Programa

Aula 1 – Estudos clássicos (Walter Benjamin e Hannah Arendt)
ARENDT, H. (1994) Sobre a violência. Rio de Janeiro: Relume-Dulmará.
Aula 2 – O legado de Frantz Fanon
Franz Fanon FANON, F. “Da violência”. In: Os condenados da Terra. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1968.
Aula 3 – Foucault e o tema da violência
Michel Foucault “Corpo dos condenados”; “A ostentação dos suplícios” do livro Vigiar e Punir (Petrópolis:
Vozes,1977).
Aula 4 – Butler, violência e não-violência
Judith Butler “Violence, Mourning, Politics”. In: Precarious Life – The Powers of Mourning and Violence (New York:
Verso, 2004) – há tradução
Aula 5 – Veena Das, violência e cotidiano
Veena Das. Vidas e palavras. Ler especialmente: cap 1 e cap 4.
Aula 6 – Necropolítica
MBEMBE, A. Necropolítica. São Paulo, n-1, 2019.
Aula 7 – Violência, favelas e periferias
Farias, Juliana. Governo de Mortes. Rio de Janeiro: Papeis Selvagens, 2020 (capítulo a indicar)
Aula 8 – Violência e tecnologia
O’NEAL, Cathy. “CIVILIAN CASUALTIES: Justice in the Age of Big Data. In: Weapons of math destruction. New
York: Crown, 2016. (há tradução)

Programa

Aula 1: A "Era de Ouro", anos 40 e 50
ASIMOV, Isaac. Não é a última palavra! In: CLARKE, Arthur C. A Sonda do Tempo. Lagoa: Nova Fronteira, 1966.
GRIFFITH, Ann W. "Captive Audience" ("Público Cativo"). In: MARCUS, Gideon (ed.). Rediscovery 2 - Science fiction by women 1953-1957. Vista (CA): Journey Press, 2022.
HEINLEIN, Robert A. "Vocês, Zumbis". In: DUARTE, Paulo P. Medium, 02 Ago 2020. Disponível em: https://medium.com/pensamentos-rasos/voc%C3%AAs-zumbis-2b6867a237a5. Acesso em 03/06/2024.

Aula 2: A "Nova Onda", anos 60 e 70
BALLARD, J.G. "The Garden of Time" ("O Jardim do Tempo"). In:______. The Complete Stories of J. G. Ballard. New York: W. W. Norton & Company, 2010.
ELLISON, Harlan. ‘Arrependa-se, Arlequim!’ disse o homem Tique-Taque. In: COSTA, Rafaela. Medium, 11 Fev. 2019. Disponível em: medium.com/@rafaelapc33/arrependa-se-arlequim-disse-o-homem-tique-taque-8e913c36aa55. Acesso em 03/06/2024.
TIPTREE JR., James (SHELDON, Alice B.). "Garota Plugada". In:______. Mulheres que os homens não veem. Rio de Janeiro: Ímã Editorial, 2023.

Aula 3: Cyberpunk, Neoliberalismo, anos 80 e 90
BUTLER, Octavia E. "A Tarde e a Manhã e a Noite". In: VanderMeer, Ann; VanderMeer, Jeff (eds.). Irmãs da Revolução. São Paulo: Aleph, 2023.
GIBSON, William. "Hotel New Rose". In:______. Neuromancer. São Paulo: Aleph, 2014. Ed. especial de 30 anos.

Aula 4: Novas Tendências, o século XXI
MONÁE, Janelle; THOMAS, Sheree R. "A Caixa Temporal Alt(ar)erada". In: MONÁE, Janelle, et al. A Bibliotecária de Memórias: e outras histórias de Dirty Computer. São Paulo: Morro Branco, 2023.
MACLEOD, KEN. "The Bicycle-Frame Tree Plantation Manager’s Redundancy" ("O Gerente da Plantação de Quadros de Bicicleta Tornou-se Redundante"). In: DALKIN, Gary. Improbable Botany. London: Wayward, 2017.

Bibliografia:
OBRAS LITERÁRIAS:

BALLARD, J. G. The Complete Stories of J. G. Ballard. New York: W. W. Norton & Company, 2010.
CLARKE, Arthur C. A Sonda do Tempo. Lagoa: Nova Fronteira, 1966.
DALKIN, Gary. Improbable Botany. London: Wayward, 2017.
ELLISON, Harlan. Paingod and Other Delusions. New York: Pyramid Books, 1965.
GIBSON, William. Neuromancer. São Paulo: Aleph, 2014. Ed. especial de 30 anos.
HEINLEIN, Robert A. The Fantasies of Robert A. Heinlein. Riverdale (NY): Baen, 1973.
MARCUS, Gideon (ed.). Rediscovery 2 - Science fiction by women 1953-1957. Vista (CA): Journey Press, 2022.
MONÁE, Janelle, et al. A Bibliotecária de Memórias: e outras histórias de Dirty Computer. São Paulo: Morro Branco, 2023.
TIPTREE JR., James. (SHELDON, Alice B.) Mulheres que os homens não veem. Rio de Janeiro: Ímã Editorial, 2023.
VANDERMEER, Ann; VANDERMEER, Jeff (eds.). Irmãs da Revolução. São Paulo: Aleph, 2023.

OBRAS TEÓRICAS:

BOULD, Mark; et al. "Voices on the Boom". Science Fiction Studies, Vol. 30, No. 3, The British SF Boom (Nov., 2003), p. 483-491.
BUSCH, Willian P. História da ficção científica nos Estados Unidos do herói cientista de John W. Campbell ao herói antropólogo de Ursula Kroeber Le Guin. Dissertação (mestrado) - Universidade Federal do Paraná, Setor de Ciências Humanas, Programa de Pós-Graduação em História. Curitiba: UFPR, 2019.
DOCTOROW, Cory. "Science Fiction is a Luddite Literature". Locus, Oakland, n. 732, jan. 2022. Disponível em: https://locusmag.com/2022/01/cory-doctorow-science-fiction-is-a-luddite…. Acesso em 03/06/2024.
DOCTOROW, Cory. How to Destroy Surveillance Capitalism. New York: Medium Editions, 2021.
DOUGHERTY, Stephen. The Dangerous Rays of the Future: Democracy, Media, Science Fiction. Science Fiction Studies, Vol. 40, No. 3 (November 2013). Greencastle: DePauw University, 2013.
FREEDMAN, Carl. Critical Theory and Science Fiction. Middletown, Connecticut: Wesleyan University Press, 2000.
JAMESON, F. Archaeologies of the future: the desire called Utopia and other science fictions. New York: Verso, 2005.
JAMES, Edward; MENDLESOHN, Farah. The Cambridge Companion to Science Fiction. Cambridge: Cambridge University Press, 2003.
MOROZOV, Evgeny. Big Tech: A ascensão dos dados e a morte da política. São Paulo: Editora Ubu, 2018.
MOYLAN, Tom. (Ed. BACCOLINI, Raffaella). Demand the impossible: science fiction and the utopian imagination. Bern: Peter Lang, 2014.
OKORAFOR , Nnedi. “Africanfuturism Defined”. Nnedi's Wahala Zone Blog, out. 2019. Disponível em: https://nnedi.blogspot.com/2019/10/africanfuturism-defined.html. Acesso em 03/06/2024
ROBERTS, Adam. A verdadeira História da Ficção Científica: do preconceito à conquista das massas. São Paulo: Seoman, 2018.
SHIVA, Vandana. The Violence of Reductionist Science. Alternatives: Global, Local, Political, n. 12. Sage Publications, 1987.
SUVIN, Darko. Metamorphosis of Science Fiction. New Heaven: Yale University Press, 1979.

 

Programa

Aula 1. Pierre Duhem: biografia, contexto histórico e sua herança para a filosofia da ciência
Aula 2. Popper: aspectos gerais, epistemologia falseacionista, e sua relação com Duhem
Aula 3. Lakatos: aspectos gerais, semelhanças e diferenças com relação às epistemologias de Popper e Duhem
Aula 4. Kuhn: aspectos gerais, controvérsia com Popper e elementos de Duhem em sua obra.

Referências Bibliográficas Principais:

1. DUHEM, Pierre. A Teoria Física: Seu Objetivo e sua Estrutura. Paris: Librairie Félix Alcan, 1906.
2. DUHEM, Pierre. A Filosofia da Física. Paris: Librairie Félix Alcan, 1914.
3. POPPER, Karl. A Lógica da Pesquisa Científica. Londres: Routledge, 1959. (Original de 1934).
4. POPPER, Karl. Conjecturas e Refutações: O Crescimento do Conhecimento Científico. Londres: Routledge & Kegan Paul, 1963.
5. LAKATOS, Imre. A Metodologia dos Programas de Pesquisa Científica. Cambridge: Cambridge University Press, 1978. (Texto original de 1970).
6. LAKATOS, Imre. A Filosofia da Ciência e a Matemática. Cambridge: Cambridge University Press, 1974.
7. KUHN, Thomas S. A Estrutura das Revoluções Científicas. Chicago: University of Chicago Press, 1962.
8. KUHN, Thomas S. A Revolução Copernicana: A Astronomia Planetária no Desenvolvimento do Pensamento Ocidental. Cambridge, MA: Harvard University Press, 1957.

Programa

Aula 1 (18/04)

Parte 1: a importância da inclusão do estudo de línguas indígenas no currículo escolar

BRASIL. Ministério da Educação. Base Nacional Curricular Comum do Ensino Básico [internet]. 2024. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br

SÃO PAULO (SP). Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica. Currículo da cidade: povos indígenas: orientações pedagógicas. – 2. ed. – São Paulo: SME / COPED, 2023.

Parte 2: as línguas indígenas em território brasileiro

STORTO, Luciana Raccanello. Línguas indígenas: tradição, universais e diversidade. 2019.



Aula 2 (19/04): a abordagem das línguas indígenas em diferentes disciplinas, do fundamental ao médio

CESARINO, Pedro. A voz falível – ensaio sobre as formações ameríndias de mundos. Literatura e sociedade, v. 19, n. 19, p. 76-99, 2014.

COSTA, Bruno José Ferreira da; TENÓRIO, Thaís; TENÓRIO, André. A Educação Matemática no Contexto da Etnomatemática Indígena Xavante: um jogo de probabilidade condicional. Bolema: Boletim de Educação Matemática, v. 28, n. 50, p. 1095-1116, 2014.

MOORE, Denny; STORTO, Luciana. As línguas indígenas e a pré-história. Homo brasilis: aspectos científicos, linguísticos, históricos e sócio-antropológicos da formação do povo brasileiro, p. 73-92, 2002.

RODRIGUES, Aryon Dall’Igna et al. Evidências lingüísticas da antigüidade do piolho e de outros parasitas do homem na Amazônia. Revista de Estudos e Pesquisas, v. 2, n. 2, p. 89-97, 2005.

SILVA, Fabíola; NOELLI, Francisco. Arqueologia e linguística: construindo as trajetórias histórico-culturais dos povos Tupí. Crítica e Sociedade: revista de cultura política, v. 7, n. 1, p. 55-87, 2017.

Programa

Day 1: Thinking with Disability
What is disability? In the introductory lecture, we will explore disability as a pervasive and intersectional discourse that produces worlds, and is also produced by inequality. We will move from thinking about disability as an identity, to disability as an analytic of social justice, and a world-making force.

Day 2: Disability and Debility
What is debility and how does thinking with debilitation allow us to apprehend the normalisation of injustice and the massification of suffering? How does the logic of knowledge production obscure the enmeshment of debilitation with everyday life? In this lecture, we will explore the relationship between disability and debility and why thinking with debility matters.

Day 3: Racialising disability and debility
Disability and debility cannot meaningfully be separated from race. Neither can race be meaningfully separated from disability or debility. Disability discourse was/is fundamental to the crafting of racialised discourses and undergirds racialised logics of the nation.

Day 4: Carceral logics and abolitionist sensibilities
In this lecture, we explore the entanglement of disability and debility with carcerality and what an abolitionist sensibility offers us. We will consider that to undo the logics of violence that normalise carceral practices, liberatory possibilities are enabled.

 

Bibliografia (Bibliography):


Day 1: Thinking with Disability
Mohamed, K. (2018) Disability Matters! South African Labour Bulletin, July/August: 30-32.
Mohamed, K. (2019) An African Feminist Decolonial Disability Studies, Codesria Bulletin, Vol 1&2: 19-21.
Recommended Readings:
Meekosha, H. (2011). Decolonising disability: Thinking and acting globally. Disability & Society, 26(6), 667-682.
Davis, L. (2017). Introduction: Disability, Normality and Power. In. Lennard Davis (ed.) The Disability Studies Reader, 5th Edition (pp. 1-14). Abingdon & New York: Routledge.

 

Day 2: Disability and Debility
Mohamed, K. (2024) Debilitating Research: Scholarship of the Obvious and Epistemic Trauma. African Studies, 1-18. https://doi.org/10.1080/00020184.2024.2431801
Recommended Readings:
Mohamed, K. 2024. Epistemic Debilitation and the Erasure of Genocide. Palestine Now: Social Text Online. February 13, https://socialtextjournal.org/periscope_article/epistemic-debilitation-…
Puar, J.K. (2017). The right to maim: Debility, capacity, disability. Durham: Duke University Press. (Preface, pp.ix-xxiv)
 

Day 3: Racialising disability and debility
Baynton, D. C. (2013). Disability and the justification of inequality in American history. In L. Davis (ed.) The disability studies reader, 17-34. Abingdon & New York: Routledge.
Recommended Readings:
Ka-Canham, H. 2023. Riotous Deathscapes. Johannesburg: Wits University Press. (ch.4)
Mitchell, D., & Snyder, S. (2003). The eugenic Atlantic: Race, disability, and the making of an international eugenic science, 1800–1945. Disability & Society, 18(7), 843-864.

 

Day 4: Carceral logics and abolitionist sensibilities
Rowe, S., & Dowse, L. (2021). Enabling penal abolitionism: The need for reciprocal dialogue between critical disability studies and penal abolitionism. In Michael J. Coyle & David Scott (eds.) The Routledge International Handbook of Penal Abolition (pp. 206-216). New York & London: Routledge.
Recommended Listening:
Tippet, Krista (2023). Ruth Wilson Gilmore: Where life is Precious, life is precious. On Being With Krista Tippett. (Podcast) Accessed on 12 June 2025, at https://onbeing.org/programs/ruth-wilson-gilmore-where-life-is-precious…
Recommended Readings:
Ben-Moshe, L. (2020). Decarcerating disability: Deinstitutionalization and prison abolition. Minnesota: University of Minnesota Press. Ch.1
Shange, S. (2022). Abolition in the Clutch: Shifting through the Gears with Anthropology. Feminist Anthropology, 3(2), 187-197.

Programa

O curso tem como objetivo promover um estudo histórico-crítico através da leitura, análise e debate de textos dramatúrgicos de um conjunto de peças em um ato de Arthur Miller, fundamentais para a história da dramaturgia estadunidense e de seu rumo também fora do país. Buscando explicitar a relevância sociopolítica de tal conjunto, o curso avançará apontando também como este tipo específico de dramaturgia em um ato determinou os rumos do teatro moderno no Brasil.
O curso está estruturado em nove encontros, com duração de 2h cada. A primeira parte fará uma incursão histórico-crítica em questões formais e específicas da dramaturgia em um ato e seu desenvolvimento através dos
tempos, ressaltando seu papel crucialmente importante para os estudos de dramaturgia, literatura e artes em geral.
Em seguida serão abordadas questões-chave sobre o drama moderno, e sobre o desenvolvimento deste tipo de dramaturgia nos Estados Unidos, e colocando nos holofotes a produção dramatúrgica em um ato de Arthur Miller, amplamente negligenciada nos círculos acadêmicos, teatrais e escolares no mundo todo. 

AULA 1 – Introdução ao teatro dos Estados Unidos: dentro e fora da Broadway
AULA 2 - A peça em um no teatro grego, elisabetano, e nos séculos XVIII e XIX: uma abordagem introdutória, com análise de Pedido de Casamento (1888-89), de Anton Tchekhov
AULA 3 – A peça em um ato nos Estados Unidos: panorama geral com análise de Bagatelas (1916), de Susan Glaspell; e Antes do Café da Manhã (1916-17), de Eugene O’Neill
AULA 4 – Formas não-dramáticas de dois dramaturgos canônicos: analisando A Dama da Loção Antipiolho (1941), de Tennessee Williams; e A História do Jardim Zoológico (1958), de Edward Albee.
AULA 5 – Contra o comercialismo da Broadway: a dramaturgia Milleriana em um ato para além do cânone
AULA 6 – Arthur Miller em Agitprop: analisando That They May Win (1943) e A Memory of Two Mondays (1956)
AULA 7 – Arthur Miller antiguerra: analisando The Reason Why e Fame (1970)
AULA 8 – Arthur Miller contra o conservadorismo neoliberal: analisando a Danger: Memory!, composta por I Can’t Remember Anything e Clara (1987)
AULA 9 – Arthur Miller comediógrafo: analisando The Last Yankee (1993)

Bibliografia: 
ADORNO, Theodor. W. Teoria Estética. Trad. Artur Morão. São Paulo, Martins Fontes, 1982.
ALBEE, Edward. A história do Jardim Zoológico. Lisboa: Cotovia, 2015.
BIGSBY, Christopher. “Arthur Miller.” A Critical Introduction to Twentieth-Century American Drama: Volume Two—Williams/Miller/Albee. Cambridge, Cambridge University Press, 1984.
BRATER, Enoch. Arthur Miller: A Playwright’s Life and Work. New York: Thames and Hudson, 2005.
BRUSTEIN, Robert. Millennial Stages: Essays and Reviews, 2001-2005. New Haven: Yale University Press, 2006.
CARLSON, Marvin. Teorias do Teatro: Estudo histórico-crítico dos gregos à atualidade. Tradução de Gilson César de Souza. São Paulo: Unesp, 1997.
COSTA, Iná Camargo. Panorama do Rio Vermelho: ensaios sobre o teatro americano moderno. São Paulo: Nankin, 2001.
EAGLETON, Terry. A função da crítica. Trad. Jefferson Luiz Camargo. São Paulo: Martins Fontes, 1991.
GLASPELL, Susan. O Teatro de Susan Glaspell: Cinco Peças. Brasília: Embaixada dos Estados Unidos, 2003.
HARTMOLL, Phyllis. The Theatre: a concise history. 3 ed. New York, Thames & Hudson, 2006.
HOFTSTADTER, Richard. Anti-intellectualism in American Life. New York, Knopf, 1963.
MASON, Jeffrey. Stone Tower: The Political Theater of Arthur Miller. The University of Michigan Press, 2011.
MILLER, ARTHUR. Echoes down the corridor: collected essays, 1944–2000. New York, Penguin Books, 2001.
_____ About Theatre Language (The Last Yankee). In: Arthur Miller, Collected Plays 1987- 2004 with Stage and Radio Plays of the 1930s & 40s. New York, Library of America, 2015.
O’NEILL, Eugene. Before breakfast, a play in one act. New York: F.Shay, 1916.
OTTEN, Terry. The Temptation of Innocence in the Dramas of Arthur Miller. Columbia: University of Missouri Press, 2002.
ROSENFELD, Anatol. Prismas do Teatro. Ed. Perspectiva, São Paulo, 2000.
STORY, Ronald; LAURIE, Bruce. The Rise of Conservatism in America, 1945–2000. Bedford/St.Martin's, Boston/New York, 2008.
SZONDI, Peter. Teoria do Drama Moderno: 1880-1950. Trad, Luiz Sérgio Rêpa. São Paulo, Cosac & Naify, 2001.
TOTA, Antonio P. Os Americanos. São Paulo, Editora Contexto, 2009
TCHEKHOV, Anton. Os Males do Tabaco e outras peças em um ato. São Paulo: Ateliê, 2003.
WALFORD, Rex; DOLLEY, Colin (Ed.). The One-Act Play Companion: A guide to Plays, Playwrights and Performance. London: A & C Black Publishers, 2006.
WILLIAMS, Raymond. The Realism of Arthur Miller. Critical Quarterly 1, 1959.
____ Tragédia Moderna. Trad. Betina Bishof. São Paulo: Cosac & Naify, 2002.
WILLIAMS, Tennessee. 27 carros de algodão e outras peças em um ato. São Paulo: É Realizações, 2012.

Programa

Aula 1. Introdução: o conflito de Weimar a partir do diálogo entre Benjamin e Schmitt

Aula 2. Monopolismo e capitalismo de Estado: Pollock e Horkheimer 

Aula 3. Capitalismo e nacional-socialismo: Neumann 

Aula 4. Fascismo como índice da crise da razão: Adorno e Horkheimer 

Aula 5. Desnazificazão como preservação: Adorno


Bibliografia principal:

ADORNO, T. Aspectos do novo radicalismo de direita. São Paulo: Editora Unesp, 2020a.
___________. Educação após Auschwitz. In: Palavras e sinais: modelos críticos 2. Petrópolis: Editora Vozes Ltda.,
1995.
___________. Guilt and defense: on the legacies of national socialismo in postwar Germany. Cambridge: Harvard
University Press, 2010.
___________. Minima Moralia: reflexões a partir da vida lesada. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2018.
___________. Reflexões sobre a teoria de classes. Crítica Marxista, Campinas, n.50 Crítica, p.259-273, 2020b.
___________. The meaning of working through the past. In: Critical Models: interventions and catchwords. New
York: Columbia University Press, 2005.
ADORNO, T; HORKHEIMER, M. Dialética do Esclarecimento: fragmentos filosóficos. Rio de Janeiro: Jorge Zahar,
1985.
BENJAMIN, W. Origem do drama trágico alemão. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2013.
_____________. Para uma crítica da violência. In: Escritos sobre Mito e Linguagem (1915-1921). São Paulo:
Editora 34, 2013.
_____________. Teorias do fascismo alemão: sobre a coletânea Guerra e Guerreiros, editada por Ernst Jünger. In:
Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura: obras escolhidas volume 1. São Paulo:
Editora Brasiliense S.A, 1987.
HORKHEIMER, M. Crepúsculo: Notas alemãs (1926-1931). São Paulo: Editora Unesp. 2022.
________________. Teoria crítica: uma documentação. São Paulo: Perspectiva, 2006.
________________. The authoritarian state. In: ARATO, A; GEBHARDT, E. (Ed.). The essential Frankfurt School
reader. New York: Urizen Books, 1978.
________________. The jews and Europe. In: In: BRONNER, S.E; KELLNER, D.M.K (Ed.). Critical theory and
society: a reader. New York; London: Routledge, 1989.
NEUMANN, F. Behemoth: the structure and practice of national socialism (1933-1944). Chicago: Ivan R. Dee, 2009.
POLLOCK, F. Crise e transformação estrutural do capitalismo: artigos na Revista do Instituto de Pesquisa Social.
Florianópolis: NEFIPO/ CFH / UFSC, 2019.
SCHMITT, C. A crise da democracia parlamentar. São Paulo: Scritta, 1996.
___________. Dictatorship: from the origin the modern concept of sovereignty to proletarian class struggle.
Cambridge: Polity Press, 2006.
Bibliografia de apoio:

BERCOVICI, G. Entre o estado total e o estado social: atualidade do debate sobre direito, Estado e economia na
República de Weimar. Tese (Livre-docência) – Departamento de Direito Econômico e Financeiro, Universidade de
São Paulo, São Paulo, 2003.
CATALANI, F. Filosofia moral no mundo pós-guerra: estudo sobre Adorno. Tese (Mestrado) – Programa de Pós-
Graduação em Filosofia, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2019.
ELIAS, N. Os Alemães: a luta pelo poder e a evolução do habitus nos séculos XIX e XX. Rio de Janeiro: Jorge
Zahar editora, 1997.
JAY, M. A imaginação dialética: história da Escola de Frankfurt e do Instituto de Pesquisas Sociais, 1923-1950. Rio
de Janeiro: Contraponto, 2008.
PAXTON, R. Anatomia do fascismo. São Paulo: Paz & Terra, 2023.
PINTO, M. Uma filosofia dos extremos: história e crítica em Walter Benjamin. Tese (Doutorado) –Programa de Pós-
Graduação em Filosofia, Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro 2023.
REGATIERI, R. Capitalismo sem peias: a crítica da dominação nos debates do Instituto de Pesquisa Social no início
da década de 1940 e na elaboração da Dialética do esclarecimento. São Paulo: Humanitas, 2019.
SILVA, R. Max Horkheimer: teoria crítica e barbárie. Uberlândia, EDUFU, 2011.

WIGGERHAUS, R. A Escola de Frankfurt: história, desenvolvimento teórico, significação político. Rio de Janeiro:
DIFEL, 2002.

 

Programa

Aula 1: Uma breve introdução sobre o povo curdo e suas lutas
ARAÚJO, Bianca Mendes. Novos modelos de governança em cenários de conflito: o autogoverno de Rojava. 2023. 87 f. Dissertação (Mestrado em Relações Internacionais) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2023. Disponível em:
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/247756. Acesso em: 5 nov. 2025. (Sugestão de leitura: capítulo 3 – “Contexto histórico: a questão curda e seus nacionalismos na Síria, Turquia e Iraque e a guerra na Síria”).
BIBLIOTECA TERRA LIVRE; COMITÊ DE SOLIDARIEDADE À RESISTÊNCIA CURDA DE SÃO
PAULO. Şoreşa Rojavayê: revolução, uma palavra feminina. São Paulo: Biblioteca Terra Livre, 2016. (Sugestão de leitura: capítulo 2 – “Uma breve história das lutas curdas”).
BOZARSLAN, Hamit; GUNES, Cengiz; YADIRGI, Veli. The Cambridge History of the Kurds.
Cambridge; New York: Cambridge University Press, 2021. (Sugestão de leitura: capítulos 4, 5, 7, 8 e 32).
GLAVIN, Terry. NO FRIENDS BUT THE MOUNTAINS: The Fate of the Kurds. World Affairs, v. 177, n. 6, p. 57–66, 2015. Disponível em: http://www.jstor.org/stable/43555270. Acesso em: 5 nov. 2025.
GUNTER, Micheal. M. Routledge Handbook on the Kurds. Nova Iorque: Routledge, 2019.‌ (Sugestão de leitura: capítulos 4, 5 e 16).
MERTZ, José Vicente. Entre o welatparestî e o natewparestî: as formas antagônicas da autonomia curda. Antropolítica - Revista Contemporânea de Antropologia, v. 57, n. 1, p. 1-23, 2025. Disponível
em: https://periodicos.uff.br/antropolitica/article/view/62113. Acesso em: 5 nov. 2025.
SOARES, João V. S. et al. A QUESTÃO CURDA. Observatório de Conflitos Internacionais – Série
Conflitos Internacionais, v. 4, n. 1, p. 1-7, fev. 2017. Disponível em:
https://www.marilia.unesp.br/Home/Extensao/observatoriodeconflitosinter…- curda-fevereiro.pdf. Acesso em: 5 nov. 2025.

Aula 2: O movimento curdo na Síria: origens, atores e redes
BIBLIOTECA TERRA LIVRE; COMITÊ DE SOLIDARIEDADE À RESISTÊNCIA CURDA DE SÃO
PAULO. Şoreşa Rojavayê: revolução, uma palavra feminina. São Paulo: Biblioteca Terra Livre, 2016. (Sugestão de leitura: capítulo 1 – “O rio de uma montanha tem muitas curvas: uma introdução à revolução de Rojava”).
CUNHA, Daniel de Oliveira; KARADAĞ, Bülend. CONFEDERALISMO DEMOCRÁTICO - Abdullah
Öcalan. Cadernos CERU, São Paulo, Brasil, v. 26, n. 2, p. 114–132, 2016. Disponível em:
https://revistas.usp.br/ceru/article/view/117472. Acesso em: 5 nov. 2025.
GERBER, Damian; BRINCAT, Shannon. When Öcalan Met Bookchin: The Kurdish Freedom Movement and the Political Theory of Democratic Confederalism. Geopolitics, v. 26, n. 4, p. 973–997. Disponível
em: https://doi.org/10.1080/14650045.2018.1508016. Acesso em: 5 nov. 2025.
GUNTER, Micheal. M. Routledge Handbook on the Kurds. Nova Iorque: Routledge, 2019.‌ (Sugestão de leitura: capítulos 20 e 21).
Matin, Kamran. Democratic Confederalism and Societal Multiplicity: A Sympathetic Critique of Abdullah Öcalan’s State Theory. Geopolitics, v. 26, n. 4, p. 1075–1094, 2019. Disponível em:
https://doi.org/10.1080/14650045.2019.1688785. Acesso em: 5 nov. 2025.
MAZZUCOTELLI, Francesco. BEYOND THE NATION-STATE? DEMOCRATIC CONFEDERALISM AND THE CHARTER OF ROJAVA. Il Politico, v. 80, n. 2/3(239-240), p. 256–75, 2015. Disponível em: http://www.jstor.org/stable/45433382. Acesso em: 5 nov. 2025.
TEJEL, Jordi. Syria’s kurds: history, politics and society. Londres: Routledge, 2008. (Sugestão de leitura: capítulos 5 e 6).
VERÍSSIMO, Vitor Maia. O Confederalismo democrático curdo e a oposição ao Estado-nação.
2021. 111 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2021. Disponível em:
https://bib.pucminas.br/teses/CienciasSociais_VitorMaiaVerissimo_19249_…. Acesso em: 5 nov. 2025. (Sugestão de leitura: capítulo 3 – “O Confederalismo Democrático curdo a partir de Abdullah Öcalan”).

Aula 3: Revolução de Rojava: como ideias moldam a realidade
ALLSOPP, Harriet; VAN WILGENBURG, Wladimir. The Kurds of Northern Syria: governance, diversity and conflicts. Londres: I.B. Tauris, 2019. (Sugestão de leitura: capítulo 3 – “PYD-led Governance Structures: From DAAs to Federalism”).
ARAÚJO, Bianca Mendes. Novos modelos de governança em cenários de conflito: o autogoverno de Rojava. 2023. 87 f. Dissertação (Mestrado em Relações Internacionais) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2023. Disponível em:
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/247756. Acesso em: 5 nov. 2025. (Sugestão de leitura: capítulo 4 – “Novo capítulo da questão curda: o autogoverno de Rojava”).
BIBLIOTECA TERRA LIVRE; COMITÊ DE SOLIDARIEDADE À RESISTÊNCIA CURDA DE SÃO
PAULO. Şoreşa Rojavayê: revolução, uma palavra feminina. São Paulo: Biblioteca Terra Livre, 2016.
(Sugestão de leitura: capítulo 4 – “Confederalismo Democrático: Organizando uma Sociedade sem Estado”; Parte 3 – “Organização econômica”).
BRANCOLI, Fernando. Síria e narrativas de guerra por procuração: o caso dos curdos. Revista da EGN, v. 23, n. 3, p. 589–617, 2023. Disponível
em: https://portaldeperiodicos.marinha.mil.br/index.php/revistadaegn/articl…. Acesso em: 6 nov. 2025.
DAANES’ Social Contract, 2023 Edition. Rojava Information Center. Disponível em:
<https://rojavainformationcenter.org/2023/12/aanes-social-contract-2023-…;. Acesso em: 5 nov. 2025.
DIRIK, Dilar. The Kurdish Women’s Movement: History, Theory, Practice. Londres: Pluto Press, 2022.
FERREIRA, Bruna de Fátima Brito. Mulheres em Rojava: da organização nacionalista à autonomia democrática. Um estudo sobre a organização autônoma do movimento. 2017. 202 f. Dissertação (Mestrado em Política Internacional) - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2017. Disponível em: http://www.bdtd.uerj.br/handle/1/15574. Acesso em: 5 nov. 2025. (Sugestão de leitura: capítulos 3 e 4).
GUNTER, Micheal. M. Routledge Handbook on the Kurds. Nova Iorque: Routledge, 2019.‌ (Sugestão de leitura: Parte X – “The Kurdish Situation in Syria”).
GURSES, Mehmet; ROMANO, David; GUNTER, Michael. The Kurds in the Middle East: enduring
problems and new dynamics. Londres: Lexington Books, 2020. (Sugestão de leitura: Seção II – “Continuity and change in Syria: the kurdish perspective”).
IMARAL, Pricyla Weber. Primavera curda, da utopia à realidade: Confederalismo democrático na Síria. Revista Vernáculo, n. 45, 2020. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/vernaculo/article/view/61420. Acesso em: 5 nov. 2025.
MALMVIG, Helle. NORTHERN SYRIA – ROJAVA. MOSAICS OF POWER: Fragmentation of the Syrian State since 2011. Danish Institute for International Studies, p. 19–22, 2018. Disponível em: http://www.jstor.org/stable/resrep21434.6. Acesso em: 5 nov. 2025.
NASSER, Reginaldo. M.; ROBERTO, Willian. M. A QUESTÃO CURDA NA GUERRA DA SÍRIA:
DINÂMICAS INTERNAS E IMPACTOS REGIONAIS. Lua Nova: Revista de Cultura e Política, n. 106, p. 219–246, jan. 2019. Disponível em: https://doi.org/10.1590/0102-219246/106. Acesso em 5 nov. 2025.
RIBEIRO, Maria Florência Guarche. A trajetória do movimento de mulheres no noroeste do
Curdistão: a institucionalização do confederalismo democrático e da Jineologî (1978-2018). 2019. 108 f. Dissertação (Mestrado em Ciência Política) – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Porto Alegre, 2019. Disponível em: http://hdl.handle.net/10183/193052. Acesso em: 5 nov. 2025. (Sugestão de leitura: capítulo 4 – “O movimento de mulheres do Curdistão”).
TANK, Pinar. Kurdish Women in Rojava: From Resistance to Reconstruction. Die Welt Des Islams, v. 57, n. 3–4, 2017, p. 404–28. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/26568532. Acesso em: 5 nov. 2025.
VERÍSSIMO, Vitor Maia. O Confederalismo democrático curdo e a oposição ao Estado-nação.
2021. 111 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Sociais) – Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, Belo Horizonte, 2021. Disponível em:
https://bib.pucminas.br/teses/CienciasSociais_VitorMaiaVerissimo_19249_…. Acesso em: 5 nov. 2025. (Sugestão de leitura: capítulo 4 – “Rojava e as rupturas com o Estado-nação”).

Aula 4: Mudança política e novos acordos: o movimento curdo no futuro da Síria
BOYRAZ, Cemil. Alternative Political Projects of Territoriality and Governance during the Syrian War: The Caliphate Vs Democratic Confederalism. Geopolitics, v. 26, n. 4, p. 1095–1120, 2020. Disponível em: https://doi.org/10.1080/14650045.2020.1855580. Acesso em: 5 nov. 2025.
‌CEMGIL, Can; HOFFMANN, Clemens. The “Rojava Revolution” in Syrian Kurdistan: A Model of
Development for the Middle East?. IDS Bulletin, v. 47, n. 3, mai. 2016. Disponível em:
https://bulletin.ids.ac.uk/index.php/idsbo/article/view/2730. Acesso em: 5 nov. 2025.
ÇITAK, Emre. The Positioning of the PYD in Syria’s Future: The Civil War, the 10th Congress, and December 8. TYB Akademi Dil Edebiyat Ve Sosyal Bilimler Dergisi, v.44, p. 126-148, 2025. Disponível em: https://dergipark.org.tr/en/pub/tybakademi/issue/91990/1649294#article_…. Acesso em: 5 nov. 2025.
DAZA, Felipe. A New Agenda for Peace in Northeast Syria. Strategic analysis of the conflict to
strengthen strategies for democratic governance, resilience and civil resistance. Nov Act: Barcelona, 2025. Disponível em: https://novact.org/en/publicacio/una-nueva-agenda-para-la-paz-en-el-nor…- siria-en-la-era-post-asad/. Acesso em: 5 nov. 2025.
DINC, Pinar. The Kurdish Movement and the Democratic Federation of Northern Syria: An Alternative to the (Nation-)State Model? Journal of Balkan and Near Eastern Studies, v. 22, n.1, p. 47-67, 2020.
Disponível em: https://doi.org/10.1080/19448953.2020.1715669. Acesso em: 5 nov. 2025.
EXPLAINER: Kurdish Dialogue Conference in Rojava – Strengthening Kurdish Unity and Unifying Positions. Rojava Information Center. Disponível em:
https://rojavainformationcenter.org/2025/04/explainer-kurdish-dialogue-…-
strengthening-kurdish-unity-and-unifying-positions/. Acesso em: 5 nov. 2025.
EXPLAINER: Suwayda Conflicts and Context 2025. Rojava Information Center. Disponível em:
<https://rojavainformationcenter.org/2025/08/explainer-suwayda-conflicts…;. Acesso em: 5 nov. 2025.
EXPLAINER: the SDF-Damascus agreement. Rojava Information Center Disponível em:
https://rojavainformationcenter.org/2025/03/explainer-the-sdf-damascus-…. Acesso em: 5 nov. 2025. Rojava Information Center. From Idlib to Damascus – HTS’ Evolution Into the Syrian Caretaker Government. Rojava Information Center, 2025. Disponível em:
https://rojavainformationcenter.org/2025/03/from-idlib-to-damascus/. Acesso em: 5 nov. 2025.

Programa

Descrição do curso:

Como devemos combater as desigualdades nas cidades? Os filósofos políticos têm debatido essa questão do ponto de vista da segregação residencial. Existem duas teses principais na literatura recente. Uma delas é a proposta integracionista focada em defender que a justiça socioeconômica nas cidades deve ser alcançada por meio da realocação de grupos desvantajosos em bairros mais prósperos. A segunda é a proposta redistributiva baseada na ideia de que a justiça socioeconômica nas cidades deve ser realizada por programas de transferência de renda. Embora estes sejam projetos diferentes, vamos discutir como exatamente seu diagnóstico normativo se aproxima e difere um do outro. Mais precisamente, este curso de extensão busca estudar autores chaves neste debate, como Elizabeth Anderson, Tommie Shelby, Iris Young, Lélia Gonzalez, clarificar o diagnóstico normativo sobre a razão da segregação ser uma injustiça estrutural e histórica e, por fim, propor soluções práticas para combatê-la.


1) O que é segregação?

- Aula 1 - Segregação espacial e social

- Tilly, C. (2005) “Relational orignis of inequality”, in: Tilly, C. Identities, Boundaries, and Social Ties: Routledge: London
- Anderson, E. (2010) “Segregation and social inequality, in: Anderson, E. The Imperarive of Integration: Pricenton Press.
- Marques, E (2005). “Elementos conceituais da segregação, da pobreza urbana e da ação do Estado”, in Eduardo Marques e Haroldo Torres (orgs), São Paulo. Segregação, pobreza e desigualdades sociais. São Paulo: SENAC.

- Aula 2 – A segregação nas cidades é uma questão contextual? O caso dos Estados Unidos e do Brasil

-Maloutas, T. “Residential Segregation in Context”, in: Residential segregation in comparative perspective, Fujita and Maloutas (orgs), Routledge Press.
- Gonzalez, L. (2019) “A categoria política-cultural da Amefricanidade”, in: HOLLANDA, Heloisa Buarque de (Org). Pensamento feminista: conceitos fundamentais. Rio de Janeiro.
- Stanley, S (2017). “How not to integrate”, in: Stanley, S. An Impossible Dream? Racial integration in the United States, Oxford Press.

2) Por que a segregação é uma injustiça?

- Aula 3 – Questões estruturais e histórias

-Young, I. (2011). “Structure as the subject of justice”, in: Young, I. Responsability for Justice, Oxford Press.
-Nuti. A. (2019) “The Structural Reproduction of Unjust History”, in: Nuti, A. Injustice and the reproduction of history: structural inequalities, gender and redress, Cambridge Press.

- Aula 4 - Questões morais, políticas e econômicas

-Anderson, E. (2010) “Racial segregation today: a normative assessment”, in: Anderson, E. The Imperarive of Integration, Pricenton Press.
-Shelby, T. (2014). “Integration, Inequality, and Imperatives of justice: A review essay”. Philosophy and Public Affairs, 42, no3. pp. 253-285.

3) Como devemos mitigar ou eliminar a segregação nas cidades?

- Aula 5 – Analisando as propostas relacionais, baseada em ações democráticas e integracionistas

-Young, I. (2000) “Residential segregration and regional democracy”, in: Young, I. Inclusion and democracy, Oxford Press.
-Anderson, E. (2010) “The imperative of integration”, in: Anderson, E. The Imperarive of Integration: Pricenton Press.

- Aula 6 - Analisando as propostas distributivas, baseadas em recursos e poder

-Shelby, T. “Community”, in: Shelby, T. (2016) Dark Ghettos: injustice, dissent, and reform. Harvard University
-Stanley, S. “How to integrate: the redistribution of power”, in: Stanley, S. (2017) An Impossible Dream? Racial integration in the United States, Oxford Press.

4) Balanço das propostas, aplicando critérios de justiça

- Aula 7 - Critérios intrínsecos e instrumentais

-Fragoso, K. Integration: Political, not Physical, forthcoming: draft paper.

-Poama, A. (2020). “Staying in or moving out ? Justice and the abolition of the Dark ghetto”. European Journal of Political Theory, vol. 19 (1), pp128-138.

Programa

Estrutura do curso:
4 encontros/ 1h30 por encontro

Aula 1 (10/08/2021)
Apresentação geral do curso
Contextualização da corrente teórica
Contextualização do autor

Aula 2 (17/08/2021) – Viktor Chklóvski: estranhamento e paralelismo
A partir da leitura dos artigos “Arte como procedimento” e “Paralelismos em Tolstói”, discutir como esses dois procedimentos aparecem na poética tolstoiana.

Aula 3 (24/08/2021) – Boris Eikhenbaum: a “dialética da alma” tolstoiana
Apresentação do conceito de “dialética da alma”, sua origem e implicações na obra de Tolstói.

Aula 4 (30/08/2021) – Boris Eikhenbaum: considerações tardias sobre “Anna Kariênina”
Discussão da análise eikhenbauniana sobre o romance: 1) a correspondência com Nikolai Strákhov; 2) a herança literária de Púchkin; 3) a epígrafe do romance e 4) Anna Kariênina como um romance simbolista.

Observação: Não é preciso saber russo. As leituras que ainda não estão publicadas em português serão traduzidas pela ministrante.

Bibliografia:

ANY, Carol. A Teoria da Arte e a Emoção no trabalho formalista de Boris Eikhenbaum (Teoria iskusstva i emotsi v formalístitcheskoi rabote Borissa Eikhenbauma). Revue des Études Slaves, 1985, 57-1 pp. 137-144. Disponível em: https://www.persee.fr/doc/slave_0080-2557_1985_num_57_1_5475?q=any%20ca…
______. Boris Eikhenbaum in OPOIAZ: Testing the limits of the work-centered poetics. Cambridge University Press: Slavic Review. Vol 49, nº 3 (Autumn, 1990a), pp 409-426. Disponível em: https://www.jstor.org/stable/2499987?seq=1
______. Boris Eikhenbaum’s Unfinished Work on Tolstoy. PMLA, Vol. 105, nº2 (Mar. 1990b), pp. 233-244.
CHKLÓVSKI, Viktor. Arte como procedimento. (Trad. David Molina). Revista RUS, São Paulo, 10(14), 2019, pp. 153-176. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rus/article/view/153989
______. Os paralelos em Tolstói (Paraleli u Tolstogo). In. O movimento do cavalo (Khod kniá). Moscou: Guelikon, 1923, pp.115-125 Disponível em: https://imwerden.de/pdf/shklovsky_khod_konya_1923_reprint_1986__ocr.pdf
EICHENBAUM, Boris - A teoria do “método formal”. In: Teoria da literatura: textos dos formalistas russos. São Paulo: Editora Unesp, 2013, pp. 31-82.
EIKHENBAUM, Boris. Anna Karenina. In. Tolstoi in the seventies. Michigan: Ardis, 1982, pp.110-162.
______. Reflexões sobre a arte: arte e emoção. UFSC: Revista Qorpus, vol.11, n.2, 2021, pp.171-178. Disponível em: https://qorpuspget.paginas.ufsc.br/files/2021/06/Tradu%C3%A7%C3%A3o_1_Q…
ERLICH, Victor. El formalismo ruso: historia y doctrina. Barcelona: Seix Barral, 1974.
GINZBURG, Carlos. Estranhamento: Pré-história de um procedimento literário. In. Nove reflexões sobre a distância. São Paulo: Companhia das Letras, 2001, pp.15-41.
PAPERNO, Irina. Leo Tolstoy's correspondence with Nikolai Strakhov: The dialogue on faith. In D. Orwin (Ed.), Anniversary Essays on Tolstoy. Cambridge: Cambridge University Press, 2010, pp. 96-119.
POMORSKA, Krystyna. Formalismo e futurismo: a teoria formalista russa e seu ambiente poético. São Paulo: Perspectiva, 2010.
______. Russian formalism in retrospect. In Readings in Russian Poetics: Formalist and Structuralist Views. Cambridge: MIT Press, 1971, pp.273-280. Disponível em: https://archive.org/details/readingsinrussia0000mate
SCHEFSKI, H. K. -The changing focus of Eikhenbaum’s Tolstoi criticism. Kansas: The Russian Review. Vol 37, nº 3 (Jul., 1978), pp 298-307.
STEINER, Peter. El formalismo ruso. Madrid: Ediciones Akal, 2001.
TCHERNICHEVSKI, N. G. Infância e adolescência. Contos militares (Detstvo i otrotchestvo. Voennie rasskazi). In. Obras completas em cinco tomos (Sobranie sotchenenii v piati tomakh). Literaturnaia kritika. Moskva: Pravda, Vol 3, 1974. Disponível em: http://az.lib.ru/c/chernyshewskij_n_g/text_0240.shtml
TEZZA, Cristovão. Entre a prosa e a poesia: Bakhtin e o formalismo russo. Tovo Textos Ltda., 2013 (Edição Kindle).
TODOROV, Tzvetan. A herança metodológica do Formalismo. In. Poética da Prosa. São Paulo: Editora UNESP, 2018, pp.9-39
______. Teoria da literatura: textos dos formalistas russos. São Paulo: Editora Unesp, 2013.