Programa

AULA 1 (10/08/2021, terça): Cultura clássica japonesa: música, literatura e expressividades artísticas nos séculos IX a XII

Ministrante: Helena Xavier

Ementa: Esta aula tem como objetivo apresentar um panorama da cultura japonesa do período Heian (794-1192), com destaque para manifestações artísticas como a poesia, música, caligrafia e a arte do incenso. Serão apresentados trechos de duas importantes obras literárias da época, ‘As Narrativas de Genji’ e ‘O Livro do Travesseiro’, que mostram a presença ubíqua das artes no cotidiano da aristocracia. Além disso, será comentada a importância do intercâmbio cultural com a China e a necessidade de rever discursos e estereótipos sobre a suposta “pureza” da cultura japonesa.

Referências bibliográficas
MORRIS, I. The world of the Shining Prince: court life in ancient japan. Nova Iorque: Kodansha America Ltd., 1994.
SHIKIBU, M. The Tale of Genji. Tradução de Dennis Washburn. Nova Iorque: W. W. Norton & Company, 2015.
SHIRANE, H. The Bridge of Dreams: A Poetics of ‘The Tale of Genji’. Stanford: Stanford University Press, 1987.
SHONAGON, S. O Livro do Travesseiro. Tradução de Geny Wakisaka, Junko Ota, Madalena Hashimoto Cordaro, Lica Hashimoto e Luiza Nana Yoshida. Editora 34, 2013.
SMITS, I. The Way of the Literati Chinese Learning and Literary Practice in Mid-Heian Japan. In: ADOLPHSON, Mikael (Org). Heian Japan, Centers and Peripheries. Honolulu: University of Hawai‘i Press, 2007. P. 105-128.

AULA 2 (12/08/2021, quinta): O teatro Nō e o Yūgen: formação estética e percursos históricos

Ministrante: Felipe Mendes

Ementa: A tradicional arte teatral do Nō, reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO, constitui uma das manifestações artísticas mais antigas que permanecem ainda ativas e relevantes mesmo no tecnológico e acelerado Japão contemporâneo. Sua estética característica pode evocar as mais variadas sensações nos espectadores, e é passível de estudo por diversas abordagens diferentes. Esta aula tem como objetivo apresentar um panorama no que toca essa forma teatral, que teve desenvolvimento expressivo junto à elite japonesa entre os séculos XIV e XV, principalmente com o trabalho dos atores e escritores Kan'ami Kiyotsugu e Zeami Motokiyo. A apresentação também deve discutir a ideia estética yūgen, importante para a arte japonesa e frequentemente associada ao Nō.

Referências bibliográficas
CAMPOS, Haroldo de. Hagoromo de Zeami: o charme sutil. São Paulo: Estação Liberdade, 2006.
GIROUX, Sakae Murakami. Zeami: cena e pensamento nô. São Paulo: Perspectiva, 1991.
KUSANO, Darci. O Que é Teatro Nô. São Paulo: Brasiliense, 1984.
MARRA, Michael F.. Essays on Japan: Between Aesthetics and Literature. Danvers: Brill, 2010. 505 p.
PINNINGTON, Noel J.. A New History of Medieval Japanese Theatre: Noh and Kyōgen from 1300 to 1600. [S.l.]: Palgrave Macmillan, 2019.

AULA 3 (17/08/2021, terça): Cerimônia do chá japonesa

Ministrante: Narumi Ito

Ementa: A aula consistirá, entre outros aspectos, em apresentar a chanoyu ou cerimônia de chá japonesa para um público que possa não conhecer nada sobre o assunto. Desse modo, nos debruçaremos sobre um percurso histórico do chá, assim como apresentaremos nomes importantes para a arte do chá, como o mestre Sen no Rikyū (1522-1591). Outros temas que serão explorados são: a influência do taoísmo e do zen budismo; o aposento da cerimônia de chá; os principais utensílios e por último a estética do “wabicha”.

Referências bibliográficas
GAYLARD, Linda. The Tea Book: Experience the World´s Finest Teas, Qualities, Infusions, Rituals, Recipes. New York: DK - Adult (US), 1ª edição, 2015.
GRACINDO, Ina. Viagem ao mundo do chá. 1. ed. Rio de Janeiro: Casa da Palavra, 2013.
HAMMITZSCH, Horst. O zen na arte da cerimônia do chá. Tradução Alayde Mutzenbecher. São Paulo: Editora Pensamento, 2016.
OKAKURA, Kakuzō. O Livro do Chá. 2° edição. Prefácio e Posfácio de Hounsai Genshitsu Sen. Tradução de Leiko Gotoda. São Paulo: Estação Liberdade, 2008.
SEN, Sōshitsu, (1923–). [Chakyō to waga kuni chadō no rekishiteki igi]. The Japanese way of tea: from its origins in China to Sen Rikyū. Translated by V. Dixon Morris. University of Hawai‘i Press, 1998.

AULA 4 (19/08/2021, quinta): De Edo à belle époque: a arte kôgei e seus primeiros contatos com o Ocidente

Ministrante: Keiko Nishie

Ementa: A partir de um esclarecimento sobre a origem da palavra kôgei 工芸, criada para traduzir o termo inglês industry no contexto da modernização do Japão em fins do século XIX, investigamos alguns elementos que contribuíram para a reelaboração desse significado, mais próximo de arte e de artesanato. Relatos de viajantes, a participação nas exposições internacionais, o japonismo, o debate ocidental sobre as artes e ofícios e a própria ideia de arte no Japão antigo, diferente das belas artes ocidentais, são alguns dos temas a serem abordados.

Referências bibliográficas
DRESSER, Christopher. Japan: its architecture, art, and art manufactures. Londres: Longmans, Green and Co.; Nova York: Scribner and Welford, 1882.
GUTH, Christine. Art of Edo Japan: the artist and the city 1615-1868. Nova York: Harry Abrams, 1996.
OKANO, Michiko. Bijutsu (Belas Artes): o símbolo da história da ocidentalização do Japão. In: XV CONGRESO INTERNACIONAL ALADAA: 40 AÑOS DE ALADAA: IDENTIDAD, PERTINENCIA E IMPACTO DE LOS ESTUDIOS DE ASIA Y ÁFRICA EN AMÉRICA LATINA, 2016. Santiago. Anais… Santiago: ALADAA Chile, 2016, p. 1141-1155. Disponível em: http://www.aladaachile.com/actas. Acesso em 03/12/2016.
SHIMIZU, Yoshiaki (ed.). Japan: the shaping of daimyo culture 1185-1868. Washington: National Gallery of Art, 1988.
SUZUKI, Sadami. Para uma releitura da história cultural do Japão moderno e contemporâneo: os conceitos de literatura (bungaku 文学) e artes (geijustsu 芸術). Estudos Japoneses, v. 28, p. 39-62, 2008.

AULA 5 (24/08/2021, terça): Narrativas e diálogos entre moda, arte e Japonismo

Ministrante: Rafael Hett (Rafael Felipe dos Santos)

Ementa: De Hiroshige a Hokusai, de Monet a Van Gogh, inúmeros artistas ocidentais e japoneses foram impactados pelo movimento que ficou conhecido como Japonismo, cuja popularidade atingiu o apogeu entre o fim do século XIX e o início do século XX. Esta aula tem como objetivo fornecer um panorama acerca do Japonismo centralizando a moda como domínio de estudo. A partir da análise de obras artísticas e de peças do vestuário produzidas por nomes importantes, tais como Paul Poiret e Madeleine Vionnet, retraçaremos parte do longo e fecundo diálogo entre a Europa e o Japão.

Referências bibliográficas
BURNHAM, Helen; THOMPSON, Sarah E. Thompson; BRAUN, Jane E. Braun. Looking east: western artists and the allure of Japan. Boston, Massachusetts: MFA Publications Museum of Fine Arts, Boston, 2014.
IVES, Colta. “Japonisme.” In: Heilbrunn Timeline of Art History. New York: The Metropolitan Museum of Art, 2004. http://www.metmuseum.org/toah/hd/jpon/hd_jpon.htm.
MORISHIMA, Yuki, et al. Kimono refashioned: Japan's impact on international fashion. San Francisco: Asian Art Museum, 2018.
WICHMANN, Siegfried. Japonisme: the Japanese influence on Western art since 1858. New York, N.Y: Thames & Hudson, 1999.

AULA 6 (26/08/2021, quinta): Yūrei, o fantasma japonês e suas representações nas artes

Ministrante: Maria Ivette Job

Ementa: O yūrei, traduzido como fantasma japonês, vincula-se a séculos de tradição e cultura. Com aspectos bastante singulares, tributários da relação do Japão com a morte e o sobrenatural, os yūrei encontram-se representados amplamente e em diversos suportes artísticos. Nesta aula, serão vistas algumas dessas representações, explorando-se ao mesmo tempo as características peculiares desses entes.

Referências bibliográficas
CUEVAS, B. J., & STONE, J. I. The Buddhist Dead, Practices, Discourses, Representations. Honolulu: University of Hawai‘i Press, 2007.
DAVISSON, Z. Yūrei, the Japanese Ghost. Seattle: Chin Music Press, 2015.
HUNTER, J. Night Parade of Dead Souls. Baltimore: Shinbaku Books, 2013.
IWASAKA, M., & TOELKEN, B. Ghosts And The Japanese: Cultural Experience in Japanese Death Legends. Logan: Utah State University Press, 1994.
KOYAMA-RICHARD, B. Yōkai, Fantastique Art Japonais. Paris: Nouvelles Éditions Scala, 2017.
READER, I. Religion in Contemporary Japan. London: MacMillan Press LTD, 1991.

AULA 7 (31/08/2021, terça): Lee Ufan: do Mono-ha ao retorno da pintura nos anos de 1970

Ministrante: João Víctor Kurohiji Bonani

Ementa: Um dos artistas japoneses e sul-coreanos mais reconhecidos na cena artística internacional, a aula se propõe a apresentar, a partir do pensamento e da prática artística de Lee Ufan (1936-), o importante movimento para a história da arte do pós-guerra japonês Mono-ha ocorrido em torno do ano de 1970, bem como o retorno da pintura que o sucede na metade da década de 1970. Dessa forma, pretende-se apresentar um panorama da obra escultórica, pictórica e teórica de Lee Ufan em consonância com o contexto histórico-cultural japonês e suas conexões com a pintura contemporânea sul-coreana.

Referências bibliográficas
CHONG, Doryun; HAYASHI, Michio; KAJIYA, Kenji; SUMITOMO, Fumihiko (Ed.). From Postwar to Postmodern: Art in Japan 1945-1988 Primary Documents. Nova Iorque – Estados Unidos: The Museum of Modern Art, 2012, 440p.
HAYASHI, Michio. Cultural Rebellion: Japan from the 1960s to the 1980s. Art Studies, vol.01, p.40-45. 2015.
KEE, Joan. Contemporary Korean Art: Tansaekhwa and the Urgency of Method. Minneapolis - Estados Unidos: University of Minnesota Press, 2013. 347p.
LEE, Ufan. The Art of Encounter. Tradução Stanley N. Anderson. Londres - Reino Unido: Lisson Gallery & Serpetine Galleries, 2019. 301p.
MUNROE, Alexandra. Japanese Art After 1945: Scream Against The Sky. Nova Iorque – Estados Unidos: Harry N. Abrams Inc., 1994. 416p.

AULA 8 (02/09/2021, quinta): Takashi Murakami: obra, técnicas, conceitos, referências e desdobramentos

Ministrante: Lizia M. Ymanaka Barretto

Ementa: Esta aula pretende oferecer uma breve leitura panorâmica da obra do artista contemporâneo japonês Takashi Murakami (1962-), apresentando a diversidade experimentada em sua produção - iniciada no estilo japonês de pintura nihonga na década de 1980, marcada por diversas experimentações na década de 1990, até o desenvolvimento do conceito de superflat em 2000. A contemplação da transformação de sua obra também fundamenta as discussões do artista sobre o mercado e o próprio conceito de arte, permitindo abordarmos a sua atuação além da produção artística.

Referências bibliográficas
DARLING, Michael (org.). Takashi Murakami: The Octopus Eats Its Own Leg. New York: Skira Rizzoli, 2017.
MIKI, Akiko (org.). Takashi Murakami: the 500 Arhats. Tokyo: Mori Art Museum, 2016.
MURAKAMI, Takashi. Ego. New York: Skira Rizzoli Publications, 2012.
MURAKAMI, Takashi. Superflat. Tokyo: Madra, 2000.
TSUJI, Nobuo. History of Art in Japan. Tradução: Nicole Coolidge Rousmaniere. New York: Columbia University Press, 2019

AULA 9 (09/09/2021, quinta): Poética da rotina: introdução ao cinema de Hirokazu Kore-eda

Ministrante: Claudia Ideguchi

Ementa: O cinema japonês apresenta uma série de desdobramentos que dialogam diretamente com o contexto social, econômico e político do país. Para abordar o cinema contemporâneo, vamos utilizar as obras do cineasta Hirokazu Kore-eda e sua habilidade de retratar os dramas e desafios do dia a dia de uma sociedade nada homogênea.

Referências bibliográficas
JACOBY, Alexander. A critical handbook of Japanese film directors: from the silent era to present day. Berkley: Stone Bridge Press, 2008.
LEE, Cheuk-chi. To live and forget: the limits of comprehension and remembrance in the feature films of Hirokazu Kore-eda. University of Hong Kong, Pokfulam, Hong Kong SAR, 2012.
RICHIE, Donald. A hundread years of Japanese Film: a concise history, with a selective guide to DVDs and videos. New York: Kodansha, 2012.
RICHIE, Donald. Japanese cinema: film style and national character. Garden City: Doubleday, 1971.
VAN OMMEN, Merel. The visual representation of time in the Œuvre of Kore-eda Hirokazu. Image and Narrative, v. 15, p. 17-29, 2014.

AULA 10 (14/09/2021, terça): O som da identidade: música popular no Japão

Ministrante: Josieldo Pereira

Ementa: Associada ao viés mercadológico, a música popular vai além, intercalando a fruição estética a eventos políticos e movimentos artísticos. Nesta apresentação, são esmiuçados os contextos sociais que configuram a formatação da música popular japonesa, sobretudo nas últimas décadas do século XX, até sua estruturação contemporânea, em específico em artistas que se combinam hoje aos elementos do gênero conhecido como j-pop (Japanese pop). O objetivo do curso é discutir os tensionamentos acerca da construção da identidade sonora em relação direta com a identidade nacional nipônica.

Referências bibliográficas
BOURDAGHS, Michael. Sayonara Amerika, sayonara Nippon: a geopolitical prehistory of j-pop. Nova Iorque: Columbia University Press, 2012. (Asia Perspectives: History, Society, and Culture)
GALBRAITH, Patrick W.; KARLIN, Jason G. (org.). Idols and celebrity in Japanese media culture. Londres: Palgrave Macmillan, 2012.
IMADA, Tadahiko; TAKAHIRO, Sato. Ongaku no kime ni tsuite: jeipoppu wa kikoenai [Sobre textura musical: não se pode ouvir o j-pop]. Ongaku kyōiku jissen jānaru, Tóquio, v. 5, n. 1, ago 2007, p. 6-16.
MITSUI, Tōru (org). Made in Japan: studies in popular music. Nova Iorque, Londres: Routledge, 2014. (Routledge Global Popular Music Series)
STEVENS, Carolyn S.. Japanese popular music: culture, authenticity, and power. Londres, Nova Iorque: Routledge, 2008.

Programa

Idioma: italiano
Duração (aulas síncronas e assíncronas): 80 horas
O curso incluirá leituras e o estudo de uma obra a ser selecionada entre as indicadas na filmografia.

Programma delle lezioni:


1. L’attore dalla commedia dell’arte al grande teatro del XIX secolo;
2. L’arte della declamazione, il grande attore e la Drammatica;
3. Attori e teorici della mimica italiana;
4. L’attore di fine Ottocento tra psicologia, finzione e rappresentazione;
5. Norme e pratica della rappresentativa, la drammatica, la contraffacente;
6. Il novo stile di Gustavo Modena e l’estensiva di Tommaso Salvini;
7. Il teatro nel gesto di Dario Fo;
8. Corpo, mimica e politica nel teatro di Dario Fo;
9. Mimica, gesto ed esibizione nel cinema;
10. Pratiche di set e il grande attore al cinema;
11. Stili e tecniche attoriche cinematografiche contemporanee;
12. Il teatro e il cinema di Carmelo Bene.

BIBLIOGRAFIA
     
Arena, Alessio, La regia della lingua: testi, norme e stile del teatro italiano - 3, in “treccani.it”, lingua italiana, 8 aprile 2019
(http://www.treccani.it/magazine/lingua_italiana/articoli/percorsi/perco…).

Id., La regia della lingua: testi, norme e stile del teatro italiano - 2, in “treccani.it”, lingua italiana,
12 marzo 2019
(http://www.treccani.it/magazine/lingua_italiana/articoli/percorsi/perco…)

Id., La regia della lingua: testi, norme e stile del teatro italiano - 1, in “treccani.it”, lingua italiana,
29 gennaio 2019
(http://www.treccani.it/magazine/lingua_italiana/articoli/percorsi/perco…)

Id., Il mondo a ribaltone. Il teatro nel gesto di Dario Fo, Palermo, Edizioni Ex Libris, 2018.

Jandelli, Cristina, L’attore in primo piano. Nascita della recitazione cinematografica, Venezia, Marsilio, 2016, pp. 15-128.

Pietrini, Sandra, L’arte dell’attore dal Romanticismo a Brecht, Roma-Bari, Laterza, 2009.

Sica, Anna, L’arte massima vol.1.1, Milano-Udine, Mimesis, 2017, pp. 9-99.
     
Filmografia:


Roma città aperta (1945, Roberto Rossellini)
Ladri di biciclette (1948, Vittorio De Sica);
I soliti ignoti (1958, Mario Monicelli);
Accattone (1961, Pier Paolo Pasolini);
Il sorpasso (1962, Dino Risi);
8½ (1963, Federico Fellini);
Matrimonio all’italiana (1964, Vittorio De Sica);
Il conformista (1970, Bernardo Bertolucci);
Indagine su un cittadino al di sopra di ogni sospetto (1970, Elio Petri);
Morte a Venezia (1971, Luchino Visconti);
Una giornata particolare (1977, Ettore Scola);
Suspiria (1977, Dario Argento);
Borotalco (1982, Carlo Verdone);
Nuovo Cinema Paradiso (1988, Giuseppe Tornatore);
La grande bellezza (2013, Paolo Sorrentino).

Programa

Aula 1: Leitura e discussão de “Sensini”, de Roberto Bolaño

Aula 2: Leitura e discussão de “Hotel Almagro”, de Ricardo Piglia

Aula 3: Leitura e discussão de “Meus documentos”, de Alejandro Zambra

Aula 4: Leitura e discussão de “Pássaros na boca”, de Samanta Schweblin

Bibliografia

BOLAÑO, Roberto. Chamadas telefônicas. Tradução de Eduardo Brandão. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2012.
CORTÁZAR, Julio. Valise de cronópio. 2. ed. São Paulo, SP: Perspectiva, 1993.
PIGLIA, Ricardo. Anos de formação: os diários de Emilio Renzi. Tradução de Sérgio Molina. São Paulo, SP: Todavia, 2017.
PIGLIA, Ricardo. Formas breves. São Paulo, SP: Companhia das Letras, 2004.
POE, Edgar Allan. A filosofia da composição. Rio de Janeiro, RJ: 7Letras, 2011.
SCHWEBLIN, Samanta. Pássaros na boca e Sete casas vazias: contos reunidos. São Paulo, SP: Fósforo Editora, 2022.

 

Programa

Programa:
Encontro 1: Torcer: análise das obras de Janet Toro (Chile) e E² cia de dança e teatro (Brasil) Nessa aula veremos os desacordos temporais e espaciais entre o ato de exibição imediato e compartilhado da performance, e o ato de observação, mais comum à teoria. Para isso, analisa as obras performáticas A emparedada da Rua Nova (2017) da E² Cia de Teatro e Dança e Este é meu corpo (2019), de Janet Toro, que optam por apresentar suas performers de costas para o público, contra ou detrás de paredes, invertendo relações usuais de visibilidade na performance. Através da analise formal das obras, demonstra-se como ambas lidam com a violência não como mero tema, tornando-o constituinte da obra através de torções do que se faz visível para o público. Tais torções seriam justamente o que ultrapassa uma relação afirmativa da demonstração performativa e convocam o público à uma experiência reflexiva de ordem teórica.

Encontro 2: Cortar: análise das obras de Maria José Arjona (Colombia) e Juliana Notari (Brasil) O encontro analisa as performances Justo en el centro, de Maria Jose Arjona e Symbebekos, de Juliana Notari, nas quais as artistas se colocam em relação com objetos cortantes como navalhas e cacos de vidro. Em diálogo com o filósofo Jean-Luc Nancy, discute-se a pele como zona de proteção e exposição do corpo para, a partir disso, discutir como as obras apresentam ao mesmo tempo imagens violentas e ações de cuidado, entendendo dessa forma o risco do corte como algo inevitável e contingente ao próprio ato de cuidar de si.

Encontro 3: Barbarizar: análise das obras da Improvável Produções (Brasil/Argentina) e Regina Parra (Brasil/EUA) A partir da noção de uma arte bárbara apresentada por Walter Benjamin em seu texto Experiência e pobreza, de 1933, analisaremos as obras Deixa arder e Lasciva, que recuperam imagens e gestos de violencias históricas contra mulheres e negros. A partir do empilhamento coreográfico dessas imagens, pensaremos sobre as possibilidades e agencias de uma perspectiva bárbara da arte nos dias de hoje.

Encontro 4: análise das obras de Alice Yura e Cinthia Marcelle (Brasil/EUA). Nesse encontro, analisaremos os videos e fotografias de duas artistas que pensam as relações de poder através de encenações e teatralizações. Seja em negociações com o próprio público ou instituições artísticas,as obras nos mostram como as relações entre poder e violência podem ser tensionadas. Veremos também como esse embate entre os termos se dá através de Walter Benjamin e Hannah Arendt.

Referências bibliográficas:
BENJAMIN, Walter. Para uma crítica da violência. Trad. Ernani Chaves. ______. Escritos sobre mito e linguagem. Trad. Susana Kampff e Ernani Chaves. São Paulo: Duas Cidades, 2011. DORLIN, Elsa. Autodefesa – uma filosofia da violência. São Paulo: Crocodilo/Ubu editora, 2020. FRAYZE-PEREIRA, João A. Arte, Dor: Inquietudes entre Estética e Psicanálise. Cotia: Ateliê Editorial, 2005.
GARCIA, Silvio de. Arte Acción em Latinoamérica: cuerpo político y estratégias de resistência. 2016. Disponível em: https://icaa.mfah.org/s/es/page/home
HAMACHER, Werner. Aformativo, greve: a “Crítica da violência” de Benjamin. In: BENJAMIN, Andrew; OSBORNE, Peter (orgs.). A filosofia de Walter Benjamin: destruição e experiência. Jorge Zahar Editor: São Paulo, 1997.
HAN, Byung-Chul. Topologia da violência. Petropolis: Editora Vozes, 2017.
KUNST, Bojana. Artist at work: proximity of art and capitalism. UK: Zero books, 2015. VERGINE, Lea. Body art and performance: the body as language. Milão: Sjira Editore, 2000. WARD, Frazer. No innocent bystanders. Dartmouth college, 2012.
WOOD, Catherine. Performance in contemporary art. Londres: Tate Modern, 2019. ŽIŽEK, Slavoj. Violência: seis reflexões laterais. São Paulo: Boitempo, 2014

Programa

Unidad (aula) I: Foucault-Chomsky.
 
Subjetividad, naturaleza humana y ley.
La discusión sobre el concepto de subjetividad en el marco del problema de la naturaleza humana. Ciencia, verdad y nominalismo histórico. Subjetividad y creatividad. El carácter político de la discusión en torno a la relación entre subjetividad y justicia. La red microfísica del poder y sus dispositivos fundamentales: las instituciones.
 
Unidad (aula) II: Foucault-Derrida.
 
Subjetividad y alteridad en torno a la razón y la locura.
Las transformaciones propias de la época clásica (siglo XVII) y los argumentos de Descartes. La nueva figura de la subjetividad que nace a partir de un acto de exclusión. Separación y rechazo entre la razón y la locura. La locura como alteridad. La subjetividad entre la historia y la metafísica: las críticas de Derrida y la respuesta de Foucault.
 
Unidad (aula) III: Foucault y Cacciari.
 
Subjetividad, poder y resistencia.
Críticas desde diversas posiciones marxistas a la concepción foucaulteana del poder. La constitución de la subjetividad y su relación con las nociones de Ideología, Estado y lucha de clases. La crítica a la noción de microfísica del poder de M. Cacciari. La respuesta de Foucault. Fabricación de la verdad, red institucional y estrategias de grupos. Subjetividad y resistencia.
 
Unidad (aula) IV: Foucault-Deleuze.
 
Deseo, placer y procesos de subjetivación.
Formaciones de poder y procesos de subjetivación. Crítica a la noción de “represión” y su relación con la ley. Distinción entre ley y norma, normalización y normación. La querella en torno a las nociones de placer (Foucault) y de deseo (Deleuze). La carta crítico-conceptual de Deleuze que nunca tuvo una respuesta de Foucault.
 
Bibliografia:
 
Los estudiantes podrán optar por utilizar los textos en el idioma original de los autores o en sus respectivas traducciones al portugués o al español. La propuesta es que cada estudiante seleccione 1 (uno) de los textos que se detallan a continuación y lo estudie en profundidad. El profesor brindará el marco general y conceptual de todos los textos.
 
Unidad (aula) I:
FOUCAULT, MICHEL; CHOMSKY, NOAM, De la nature humaine: justice contre pouvoir; discussion de M. Foucault avec N. Chomsky et F. Elders, Eindhoven, novembre 1971. Reedición: Foucault, Michel, Dits et écrits, vol. 2, Paris, Gallimard, 1994, texto 132, pp. 471-512.
 
Unidad (aula) II:
DERRIDA, JACQUES, L’écriture et la différence, Paris, Seuil, 1967, pp. 51-97.
FOUCAULT, MICHEL, Histoire de la folie à l'âge classique, Paris, Gallimard, 1972, pp. 67-109 y 584-602.
 
Unidad (aula) III:
CACCIARI, MASSIMO, «Razionalita e irrazionalita nella critica del político in Deleuze e Foucault», en Aut-Aut, N°161, Milán, 1977.
-DEWS, PETER, «Power and subjectivity in Foucault», New Left Review, N° 144, marzo-abril 1984.
-FOUCAULT, MICHEL, «Précisions sur le pouvoir. Réponses à certaines critiques», en Dits et écrits, vol. 3, Paris, Gallimard, texto 238: pp. 625-634].
-LECOURT, DOMINIQUE, «Dissidence ou Rèvolution?», Maspero, Paris, 1978.
 
Unidad (aula) IV:
DELEUZE, GILLES, Sur Deux Régimes de fous et autres textes, Paris, Minuit, 2003, pp. 112-122.
FOUCAULT, MICHEL, Histoire de la sexualité 1. La volonté de savoir, Paris, Gallimard, 1976, pp. 9-22.
-----------------------------, «Structuralisme et poststructuralisme», Dits et écrits, vol. 4, Paris, Gallimard, texto 330, pp. 431-457.
-----------------------------, Surveiller et punir. Naissance de la prison, París, Gallimard, 1975, pp. 9-35.

 

Programa

Objetivo: A figura da prostituta na Grécia antiga foi normalmente referida de modo tangencial. No entanto, estudos recentes se debruçam sobre ela e trazem informações mais detalhadas. Por exemplo, os termos pórnē e “hetera” eram entendidos como categorias mais bem rígidas que, de modo geral, faziam alusão à classe social à qual a prostituta pertencia. Porém, hoje entende-se que o uso dessas palavras nos fragmentos de que dispomos dependia muito mais da intenção do falante para com o seu ouvinte, do que da situação do cotidiano da prostituta. Outro exemplo é o tema da prostituição sagrada que, embora permeie o imaginário sobre a antiguidade, é questionado de maneira insistente na atualidade. Assim, sob a perspectiva de estudos atuais, o objetivo deste curso é apresentar algumas das principais imagens e temas acerca da prostituta na Grécia antiga a partir da leitura e análise de fragmentos de dois gêneros poéticos da época arcaica (séculos VII a VI a.C.), a mélica e o jambo.

Cronograma de aulas:
Aula 1: Trataremos sobre os problemas de terminologia e definição das palavras pórnē e hetera, entendendo o contexto em que elas aparecem nos fragmentos que nos propomos estudar. Uma dessas circunstâncias é o simpósio ou banquete, instituição fundamental do universo grego antigo. Outra, são os bordéis, cuja abordagem é mais complexa, pois embora existam referências textuais, há apenas uma única evidência arqueológica mais consistente do século V a.C., a qual será apresentada.
Aula 2: Os poetas e as prostitutas (parte 1): Analisaremos o uso dos termos pórnē e de outros da mesma esfera em três fragmentos de três poetas diferentes: Alceu, Fr. 117b Voigt, Hipônax, Fr. 104 West e Anacreonte, Fr. 388 PMG.
Aula 3: Os poetas e as prostitutas (parte 2): Analisaremos o uso ambíguo do termo hetera e de outros diferentes, mas de âmbito próximo, em dois fragmentos: Anacreonte, Fr. 346 e Píndaro, Fr. 122 Maehler. Este último traz o tema da prostituição sagrada na antiguidade, questionado de maneira insistente nos dias de hoje.

Referências Bibliográficas
BOWRA, C.M. Greek Lyric Poetry. London: Oxford University Press, 1961.
BROWN, C. “From Rags to Riches: Anacreon’s Artemon”. Phoenix 37, 1983, pp. 1-15.
BRUCE, W. “A Note on Anacreon 388”. CQ 61, nº 1, maio 2011, pp. 306-309.
BRUNIERI, M. F. Mulheres nos Sympósia: representações femininas nas cenas de banquete nos
vasos áticos (séculos VI ao IV a.C.). São Paulo: Dissertação de mestrado MAE-USP, 2009.
BUDIN, S. L. The Myth of Sacred Prostitution in Antiquity. Nova Iorque: Cambridge University
Press, 2008.
CAMPBELL, D. (ed. e trad.). Greek Lyric I. Sappho, Alcaeus. Cambridge: Harvard University
Press, 1990.
____. Greek Lyric II. Anacreon, Anacreontea, early choral lyric. Cambridge: Harvard University
Press, 1988.
CHANTRAINE, P. Dictionnaire Étymologique de la Langue Grecque. Paris: Klincksiek, 1968.
CORNER, S. “Bringing the Outside In: the andron as brothel and the symposium’s civic
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GERBER, D. Greek Iambic Poetry. Cambridge, Mass. e Londres: Harvard University Press, 1999.
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HENDERSON, J. The Maculate Muse. Obscene Language in Attic Comedy. Nova Iorque: Oxford
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HERNANDEZ, E. A. (CARRETERO). Prostituição feminina na mélica e jambo arcaicos: imagens e
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KAPPARIS, K. Prostitution in the Ancient Greek World. Berlim: De Gruyter, 2018.
KNIGGE, U. The Athenian Kerameikos. Berlim: Krene Editions, 1991.
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MURRAY, O. “Sympotic History”. In: __. (ed.). Sympotica: A symposium on the symposion.
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ONELLEY, G. (trad); CURADO, A. L. (Intr., Notas). Apolodoro. Contra Neera [Demóstenes] 59.
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PAGE, D.L. (ed.). Poetae Melici Graeci. Londres: Oxford University Press, 1962.
PIRENNE-DELFORGE, V. L’Aphrodite Grecque. Contribuition à l’étude de ses cultes et de sa
personnalité dans le panthéon archaïque et classique. Atenas e Liège: Centre International
d’Étude de la Religion Grecque Antique, 1994.
PIRONTI, G. “L’Afrodite di Corinto e il ‘Mito’ della Prostituzione Sacra”. In: BERNARDINI, P.
(ed.). Corinto. Luogo di azione e luogo di racconto. Pisa, Roma: Fabrizio Serra Editore, 2013, pp. 13-26.
RAGUSA, G. Lira, Mito e Erotismo: Afrodite na poesia mélica grega arcaica. Campinas: Editora
Unicamp, 2010. (Apoio Fapesp)
SEBILLOTE CUCHET, V. “Women as ‘Wool-Workers’ and ‘Sex-Workers’ in Athens (Fourth
Century BCE)”. Clio 38, 2013, pp. 219-227.
SERRAO, G. “L’Ode di Erotima: da timida fanciulla a donna pubblica”. QUCC 6, 1968, pp. 36-
51.
SLATER, W.J. “Artemon and Anacreon: no text without context”. Phoenix 32, 1978, pp. 185-194.
STEHLE, E. Performance and Gender in Ancient Greece. Princeton: Princeton University Press,
1997.
VERNANT, J.P. Mito e sociedade na Grécia Antiga. Rio de Janiero: José Olympio Editora, 1999.
VOIGT, E-M. Sappho et Alcaeus: fragmenta. Amsterdam: Athenaeum – Polak & Van Gennep,
1971.
WEST, M.L. (ed.). Iambi et Elegi Graeci. Oxford: Oxford University Press, 1989. vols. 1-2.

Programa

Preparação para as provas de certificação em língua francesa (DELF B2)
Préparation aux diplômes en français DELF B2

Programa do curso:

Este curso tem por objetivo preparar os alunos para realizar as provas de certificação em língua francesa, dando-lhe ferramentas para que eles conheçam as provas e desenvolvam as habilidades linguísticas e discursivas requeridas por elas. Ele objetiva trabalhar habilidades comunicativas em Língua Francesa que permitam aos alunos dominar a língua em situações variadas, possibilitando que se apresentem aos exames DELF B2.

Nos módulos serão trabalhadas estratégias para o desenvolvimento das capacidades requeridas pelos exames. As aulas tratarão das quatro habilidades avaliadas nas provas: compreensão oral, compreensão escrita, produção oral e produção escrita. Para tanto, serão trabalhados as provas e objetivos específicos para permitir que os alunos possam realizar os exames DELF B2.

Trata-se de um curso modular, de 12 horas, que será dividido em 4 módulos: DELF B2. Cada módulo será composto de 1 aula de 3 horas.

Pré-requisitos para inscrever-se no curso:
É necessário comprovar o nível por meio de um dos certificados (DELF B1) anterior ao nívelque se deseja estudar ou fazer um teste de nível.

Bibliografia:
BAPTISTE Auréliane, MARTY Roselyne. Réussir le DELF B2. Didier, 2010.
BRETON Gilles, LEPAGE Sylvie, ROUSSE Marie. Réussir le DELF B1. Didier, 2010.
VELTCHEFF Caroline, HILTON Stanley. Préparation à l'examen du DELF B1. Hachette FLE, 2006.
VELTCHEFF Caroline, HILTON Stanley. Préparation à l'examen du DELF B2. Hachette FLE, 2006.

Programa

1. Problemáticas da adaptação cinematográfica de obras literárias (Prof. Dr. Christian Ernst)
2. Introdução ao romance „Effi Briest“, de Theodor Fontane (Prof. Dr. Juliana P. Perez)
3. Fundamentos da análise fílmica (Prof. Dr. Claudia Dornbusch)
4. Análise do filme Der Schritt vom Wege (1939) – Cinema e recepção de Fontane no nacional-socialismo (C. Ernst /Juliana P. Perez)
5. Análise do filme Rosen im Herbst (1955) – função social do „Heimatfilm“ (C. Ernst /Juliana P. Perez)
6. Análise do filme Effi Briest (1970) – Recepção de Fontane e imagem dos prussianos na DDR (C. Ernst /Juliana P. Perez)
7. Análise do filme Fontane Effi Briest oder Viele, die eine Ahnung haben von ihren Möglichkeiten und ihren Bedürfnissen und trotzdem das herrschende System in ihrem Kopf akzeptieren durch ihre Taten und es somit festigen und durchaus bestätigen (1974) – Rainer Werner Fassbinders Adaptação estético-literária (C. Ernst /Juliana P. Perez)
8. Effi Briest (2009) – entre historicização e atualização (C. Ernst /Juliana P. Perez)

Literaturverfilmung
Thomas Beutelschmidt, Hans-Martin Hinz, Rüdiger Steinlein, Henning Wrage (Hrsg.): Das literarische Fernsehen. Beiträge zur deutsch-deutschen Medienkultur. Frankfurt a. M.: Lang 2007.
Deborah Cartmell, Imelda Whelehan (Hrsg.): Adaptations. From Text to Screen, Screen to Text. New York: Routledge 2007.
Deborah Cartmell, Imelda Whelehan (Hrsg.): The Cambridge Companion to Literature on Screen. Cambridge: UP 2007.
Hans Vilmar Geppert: Literatur im Mediendialog. Semiotik, Rhetorik, Narrativik: Roman, Film, Hörspiel, Lyrik und Werbung. München: Vögel 2006.
Claudia Gladziejewski: Dramaturgie der Romanverfilmung. Systematik der praktischen Analyse und Versuch zur Theorie am Beispiel von vier Klassikern der Weltliteratur und ihren Filmadaptionen.. Alfeld/Leine: Coppi-Verl. 1998.
Christian-Albrecht Gollub: Deutschland verfilmt. Literatur und Leinwand 1880-1980. In: Sigrid Bauschinger, Susan L. Cocalis, Henry A. Lea (Hrsg.): Film und Literatur. Literarische Texte und der neue
deutsche Film. Bern: Francke 1984, S. 18-49.
Michaela Mundt: Transformationsanalyse. Methodologische Probleme der Literaturverfilmung. Tübingen: M. Niemeyer 1994.
Stefan Neuhaus (Hrsg.): Literatur im Film. Beispiele einer Medienbeziehungen. Würzburg: Königshausen & Neumann 2008.
Sandra Poppe: Visualität in Literatur und Film. Eine medienkomparatistische Untersuchung moderner Erzähltexte und ihrer Verfilmungen. Göttingen: Vandenhoeck & Ruprecht 2007.
Irina O. Rajewsky: Intermedialität. Tübingen: A. Francke 2002.
Klaus M. Schmidt, Ingrid Schmidt (Hrsg.): Lexikon Literaturverfilmungen. Stuttgart: Metzler 2001.
Irmela Schneider: Der verwandelte Text. Wege zu einer Theorie der Literaturverfilmung. Tübingen: Niemeyer 1981.
Ulrike Schwab: Erzähltext und Spielfilm. Zur Ästhetik und Analyse der Filmadaption. Berlin: LIT 2006.
Imelda Whelehan: Adaptations: The contemporary dilemmas. In: Deborah Cartmell, Imelda Whelehan (Hrsg.): Adaptations. From Text to Screen, Screen to Text. New York: Routledge 2007, S. 3-20.

Filmanalyse
Benjamin Beil: Studienhandbuch Filmanalyse. Ästhetik und Dramaturgie des Spielfilms. München: Fink 2012.
Werner Faulstich: Grundkurs Filmanalyse. München: Fink 2008.
Wolfgang Gast: Literatur und Film: Grundbuch. Einführung in Begriffe und Methoden der Filmanalyse. Frankfurt a. M.: Diesterweg 1993.
Knut Hickethier: Film- und Fernsehanalyse. 4. Aufl. Stuttgart: Metzler 2007.
Matthias Hurst: Erzählsituationen in Literatur und Film. Ein Modell zur vergleichenden Analyse von literarischen Texten und filmischen Adaptationen. Tübingen: Niemeyer 1996.
Klaus Kanzog: Bewusst sehen! Kategorien der wissenschaftlichen Filmanalyse für den täglichen Gebrauch. In: Mit Auge und Ohr. Studien zur komplementären Wahrnehmung. Nordhausen: Bautz 2013, S. 139-152.
Oliver Keutzer, Sebastian Lauritz, Claudia Mehlinger, Peter Moormann (Hrsg.): Filmanalyse (Film, Fernsehen, Neue Medien). Wiesbaden: Springer VS 2014.
Lothar Mikos: Film- und Fernsehanalyse (UTB2415). 2., überarb. Aufl. Konstanz: UVK-Verl.-Ges 2008.
James Monaco, Hans-Michael Bock: Film verstehen. Kunst, Technik, Sprache, Geschichte und Theorie des Films und der Neuen Medien ; mit einer Einführung in Multimedia. 4. Aufl. Reinbek bei Hamburg: Rowohlt 2015.

(Deutsch-)deutsche Filmgeschichte
Gerd Albrecht: Der Film im 3. Reich. Karlsruhe: Doku 1979.
Sigrid Bauschinger, Susan L. Cocalis, Henry A. Lea: Film und Literatur. Literarische Texte und der neue deutsche Film. Tübingen: A. Francke 1984.
Thomas Beutelschmidt, Henning Wrage, Kristian Kissling, Susanne Liermann: "Das Buch zum Film, der Film zum Buch". Annäherung an den literarischen Kanon im DDR. Leipzig: Leipziger Universitätsverlag 2004.
Norbert Grob (Hrsg.): Neuer Deutscher Film. Stuttgart: Reclam 2012.
Sabine Hake: Film in Deutschland. Geschichte und Geschichten seit 1895. Dt. Erstausg. Reinbek: Rowohlt 2004.
Andreas Kötzing, Ralf Schenk (Hrsg.): Verbotene Utopie. Die SED, die DEFA und das 11. Plenum. Berlin: Bertz + Fischer Verlag 2015.
Ines Müller-Hansen: Arbeitsbuch Film. Kopiervorlagen zur Geschichte, Analyse und Produktion von Filmen in der Sekundarstufe. Mühlheim a. d. R.: Verlag an der Ruhr 2014.
Horst Pehnert: Kino, Künstler und Konflikte. Filmproduktion und Filmpolitik in der DDR. Berlin: Das Neue Berlin Verl. 2009.
Hans Günther Pflaum, Hans Helmut Prinzler: Film in der Bundesrepublik Deutschland. Der neue deutsche Film ; von den Anfängen bis zur Gegenwart ; ein Handbuch ; mit einem Exkurs über das Kino
der DDR. Berlin: Inter Nationes 1992.
Ralf Schenk (Hrsg.): Eine kleine Geschichte der DEFA. Daten, Dokumente, Erinnerungen Berlin: DEFA-Stiftung 2006.
Dagmar Schittly: Zwischen Regie und Regime. Die Filmpolitik der SED im Spiegel der DEFA-Produktionen. 1. Aufl. Berlin: Links 2002.
Marc Silberman, Henning Wrage (Hrsg.): DEFA at the crossroads of East German and international film culture. A companion. Berlin u. a.: De Gruyter 2014.
Rüdiger Steinmetz, Reinhold Viehoff (Hrsg.): Deutsches Fernsehen OST. Eine Programmgeschichte des DDR-Fernsehens. Berlin: Verlag für Berlin-Brandenburg 2008.
Jürgen Trimborn: Der deutsche Heimatfilm der fünfziger Jahre. Motive, Symbole und Handlungsmuster. Köln: Teiresias 1998.
Michael Wedel: Filmgeschichte als Krisengeschichte. Schnitte und Spuren durch den deutschen Film. Bielefeld: Transcript-Verl. 2011.
Michael Wedel: DEFA international. Grenzüberschreitende Filmbeziehungen vor und nach dem Mauerbau. Wiesbaden: Springer VS 2013.o

Effi Briest-Filme
Silke Arnold-de Simine: "denn das Haus, was wir bewohnen, (..) ist ein Spukhaus". Fontanes Effi Briest und Fassbinders Verfilmung in der Tradition des "Female Gothic". In: The Germanic review 79 (2004), Nr. 2, S. 83-113.
Camilla Badstübner-Kizik: Literaturverfilmungen - intermediale Chance oder Risiko für die literarische Rezeption? Zum Neben- und Miteinander von Text und Film am Beispiel von drei Literaturverfilmungen
("Buddenbrooks" Hermann Breloer 2008, "Effi Briest" Hermine Huntgeburth 2009, "Der Vorleser" Stephen Daldry 2009). In: Anna Kochanowska-Nieborak, Ewa Płomińska-Krawiec (Hrsg.): Literatur und Literaturwissenschaft im Zeichen der Globalisierung. Themen, Methoden, Herausforderungen. Frankfurt a. M.: Peter Lang 2012, S. 377-388.
Ilka Brombach: Eine offene Geschichte des Kinos: Alexander Kluge, Rainer Werner Fassbinder, Wim Wenders, Christian Petzold, Thomas Arslan, Michael Haneke. Filmlektüren mit Jacques Rancière. Berlin 2014.
Aleksandra V. Eliseeva: Dialog zweier Dramatiker: R. W. Fassbinder und B. Brecht (anhand von "Fontane Effi Briest"). In: Das Wort (2012-2013), S. 111-120.
Marijana Erstić: Der Zuschauer im Spiegel. Überlegungen zur Performativität des Spiegel-Bildes am Beispiel der "Effi-Briest-Verfilmung" Rainer Werner Fassbinders. In: Zagreber germanistische Beiträge
18 (2009), S. 301-309.
Eva M. Schmid: War Effi Briest blond? Bildbeschreibungen und kritische Gedanken zu vier Effi Briest-Verfilmungen. In: Franz-Josef Albersmeier, Volker Roloff (Hrsg.): Literaturverfilmungen. Frankfurt a. M.:
Suhrkamp 1989, S. 122-154.
Zbigniew Feliszewski: Überlegungen zum Begriff der Literarizität am Beispiel von Fassbinders Filmdrehbuch 'Fontane Effi Briest'. In: Studia niemcoznawcze 25 (2003), S. 651-657.
Hubertus Fischer: Lichtspiel für Leser. Fassbinders "Fontane Effi Briest" in der deutschen Filmkritik. In: Wirkendes Wort 58 (2003), Nr. 3, S. 397-410.
Claudia Gladziejewski: Dramaturgie der Romanverfilmung. Systematik der praktischen Analyse und Versuch zur Theorie am Beispiel von vier Klassikern der Weltliteratur und ihren Filmadaptionen..
Alfeld/Leine: Coppi-Verl. 1998.
Ernst Heinkel: Epische Literatur im Film. Eine Untersuchung im besonderen Hinblick auf die doppelte Filmfassung von Theodor Fontanes "Effi Briest". München 1958.
Klaus Kanzog: Das Raumordnungsverfahren. Mit einem Modell zum Sujet "Effi Briest". In: Mit Auge und Ohr. Studien zur komplementären Wahrnehmung. Nordhausen: Bautz 2013, S. 178-183.
Klaus Kanzog: Viermal Effi. Grundsätzliches zum Vergleich der Verfilmungen von Fontanes Effi Briest. In: Mit Auge und Ohr. Studien zur komplementären Wahrnehmung. Nordhausen: Bautz 2013, S. 184-
196.
Eva Kühnel: Probleme der filmischen Umsetzung von literarischem Erbe. Potsdam-Babelsberg 1974.
Annika Milz: Aktualisierung als Problem und Chance der Literaturverfilmung. Lesarten eines Klassikers am Beispiel der Mehrfachverfilmung von Effi Briest. BremenInstitut für kulturwissenschaftliche
Deutschlandstudien 2010.
Alexandra Söller: Der Tod in der Literatur und seine filmische Inszenierung am Beispiel der Literaturverfilmungen Rainer Werner Fassbinders. Frankfurt a. M. 2001.
Erzsébet Szabó: "Effi Briest" (Theodor Fontane - Rainer Werner Fassbinder). Techniken der Defiktionalisierung. Rainer Werner Fassbinders Literaturverfilmung "Fontane Effi Briest" im Lichte der Medientheorie von Käte Hamburger. In: Szabolcs János-Szatmári (Hrsg.): Begegnungsräume von Sprachen und Literaturen. Klausenburg, Grosswardein: Partium 2010, S. 153-167.
Marion Villmar-Doebeling: Effie Briest (Theodor Fontane - Rainer Werner Fassbinder). In: Anne Bohnenkamp (Hrsg.): Interpretationen Literaturverfilmungen. Stuttgart: Reclam 2005, S. 136-144.

Programa

Aula 1 – A desconstrução como sintoma da deslocalização da produção e globalização do consumo
Aula 2 – Pós-modernidade e reestruturação produtiva no cinema
Aula 3 – Às margens de uma indústria desestruturada: o Brasil no circuito global da moda
Aula 4 – A grande crise: o fim da Embrafilme e a estruturação do cinema brasileiro contemporâneo

Bibliografia

AMANCIO, Tunico. “Pacto cinema-Estado: os anos Embrafilme” In: Alceu - Revista de Comunicação, Cultura e Política, v. 8, n. 15, 2007, p. 173-184.
BOLTANSKI, Luc & CHIAPELLO, Ève. Le nouvel esprit du capitalisme. Paris: Gallimard, 2011.
BOLTANSKI, Luc & ESQUERRE, Arnaud. Enrichissement: une critique de la marchandise. Paris: Gallimard, 2017.
CRANE, Diana. Ensaios sobre moda, arte e globalização cultural. São Paulo: Senac, 2011.
BOURDIEU, Pierre; DELSAUT, Yvette. Le couturier et sa griffe: contribution à une théorie de la magie. In: Actes de la recherche en sciences sociales. Vol.1, n°1, janvier 1975. Hiérarchie sociale des objets. pp. 7-36.
DANEY, Serge. A rampa: Cahiers du cinéma, 1970-1982. São Paulo: Cosac Naify, 2007.
DICKEN, Peter. Global Shift. Londres e Nova York: The Guilford Press, 2015. 7. ed. Chapter 5 – “Transnational Corporations: The Primary ‘Movers and Shapers’ of the Global Economy” (p. 114 – 172). Chapter 14 – “’Fabric-Ating Fashion’: The Clothing Industries” p. 451-476.
FIX, Mariana. São Paulo cidade global: fundamentos financeiros de uma miragem. São Paulo: Boitempo, 2007.
HARVEY, David. A Condição Pós-Moderna. São Paulo: Edições Loyola, 1992.
HAUG, Wolfgang Fritz. Crítica da Estética da Mercadoria. São Paulo: Unesp, 1987.
JAMESON, Fredric. Pós-modernismo: a lógica cultural do capitalismo tardio. São Paulo: Editora Ática, 1996.
KLEIN, Naomi. No Logo: No Space, No Choice, No Jobs. New York: Picador, 2005.
LIPOVETSKY, Gilles. O Império do Efêmero: A moda e seu destino nas sociedades modernas. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.
MENSITIERI, Giulia. "Le plus beau métier du monde": Dans les coulisses de l'industrie de la mode. Paris: La Découverte, 2018.
MICHETTI, Miqueli. Moda brasileira e mundialização. São Paulo: Annablume/FAPESP, 2015.
ORTIZ, Renato. A moderna tradição brasileira: cultura brasileira e indústria cultural. São Paulo: Brasiliense 1988.
ORTIZ, Renato. O universo do luxo. São Paulo: Alameda Editorial, 2017.
PRADO, Luís André do (2019). Indústria do vestuário e moda no Brasil, séc. XIX a 1960 – da cópia e adaptação à autonomização pelo simulacro. Tese de Doutorado, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo – SP. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8137/tde-16102019-145105/pt- br.php
RAMOS, Fernão Pessoa e SCHVARZMAN, Sheila (org.). Nova história do cinema brasileiro. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2018.
SADLIER, Darlene J. Brasil imaginado: de 1500 até o presente. São Paulo: Edusp, 2016.
VETTRAINO-SOULARD, Marie-Claude. L'internationalisation de la mode. In: Communication et langages, n° 118, 4ème trimestre 1998. Dossier: La mondialisation en marche. pp.70-84.
XAVIER, Ismail. “Do metacinema ao pastiche industrial: o cacoete Pós” In: Folha de S. Paulo (Folhetim), 12/05/1985, p. 2-4.
XAVIER, Ismail. “Eldorado como inferno - Cinema Novo, pós-Cinema Novo e as apropriações do imaginário do Descobrimento” In: Sexta feira, n. 3, São Paulo, 1998, p. 158-171.
XAVIER, Ismail. O cinema brasileiro moderno. São Paulo: Paz e Terra, 2001.
XAVIER, Ismail. O discurso cinematográfico: a opacidade e a transparência. São Paulo: Paz e Terra, 2005.
XAVIER, Ismail. “Da violência justiceira à violência ressentida” In: Ilha do Desterro, n. 51, Florianópolis, 2006, p. 55-68.
WU, Chin-tao. Privatising Culture: Corporate Art Intervention Since the 1980s. London: Verso, 2002.
WU, Chin-tao."Fashion seduces art". New Left Review, n.108., 2017, p. 117-125.

Programa

Aula 1: Judeus, judaísmo, judeidade: introdução
Aula 2: Imigração judaica-sefardita: origens e cultura
Aula 3: Imigração judaica-asquenaze: origens e cultura
Aula 4: Sinagogas como patrimônio

Bibliografia:
AVIGDOR, R. Judeus Sinagogas e Rabinos: O Judaísmo em São Paulo em mudança, 2010, Tese (Doutorado em sociologia) - Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, 2010.
BENCHIMOL, S. Eretz Amazônia: os judeus na Amazônia. Manaus: Comitê Israelita do Amazonas, 1998.
BLAY, E. A. O Brasil como destino: raízes da imigração judaica contemporânea para São Paulo. São Paulo: Editora Unesp, 2013.
BUCHALSKI, S. Memórias da Minha Juventude e do Teatro Ídiche no Brasil. São Paulo: Editora Perspectiva, 1995.
CARNEIRO, M. L. T. (Org.). Recordações dos Primórdios da Imigração Judaica em S. Paulo. São Paulo: Maayanot, 2013.
CYTRYNOWICZ, R., HONIGSBERG, E. M. et al. TAIB: Uma história do teatro. São Paulo: NarrativaUm. 2023.
DECOL, R. Imigrações urbanas para o Brasil: o caso dos judeus. 1999. Tese (Doutorado em
Sociologia) – Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Estadual
de Campinas, Campinas, 1999.
ENCICLOPÉDIA Judaica, Rio de Janeiro: Editora Tradição, 1967.
FALBEL, A. Como cantaríamos o canto do Senhor numa terra estrangeira, parte I. Boletim Informativo Arquivo Histórico Judaico Brasileiro, São Paulo, n. 35, 2006.
__________. Como cantaríamos o canto do Senhor numa terra estrangeira, parte II. Boletim Informativo Arquivo Histórico Judaico Brasileiro, São Paulo, n. 37, 2007.
FALBEL, N. Judeus no Brasil: estudos e notas. São Paulo: Humanitas; Edusp, 2008.
FAUSTO, B. (Org.). Fazer a América. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 1999.
FREIDENSON, M. L.; BECKER, G. (Org.). Passagem para a América: relatos da imigração
judaica em São Paulo. São Paulo: Arquivo do Estado, Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2003.
FREIDENSON, M. L. (Org.). Carta de chamada: relatos da imigração judaica em São Paulo de 1930 a 1942. São Paulo: Annablume, 2014.
FROCHTENGARTEN, F. Isaac Alperowitch – A vida de um filho de Israel. [s.l: s.n]
GEDANKIEN, A. Coragem, trabalho e fé - a história da comunidade judaica na região do ABC paulista. 1. ed. Santo André: [s.n.].
GOUSSINSKY, S. Era uma vez uma voz: o cantar ídiche, suas memórias e registros no Brasil. São Paulo: Humanitas, 2015.
GRINBERG, K. (Org.). Os judeus no Brasil: inquisição, imigração e identidade. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.
GUINSBURG, J. Aventuras de uma língua errante: ensaios de literatura e teatro idiche. São Paulo: Perspectiva, 1996. 507 p.
LEWIN, H. (Coord.). Identidade e cidadania: como se expressa o judaísmo brasileiro. Rio de Janeiro: Centro Edelstein de Pesquisas Sociais, 2009. Disponível em:
https://www.precog.com.br/bc-texto/obras/lewin-9788579820182.pdf
Acesso em 1 nov. 2024.
LEWIN, H. Da Colônia à República: judeus construindo sua identidade brasileira. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2019.
MILGRAM, A.; KOIFMAN, F.; FALBEL, A. (Org.). Judeus no Brasil: história e historiografia. São Paulo: Garamond, 2021.
MINKOVICIUS, I. Você sabe onde fica o Bom Retiro?. São Paulo: Dagui Design, 2021.
MIZRAHI, R. Imigrantes judeus do Oriente Médio: São Paulo e Rio de Janeiro. Cotia: Ateliê
Editorial, 2003.
PÓVOA, C. A. A territorialização dos judeus na cidade de São Paulo. São Paulo: Humanitas, 2010.
SALGADO, E (Org.). União Israelita Shel Guemilut Hassadim: 150 anos de atos de bondade. 1. ed. Rio de Janeiro, RJ: Talu Cultural, 2023. 162 p.
SCHEINDLIN, R.P. História Ilustrada do Povo Judeu. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.
SZWARCBART, M. R. As Sinagogas em São Paulo - Arte e Arquitetura Judaica. Disponível em https:// https://artejudaicasaopaulo.blogspot.com/. Acesso em 23 out.2024
VALADARES, P.; FAIGUENBOIM, G.; ANDREAS, N. Os primeiros judeus de São Paulo: uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana. Rio de Janeiro: Fraiha, 2009.
VELTMAN, H. B. A História dos Judeus em São Paulo. Rio de Janeiro: Instituto Arnaldo Niskier, 1994.
WOLFF, E.; WOLFF, F. Guia histórico da comunidade judaica de São Paulo. São Paulo: Editora B’nei B’rith, 1988.