Programa

Aula 1: BBM-USP, acervo e escritoras (introdução ao tema, dinâmica das aulas, apresentação de obras e autoras

Aula 2: A mensageira: ativismo, literatura e fontes na imprensa feminista de fins do século XIX e início do XX

Aula 3: As escritoras d’ A mensageira

Aula 4: Ignez Sabino, Josephina Álvares de Azevedo, Júlia Lopes de Almeida

Aula 5: Francisca Júlia e Maria Lacerda de Moura (obras raras. Escrituras e trajetórias)

Bibliografia:
Obras na Biblioteca Brasiliana Guita e José Midlin (fontes documentais):

A mensageira: revista literária dedicada à mulher brasileira (1897-1900), Presciliana Duarte de Almeida (ed.). (vol 1 e 2). São Paulo: Edição fac-similar co-editada pela Secretaria de Estado da Cultura e e Imprensa Oficial do Estado, com comentários de Zuleika Alembert, 1897.
A.R.T.S. Tratado sobre a emancipação política da mulher e o direito de votar. Rio de Janeiro: Typografia Paula Brito, 1868.
ALMEIDA, Júlia Lopes de. Maternidade. Rio de Janeiro: Olivia Herdy Cabral Peixoto, s.d.
ALMEIDA, Júlia Lopes de. Era uma vez...Rio de Janeiro: Jacinto Ribeiro dos Santos, 1917.
ALMEIDA, Júlia Lopes de. Oração a Santa Doroteia. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1923.
AUGUSTA, Nísia Floresta Brasileira. Opúsculo Humanitário. Rio de Janeiro: Typografia M. A. Silva Lima, 1853.
AZEVEDO, Josephina Álvares de [Zefa]. Galeria Illustre (mulheres célebres). Rio de Janeiro: Typografia a Vapor, 1897.
MOURA, Maria Lacerda de. Renovação. Belo Horizonte: Typografia Athene, 1919.
ROLIM, Zalina. O coração: poesias. SP: Typografia de Hennes J &Winiger, 1893.
SABINO, Ignez. Impressões. Pernambuco: Tipografia Apollo, 1887.
SABINO, Ignez. Contos e Lapidações. Rio de Janeiro: Laemmert, 1891.
SABINO, Ignez. Noites Brazileiras (Edição ornada de gravuras). Rio de Janeiro: H. Ganier, Livreiro- Editor, 1897.
SILVA, Francisca Júlia da. Mármores. Rio de Janeiro: Horácio Belfort Sabino, 1895.
SILVA, Francisca Júlia da. Esphinges (versos). São Paulo Benttley Junior, 1903.
SILVA, Francisca Júlia da e SILVA, Júlio da. Alma infantil (versos para uso nas escolas). São Paulo: Rio de Janeiro: Editora Livraria Magalhães, 1912.
SILVA, Francisca Júlia da. Esphinges. São Paulo: Monteiro Lobato, 1921.

 

Programa

O curso apresenta uma análise detalhada do conto “O amor de uma boa mulher”, estabelecendo vínculos com o restante da obra de Alice Munro. Ao longo das três aulas, serão abordadas questões referentes à construção narrativa, além de temas como o vestígio, o segredo e as relações existentes entre a coletividade, o espaço e a interioridade das personagens.

Aula 1 (04/02) – Introdução à obra de Alice Munro e análise do prólogo;

Aula 2 (11/02) – Análise da parte I, “Jutland”;

Aula 3 (18/02) – Análise das partes II, III e IV, “Problemas do coração”, “Erro” e “Mentiras”.

Bibliografia essencial:

MUNRO, Alice. O amor de uma boa mulher. In: Munro, Alice. O amor de uma boa mulher. Tradução de Jorio Dauster. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 11-91.

Referências complementares:

CARRINGTON, Ildikó P. Controlling the Uncontrollable: The Fiction of Alice Munro. 1ª ed. Illinois: Northern Illinois University Press, 1989.

CARSON, Anne. Sobre Aquilo em que eu mais penso: ensaios. Tradução de Sofia Nestrovski. São Paulo: Editora 34, 2023.

GLOVER, Douglas. The style of Alice Munro. In: STAINES, D. (Ed.). The Cambridge Companion to Alice Munro. 1st ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2016. p. 45-59.

GONZALEZ, Betina. A obrigação de ser genial. Tradução de Silvia Massimini Felix. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2024.

HOWELLS, Coral A. Alice Munro. Manchester: Manchester University Press, 1998.

LEVENE, Mark. "It Was about Vanishing": A Glimpse of Alice Munro's Stories. In: BLOOM, Harold (Ed.). Bloom’s Modern Critical Views: Alice Munro. 1st ed. New York: Bloom’s Literary Criticism, 2009. p. 81-101.

O’CONNOR, Flannery. Writing Short Stories. In: O’CONNOR, Flannery. Mystery and Manners: Occasional Prose. 1st ed. New York: Farrar, Straus and Giroux, 1970.

PIGLIA, Ricardo. Novas teses sobre o conto. In.: PIGLIA, Ricardo. Formas Breves. Tradução de José Marcos Mariani de Macedo. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. p. 61-75.

PROSE, Francine. Para ler como um escritor. Tradução de Maria Luiza X. de A. Borges. Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

SAUNDERS, George. A swim in a pond in the rain: in which four Russians give a master class on writing, reading, and life. Nova York: Penguin Random House, 2021.

WOOLF, Virginia. Mulheres e Ficção. Tradução: Leonardo Fróes. 1ª ed. São Paulo: Penguin Classics Companhia das Letras, 2019.

Obra completa de Alice Munro:

MUNRO, Alice. Dance of the Happy Shades. Toronto: Ryerson, 1968.

________. Lives of Girls and Women. Toronto: McGraw-Hill Ryerson, 1971.

________. Something I’ve Been Meaning to Tell You. Toronto: McGraw-Hill Ryerson, 1974.

________. Who Do You Think You Are? Toronto: Macmillan, 1978.

________. The Moons of Jupiter. Toronto: Macmillan, 1982.

________. The Progress of Love. Toronto: McClelland & Stewart, 1986.

________. Friend of My Youth. Toronto: McClelland & Stewart, 1990.

________. Open Secrets. Toronto: McClelland & Stewart, 1994.

________. The Love of a Good Woman. Toronto: McClelland & Stewart, 1998.

________. Hateship, Friendship, Courtship, Loveship, Marriage. Toronto: McClelland & Stewart, 2001.

________. Runaway: Stories. New York: Vintage Books, 2006.

________. The View from Castle Rock. Toronto: McClelland & Stewart, 2006.

________. Too Much Happiness. Toronto: McClelland & Stewart, 2009.

________. Dear Life. New York: Penguin Group, 2013.

 

Programa

Aula 1 - Crimes na pele? Os novos manuais de identificação de supostas tatuagens criminais;
Aula 2 - O que é e o que não é tatuagem? Origem, nomenclatura e características;
Aula 3 - A criminologia positivista e a criminalização da tatuagem no século XIX;
Aula 4 - Três casos clássicos de tatuagem criminal - Rússia, México e Japão;
Aula 5 - As particularidades do Brasil - ancestralidade, colonialismo e imigração;
Aula 6 - A primeira geração de pesquisas científicas brasileiras e seu esgotamento;
Aula 7 - Necropolítica - das tatuagens de cadeia às tatuagens no necrotério;
Aula 8 - Tatuagem e marcadores sociais da diferença.

BIBLIOGRAFIA
BACA, F. M. Los tatuages : estudio psicológico y médico-legal en delincuentes y militares.. Cidade do Mexico : Tipografia de la Oficina Impresora del Timbre, 1899.
CAPLAN, Jane. Written on The Body: the tattoo in European and American History. Londres: Reaktion Books, 2000.
CAZETTA, Valéria. Tatuagem: um mapa rizomático de um tema de pesquisa. Estudos Avançados. Estudos Avançados, n. 37 (107), 2023.
CORRÊA, Mariza. Ilusões da liberdade, a escola Nina Rodrigues e a antropologia no brasil. 1982. Tese (Doutorado) – Universidade de São Paulo, São Paulo, 1982.
D’ALBUQUERQUE, Alvaro Ladislau Cavalcanti. Contribuição ao estudo da tatuagem nos
criminosos. 1902 . Tese Faculdade de Medicina da Bahia, Bahia, 1902.
FARIAS, J. Zona de Tatauagem: um carimbo do estado no corpo do favelado. Revista de
Antropologia, v. 62 n. 2, 2019.
FOUCAULT, M. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Petrópolis: Vozes, 2007.
GOULD, S. J. A Falsa Medida do Homem. São Paulo: Martins Fontes, 2014.
JEHA, S. Uma História da Tatuagem no Brasil. São Paulo: Veneta, 2019.
LE BRETON, D. Sinais de Identidade. Lisboa: Mióstis, 2004.
LOMBROSO, Cesare. L´uomo delinquente in ropporto all'antropologia, Allá giurisprudenza e alle discipline carcerarie. Turim: Fratelli Bocca, 1876.
LUPO, F. P. Indiciamento e Registro Criminal. Curitiba: Appris, 2021.
MALLART, F.; GODOI, R. (orgs.) BR 111: a rotas das prisões brasileiras. São Paulo: Veneta, 2017.
MBEMBE, A. Necropolítica. Santa Cruz de Tenerife: Melusina, 2011.
NADAI, L. Vasculhar pedaços, produzir papéis: sobre vestígios e técnicas de perícia. Cadernos Pagu, v. 64, 2022.
PADOVANI, N. C. Sobre casos e casamentos: afetos e amores através de penitenciárias femininas em São Paulo e Barcelona. São Carlos, EDUFSCar, 2018.
SCHWARCZ, L. M. O espetáculo das raças: cientistas, instituições e questão racial no Brasil, 1870- 1930. São Paulo: Companhia das Letras, 1993.
STEPAN, N. L. “A hora da eugenia”: raça, gênero e nação na América Latina. Rio de Janeiro, Editora Fiocruz, 2005.
STEWARD, Samuel M. Bad boys and tough tattoos: a social history of the tattoo with gangs, sailors, and street-corner punks, 1950-1965 / Samuel M. Steward, Harrington Park Press, 10 Alice Street, Binghamton, NY, 1990
VIANNA, A. Políticas da morte e seus fantasmas. Le monde Diplomatique Brasil, 1 de Março de 2019.
ZAMBONI, 2020. A População LGBT Privada de Liberdade: sujeitos, direitos e políticas em disputa. Tese de Doutorado. São Paulo, USP, 2020.

Programa

A proposta desse curso é abordar a obra de Primo Levi (1919-1987), prosador e poeta italiano, químico de
formação, que sobreviveu a Auschwitz, refletindo, no específico, sobre os aspectos da linguagem e da memória.
O curso será dividido em quatro encontros de duas horas:

- Primo Levi, cientista e homem de letras
No primeiro encontro abordaremos a figura do autor, introduzindo os aspectos biográficos necessários para
entender sua prosa e sua poesia. Será feito um breve panorama de sua produção, falando sobre os poemas com
que se iniciou sua carreira literária e introduzindo seu livro mais conhecido, Se isto é um homem?. Falaremos sobre
o gênero do livro-testemunho, abordando suas características.

- Se isto é um homem?
O segundo encontro será dedicado à leitura e à análise de fragmentos de Se isto é um homem?; os textos serão
lidos em língua original e apresentados em tradução a fim de levantar pontos importantes a serem discutidos com
as/os participantes.

- O retorno de Auschwitz: A trégua
No terceiro encontro serão retomadas as questões de Se isto é um homem? com o objetivo de introduzir outra obra
fundamental do autor: A trégua. Analisaremos algumas partes do livro, estabelecendo pontos de contacto e de
ruptura com sua obra precedente.

- Primo Levi e o século XX
Nesse último encontro veremos como a obra de Primo Levi se tornou fundamental para a história e a literatura do
século XX, não apenas como testemunho, mas também por seu indiscutível valor artístico. Abordaremos também
outras obras de Primo Levi, como o Sistema periódico e Os afogados e os sobreviventes, para depois resumir os
aspectos mais importantes que foram levantados durante esse ciclo de encontros.

O curso será em português; não se requer conhecimento da língua italiana.

Bibliografia:
LEVI, Primo. É isto um homem?. Rio de Janeiro: Rocco, 2013.
_________ A trégua. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
_________ Assim foi Auschwitz – Testemunhos (1945-1986). São Paulo: Companhia das Letras, 2015.
_________ Os afogados e os sobreviventes: Os delitos, os castigos, as penas: Os delitos, os castigos, as penas,
as impunidades. São Paulo: Paz & Terra, 2016.
_________ A tabela periódica. Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 2001.
_________ Mil sóis: poemas escolhidos, seleção e tradução M. Santana Dias. São Paulo: Todavia, 2019.

Textos originais em italiano:
_________ Se questo è un uomo. Torino: Einaudi, 2014.
_________ La tregua. Torino: Einaudi, 2014.
_________ I sommersi e i salvati. Torino: Einaudi, 2014.
_________ Il sistema periodico. Torino: Einaudi, 2014.
_________ Così fu Auschwitz. Testimonianze 1945-1986, Torino: Einaudi, 2015.
_________ REGGE, Tullio. Dialogo. Torino: Einaudi, 2005.

Programa

O minicurso busca fornecer uma análise sócio-histórica das diversas experiências da cena teatral latino-americana durante a segunda metade no século XX que tangenciam o pensamento e a prática brechtianas. Para tanto, além dos textos dramatúrgicos, utilizaremos um instrumental teórico-crítico que nos auxiliará na compreensão de categorias basilares do teatro épico-dialético
e no estudo de sua (re)elaboração na América Latina.

Aula 1: Brecht e as dificuldades do épico (12/08)
1.1. O sujeito desmontado em Um homem é um homem, de Bertolt Brecht;
1.2. Não há lugar sociológico para o drama: leitura de “Shouldn’t we Abolish Aesthetics”, de Brecht;
1.3. “O teatro épico é o teatro de nosso tempo”: leitura de “The Epic Theatre and its Difficulties”, de Bertolt Brecht;
1.4. Um novo modo de fazer teatral: “A Short Organum for the Theatre”, de Bertolt Brecht;
1.5. O teatro brechtiano não serve para reproduzir, mas para revelar: “Ensaios sobre Brecht”, de Walter Benjamin.

Aula 2: O Teatro de Arena e Revolução na América do Sul (16/08)
2.1. A modernização do teatro brasileiro pelo Arena: A hora do teatro épico no Brasil, de Iná Camargo Costa;
2.2. “Nós fazemos teatro com problemas populares”: Revolução na América do Sul, de Augusto Boal.

Aula 3: Encenar para narrar: envergaduras épico-dialéticas no teatro de Osvaldo Dragún (19/08)
3.1. A presença de Brecht na Argentina: leitura do artigo “Las Historias para ser contadas, de Osvaldo Dragún (1929-1999), adaptación precoz del modelo brechtiano en Argentina”, de Osvaldo Obregón;
3.2. Dragún, espectador e leitor de Brecht: leitura do artigo “El teatro de Osvaldo Dragún y las poéticas teatrales de Buenos Aires en los cincuenta”, de Osvaldo Pellettieri;
3.3. Leitura de Historias para ser contadas, de Osvaldo Dragún.

Aula 4: O teatro de protesto de René Marqués (23/08)
4.1. Experiências de teatro político em Porto Rico: leitura do artigo “Acercamiento al teatro puertorriqueño contemporáneo”, de Osvaldo Obregón;
4.2. Os conflitos representacionais em René Marqués: leitura de “Rene Marques' La muerte no entrara en Palacio: An analysis”, de D.L. Shaw;
4.3. Leitura de La muerte no entrará en palacio, de René Marqués.

Aula 5: A longa marcha do teatro político no Peru: Enrique Solari Swayne (26/08)
5.1. O caso peruano: leitura de El teatro peruano contemporáneo (1960-2000), de Paz Mediavilla Martinez;
5.2. Leitura de Collacocha, de Enrique Solari Swayne.

Aula 6: Continuação: o teatro camponês de Victor Zavala Cataño (30/08)
6.1. A centralidade da perspectiva rural invade a cena: leitura de A revolução peruana, de José Luis Rénique;
6.2. Aspectos do teatro épico-dialético em Victor Zavala Cataño: leitura de O galo.
6.3. Considerações finais

Bibliografia
BOAL, Augusto. Revolução na América do Sul. São Paulo: Massao Ohno, 1960.
BRECHT, Bertolt. “Um Homem é um Homem”. In: Teatro Completo Vol. 2. São Paulo: Paz e Terra, 2008.
BENJAMIN, Walter. Ensaios sobre Brecht. São Paulo: Boitempo, 2017.
CATAÑO, Victor Zavala; SANTOS, PATRICIA FREITAS DOS. O galo. Revista Aspas, vol. 8, nº 01, 2018.
COSTA, Iná Camargo. A hora do teatro épico no Brasil. São Paulo: Expressão Popular, 2016.
DRAGÚN, Osvaldo. Historias para ser contadas. Ottawa: Girol Books, 1982.
MARQUÉS, René. Teatro. Tomo I. San Juan: Editorial Cultural Inc. Rio Piedras, 1986.
MARTINEZ, Paz Mediavilla. El teatro peruano cantemporáneo (1960-2000). Barcelona: Fundación Universitaria Española, 2017.
OBREGÓN, Osvaldo. Las Historias para ser contadas, de Osvaldo Dragún (1929-1999), adaptación precoz del modelo brechtiano en Argentina. América: Cahiers du CRICCAL , nº 34. 2006.
________. Acercamiento al teatro puertorriqueño contemporáneo. Arrabal, nº 7, 2010.
PELLETTIERI, Osvaldo. El teatro de Osvaldo Dragún y las poéticas teatrales de Buenos Aires en los cincuenta. Latin American Theatre Review, vol. 29, no. 2, Mar. 1996.
SHAW, D.L. Rene Marques' La muerte no entrara en Palacio: An analysis. Latin American Theatre Review, vol. 2, nº 01, Ag. 1968.
SWAYNE, Enrique Solari. Collacocha. Fondo Editorial de la Facultad de Letras, Oficina General de Editorial e Imprenta, Universidad Nacional Mayor de San Marcos, 1992
WILLET, John (Org.).“Shouldn’t We Abolish Aesthetics?”, “The Epic Theatre and its Difficulties”, “A Short Organum for the Theatre”. In: Brecht on Theatre. New York: Hill and Wang, 1991.

Programa

09/06 (2h): Modos de narrar na ficção moçambicana: considerações críticas
16/06 (2h): Discussão sobre Rainhas da noite (2013), de João Paulo Borges Coelho: modos de narrar na história, modos de narrar na literatura
23/06 (2h): Discussão sobre As mulheres do Imperador (2018), de Ungulani Ba Ka Khosa: modos de narrar o passado colonial moçambicano
30/06 (2h): Discussão sobre As andorinhas (2013), de Paulina Chiziane: modos de narrar no conto moçambicano
07/07 (2h): Discussão sobre A varanda do frangipani (2013), de Mia Couto: a oralidade e a memória na ficção moçambicana

Referências

Obras de ficção:

CHIZIANE, Paulina. As andorinhas. Belo Horizonte: Nandyala, 2013.
COELHO, João Paulo Borges. Rainhas da noite. Editorial Caminho, 2013.
COUTO, Mia. A varanda do frangipani. Editorial Ndjira, 2008.
KHOSA, Ungulani Ba Ka. As mulheres do Imperador. São Paulo: Kapulana, 2018.

Bibliografia crítica:

BEZERRA, R.A.; PINHEIRO, V.R.; DUARTE, Z. (orgs) Literaturas africanas na contemporaneidade. João Pessoa: Editora UFPR, 2020.
BRUGIONI, E. Literaturas africanas comparadas: paradigmas críticos e representações em contraponto. Campinas: Editora da Unicamp, 2019.
CAN, N.A. O campo literário moçambicano: tradução do espaço e formas de insílio. São Paulo: Kapulana, 2020.
CAVACAS, F.; CHAVES, R.; MACEDO, T. (orgs) Mia Couto: um convite à diferença. São Paulo: Humanitas, 2013.
CHAVES, R. Angola e Moçambique: experiência colonial e territórios literários. Cotia: Ateliê Editorial, 2005.
CHAVES, R.; MACEDO, T. Marcas da diferença: as literaturas africanas de língua portuguesa. São Paulo: Alameda, 2006.
FONSECA, M.N.S. Literaturas africanas de língua portuguesa: mobilidades e trânsitos diaspóricos. Belo Horizonte: Nandyala, 2015.
LEITE, A.M. Formas e lugares fantasmas da memória colonial e pós-colonial. Revista Via Atlântica, n. 17, 2010.
LEITE, A.M. Oralidades e escritas pós-coloniais: estudos sobre literaturas africanas. Rio de Janeiro: Editora UERJ, 2012.
MENDONÇA, F. Panorama (muito geral) da ficção narrativa moçambicana contemporânea. In: QUEIROZ, Mirna (org). Travessias imaginárias: literaturas de língua portuguesa em nova perspectiva. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2020.
NOA, F. Perto do fragmento, a totalidade: olhares sobre a literatura e o mundo. São Paulo: Kapulana, 2015.
ALVES, R. L. P.; BRAUN, A. B. M. Lourenço Marques em O Olho de Hertzog e As Mulheres do Imperador. Portuguese Cultural Studies, Vol. 7: Iss. 2, Article 6, 2021. Disponível em: https://scholarworks.umass.edu/p/vol7/iss2/6/. Acesso em: 27/03/2022.
RIBEIRO, M. C.; MENESES, M. P. Moçambique das palavras escritas. Porto: Edições Afrontamento, 2008.
SECCO, C.L.T.; SALGADO, M.T.; JORGE, S.R. (orgs) África, escritas literárias: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe. Rio de Janeiro: Editora UFRJ; Angola: UEA, 2010.
SILVA, R.V.R.; SOUZA, U.R.B. Literatura moçambicana e oralidade: uma postura crítica e uma fundamentação teórica. In: Scripta, 19(37), 2018. Disponível em https://doi.org/10.5752/P.2358-3428.2015v19n37p97. Acesso em 28/03/2022.

Programa

Aula 1 – O que são riscos políticos e o que a América Latina tem a ver com isso
Além da apresentação do conteúdo e do funcionamento do curso, esta aula oferece os conceitos básicos de risco político, suas categorias e importância como uma das lentes possíveis para a análise da conjuntura latino-americana contemporânea.

Leituras sugeridas:
BREMMER, Ian; KEAT, Preston. The fat tail: The power of political knowledge in an uncertain world. Oxford: Oxford University Press, 2010, p. 1-14.
OLIVEIRA, Flávio Rocha de. A análise de riscos em política externa. In: DA SILVA MARQUES, Moisés (Ed.). Introdução ao risco político: conceitos, análises e problemas. Rio de Janeiro: Elsevier Editora, 2014, p. 245-276.

Aula 2 – A instabilidade política: governos fracos e crises frequentes
O risco à estabilidade política é uma constante na América Latina, uma região historicamente marcada por transições de poder difíceis, quedas de presidentes e corrupção. Esta segunda aula se dedica à discussão de como esses fenômenos têm se manifestado nos últimos anos, incluindo a volatilidade política de diversos governos, desafios à governabilidade e impeachment.

Leituras sugeridas:
DE SOUZA, André Coelho Farias. O papel da sociedade e das instituições na definição das crises
políticas e quedas de presidentes na América Latina. Monções: Revista de Relações Internacionais
da UFGD, v. 2, n. 3, p. 227-260, 2013. Disponível em: https://shorturl.at/cdU16
LUSTIG, Nora. Desigualdade e descontentamento social na América Latina. Nueva Sociedad. Buenos Aires, dez. 2020. Disponível em: https://nuso.org/articulo/desigualdade-e-descontentamento-social-na-ame…
PÉREZ-LIÑÁN, Aníbal; POLGA-HECIMOVICH, John. Explaining military coups and
impeachments in Latin America. Democratization, v. 24, n. 5, p. 839-858, 2017. Disponível em: https://shorturl.at/INSW4

Aula 3 – Populismo: uma definição difícil em meio a tendências autoritárias na região
A emergência de líderes políticos anti-establishment tem reconfigurado o cenário eleitoral, partidário e político em múltiplos países como Argentina, Chile e Brasil. Isso ocorre em paralelo a tendências autoritárias tanto novas como já estabelecidas, tanto à esquerda como à direita.

Leituras sugeridas:
DE LA TORRE, Carlos. In the name of the people: Democratization, popular organizations, and
populism in Venezuela, Bolivia, and Ecuador. European Review of Latin American and Caribbean
Studies/Revista Europea de Estudios Latinoamericanos y del Caribe, p. 27-48, 2013.
MOFFITT, Benjamin; TORMEY, Simon. Rethinking populism: Politics, mediatisation and political style. Political studies, v. 62, n. 2, p. 381-397, 2014.
MURILLO, Maria Victoria; LEVITSKY, Steven. A tentação militar e instabilidade institucional na América Latina. OpenDemocracy. Londres, 11 mar. 2020. Disponível em: https://www.opendemocracy.net/pt/tentacao-militar-na-america-latina/
NAVAS, Albertina et al. Nayib Bukele,¿ el presidente más cool en Twitter o el nuevo populista
millenial?. GIGAPP Estudios Working Papers, v. 7, n. 166-182, p. 529-552, 2020.

Aula 4 – A insegurança: grupos armados e o crime organizado
A América Latina é um dos epicentros globais do crime organizado transnacional, principalmente o tráfico de drogas, cuja dinâmica desestabiliza o ambiente de segurança em toda a região. Atores armados não-estatais são tema-chave no México, na América Central, na fronteira Colômbia-Venezuela e o crime organizado transnacional tem cada vez mais afetado países tradicionalmente pacíficos, como Chile e Uruguai.

Leituras sugeridas:
GARZÓN-VERGARA, Juan Carlos. Qual é a relação entre o crime organizado e os homicídios na América Latina? Instituto Igarapé. Rio de Janeiro, 2016. Disponível em: https://igarape.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Homicide-Dispatch_3_P….
MANSO, Bruno Paes; DIAS, Camila Nunes. PCC, sistema prisional e gestão do novo mundo do crime no Brasil. Revista brasileira de segurança pública, v. 11, n. 2, p. 10-29, 2017. Disponível em: https://www.revista.forumseguranca.org.br/index.php/rbsp/article/view/8…
VAZ, Alcides Costa. Insurgência Armada no Arco Noroeste da América do Sul: implicações para a Segurança e para o Exército Brasileiro. Centro de Estudos Estratégicos do Exército: Análise Estratégica, v. 16, n. 2, p. 35-48, 2020. Disponível em: http://www.ebrevistas.eb.mil.br/CEEExAE/article/view/4838/4125

Programa

Módulo 1: A Inclusão na Universidade de São Paulo (2h)
- Breve histórico das políticas de inclusão da USP: adesão ao SISU, implementação de cotas e
criação da PRIP.
- O impacto dessas medidas no perfil discente da universidade.
- A necessidade de ampliação e aprimoramento das políticas de permanência.
- O papel da extensão universitária no fortalecimento da diversidade e no combate ao racismo
institucional.

Módulo 2: O NECAAB como Espaço de Pertencimento e Resistência (2h)
- História e objetivos do NECAAB.
- A relação do Núcleo com a comunidade universitária e externa da USP.
- A interseção entre arte, cultura, educação e organização como estratégia de permanência na
USP.

Módulo 3: Arte e Cultura como Ferramentas de Permanência (2h)
- A contribuição da capoeira angola, samba de roda, maculelê e danças afro-brasileiras para a
formação acadêmica e cidadã e para uma produção científica decolonial, inovadora e
sustentável.
- O conceito de "pertencimento" e sua importância para estudantes negro/as e indígenas na
universidade.
- Experiências de estudantes e pesquisadores/as que passaram pelo NECAAB.

Módulo 4: Desafios e Perspectivas para o Futuro (2h)
- A luta pela manutenção do espaço físico do NECAAB na USP.
- A institucionalização de políticas de apoio a iniciativas culturais e de construção de
pertencimento.
- Diálogo aberto: como potencializar a inclusão, a permanência e o pertencimento na USP?


Referências Bibliográficas

FERREIRA-SANTOS, Marcos e ALMEIDA, Rogério de. Antropolíticas da Educação. São Paulo: Képos,
2011.
GOMES, Nilma Lino. O movimento negro educador: saberes construídos nas lutas por emancipação.
Petrópolis: Vozes, 2017.
RIBEIRO, Djamila. Pequeno manual antirracista. São Paulo: Companhia das Letras, 2019.
CARNEIRO, Sueli. Racismo, sexismo e desigualdade no Brasil. São Paulo: Selo Negro, 2011.
MUNANGA, Kabengele. Superando o racismo na universidade. Brasília: Ministério da Educação, 2016.
CARVALHO, J.; FLÓREZ, J. Encuentro de saberes: Huellas de memoria pluriversa y descolonización de la Universidad contemporánea. Arxius de Sociologia. Valencia: Universitat de Valencia. n. 39, 2018.
CARVALHO, J.; VIANNA, L. O Encontro de Saberes nas Universidades. Uma síntese dos dez primeiros anos. Revista Mundaú, 2020, n.9.

Programa

Sessão 1: Espetáculos de realidade na prosa contemporânea do Cone Sul: narrar ou exibir?
Textos teóricos: Reinaldo Laddaga, César Aira, Thierry de Duve.
Obras literárias: Como me hice monja e O llanto de César Aira; “La pesada maleta de Benavides” de Samanta Schweblin.

Sessão 2: A prosa cénica de Diamela Eltit: performances noturnas no contexto ditatorial chileno
Textos teóricos claves: Nelly Richard.
Obras literárias: Lumpérica de Diamela Eltit; catálogos-collage de Eugenio Dittborn.

Sessão 3: Além do documental, aquém da ficção: a prosa “literalista” de Sergio Chejfec
Textos teóricos: Michael Fried, Boris Groys, Florencia Garramuño.
Obras literárias: Meus dois mundos e Baroni: un viaje de Sergio Chejfec.

Sessão 4: Voz, cena y coralidade na prosa de Nuno Ramos
Textos teóricos claves: Flora Süssekind.
Obras literárias: Ó, Cujo, Adéus cavalo de Nuno Ramos.

METODOLOGIA
Aulas expositivas por parte do professor.
Debates em aula em torno às leituras.

BIBLIOGRAFIA
Obras literárias:

Aira, César. Cómo me hice monja. La prueba. El llanto. Barcelona: Random House, 2021.
Chejfec, Sergio. Baroni: un viaje. Barcelona: Candaya, 2010.
---. Meus dois mundos. São Paulo: Balaio Editorial, 2022.
Eltit, Diamela. Lumpérica. Santiago: Ediciones del ornitorrinco, 1983.
Ramos, Nuno. Adeus cavalo. São Paulo, Iluminuras, 2017.
---. Cujo. São Paulo: Editora 34, 2011.
---. Ó. São Paulo: Iluminuras, 2008.
Schweblin, Samanta. Pájaros en la boca y otros cuentos. Buenos Aires: Random House, 2017.

Textos teóricos:
Aira, César. Sobre el arte contemporáneo. Buenos Aires: Random House, 2011.
Duve, Thierry de. “From Beaux-Arts to Art-in-General: A Bit of History”. Aesthetics at large. Vol.1. Art, Ethics, Politics. Chicago: The University of Chicago Press, 2018.
Fischer-Lichte Erika. Estética de lo performativo. Madrid: Abada, 2017.
Fried, Michael. “Art and objecthood”. Art and objecthood. Essays and reviews. Chicago: The University of Chicago Press, 1998.
Garramuño, Florencia. La vida impropia. Anonimato y singularidad. Villa María: Eduvim, 2022.
Groys, Boris. “The topology of contemporary art”. Smith, Terry et al. Antinomies of Art and Culture: Modernity, Postmodernity, Contemporaneity. Durham: Duke University Press, 2009.
Krauss, Rosalind. “Notas sobre el índice: primera parte”. La originalidad de la vanguardia y otros mitos modernos. Madrid: Alianza Editorial, 2015.
Laddaga, Reinaldo. Espectáculos de realidad. Buenos Aires: Beatriz Viterbo, 2007.
---. “Algunas maneras de hablar de sí mismo”. Estética de laboratorio. Buenos Aires : Adriana Hidalgo Editora, 2010.
Richard, Nelly. Márgenes e instituciones. Arte en Chile desde 1973. Santiago: Metales pesados, 2014.
Rodríguez, Fermín. Señales de vida. Literatura y neoliberalismo. Córdoba: Editorial Universitaria Villa María, 2022.
Süssekind, Flora. Coros, contrários, massa. Recife: Cepe, 2022.
 

Programa

23/07 (4ºF)
1) Apresentação da proposta do curso.
2) O que é um estudo contrastivo.
3) Estudo contrastivo em alemão e português.

Síntese: O intuito deste primeiro encontro é apresentar a definição do que é “estudo contrastivo” e, no segundo momento, discutir/refletir o estudo contrastivo em alemão e português, evidenciando como este tipo de estudo surgiu, quais são os trabalhos que foram e são desenvolvidos, em especial junto ao Departamento de Letras Modernas da USP, área de Língua Alemã. Pretende-se, despertar o interesse dos alunos para o estudo e análise da contrastividade entre as duas línguas.

29/07 (4ºF)
1) O uso de tirinhas para a realização de um estudo contrastivo entre o alemão e o português.

Síntese: Neste segundo encontro, será abordado o uso de tirinhas como corpus para o desenvolvimento de estudos contrastivos entre o alemão e o português. Deseja-se evidenciar a riqueza deste gênero textual para os estudos da linguagem, além de ser uma oportunidade de ler e analisar tirinhas em outro idioma.

30/07
1) O estudo contrastivo e o aprendizado de língua alemã.
2) Encerramento do curso.

Síntese: No último encontro, pretende-se refletir como estudo contrastivo é relevante e contribui para o aprendizado de língua alemã, ou seja, como as reflexões linguísticas ajudam o aprendiz a desenvolver de modo mais eficaz seus conhecimentos de língua.

Observações
1) Os encontros serão online através da plataforma Google Meeting.
2) Os materiais serão enviados aos participantes antes de cada encontro para que possam realizar as leituras e acompanharem as aulas.

Referências Bibliográficas
ARANTES, C. O gênero textual “tiras” no ensino de língua inglesa. Maringá, 2014. Artigo apresentado à Coordenação do Programa de Desenvolvimento Educacional – PDE, da Secretaria de Estado da Educação do Paraná, em convênio com a Universidade Estadual de Maringá. ISBN 978-85-8015-076-6.
BATTAGLIA, M. H. V.; NOMURA, M. (Orgs.) Estudos lingüísticos contrastivos em alemão e português. São Paulo: Annablume, 2008.
BATTAGLIA, M. H. V.; CARDOSO, M. A. Os verbos ser e estar em oposição ao verbo sein do alemão. Pandaemonium Germanicum, São Paulo, v. 5, p. 169-192, 2001.
BLÜHDORN, H.; ANDRADE, M. L. V. O. de. Tendências recentes da linguística textual na Alemanha e no Brasil. In: Revista de Filologia e Lingüística Portuguesa, v. 7. São Paulo: Humanitas, 2005. 13-48.
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EGUTI, C. A.; URBANO, H. A representatividade da oralidade nas histórias em quadrinhos. Universidade de São Paulo, São Paulo, 2001.
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LOPES, C. R. S dos.; DUARTE, M.E.L.; In: BRANDÃO, S. F; MOTA, M. A. (Orgs.). Análise contrastiva de variedades do português: primeiros estudos. 1. ed. Rio de Janeiro, 2003, v. 1, p. 61-76.
LUYTEN, S. M. B. Histórias em quadrinhos: leitura crítica. São Paulo: Edições Paulinas, 1984.
MEIRELES, S. M. Onomatopéias e interjeições em histórias em quadrinhos em língua alemã. Pandaemonium Germanicum, v. 11, 157-188, 2008.
PRETI, D. O diálogo de ficção na mídia: TV, Cinema e Teatro. Todas as letras. Revista de língua e literatura. 2003, Ano 5, n.5.
________________. Análise de textos orais. São Paulo: Humanitas Publicações FFLCHlUSP, 1997.
________________. Níveis sociolingüísticos e revistas em quadrinhos. Revista de Cultura Vozes, n. 8. p.33-41, 1973.
RAMOS, P. Faces do humor: uma aproximação entre piadas e tiras. Campinas, SP: Zarabatana Books, 2011.
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ROZENFELD, C. C.F. Crenças sobre uma língua e cultura-alvo (alemã) em dimensão intercultural de ensino de língua estrangeira. Dissertação de Mestrado. UFSCAR, São Carlos, 2007.
ROZENFELD, C.C.F. e VIANA, N. Eu acho o alemão uma língua... e o povo ...: crenças de alunos sobre a língua e cultura-alvo. Projekt, n. 46, 2008, p.50-53.
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UPHOFF, D. PEREZ, J. Os passos de uma história: Caminhos da graduação em Letras-Alemão na Universidade de São Paulo. In: UPHOFF, D. et al. 75 anos de alemão na USP: reflexões sobre uma germanística brasileira. São Paulo: Humanitas, 2015.
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VERGUEIRO, W; RAMA, A; BARBOSA, Al; RAMOS, P; VILELA, T; Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula. São Paulo: Contexto, 2012.