdependência, cuidado e gênero: estratégias de mobilidade na cidade de Santiago”. Tempo Social, v. 30, n. 2, p. 55-72, 2018.

Richmond, M. A. “O devir-lugares nas periferias urbanas: transformações socioespacial no bairro da Fazenda da Juta”. In: RICHMOND et al. Espaços periféricos: política, violência e territórios nas bordas das cidades. São Carlos: EdUFSCar, 2022. p. 383-416.

Aula 2

- Fuser, L. Sobre prédios, planos e uma escola: o Prudente e o patrimônio em São Paulo. Dissertação (Mestrado). Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, 2022.

- Marins, P. C. G. “Do Luz Cultural ao Monumenta: sobre a opção pela escala monumental na preservação de uma área de São Paulo”. In: Baptista, D.; Gagliardi, C. (Orgs.). Intervenções urbanas em centros históricos: Brasil e Itália. São Paulo: EDUC/CAPES, 2012, p. 145-169.

- Tamaso, I. “Quando o campo são os patrimônios: conhecimento e práticas científicas na esfera pública”. Revista de Antropologia, v. 61, p. 60-70, 2018.


Aula 3

- Arantes, A. A. “A guerra dos lugares”. In: ______. Paisagens paulistanas: transformações do espaço público. Campinas: Ed. da Unicamp, 2000, p. 105-129.

- Pétonnet, C. “Observação flutuante: o exemplo de um cemitério parisiense” [1982]. Antropolítica n. 25, 2º sem./2008, p. 99-111.

- Frúgoli Jr., H. “Dossiê Luz São Paulo” (Introdução)”. Ponto Urbe, n. 11, 2012, https://journals.openedition.org/pontourbe/1129

Aula 4

Fechamento do curso e discussão sobre trabalhos finais.

Programa

Aula 1: De onde partimos para falar sobre os mortos
Aula 2: Cemitérios, necrotérios, e outros lugares dos mortos
Aula 3: Luto, memória, e tudo aquilo que permanece
Aula 4: Os efeitos da pandemia de Covid-19

Bibliografia:
- Auchter, Jessica. Ghosts. In: Gutman, Yifat e Wüstenberg, Jenny. The Routledge Handbook of Memory Activism. Londres: Routledge, 2023.
- Barthes, Roland. A Câmara Clara: nota sobre a fotografia. Tradução de Júlio Castañon. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984 [1980].
- Belting, Hans. Imagem e morte. In: Belting, Hans. Antropologia da imagem: para uma ciência da imagem. Tradução de Artur Mourão. Lisboa: KKYM, 2014, p. 181-238.
- Corrêa, Pedro. Por Uma Antropologia dos Sentidos da Morte: Investigando as Relações Sensíveis Entre Vivos e Mortos na Tanatopraxia. Mediações - Revista de Ciências Sociais, Londrina, v. 28, n. 1, p. 1–19, 2023.
- Despret, Vinciane. Um brinde aos mortos: Histórias daqueles que ficam. Tradução de Hortência Lencastre. São Paulo: Editora N-1, 2023 [2015].
- Douglas, Mary. Pureza e perigo. Tradução de Mônica Siqueira Leite de Barros e Zilda Zakia Pinto. São Paulo: Editora Perspectiva, 2010 [1966].
- Favret-Saada, Jeanne. Ser afetado. In: Cadernos de Campo, no 13, 2005, p.155-161. Disponível em http://www.revistas.usp.br/cadernosdecampo/article/viewFile/50263/54376. Acesso em 15 de jul. 2021.
- Freud, Sigmund. A negação. Tradução de Marilene Carone. São Paulo: Cosac Naify, 2014.
- Junqueira dos Santos, Carolina. Amor, morte, fotografia. Pós: Belo Horizonte, v. 6, n. 11, p. 188-199, maio 2016.
- Junqueira dos Santos, Carolina. O corpo, a morte, a imagem: a invenção de uma presença nas fotografias memoriais e post-mortem. Tese (Doutorado) – Escola de Belas Artes, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2015.
- Mauss, Marcel. A expressão obrigatória dos sentimentos. In: Cardoso de Oliveira, R. (Org.). Marcel Mauss: Antropologia. São Paulo: Ática, 1979, pp. 147-153.
- Mbembe, Achille. Necropolítica. Arte & Ensaios, n. 32, p. 123-151, 2016.
- Medeiros, Flávia. Visão e o cheiro dos mortos: uma experiência etnográfica no Instituto Médico-Legal. Cadernos De Campo, v. 23, n. 23, p. 77-89, 2014.
- Medeiros, Flávia. Matar o morto: uma etnografia do Instituto Médico-Legal do Rio de Janeiro. Niterói: EDUFF, 2017.
- Motta, Antônio. Formas tumulares e processos sociais nos cemitérios brasileiros. Revista Brasileira de Ciências Sociais, v. 24, n. 71, p. 73–93, out. 2009.
- Pétonnet, Colette. A observação flutuante: exemplo de um cemitério parisiense. Traduzido por Soraya Silveira Simões. Antropolítica, n. 25, p. 99-111, 2008.
- Pinheiro Koury, Mauro Guilherme. O luto no Brasil no final do século XX. Caderno CRH, v. 27, n. 72, p. 593-612, 2014.
- Reis, João José. A morte é uma festa: ritos fúnebres e revolta popular no Brasil do século XIX. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
- Rodrigues, Carla. Por uma filosofia política do luto. O que nos faz pensar, Rio de Janeiro, v. 29, n. 46, p. 58-73, 2020.
- Rodrigues, José Carlos. Tabu da Morte. Rio de Janeiro: Editora Fiocruz, 2006.
- Sanfelicio, Marianna Knothe. Fotografando o impossível: ritos e imagens da morte produzidas durante a pandemia de Covid-19 no Brasil. Ponto Urbe, v. 30, n. 1, p. 1-15, 2024.
- Vernant, Jean-Pierre. Do duplo à imagem. In: Vernant, Jean-Pierre. Mito e Pensamento entre os gregos: estudos de psicologia histórica. Tradução de Haiganuch Sarian. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990 [1973], pp. 383-415.
- Vicente da Silva, Andreia. Os “ritos possíveis” de morte em tempos de coronavírus. DILEMAS: Revista de Estudos de Conflito e Controle Social. Rio de Janeiro: Reflexões na Pandemia– p. 1-12, 2020.
- Vicente da Silva, Andreia; Rodrigues, Claudia; Aisengart, Rachel. Morte, ritos fúnebres e luto na pandemia de Covid-19 no Brasil. Revista NUPEM, v. 13, n. 30, p. 214–234, 15 set. 2021.

Filmografia:
- A queda da casa de Usher. Direção de Mike Flanagan, Michael Fimognari. Produção de Trevor Macy, Mike Flanagan, Michael Fimognari, Emmy Grinwis, Kathy Gilroy, Jamie Flanagan. Intérpretes: Carla Gugino, Bruce Greenwood, Mary McDonnell, Henry Thomas, Kate Siegel, Rahul Kohli, Samantha Sloyan, T'Nia Miller, Zach Gilford, Willa Fitzgerald, Michael Trucco, Katie Parker, Sauriyan Sapkota, Matt Biedel, Crystal Balint, Ruth Codd, Kyliegh Curran, Carl Lumbly, Mark Hamill. Música: The Newton Brothers. Estados Unidos: Intrepid Pictures, 2023. (57-77 min.), son., color. Legendado.
- Coco (Viva: A Vida é uma Festa). Direção de Lee Unkrich, Adrian Molina. Produção de Darla K. Anderson, John Lasseter. Intérpretes: Anthony Gonzalez, Gael Garcia Bernal, Benjamin Bratt, Alanna Ubach, Renée Victor, Ana Ofelia Murguía, Edward James Olmos. Roteiro: Adrian Molina, Matthew Aldrich. Música: Michael Giacchino. Estados Unidos: Walt Disney Pictures, Pixar Animation Studios, 2017. (105 min.), son., color. Legendado.
- M-8: Quando a morte socorre a vida. Direção de Jeferson De. Produção de Rômulo Martinho Jr, Carolina Castro, Iafa Britz. Intérpretes: Juan Paiva, Raphael Logam, Henri Pagnoncelli, Fabio Beltrão, Bruno Peixoto, Giulia Gayoso, Aílton Graça, João Acaiabe, Léa Garcia, Mariana Nunes, Lázaro Ramos, Zezé Motta, Malu Valle, Higor Campagnaro, Dhu Moraes, Aramis Trindade, Tatiana Tiburcio, Rocco Pitanga. Música: Tomas Alem, Douglas Viana, Gustavo Loureiro, Rodrigo Noronha, Berardo Uzeda. Brasil: Migdal Filmes, 2019. (84 min.), son., color. Original.
- O Sétimo Selo. Direção de Ingmar Bergman. Produção de Allan Ekelund. Intérpretes: Gunna Bjornstrand, Bengt Ekerot, Nils Poppe, Max von Syow, Bibi Anderson, Inga Gill, Maud Hansson, Inga Landgré, Gunnel Lindblom, Bertil Anderbeg, Anders Ek, Ake Fridell, Gunnar Olsson, Erik Strandmark. Música: Lennart Wallin e Aaby Wedin. Suécia: SF Studios, 1957. (96 min.), son., color. Legendado.
- O cemitério maldito. Direção de Kevin Kölsch, Dennis Widmyer. Produção de Lorenzo di Bonaventura, Mark Vahradian, Steven Schneider. Intérpretes: Jason Clarke, Amy Seimetz, John Lithgow. Roteiro: Matt Greenberg, baseado em Obra de Stephen King. Música: Christopher Young. Estados Unidos: Di Bonaventura Pictures, Room 101, Inc., 2019. (101 min.), son., color. Legendado.
- Sob a areia. Direção de François Ozon. Produção de Olivier Delbosc, Marc Missonnier. Intérpretes: Charlotte Rampling, Bruno Cremer. Roteiro: François Ozon. Música: Philippe Rombi. França, 2000. (96 min.), son., color.

Programa

Encontro 1: Introdução ao curso e Fundamentos de Python.

Encontro 2: Python para manipulação de corpus textual.

Encontro 3: Introdução ao PLN; Pré-processamento de texto.

Encontro 4: Estatísticas descritivas de dados linguísticos; Semântica vetorial.

Encontro 5: Aprendizado de máquina probabilístico.

Bibliografia:

CASELI, H. M.; NUNES, M. G. V. (org.) Processamento de Linguagem Natural: Conceitos, Técnicas e Aplicações em Português. 3a. ed. BPLN, 2024. Disponível em: https://brasileiraspln.com/livro-pln/3a-edicao.

FERREIRA, Marcelo; LOPES, Marcos. Para conhecer linguística computacional. São Paulo: Contexto, 2019.

JURAFSKY, D.; MARTIN, J. 2025. Speech and Language Processing: An Introduction to Natural Language Processing, Computational Linguistics, and Speech Recognition with Language Models. 3a. edição. https://web.stanford.edu/~jurafsky/slp3.
 

Programa

1a. Breve contexto da lírica do exílio
1b. Else Lasker-Schüler, alemã de origem judaica exilada em Jerusalém
2a. Nelly Sachs, alemã de origem judaica exilada na Suécia
2b. Paula Ludwig, austríaca auto-exilada no Brasil
3a. Rose Ausländer, nascida em Bucovina, de origem judaica e exilada nos EUA
3b. Hilde Domin, alemã de origem judaica exilada na República Dominicana
4. Síntese do curso e debate: aproximações e distanciamentos na poesia das autoras

Bibliografia:
Referências primárias
ABDALA JUNIOR, Luiz C. Tudo pode ser motivo - Rose Ausländer. Belas Infiéis, v. 9, n. 2, p. 219-223, 31 mar. 2020. Disponível em: . Acessado em 4 jun. 2020.
AUSLÄNDER, Rose; BRAUN, Helmut (Ed). Rose Ausländer: Gedichte. Frankfurt am Main: Fischer Verlag, 2012.
______.The Forbidden Tree: Englische Gedichte. Frankfurt am Main: Fischer Verlag, 2008.
BRANTES, Simone. Arcas de Babel: Simone Brantes traduz Hilde Domin. Cult, 15 mai. 2020. Disponível em: . Acessado em 4 jun. 2020.
DOMIN, Hilde. Abel steh auf. Gedichte, Prosa, Theorie. Herausgegeben von Gerhard Mahr. Frankfurt am Main: Reclam Verlag, 2008.
LASKER-SCHÜLER, Else. Mein blaues Klavier: Gedichte. Kindle Ausgabe. BookRix, 2015.
______. My blue piano. Poems translated from the German by Brooks Haxton. Bilingual edition. New York: Syracuse University Press, 2015.
LUDWIG, Paula. Buch des Lebens. Ebenhausen bei München: Langewiesche-Brandt, 1990.
______. Gedichte. Hg. von Kristian Wachinger und Christiane Peter. Ebenhausen: Langewiesche-Brandt, 1986.
SACHS, Nelly. Suche nach Lebenden: Die Gedichte der Nelly Sachs. Hrsg. von Margaretha Holmqvist u. Bengt Holmqvist. Frankfurt a. M.: Suhrkamp, 1971. 177 p.
______. Fahrt ins Staublose. Die Gedichte. Frankfurt A. M. Suhrkamp, 1961. 386 p.
______. Späte Gedichte. Frankfurt a. M.: Suhrkamp, 1968. 236 p.

Referências secundárias
ABDALA JUNIOR, Luiz C. Língua, palavra e experiência no poema “Mátria” de Rose Ausländer. Versalete, v. 7, n. 13, p. 271-288, dez. 2019. Disponível em: . Acessado em: 4 jun. 2020.
ADORNO, Theodor W. Palestra sobre lírica e sociedade. Tradução e apresentação de Jorge M. B. de Almeida. São Paulo: Duas Cidades; Ed. 34, 2003.
ARENDT, Hannah. Origens do totalitarismo. Tradução Roberto Raposo. São Paulo: Companhia das Letras; Companhia de Bolso, 2013.
ARON, Irene. Rose Ausländer: “Mátria Palavra”. Pandaemonium Germanicumn, 5, p. 277-293, 19 dez. 2001. Disponível em: . Acessado em: 4 jun. 2020.
ASH, Adrienne. “Lyric Poetry in Exile.” Exile: The Writer's Experience, edited by JOHN M. SPALEK and ROBERT F. BELL, vol. 99, University of North Carolina Press, Chapel Hill, 1982, pp. 1–23. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
BAHR, Ehrhard. “Flight and Metamorphosis: Nelly Sachs as a Poet of Exile.” Exile: The Writer's Experience, edited by JOHN M. SPALEK and ROBERT F. BELL, vol. 99, University of North Carolina Press, Chapel Hill, 1982, pp. 267–277. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
BENTELER, Anne. Sprache im Exil: Mehrsprachigkeit und Übersetzung als literarische Verfahren bei Hilde Domin, Mascha Kaléko und Werner Lansburgh. Stuttgart: J.B. Metzler, 2019.
BOOS, Sonja. "Hannah Arendt." In Speaking the Unspeakable in Postwar Germany: Toward a Public Discourse on the Holocaust, 87-113. Ithaca, NY: Cornell University Press, 2014. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
BRANTES, Simone. Rose Ausländer por Simone Brantes. Rio de Janeiro: EdUERJ, 2016; Curitiba: Editora UFPR, 2019, 224 p.
BRECHENMACHER, T. WOLFFSOHN, M. “Sprache Und Heimat, Heimat Und Hölle.” Das Kulturerbe Deutschsprachiger Juden: Eine Spurensuche in Den Ursprungs-, Transit- Und Emigrationsländern, edited by Elke-Vera Kotowski, 1st ed., De Gruyter, Berlin; München; Boston, 2015, pp. 84–99. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
BURKE, Peter. Perdas e ganhos: exilados e expatriados na história do conhecimento na Europa e nas Américas, 1500-2000. São Paulo: Editora Unesp, 2017. 300 p.
CARNEIRO, Maria Luiza Tucci; ODÁLIA, Nilo (Coord.). Brasil, um refúgio nos trópicos. A trajetória dos refugiados do Nazi-fascismo. Trad. de Dieter Strauß & Angel Bojadsen. São Paulo, Estação Liberdade/Instituto Goethe, 1996.
EMMERICH, Wolfgang. Kein Gespräch über Bäume. Naturlyrik unterm Faschismus und Exil (1981). n: Exilliteratur: 1933-1945. Hrgs. Von Wulf Koepke u. Michael Winkler. Darmstadt: wiss. Buchges, 1989. p. 394-423.
GALLE, Helmut. A poeta das “moradas da morte”. Sobre a obra lírica de Nelly Sachs. Pandaemonium Germanicum, n. 10, p. 89-112, 17 dez. 2006. Disponível em: . Acessado em: 19 nov. 2019. https://doi.org/10.11606/1982-8837.pg.2006.74327
HELWIG, Heide. „Ob niemand mich ruft“. Das Leben der Paula Ludwig. Ebenhausen bei München: Langewiesche-Brandt, 2002.
HERMAND, Jost. Schreiben in der Fremde. Gedanken zur deutschen Exilliteratur seit 1789 (1972/1979). In: Exilliteratur: 1933-1945. Hrsg. von Wulf Koepke u. Michael Winkler. Darmstadt: Wiss. Buchges, 1989. p. 62-92.
HOYER, J.M. Painting Sand: Nelly Sachs and the Grabschrift. The German Quarterly, vol. 82, 2009, pp. 24-41. Acessado em: 3 jun. 2020.
HOYER, Jennifer M. In the Mirrors' Hall’: Nelly Sachs and the 40s Generation. Scandinavian Studies, vol. 91, no. 4, 2019, pp. 500–520. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
KESTLER, Izabela Maria Furtado. Exílio e literatura. Escritores de fala alemã durante a época do nazismo. Trad. Karola Zimber. São Paulo, Edusp, 2003.
KOEPKE, Wulf; WINKLER, Michael. Einleitung. In: Exilliteratur: 1933-1945. Hrgs. Von Wulf Koepke u. Michael Winkler. Darmstadt: wiss. Buchges, 1989. p. 23-45.
LEHR-ROSENBERG, S. „Ich setzte den Fuss in die Luft, und sie trug": Umgang mit Fremde und Heimat in Gedichten Hilde Domins. Könighausen & Neumann: Würzburg, 2003.
LORENZ, Dagmar C. G. “Jewish Women Authors and the Exile Experience: Claire Goll, Veza Canetti, Else Lasker-Schüler, Nelly Sachs, Cordelia Edvardson.” German Life and Letters 51.2 (1998): 225–239.
MILLER, Malcolm. “Ancient Symbols, Modern Meanings The Use of the Shofar in Twentieth- and Twenty-First-Century Music.” Qol Tamid: The Shofar in Ritual, History, and Culture, edited by Jonathan L. Friedmann and Joel Gereboff, vol. 1, Claremont Press, Claremont, 2017, pp. 165–220. JSTOR. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
MIRANDA, Fernando. “Do exílio ao arquivo: rastros de Hilde Domin”. In: Caderno de Letras, n. 29, 2017, p. 67-86.
NYOTA, Lynda K. "'The Space of Words': Exile and Diaspora in the Works of Nelly Sachs." Studies in Twentieth and Twenty-First Century Literature, vol. 41, no. 2, 2017. Gale Academic OneFile. Disponível em: . Acessado em: 3 jun. 2020.
PEREZ, Juliana Pasquarelli; SPERBER, George Bernard. Consciência, tristeza e espera em metáforas de Else Lasker-Schüler. 2000. Universidade de São Paulo, São Paulo, 2000.
QUANDT, Christiane. Paula Ludwig: "Aus Berlin emigriert 1933! 13 Jahre Brasilien; 1953 Heimkehr – fatal!". In: Pandaemonium Germanicum, São Paulo, v. 19, n. 28, set.-out. 2016, p. 20-44. doi: http://dx.doi.org/10.11606/1982-8837192820. Acessado em: 26 fev. 2019.
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