Programa

Aula 1: Apresentação panorâmica do curso. Turma da Mônica como o primeiro contato com os clássicos: quadrinhos, curiosidades e passatempos para crianças e jovens. Percurso resumido sobre as produções de Maurício de Sousa e sobre o corpus recolhido. Introdução ao caso da fábula.

Aula 2: Uma breve introdução sobre os estudos de recepção dos clássicos. Conceitos-chave nas análises de textos em diálogo. As paródias da Turma da Mônica. Contos de fadas, contos populares, contos da carochinha e fábulas no Bairro do Limoeiro.

Aula 3: Caminhos da recepção a partir da literatura de chegada. O caso da Ilíada de Chico Bento: Homero, elos relevantes da recepção, conceito de referencial culturalmente disperso.

Aula 4: Figuras mitológicas na Turma da Mônica. Estudos de caso: Os Doze Trabalhos da Mônica e a representação de Héracles e Circe em Uma Aventura Suína. A inserção da figura mitológica nas narrativas do Bairro do Limoeiro. Fechamento do curso: os clássicos por meio das histórias em quadrinhos.

Bibliografia:

AMARILHA, Marly. “História em quadrinhos e literatura infantil: a paródia na formação do leitor”. Revista Educação em Questão, v. 36, n. 22, 2009. Disponível em: https://periodicos.ufrn.br/educacaoemquestao/article/download/3967/3234. Acesso em 20/Out/2024.
BAKOGIANNI, A. “O que há de tão ‘clássico’ na recepção dos clássicos? Teorias, metodologias e perspectivas futuras”. Codex, Rio de Janeiro, v. 4, n. 1, 2016. pp. 114-131. Disponível em https://revistas.ufrj.br/index.php/CODEX/article/view/3341. Acesso em 27/Ago/2022.
BUDELMANN, Felix. HAUBOLD, Johannes. “Reception and Tradition”. In: HARDWICK, Lorna. STRAY, Christopher (Eds.). A Companion to Classical Receptions. West Sussex: Willey-Blackwell, 2011. pp. 13-25.
DEZOTTI, Maria Celeste Consolin (Org.). A tradição da Fábula: de Esopo a La Fontaine. São Paulo: Editora UNESP, 2018.
D'OLIVEIRA, Gêisa Fernandes. “Humor e identidade: brasilidade em Laerte e Mauricio de Sousa”. Revista USP, n. 88, p. 60-72, 2011. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/revusp/article/download/13852/15670. Acesso em 20/Out/2024.
GANTZ, Timothy. Early Greek myth: a guide to literary and artistic sources. Baltimore: Johns Hopkins University Press, 1993.
HOMERO. NUNES, Carlos Alberto (trad.). Ilíada. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2011.
__________________. Odisseia. São Paulo: Hedra, 2011.
KITCHELL, Kenneth. F. Jr. Animals in the ancient world from A to Z. Nova Iorque: Routledge, 2014.
LACERDA, Robson Barretos de. SOUSA, Mauricio de. Turma da Mônica: Fábulas inesquecíveis. 1ª Ed. Barueri: Girassol, 2014.
NIKOLOUTSOS, Konstantinos. GONÇALVES, Rodrigo Tadeu. “Classical Tradition in Brazil: Translation, Rewriting, and Reception”. Caletroscópio, Vol. 6, N. 1, 2018. pp. 11-20. Disponível em: https://periodicos.ufop.br/caletroscopio/article/view/3813. Acesso em 1º/Set/2022.
OVÍDIO. DIAS, Domingos Lucas (trad.). Metamorfoses. São Paulo: Editora 34, 2017.
PFROMM NETTO, Samuel. “De Esopo e Fedro aos Muppets: a trajetória da Fábula”. IN: FEDRO. NEVES, Mesquita (Trad.). Fábulas (2ª Ed.). Campinas: Átomo, 2016.
PORTELLA, Oswaldo O. “A fábula”. Revista Letras, n. 32, Curitiba, 1983. pp. 119-138. Disponível em https://revistas.ufpr.br/letras/article/view/19338. Acesso em 8/Dez/2022.
RODRIGUES, Monique de Almeida Neves. “A Turma da Mônica, de Mauricio de Sousa, em cinco décadas de quadrinhos: valores sociais em conflito”. Tese de Doutoramento – Unesp/ Araraquara, 2022. Disponível em:
https://repositorio.unesp.br/server/api/core/bitstreams/6476b3a8-ed50-4…. Acesso em 20/Out/2024.
SOUSA, Mauricio de. Saiba mais! sobre Mitologia Grega com a Turma da Mônica, nº 64. São Paulo: Panini, Dezembro de 2012.
__________________. Clássicos da Literatura: Turma da Mônica. São Paulo: Globo, Fevereiro de 2006.
__________________. Cascão nº 30 (790). São Paulo: Panini, Setembro de 2023.
SOMBRA, Fábio. SOUSA, Mauricio de. Ulisses e a Odisseia em versos de cordel: Turma da Mônica Jovem. São Paulo: Melhoramentos, 2016.
VERDOLINI, Thaís Helena Affonso. “A intertextualidade nos quadrinhos da Turma da Mônica”. Cadernos de Pós-Graduação em Letras, v. 7, n. 1, 2007. Disponível em: https://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/cpgl/article/download/96…. Acesso em 20/Out/2024.
VERDOLINI, Thaís Helena Affonso. “Turma da Mônica: trajetória intertextual em 40 anos de história”. 2007. Disponível em:
https://dspace.mackenzie.br/bitstream/handle/10899/25442/Thais%20Helena…. Acesso em 20/Out/2024.

 

Programa

AULA 1: a poesia homoerótica masculina no ocidente

AULA 2: poesia homoerótica masculina na modernidade

AULA 3: poesia homoerótica masculina em língua portuguesa

AULA 4: poesia homoerótica masculina no Brasl

Bibliografia

ÁLVAREZ, Enrique. Dentro/Fuera: El Espacio Homosexual Masculino En La Poesia Españo La
Del Siglo XX. Barcelona: Biblioteca Nueva, 2010.
ARENAS, Fernando e Susan Canty (org.) QUINLAN. Lusosex: Gender And Sexuality In The
Portuguese-Speaking World. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2002.
BARCELLOS, José Carlos. Literatura e Homoerotismo em Questão. Rio de Janeiro:
Publicações Dialogarts, 2006.
CHAMOLEAU, Brice. Tiran al maricón. Los fantasmas queer de la democracia (1970-1988).
Una interpretación de las subjetividades gais ante el Estado español. Madri: Ediciones
Akal, 2017.
COSTA, Horácio. Retratos do Brasil Homossexual. Fronteiras, Subjetividades e Desejos. São
Paulo: Imprensa Oficial do Estado, 2010.
GREEN, James Naylor. Além do carnaval. A homossexualidade masculina no brasil do século
XX. São Paulo: UNESP, 2000.
LUGARINHO, Má
rio César. Homocultura e literatura: de volta ao ‘luso princípio queer’. In: LOPES,
Dení
lson (et al.). (Orgs.). Imagem & diversidade sexual – estudos da homocultura. São Paulo: Nojosa
edições, 2004, p. 234-9.
MISKOLCI, Richard. O desejo da nação: masculinidade e branquitude no Brasil do XIX. São
Paulo: Annablume, 2013.
PERALTA, Jorge Luis. Paisaje de varones: genealogías del homoerotismo en la literatura
argentina. Barcelona: Icaria editorial, 2017.
PIVA, Roberto. Estranhos sinais de Saturno. São Paulo: Globo, 2008.
—. Mala na mão & asas pretas. São Paulo: Globo, 2006.
—. Um estrangeiro na legião. São Paulo: Globo, 2005.
PITTA, Eduardo. Fractura – a condição homossexual na literatura portuguesa contemporânea. Coimbra:
Angelus Novus, 2003.
SEDGWICK, Eve Kosofsky. Epistemology of the Closet, Updated with a New Preface .
Oakland: University of California Press, 2007.
WEEKS, Jeffrey. Sex, Politics and Society. The regulation of sexuality since 1800. New York:
Routledge, 2014.

Programa

Five seminars:
1. Zionism: historical foundations, dissent from within
2. Palestinian nationalism: the pre-1948 period
3. Israel and Palestinian resistance, 1948 to the present
4. Oppositional perspectives from the Left
5. Theoretical and comparative dimension


BIBLIOGRAFIA:
Ran Greenstein, Zionism and its Discontents: A Century of Radical Dissent in Israel/Palestine (Pluto, 2014)
Rashid Khalidi, The Hundred Years’ War on Palestine (Metropoliran Books, 2020)
Ran Greenstein, Anti-Colonial Resistance in South Africa and Israel/Palestine: Identity, Nationalism, and Race (Routledge, 2023)

Programa

Ementa: Esse curso se propõe uma tarefa introdutória. O juízo teleológico em Kant não é apenas a solução do problema da finalidade em vista da limitação imposta a essa questão pelas nossas faculdades de conhecer. Através dessa solução e para entendê-la, devemos recapitular o problema do conhecimento a priori e entender, antes de mais nada, porque os juízos teleológicos não podem ser determinantes e sim reflexionantes. Nesse sentido o juízo reflexionante objetivo exige uma extensão em relação ao fenômeno, mas essa extensão não pode mais ser confundida com a pretensão a uma metafísica dogmática. Pretendendo assim como o problema da finalidade na terceira Crítica oferecer um ponto de vista para pensar a passagem entre duas noções de “metafísica”.

1º Aula
Problema da causalidade.
Juízos sintéticos a priori.
Entendimento e verdade da razão pura (teórica).

2º Aula
Razão, metafísica, liberdade transcendental e teologia transcendental.
Imperativo categórico e Razão prática.
Dialética prática e soberania da razão prática sobre a teórica.

3º Aula
Reflexionante e determinante.
Belo não está mais na coisa.
Capacidade de julgar reflexionante e juízo estético.

4º Aula
Entendimento e imaginação na questão do belo.
Antinomia do belo e a extensão não dogmática da natureza humana.
Belo natural e belo artificial.

5º Aula
Reflexionante no juízo teleológico.
Finalidade objetiva (ilusória), organismo e sistema.
Fim natural, organismo e Razão.

6º Aula
Do problema correlação possível do nexo efetivo com o nexo final.
Conformidade a fins e as possibilidades do real.
Plano teórico e plano prático da apreciação teleológica.
Relação teleologia e teologia.

Bibliografia:
ADORNO, T. Três Estudos sobre Hegel. Trad. Ulisses Razzante Vaccari. São Paulo: Ed. UNESP, 2013
ALLISON, H. Kant’s theory of freedom. Cambridge: Cambridge University Press, 2009.
______. Kant’s Groundwork for the Metaphysics of Morals. A Commentary. New York: Oxford University Press, 2011.
CASSIRER, E. A Filosofia do Iluminismo. Trad. Álvaro Cabral. Campinas: Ed. UNICAMP, 1992.
DELBOS, V. La philosophie pratique de Kant. Paris: PUF, 1969.
HUME, D. Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios da Moral. Trad. José Oscar de Almeida Marques. São Paulo: Ed. UNESP, 2004.
KANT, I. Crítica da razão pura. Trad. Fernando Costa Matos. Petrópolis: Editora vozes Bragança Paulista : Editora Universitária, 2012.
_______. Crítica da razão prática. Trad. Monique Hulshof. Petrópolis: Editora vozes Bragança Paulista : Editora Universitária, 2016.
_______. Crítica da Faculdade de Julgar. Trad. Trad. Fernando Costa Matos. Petrópolis: Editora vozes Bragança Paulista : Editora Universitária, 2016.
LEBRUN, G. Kant e o fim da metafísica. Trad. de Carlos Alberto R. de Moura. São Paulo: Martins Fontes, 1993.
______. Uma escatologia para a moral. In: Kant, I. Ideia de uma história universal de um ponto de vista cosmopolita. (org. Ricardo Terra). São Paulo: Brasiliense, 1986.
______. A Terceira crítica ou a teologia reencontrada. In: Sobre Kant. São Paulo: Iluminuras, 2001.
______. A Razão Prática na Crítica do Juízo. In: Sobre Kant. São Paulo: Iluminuras, 2001.
LONGUENESSE, B. Moral Judgment as a Judgment of Reason. In: Kant on the human standpoint. Cambridge: Cambridge University Press, 2005. p. 236- 264.
LÖWITH, K. De Hegel a Nietzsche. Trad. Flamarion Caldeira e Luiz Fernando Barrére Martin. São Paulo: Ed. UNESP, 2014
TERRA, R.R. A política tensa. Ideia e realidade na filosofia da história de Kant. São Paulo: Iluminuras, 1995.
______. Passagens. Estudos sobre a filosofia de Kant. Rio de Janeiro: Editora UFRJ, 2003.
TORRES FILHO, R.R. Ensaios de filosofia ilustrada. São Paulo: Iluminuras, 2004.

Programa

1. Ementa: Instruções para elaborar um projeto de pesquisa de qualquer nível: Iniciação Científica, Mestrado, Doutorado, Pós-Doutorado.

2. Objetivos:
Orientar os estudantes sobre como elaborar um projeto de pesquisa. Apresentar e discutir projetos de Iniciação Científica, Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado, os itens que os compõem, bem como o que cada um deve conter.

3. Programa:
Projeto de pesquisa: como começar e escolher um tema.
Itens do projeto: Resumo, Introdução e Justificativa, Síntese da bibliografia fundamental; Objetivos; Pressupostos teóricos e metodológicos; Plano de trabalho e Cronograma de sua execução; Referências bibliográficas.
Leitura e discussão de projetos de pesquisa de diferentes níveis.
Elaboração do próprio projeto de pesquisa.

4. Método:
Aulas expositivas.

5. Avaliação:
Ao final do curso, cada aluno deverá apresentar um projeto de pesquisa próprio.

6. Bibliografia
CAMPOS, Magna. Manual de gêneros acadêmicos: resenha, fichamento, memorial, resumo científico, relatório, projeto de pesquisa, artigo científico/paper, normas da ABNT. Mariana/MG: Edição do Autor, 2015. Disponível em: https://www.academia.edu/10981399/Manual_de_g%C3%AAneros_acad%C3%AAmico…
Projeto_de_Pesquisa_Artigo_cient%C3%ADfico_paper_Normas_da_ABNT . Acesso em: 12 ago. 2022)
GÜNTHER, Hartmut. Pesquisa qualitativa versus pesquisa quantitativa: esta é a questão? Psicologia: teoria e pesquisa. Brasília, Mai-Ago 2006, v. 22, n. 2, p. 201-210. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ptp/a/HMpC4d5cbXsdt6RqbrmZk3J/?lang=pt . Acesso em: 12 ago. 2022.
LÜDKE, Menga; ANDRÉ, Marli Elisa Dalmazo Afonso de. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986. (Temas básicos de educação e ensino).
NASCIMENTO, Luiz Paulo do. Elaboração de projetos de pesquisa: monografia, dissertação, tese e estudo de caso, com base em metodologia científica. São Paulo: Cenguage Learning, 2011.
SOUZA, Dalva Inês de; MÜLLER, Deise Margô; FRACASSI, Maria Angélia Thiele; ROMEIRO, Solange Bianco Borges. Manual de orientações para projetos de pesquisa. Nova Hamburgo: Fundação Escola Técnica Liberato Salzano Vieira da Cunha, 2013. Disponível em: https://www.liberato.com.br/wp-content/uploads/2020/06/manual_de_orient… .
Acesso em: 12 ago. 2022.

Programa

Aula 1: Da poesia friulana a “Transumanar e Organizar”: Pasolini Poeta

Aula 2: De Accatone à Salo: Pasolini Cineasta

Bibliografia:

TRADUÇÕES DE PIER PAOLO PASOLINI EM PORTUGUÊS:

PASOLINI, Pier Paolo. As cinzas de Gramsci. Trad. Alexandre Pilati. Brasília: C14/Casa da Edição, 2021.
_________. Ali dos olhos azuis. Ali dos olhos azuis. Trad. Andréia Guerini, Bruno Berlendis de Carvalho, Maria Cristina Pompa, Renata Lucia Bottini. São Paulo: Berlendis e Vertecchia, 2006.
_________. A hora depois do sonho. Trad. Edilson Alkmin Cunha. Rio de Janeiro, Bloch Editores, 1968.
_________. Amado meu. Trad. Elisabeth Braz, Luiz Nazário. São Paulo: Brasiliense, 1982.
_________. Caos: crônicas políticas. Trad. Carlos Nélson Coutinho. São Paulo, Brasiliense, 1982.
_________. Diálogo com Pier Paolo Pasolini: Escritos (1957-1984). Trad. Nordana Benetazzo. São Paulo, SP: Nova Stella Editorial Ltda, São Paulo, SP: Instituto Cultural Ítalo-Brasileiro, 1986.
_________. Empirismo herege. Trad. Miguel Serras Pereira. Lisboa: Assírio & Alvim, 1982.
_________. Escritos Corsários. Trad. Maria Betânia Amoroso. São Paulo: Editora 34, 2020.
_________. Meninos da vida. Trad. Rosa Artini Petraitis, Luiz Nazário. São Paulo: Brasiliense, 1985.
_________. O pai selvagem. Trad. Silvana S. Rodrigues. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1977.
_________. Os jovens infelizes. Trad. Michel Lahud, Maria Betânia Amoroso. São Paulo: Brasiliense, 1990.
_________. Poemas Trad. Maurício Santana Dias] São Paulo: Cosac Naify, 2015.
_________. Teorema. Trad.Fernando Travassos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1968.
_________. Uma vida violenta. Trad. José Lima. Lisboa: Assírio & Alvim, 2004.


EDIÇAO DE REFERÊNCIA PARA AS OBRAS DE PIER PASOLO PASOLINI:

PIER PAOLO PASOLINI: TUTTE LE OPERE. Edizione diretta da Walter Siti. Milano: Mondadori - I Meridiani [collana]

PASOLINI, Pier Paolo. Romanzi e racconti, Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 1998.
_________. Saggi sulla letteratura e sull'arte. Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 1999.
_________. Saggi sulla politica e sulla società. Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 1999.
_________. Per il cinema, Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 2001.
_________. Teatro, Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 2001.
_________. Le poesie. Ed. Walter Siti. Milano: Mondadori, 2003.

 

Programa

Aula 1: Mulheres na Antiguidade e nas Sagradas Escrituras
Aula 2: Mulheres na Literatura e no Medievo
Aula 3: Mulheres de Dante Alighieri e Giovanni Boccaccio
Aula 4: Autoras do Renascimento Italiano

Bibliografia:
AMADUZZI, Luigi. Undici Lettere inedite di Veronica Gàmbara e un'ode Latin tradotta in Volgare. Guastalla: Tipografia R. Pecorini, 1889.
ALIGHIERI, Dante. Divina Comédia. Tradução de J. P. Xavier Pinheiro. São Paulo: Martin Claret, 2021.
BAROLSKY, Paul. Dante and Beatrice: The Invention of a Tradition. New Haven: Yale University Press, 1984.
BERMAN, Constance H. Medieval Religion: New Approaches. London: Routledge, 2005.
BERALDO, João. A escrita feminina na Itália renascentista do século XVI: poemas e cartas de Veronica Franco e Veronica Gambara. São Paulo: Dialética, 2024
BÍBLIA SAGRADA. Tradução da Bíblia de Jerusalém. São Paulo: Paulus, 2002.
BOCCACCIO, Giovanni. Decameron. Tradução de Ivone C. Benedetti. Porto Alegre: L&PM, 2013.
BOCCACCIO, Giovanni. Elegia di Madonna Fiammetta: Edizione integrale (1344). Edição italiana. Independently published, 2022.
BOLT, Rodney. As mulheres na Idade Média. História Viva, n. 63, 2008.
BROWN, Judith. As mulheres no Renascimento. São Paulo: Contexto, 2012.
CALITTI, Floriana. Veronica Franco. Dizionario Biografico degli Italiani, Volume 50, 1998. Disponível em:
http://www.treccani.it/enciclopedia/veronica-franco_(Dizionario-Biograf…
CASINI, Maria Cecilia. MULHERES: ESCRITORAS NO RENASCIMENTO ITALIANO. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, [S. l.], v. 11, n. 8, p. 237–248, 2025. Disponível em:
https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/20540 . Acesso em: 10 set. 2025.
COHEN, Shaye J. D. (org.). Women in the Hebrew Bible: A Reader. London: Routledge, 1999.
COLLINA, Beatrice. Moderata Fonte e Il merito delle donne. Annali d’Italianistica, vol. 7, Women's Voices in Italian Literature, p. 142-164, 1989. Disponível em:  http://www.jstor.org/stable/24003863 . Acesso em: 29 set. 2025.
D’ARAGONA, Tullia. Della infinità d’amore: Dialogo. Charleston, SC: Nabu Press, 2010.
DE SANCTIS, Francesco. Storia della letteratura italiana: Edizione con note e nomi aggiornati. Createspace Independent Publishing Platform, 2015.
DUBY, Georges; PERROT, Michelle (orgs.). História das mulheres no Ocidente. Porto: Porto Editora, 1990. 2 v.
FERRANTE, Joan M. Woman as Image in Medieval Literature: From the Twelfth Century to Dante. New York: Columbia University Press, 1975.
FONTE, Moderata. Il merito delle donne: dove chiaramente si scuopre quanto siano elle degne e più perfette de gli huomini. Independently published, 2018.
GRANACKI, Alyssa M.; HOGAN, Dana V. Debating as an authority: Tullia d’Aragona’s authorial self-fashioning and the ‘Tre Corone’. Itinerari, v. 61, n. 2, p. 47-62, 2022. Disponível
em:  https://mimesisjournals.com/ojs/index.php/itinerari/article/view/3038 . Acesso em: 4 nov. 2025.
HALE, John R. Dicionário do Renascimento Italiano. Rio de Janeiro, Jorge Zahar Editor, 1981.
HARTMANN, Fernando. A voz e o discurso interior na obra de Mikhail Bakhtin. Calidoscópio, São Leopoldo, v. 5, n. 2, p. 77-83, maio/ago. 2007. Disponível em: https://revistas.unisinos.br/index.php/calidoscopio/article/view/5628 . Acesso em: 28 set. 2025.
KING, Margaret L. Women of the Renaissance. Chicago: University of Chicago Press, 1991.
MARTINS, Ana Paula Vosne. Duas honestas cortesãs do renascimento italiano: interseções da cultura humanista, da escrita de mulheres e da sexualidade no século XVI. ArtCultura, Uberlândia, v. 14, n. 25, p. 185-199, jul.-dez. 2012.
Disponível em: http://www.seer.ufu.br/index.php/artcultura/article/view/26207/16266
PANIZZA, Letizia (org.). Women in Italian Renaissance Culture and Society. London: Legenda, 2000.
PARGA, Isabel Rubín Vázquez de. Veronica Franco Y su Tensione con Maffio Venier. Mujeres En La Literatura. Escritoras. México, Distrito Federal, Marzo-Abril 2009, Año 4, Número 19, p 28-40. Disponível em:
http://www.destiempos.com/n19/rubin.pdf
PIGNATTI, Franco. Veronica Gambara. Dizionario Biografico degli Italiani, Volume 52, 1999. Disponível em:
http://www.treccani.it/enciclopedia/veronica-gambara_(Dizionario-Biogra…
PIZZAGALLI, Daniela. La signora della poesia. Vita e passioni di Veronica Gambara, artista del Rinascimento. Milano, Rizzoli, 2004.
RINALDINA, Concetta (org.). Encyclopedia of Italian Literary Studies. London: Routledge, 2006.
ROSENTHAL, Margaret. F. The Honest Courtesan: Veronica Franco, Citizen and Writer in Sixteenth-Century Venice. University of Chicago Press; 2º Ed, 1993.
SCHNEIDER, Tammi J. Mothers of Promise: Women in the Book of Genesis. Grand Rapids: Baker Academic, 2008.
STIEBING, William H. Women in Ancient Civilizations. In: Ancient Near Eastern History and Culture. London: Routledge, 2016.
SOUZA, Wender Marcell Leite. A literatura como diálogo: um percurso histórico do intertexto. Universidade Federal de Mato Grosso, 2025. Disponível em: https://editora.pucrs.br/edipucrs/acessolivre/Ebooks/Web/978-85-397-0198-
8/Trabalhos/110.pdf . Acesso em: 15 set. 2025.
STORTONI, Laura. A. Women Poets of the Italian Renaissance: Courtly Ladies and Courtesans. New York: Italica Press, 1997.
VIGILANTE, Magda. Modesta dal Pozzo. Dizionario Biografico degli Italiani (online), Volume 32, 1986. Disponível em:
http://www.treccani.it/enciclopedia/modesta-dal-pozzo_(Dizionario-Biogr…

Programa

1. Poesia e liberdade no cenário português
Na primeira aula será elaborado o reconhecimento de que Herberto Helder, mesmo negando veementemente sua conexão com o Surrealismo, carrega em sua obra um modo de pensar a relação entre poesia e realidade que deve muito a essa vanguarda e ao modo como ela, ao menos em parte, se desviou para o chamado abjeccionismo no cenário ditatorial português. Será mostrado como ali se forjou um modo de pensar o que pode ser esse objeto poema que Helder iria desenvolver e levar adiante ao longo de toda a sua obra.

2. A língua bifurcada de Herberto Helder: poesia e fenomenologia
A questão da relação entre poesia e realidade se desdobra em duas direções: uma que considera o papel e o poder do poema em constituir e reformular o pensamento, as imagens mentais, os elementos da realidade; e outra que considera as relações entre poesia e sociedade. Nesta segunda aula será abordada a primeira direção. Serão vistos, por exemplo, as associações da poesia à magia e à fantasmagoria, considerando, por exemplo, a influência romântica do tema do Absoluto, e as associações também da poesia ao cinema, recorrentes na obra de Helder.

3. A língua bifurcada de Herberto Helder: poesia e sociedade
Nesta aula se dará atenção à segunda daquelas direções: serão vistos os modos de relação que a obra de
Herberto Helder fantasia e os que efetua com o mundo ou com o que ele chama de “real quotidiano” (ou ainda de modos administrativos da linguagem). Será dada atenção também a suas formulações acerca da violência da poesia, principalmente através dos temas do erro e do crime.

4. Poesia e realidade na obra “tardia” de Herberto Helder
A ideia de uma obra “tardia” em Herberto Helder vem da tese de doutorado de Roberto Bezerra de Menezes e se refere aos três últimos conjuntos de inéditos que Helder publicou em vida: A faca não corta o fogo (2008/2009), Servidões (2013) e A morte sem mestre (2014). Nesses livros, segundo minha pesquisa, algumas diferenças na voz, na relação com o real cotidiano e na ironia do poeta levam a reconhecer um desenvolvimento a mais nas diretrizes que guiaram até então a relação entre poesia e realidade em sua obra, e é isso o que será apresentado na última aula do curso.

Referências bibliográficas (nestas referências se encontram alguns dos textos que serão comentados nas aulas, mas elas não cobrem todo o conteúdo das apresentações. Outras referências poderão ser passadas a pedido dos participantes. Alguns dos textos que serão comentados serão enviados via Drive para os participantes):

ARTAUD, Antonin. O teatro e a ciência. Tradução: Ernesto Sampaio. Pirâmide: antologia. Lisboa, n. 1, pp. 6-9,fevereiro, 1959.
BENJAMIN, Walter. O surrealismo: o último instantâneo da inteligência europeia. In.: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Tradução: Sérgio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 2012. pp. 21-36
BRETON, André. Manifestos do surrealismo. Tradução: Luiz Forbes. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985.
CESARINY, Mário. Mensagem e ilusão do acontecimento surrealista. Pirâmide: antologia. Lisboa, n. 1, pp. 1-2, fevereiro, 1959.
_______ (Org.). Textos de afirmação e de combate do movimento surrealista mundial. Lisboa: Perspectivas e Realidades, 1977.
_______ (Org.). Três poetas do Surrealismo. Lisboa: Biblioteca Nacional, 1981.
_______ (Org.). A intervenção surrealista. Lisboa: Assírio & Alvim, 1997.
DAL FARRA, Maria Lúcia. Um devaneio brasileiro. Relâmpago, ano XIX, n. 36/37, pp. 119-135, abril/outubro, 2015.
GUEDES, Maria Estela. Herberto Helder – é e não é um poeta surrealista. A Ideia: revista de cultura libertária, Évora, II série, v. 16, n. 71-72, pp. 79-81, outono, 2013.
HELDER, Herberto. Poema. Pirâmide: antologia. Lisboa, n. 2, pp. 19-20, junho, 1959.
_______. (Org.) Edoi Lelia Doura: antologia das vozes comunicantes da poesia moderna portuguesa. Lisboa: Assírio & Alvim, 1985.
_______. Cinemas. Relâmpago, n. 3. Lisboa: Fundação Luis Miguel Nava, out., 1998. pp. 7-8
_______. Os passos em volta. Rio de Janeiro: Azougue, 2005a.
_______. [s/t]. Telhados de vidro. Lisboa: Averno, n. 4, 2005b. pp. 111-116
_______. Poemas completos. Rio de Janeiro: Tinta-da-china, 2016.
_______. Photomaton & Vox. Rio de Janeiro: Tinta-da-china, 2017b.
JOAQUIM, Ana Cristina. Real e realidade híbridas: Herberto Helder entre a pedagogia e o crime. eLyra, n. 13, pp. 169-189, junho, 2019.
LEAL, Izabela. A poesia deve ser feita por todos, por um só ou contra todos? – Do surrealismo a Herberto Helder. Revista Gândara 1, 2005. Disponível em: < http://www.letras.puc-rio.br/unidades&nucleos/catedra/revista/gandara_0…;. Acesso em: 18 mar. 2021.
LÖWY, Michael. A estrela da manhã: surrealismo e marxismo. Tradução: Eliana Aguiar. São Paulo: Boitempo, 2018.
_______. O cometa incandescente: romantismo, surrealismo, subversão. Tradução: Diogo Cardoso e Elvio
Fernandes. São Paulo: 100/cabeças, 2021.
GUINZBURG, J., LEIRNER, S. (Orgs.). O Surrealismo. São Paulo: Perspectiva, 2008.
SOUSA, Rui. A presença do abjecto no surrealismo português. Lisboa: Esfera do Caos Editores, 2016.

Programa

- Contextos de produção e circulação dos gêneros;
- Infraestrutura geral de apresentação dos textos;
- Coerência temática: finalidade e usos - elementos de conexão e de coesão nominal e verbal nos textos (mecanismos de textualização);
- Função, marcação e inserção de vozes e modalizações e;
- Revisão de aspectos linguísticos.

Público-alvo
Estudantes de graduação do Instituto Federal do Maranhão, e público externo da USP, interessados em participar de mobilidade acadêmica internacional em língua inglesa.

Pré-requisito
O estudante deverá:
- Possuir nível intermediário de inglês equivalente ao nível B1 de acordo com o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas – QCER;
- Estar vinculado a um curso de graduação (do IFMA*) em qualquer área e;
- Ter disponibilidade de recursos e de acesso (como computador/smartphone com acesso à internet) durante o período de realização do curso.
Após inscrição no sistema Apolo, deverá enviar para: maycon.wernz@usp.br
1) Currículo Lattes e Histórico Escolar (contendo o coeficiente de rendimento acadêmico) atualizados;
2) Carta de apresentação do candidato em língua inglesa para participar do curso, observando que será realizado o processo de seleção dos inscritos e;
3) Documento que comprove possuir nível intermediário de inglês equivalente ao nível B1 de acordo com o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas – QCER, comprovado por uma das duas formas:
a) Certificado de Curso de Inglês do nível básico ou;
b) Teste de Proficiência com a seguinte faixa: TOEIC Bridge (Listening + Reading acima de 169), TOEIC Listening and Reading (550 ou mais), TOEIC Speaking and Writing (240 ou mais), IELTS (mínimo 5.0 ou mais), TOEFL iBT (acima de 41), TOEFL ITP (acima de 459) ou Cambridge PET pass.


Ministrante: Maycon Cesar Pereira Wernz

BIBLIOGRAFIA GERAL


GERE, A. R (Ed.). Developing Writers in Higher Education - A Longitudinal Study. E-book, Ann Arbor, MI: University of Michigan Press, 2019.

BROOK-HART, G.; JAKEMAN, V. Complete IELTS bands 6.5 – 7.5: student’s book without answers. Cambridge (UK): Cambridge University Press, 2013

BAZERMAN, C.; BONINI, A.; FIGUEIREDO, D. (Orgs.) Genre in a changing world. Fort Collins, Colorado: The WAC Clearinghouse; West Lafayette, Indiana: Parlor Press, 2009.

BRONCKART, J-P. Atividade de linguagem, textos e discursos: por um interacionismo sociodiscursivo. Trad. Anna Rachel Machado, Péricles Cunha. 2.ed. São Paulo: EDUC, 1999 [2012].

FERREIRA, M. M.; STELLA, V. C. R. (Orgs.). Redação Acadêmica. Múltiplos olhares para o ensino da escrita em português e em línguas estrangeiras. 1. ed. São Paulo: FFLCH/Humanitas, 2018.

LOUSADA, E. G.; SILVA, E. C.; DIAS, A. P. S. O ensino da apresentação oral em francês e sua contribuição para o letramento acadêmico e para o plurilinguismo na ciência. Linha D’Água, [S. l.], v. 33, n. 2, p. 161-188, 2020.

MACHADO, A. R.; LOUSADA, E. G.; ABREU-TARDELLI, L. S. Resumo. São Paulo: Parábola, 2004.

HEWINGS, M. Advanced grammar in use: a self-study reference and practice book for advanced learners of English. 3.ed. Cambridge (UK): Cambridge University Press, 2013.

MURPHY, R. English grammar in use: a self-study reference and practice book for elementary students of English. 4.ed. Cambridge (UK): Cambridge University Press, 2012.

SWALES, J. M. Occluded genres in the academy: the case of submission letter. In: VENTOLA, E.; MAURANEN, A. (Orgs.). Academic writing: intercultural and textual issues. Amsterdam: John Benjamins, 1996.

Programa

Aula 1 – Preâmbulo: Gênero e Interseccionalidade
HENNING, C. E. Interseccionalidade e pensamento feminista: as contribuições históricas e os debates contemporâneos acerca do entrelaçamento de marcadores sociais da diferença. In: Dossiê Desigualdades e Interseccionalidades. Mediações, Londrina, V. 20 Nº. 2. P. 97-128. Jul/Dez, 2015. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/view/22900/…
SCOTT, J. W. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade, v. 20, n. 2, p. 71-99, 1995. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/71721.
_______. Gênero: ainda é uma categoria útil de análise?. Albuquerque: revista de história, vol. 13, n. 26, jul. - dez. de 2021 . Disponível em: https://periodicos.ufms.br/index.php/AlbRHis/article/view/14704/9901

Aula 2 – Introdução ao Estudo das Masculinidades
CONNEL, R. W. “Políticas da masculinidade”. In: Educação e Realidade, vol. 2, n. 20; 1995b. p. 185-206. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/71725/4…
GROSSI, Miriam Pilar. “Masculinidades: Uma revisão teórica”. In: Revista Antropologia em primeira mão. ed. 75. Florianópolis: UFSC, 2004. Disponível em: https://miriamgrossi.paginas.ufsc.br/files/2012/03/Visualizar3.pdf

Aula 3 – Masculinidades Hegemônicas e Subalternas
ALMEIDA, Miguel Vale de. “Gênero, Masculinidade e Poder: Revendo um caso do sul de Portugal”. In: Anuário Antropológico, n. 95. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1996. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/anuarioantropologico/article/downlo…
CONNEL, Raewyn. Masculinidade hegemônica: repensando o conceito. Artigos Temáticos: Masculinidade, Diferenças, Hegemonias. Rev. Estud. Fem. 21 (1), Abr 2013. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-026X2013000100014

Aula 4 – Masculinidades, projetos nacionais e racialização
CANESSA, Andrew. El sexo y el ciudadano: Barbies y reinas de belleza en la era de Evo Morales. In: Raza, etnicidad y sexualidades: ciudadania y multiculturalismo em America Latina. Coleccion Lecturas CES. https://doi.org/10.5281/zenodo.811083
PINHO, Osmundo. “Um enigma masculino: Interrogando a masculinidade da desigualdade racial no Brasil”. In: Universitas Humanisticas, v. 77, janeiro-junho 2014. Bogotá, 2014. Disponível em: https://revistas.javeriana.edu.co/index.php/univhumanistica/article/vie…

Aula 5 – Masculinidades homossexuais em São Paulo.
BRAZ, Camilo. “Macho versus Macho um olhar antropológico sobre práticas homoeróticas entre homens em São Paulo”. Cadernos Pagu, n.28, 2007, pp. 175-206. DOI https://doi.org/10.1590/S0104-83332007000100009
SIMÕES, Júlio Assis. “O negócio do desejo”. In: Cadernos PAGU. São Paulo, 2008. (p.535 -546). Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-83332008000200022
________. “Corpo e sexualidade nas experiências de envelhecimento de homens gays em São Paulo”. In: A terceira idade, v. 22, n. 51, p. 7-19, 2011. Disponível em: https://portal.sescsp.org.br/files/edicao_revista/88463fcb-a956-4d79-ae…