Programa

Aula 1. 04/02/2025 - A participação das mulheres em conflitos armados: Maria Úrsula de Abreu Lencastre e Agueda Monasterio de Lattapiat.

Aula 2. 11/02/2025 - A maternidade e o ideal nacional: Catarina Paraguaçu e Luisa Recabarren de Marin.

Aula 3. 18/02/2025 - Atuação feminina no campo da educação: Maria de Lima das Mercês e Dámasa Cabezón.

Aula 4. 25/02/2025 - Redes de sociabilidade e inserção na vida pública: Beatriz Brandão e Antonia Salas

Bibliografia:

BADINTER, Elisabeth. Um amor conquistado: o mito do amor materno. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
BLOCH, Marc. Por uma história comparada das sociedades europeias. In: Idem. História e Historiadores. Lisboa: Teorema, 1998.
DEDIEU, J. P., L. R. ENRÍQUEZ, e G. CID. Fabricación heroica y construcción de la memoria histórica chilena (1844-1875). C.M.H.L.B. Caravelle, Toulouse, n. 104, 2015.
DOSSE, François. O desafio biográfico: escrever uma vida. São Paulo: Edusp, 2009.
ENDERS, Armelle. Os vultos da nação: fábrica de heróis e formação dos brasileiros. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2014.
GÓMEZ, Yéssica González (Org.). Mujeres: olvidos y memorias en los márgenes – Chile y América, siglos XVII-XXI. Ed. UFRO e Edulp, 2020.
GREZ, Vicente. Las mujeres de la independência. Santiago: Imprenta Gutenberg, 1878.
GUIMARÃES, Manoel Luís Salgado. Nação e Civilização nos Trópicos: O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e o Projeto de uma História Nacional. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, n. 1, 1988.
HURTADO, Edda. Intelectuales Tradicionales, Educación de las Mujeres y Maternidad Republicana en los Albores del Siglo XIX en Chile. Acta Literaria, Chile: n. 44, p. 121-134, 2012.
LORIGA, Sabina. A biografia como problema. In: REVEL, Jacques (Org.). Jogos de escalas. A experiência da microanálise. Rio de Janeiro: Editora FGV, 1988.
MARTÍNEZ, Maria Eujenia. Mujeres Célebres de Chile. Santiago: Imprenta Santiago, 1911.
MONTERO, C., Reyes L. e Rubio, G. Escrituras de maestras en chile: perspectivas para su estudio (1880-1920). Revista Chilena de literatura, n. 108, 2023.
PAMPLONA, Marco; STUVEN, Ana Maria. Estado e Nação no Brasil e no Chile ao longo do século XIX. Rio de Janeiro: Garamond, 2009.
PERUGA, Mónica Bolufer. Galerías de “mujeres ilustres” o el sinuoso camino de la excepción a la norma cotidiana (SS. XV-XVIII). Hispania, v. 60, n. 204, 181-224, 2000.
PRADO, Maria Ligia Coelho. América Latina no Século XIX: Tramas, Telas e Textos. 2 ed. - São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2004.
SABINO, Ignez. Mulheres Illustres do Brazil. 1899. Reimpressão fac-similar, Florianópolis: Editora Mulheres, 1996.
SCOTT, Joan W. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e sociedade. Porto Alegre, v. 16, n. 2, 1995.
SILVA, Joaquim Norberto de Sousa e. Brasileiras Célebres. Rio de Janeiro: Livraria de B. L. Garnier, 1862.
SILVA, Laila Thaís Correa e. Dos projetos literários dos “homens de letras” à literatura combativa das mulheres de letras: imprensa, literatura e gênero no Brasil de fins do século XIX. Tese de Doutorado em História Social. Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, SP, 2021.
SOIHET, Rachel. Violência Simbólica: Saberes Masculinos e Representações Femininas. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 5, n. 1, p. 7-31, 1 jan. 1997.
SOMMER, Doris. Ficções de fundação: os romances nacionais da América Latina. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2004.
STUVEN, Ana María, FERMANDOIS, Joaquín (Org.). Historia de las mujeres en Chile: tomo II. Santiago: Taurus, 2014.
SUÁREZ, José Bernardo. Rasgos biográficos de mujeres célebres de América: escritos, traducidos i estractados para uso de las jóvenes. Santiago do Chile: Imprenta Chilena, 1871.

 

Programa

Aula 1: Censura e Direitos Humanos no Cinema Brasileiro

O cinema como um vetor de memória e debate. Nesta primeira aula, exploraremos a relação entre cinema e direitos humanos. Analisaremos também como a censura brasileira atuou para controlar narrativas e silenciar vozes dissonantes, discutindo os aspectos jurídicos e práticos da censura e temas que foram considerados "indesejados" nas telas ao longo do tempo. Como estudo de caso, nos dedicaremos à análise do filme O Pagador de Promessas (1962). A partir da exibição de trechos da obra, examinaremos sua trajetória e repercussão nacional e internacional, refletindo sobre temas como liberdade de crença, protagonismo popular e a relevância do filme para os debates sobre direitos humanos.

Aula 2: Cinema como Resistência – Arte, Política e Exclusão

Dando continuidade ao estudo da relação entre cinema, resistência e direitos humanos, aprofundaremos a análise com o filme São Bernardo (1972), adaptação cinematográfica do romance de Graciliano Ramos. A partir da exibição de trechos da obra, examinaremos sua trajetória diante da censura, o processo de liberação e sua recepção na imprensa. A discussão abordará as críticas do filme à modernização excludente durante o Regime Militar e o papel do cinema na preservação da memória e na denúncia de violações de direitos humanos. Além disso, refletiremos sobre a liberdade artística e os desafios da produção audiovisual no Brasil contemporâneo, destacando as transformações e permanências nos mecanismos de controle da cultura.

Filmografia:

O pagador de promessas (Anselmo Duarte, 1962). Disponível em: www.youtube.com/watch?v=WLqFa-61tkM. Acesso em: março de 2025.

São Bernardo (Leon Hirszman, 1972) Disponível em: www.youtube.com/watch?v=-Ry5i5ev4os. Acesso em: março de 2025.

Bibliografia:

BERNARDET, Jean-Claude. Brasil em tempo de cinema: ensaio sobre o cinema brasileiro de 1958-1966. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
CANCELLI, Elizabeth. “A violenta memória do esquecimento”. In: Trivium, vol.4, n. 2, 2012.
MORENO, João Vitor. A Ditadura no Cinema: análise dos filmes São Bernardo (1972) e Eles Não Usam Black-tie (1981). São Paulo: Dialética, 2024.
NAPOLITANO, Marcos. “Desafios para a História nas encruzilhadas da memória: entre traumas e tabus”. In: História: Questões & Debates, n. 68, 2019, p. 18–56.
SILVA, Maria Viviane de Melo. "O pagador de promessas e sua repercussão no jornal O Semeador em 1962". In: Boletim Historiar, v. 05, n. 03, 2018, p. 43-53.
SIMÕES, Inimá. Roteiro da intolerância. São Paulo: Editora SENAC, 1999.
XAVIER, Ismail. Alegorias do subdesenvolvimento: cinema novo, tropicalismo, cinema marginal. São Paulo: Editora Brasiliense, 1993.

Programa

Al tratarse de un seminario interdisciplinario, se pondrá especial atención a que todos los conceptos, sin perder la profundidad, advengan claros para los estudiantes, evitando toda jerga o tecnicismo muy frecuente a veces en los estudios lacanianos.
1.-
Los tres registros lacanianos: real, imaginario y simbólico. No hay relación sexual, no hay sociedad, pero hay lazo social. La política como escena fantasmática y lo político.
2.-
El Leviatán de Thomas Hobbes y el hombre como lobo del hombre: las pasiones según el orden geométrico. La ley natural de la autoconservación y el imaginario de la guerra. Hobbes y el soberano trascendente. El registro imaginario de la igualdad y el problema de la guerra en J. Lacan. La dimensión simbólica como reguladora de la agresividad. La soberanía y las fórmulas de sexuación: hermenéutica lacaniana del Leviatán.
3.a)
Inmanuel Kant y el concepto de guerra en Idea de una historia universal desde el punto de vista cosmopolita. la guerra como medio providencial para llegar a la paz. La creación de la liga de las naciones cosmopolita (séptimo principio kantiano). La insociable-sociabilidad de los hombres y la filosofía de la historia.
3.b)
Hegel y la soberanía frente a lo externo y el derecho internacional (FD. Parágrafos 321-340). La lucha por el reconocimiento: de la dialéctica del señor y siervo a la dialéctica de los estados en las relaciones internacionales. Hegel y el patriotismo como remedio del estancamiento de la sociedad civil.
4.-
Freud y el malestar de la cultura. La respuesta de Freud (por qué la guerra) al interrogante de Einstein (Cómo la paz). Los caminos fallidos para conseguir la paz según la perspectiva freudiana. La relevancia de la pulsión de muerte y el escepticismo freudiana en relación a una paz perpetua. La ferocidad del superyó: Kant con Sade.
5.-
Heidegger y la pregunta por la técnica. La esencia de la técnica no está en la técnica. El sentido común de técnica y la técnica como infinita provocación. El papel de la pulsión de muerte en el anudamiento entre guerra y tecnociencia. Lacan y el discurso pseudo-capitalista: violencia, guerra y segregación.

Bibliografia:
1.-
Lacan, Jacques (2002). El estadio del espejo como formador de la función del yo (je). En Escritos, T. 1. Buenos Aires: Paidós.
Lacan, Jacques (2007a). Lo simbólico, lo imaginario y lo real. En De los nombres del padre. Buenos Aires: Paidós.
Lacan, Jacques (2008a). Seminario 20: Aún. Buenos Aires: Paidós.
Rabinovich, Diana: “Lo imaginario, lo simbólico y lo real”. Clase del 22 de junio del 95.
Marchart, Oliver (2009). El pensamiento político posfundacional. México: Fondo de Cultura Económica.
Rossi, Miguel Ángel (2020) “Lacan y el Posfundacionalismo”. EN: Rossi, Miguel Ángel, Mancinelli, Elena (Compiladores) La política y lo político en el entrecruzamiento del psicoanálisis y el Posfundacionalismo. Buenos Aires, IIGG/CLACSO.
(https://biblioteca.clacso.edu.ar/Argentina/iigg-uba/20200923022929/La-p…)

2.-
Bobbio, Norberto (1985) “El modelo iusnaturalista”. En: Bobbio, Norberto, Bovero (Compiladores) Origen y Fundamento del poder político. México, Grijalbo.
Frateschi, Yara (2008) A física da Política. Campinas, UNICAMP.

Hobbes, Thomas (1992). Leviatán. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica.

Rossi, Miguel Ángel, Kaplán Gabriel (2001) “La racionalidad de la guerra en el paradigma moderno”. En: Dri, Rubén (Editor) Los caminos de la racionalidad. Buenos Aires, Biblos.

Rossi, M. A. (2015) “La problemática del lazo socio-político en clave genealógica: Aristóteles, Agustín y Hobbes”. En: Rossi, Miguel Ángel (Compilador). El lazo social desde la filosofía política, Buenos Aires: Grama.
3.a).
KANT, Inmanuel (2012). Fundamentación de la metafísica de las costumbres, Madrid, Alianza, 2012.
Aires, 2000. (http:// www.clacso.edu.ar).
Kant, Inmanuel (1985) Filosofía de la historia, México, Fondo de Cultura Económica.
Kant, Inmanuel (1989) Metafísica de las costumbres. Madrid, Técnos.
Kant, Inmanuel (1984): Teoría y Praxis. Buenos Aires, Leviatán. (II: De la relación de la Teoría con la práctica en el Derecho Político).
Kant, Inmanuel (1991) Sobre la paz perpetua. Madrid, Técnos.
Rossi, Miguel Ángel “Aproximaciones al pensamiento de Inmanuel Kant” en:
Boron, Atilio (compilador) La Filosofía Política Moderna. Clacso, Eudeba, Buenos Aires (http:// www.clacso.edu.ar).
3.b)

Hegel, G.F.W (1987) Fundamentos de la Filosofía del Derecho. Buenos Aires, Siglo Veintiuno.
Hegel, G.W.F.: Fenomenología del Espíritu. México, Fondo de Cultura Económica (Selección de pasajes).
Hegel (1994) Lecciones sobre la Filosofía de la Historia). Barcelona, Altaya. Capítulo 2, apartado: El material de la realización
Hegel, G.W.F.: Fenomenología del Espíritu. México, Fondo de Cultura Económica (Selección de pasajes).

Cesa, C. (1989) "Consideraciones sobre la teoría hegeliana de la guerra". En: Ainrngual, Gabriel (ed.), Estudios sobre la filosofia del derecho de Hegel, Madrid, Ceiiiro de Estudios
Coristiiucionales, 1989
Dri, Rubén (2000) “La) filosofía del Estado ético” en: Atilio Boron (compilador) La Filosofía Política Moderna. Buenos Aires, Clacso- Eudeba. (http:// www.clacso.edu.ar)
Rossi, Miguel; Amadeo, Javier (2001) “La problemática de la guerra en el pensamiento hegeliano”. TRILHAS & TRAGOS. Universidad de San Pablo, n. 1
4.-
Freud, S (1998) Obras completas XIII. “Tótem y tabú”. Buenos Aires, Amorrortu Editores.
Freud, S (1998) Obras completas XXI.” El malestar en la cultura”. Buenos Aires, Amorrortu editores.
Freud, S (1976) En Obras completas. Vol. XIV. “De guerra y muerte. Temas de actualidad”. Buenos Aires, Amorrortu, 1976.
Freud, Sigmund (1978) “Por qué la guerra” en Obras Completas, tomo XXII. Buenos Aires, Amorrortu.
Freud, Sigmund (1976) “Tótem y Tabú” en Obras Completas, tomo XIII. Buenos Aires: Amorrortu.
Freud, Sigmund (1992) “Psicología de las masas y análisis del yo”, en Obras completas, Buenos Aires, Amorrortu, tomo XVIII, pp. 67-136.
LACAN, J. “Kant con Sade”. Escritos 2. Buenos Aires, Siglo XXI
Rossi, Miguel (2020) “Acerca del fetichismo de la ley”. Utopía y Praxis Latinoamericana. Universidad de Zulia.
(https://produccioncientificaluz.org/index.php/utopia/article/view/31403)


5.-
Heidegger, Martín. “La época de la imagen del mundo”.
https://www.fadu.edu.uy/estetica-diseno-i/files/2015/08/heidegger_epoca…
Heidegger, Martín. “La pregunta por la técnica”.
https://monoskop.org/images/c/c9/Heidegger_Martin_1997_La_pregunta_por_…
Lacan, Jacques, El Seminario, Libro 17, El reverso del psicoanálisis, Buenos Aires, Paidós, 1992
 

Programa

Ementa:
Nessas aulas serão apresentados e analisados alguns dos Ensaios filosóficos de Adam Smith e sua relação com a teoria da simpatia exposta na Teoria dos sentimentos morais. São textos que tematizam o funcionamento dos sentidos externos e da linguagem e discorrem sobre a natureza e o progresso da ciência. Encontramos ali os princípios de seu sistema filosófico: uma teoria da imaginação como faculdade de síntese, capaz de garantir, ao mesmo tempo, a diversidade e a unidade dos sistemas científicos e filosóficos, dentre eles, o do próprio Smith. Serão apresentados a definição smithiana de ciência e os princípios que guiam o seu desenvolvimento (aula 1), a entrada em cena da linguagem e o modo como ela organiza e regula esses conhecimentos (aula 2), cuja origem deve ser buscada no vínculo entre experiência e imaginação humana (aula 3) e, por fim, as peculiaridades do funcionamento desses mecanismos no campo moral (aula4).

Programa:
1. História da astronomia: espanto e síntese 21/07
2. Sentidos externos: comparação e conjectura 23/07
3. Formação das línguas: analogia e sistema 28/07
4. Sentimentos morais: simpatia e valor 30/07

Duração: 4 aulas de 2 horas a partir de 21 de julho.
Horário: Terças e quintas-feiras das 10h00 às 12h00
Plataforma: Google Meets e Classroom


Edição / Tradução a ser utilizada:
Será utilizada o texto de Essays on Philosophical Subjects da edição crítica da Universidade de Glasgow, organizada por W.P.D. Wightman e J.C. Bryce, traduzido em português como Ensaios filosóficos, em uma edição de organizada por Alexandre Rodrigues e Pedro Galé, publicada pela editora Unesp em 2019.

Bibliografia básica:
Smith, A. (1980). Essays on Philosophical Subjects (W.P.D. Wightman; J.C. Bryce, eds.). The Glasgow Edition of the Works and Correspondence of Adam Smith (Vol.III). Oxford: Clarendon Press e Indianapolis: Liberty Fund.
Smith, A. (2019). Ensaios filosóficos (Alexandre Rodrigues; Pedro Galé, eds.). São Paulo: Editora Unesp.
Smith, A. (1997). Essais esthétiques. Paris: J. Vrin.
Bibliografia secundária:
Berkeley, G. (2010). Tratados sobre a visão. (Marques, J.O.A., ed. e trad.). Campinas: Editora da Unicamp.
Condillac, E.B. (2017). Ensaio sobre a origem dos conhecimentos humanos (Pedro Pimenta, ed. e trad.). São Paulo: Editora Unesp.
Condillac, E.B. (1993). Tratado das sensações. Campinas: Unicamp.
Diderot, D. & D’Alembert, J. (2015). Enciclopédia (6 vols – Pimenta, P.; Souza, M., eds.). São Paulo: Editora Unesp.
Hume, D. (2004). Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios da moral (J.O.A. Marques, trad.). São Paulo: Unesp.
Hume, D. (2009). A arte de escrever ensaio (P.P. Pimenta; M. Suzuki, trads.; P.P. Pimenta, org.). São Paulo: Iluminuras.
Hutcheson, F. (2004). An Inquiry into the Original of Our Ideas of Beauty and Virtue: in two treatises (W. Leidhold, ed.). Indianapolis: Liberty Fund.
Comentário:
Biziou, M. (2003). Adam Smith et l’origine du liberalisme. Paris: Presses Universitaires de France.
Campbell, T.D. (1971). Adam Smith’ Science of Morals. London: George Allen and Unwin.
Deleule, D. (1997). Preface. In Smith, A. Essais esthétiques. Paris: J. Vrin.
Fleischacker, S. (2004). On Adam Smith’s “Wealth of Nations”: A Philosophical Companion. Princeton: Princeton University Press.
Gleney, B. (2011). Adam Smith and the Problem of the External World. The Journal of Scottish Philosophy, 9.2, pp. 205–223. Edinburgh: Edinburgh University Press.
Griswold, C.L. (1999). Adam Smith and the Virtues of Enlightenment. Cambridge: Cambridge University Press.
Jaffro, L. (2000). Transformation du concept d’imitation de Francis Hutcheson à Adam Smith, In: Trottein, S. (ed.). Naissance de l’esthétique au XVIIIe siècle. Paris: Presses Universitaires de France.
Jaffro, L. (2019). La couleur du goût. Psychologie et esthetique au siècle de Hume. Paris : J. Vrin.
Levy, D.M. (1992). Bishop Berkeley Exorcises the Infinite: Fuzzy Consequences of Strict Finitism. In: Hume Studies, V.18, N.2.
Levy, D.M. (2001). How the Dismal Science Got Its Name. Ann Arbor: The University of Michigan Press.
Mckenna, S.J. (2006). Adam Smith: The Rhetoric of Propriety. New York: State University of New York.
Pimenta, P.P. (2013). A imaginação crítica: Hume no século das luzes. Rio de Janeiro: Azougue.
Pimenta, P.P. (2018). A trama da natureza. São Paulo: Editora Unesp.
Rassmussen, D.C. (2008). The Problems and Promise of Comercial Society: Adam Smith’s Response to Rousseau. University Park: Pennsylvania State University Press.
Schliesser, E. (2017). Adam Smith. Systematic Philosopher and Public Thinker. Oxford : O.U.P.
Skinner, A. (1996). A system of social science, Oxford: Clarendon Press.
Suzuki, M. (2014). A forma e o sentimento do mundo. Jogo, humor e arte de viver na filosofia do século XVIII. São Paulo: Editora 34.

Obs: ao longo do curso, outros livros e artigos podem ser sugeridos.

Programa

Ementa: Uso de ferramentas de busca em meios digitais para realizar pesquisas na área de História da Tradução.

Programa:
1. História da tradução e pesquisa em arquivos;
2. Micro história;
3. Estudos do Tradutor;
4. Biografia de tradutoras(es);
5. Entrevista;
6. Pesquisa em sites de busca e uso de filtros de busca;
7. Pesquisa nos sites das bibliotecas brasileiras e internacionais e uso de filtros de busca;
8. Pesquisa na Plataforma Lattes;
9. Hemeroteca digital da Biblioteca Nacional e uso de filtros de busca;
10. Pesquisa em repositórios digitais brasileiros e internacionais;
11. Freedom of Information Act (FOIA) dos Estados Unidos;
12. Pesquisa no National Achives and Records Administration;
13. Pesquisa no FBI;
14. Pesquisa no The National Archives, do Reino Unido;
15. Pesquisa nos sites de acervos internacionais;
16. Pesquisa de edições e reedições de livros e traduções.

Bibliografia:
CHESTERMAN, Andrew. O nome e a natureza dos Estudos do Tradutor. Trad. Patrícia R. Costa e Rodrigo D. B. Silva. Belas Infieis, v. 3, n. 2, p. 33-42, 2014.
D’HULST. Lieven. Why and how to write translation histories? In: MILTON, John. (Ed.). Emerging views on Translation history in Brazil. CROP n. 6, São Paulo: Humanitas, 2001.
GARDINER, C. Harvey. Samuel Putnam, Brazilianist. Luso-Brazilian Review, Madison, v. 8, n. 1, p. 103-114, Summer 1971.
GARDINER, C. Harvey. Samuel Putnam, Latin Americanist. Carbondale, IL: Southern Illinois University, 1970.
GUZMÁN, María Constanza. Gregory Rabassa’s Latin American Literature: A Translator’s Visible Legacy. Lewisburg, PA and Lanham, MD: Bucknell University Press and the Rowman & Littlefield Publishing Group, 2010.
LIMA, Henrique Espada. Micro-história. In: CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. (Org.) Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. P. 207-223.
LIVINGSTONE, Victoria. Translating Latin America: Harriet De Onís and the U.S. publishing market. Boston University Thesis and Dissertations, 2015. Disponível em: https://hdl.handle.net/2144/14069.
MORINAKA, Eliza Mitiyo. Agnes Blake Poor e os Pan-American Poems. Ilha do Desterro, v. 72, n. 2, 127-151, 2019. http://dx.doi.org/10.5007/2175-8026.2019v72n2p127
MORINAKA, Eliza Mitiyo. Criatividade e censura na tradução: um estudo de Consider the lilies of the field (1947), traduzido por Jean Neel Karnoff. Revista Graphos, vol. 24, n. 1, 2022
MUNDAY, Jeremy. The role of archival and manuscript research in the investigation of translator decision-making. Target, v. 25, n.1, 125–139, 2013.
PISETTA, Lenita M. R. O lado menos conhecido da história da primeira tradução de Grande sertão: veredas para o inglês. Trabalhos em linguística aplicada [online], v. 59, n. 2, 2020. p. 1288-1309. Disponível em: http://ref.scielo.org/zvsbh2
SCHMIDT, Benito Bisso. História e biografia. In: CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. (Org.) Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. P. 187-205.

Programa

Bibliografia - Curso de Grgo Moderno
ΚΛΙΚ στα ελληνικά – Klik sta ellinika
Publicado pelo Centro para a Língua Grega – do Ministério de Educação, o KLIK é o livro de curso grego
mais completo e confiável.
É um livro inovador para aprender grego moderno como segunda língua / língua estrangeira. Baseia-se
no novo programa de exame detalhado, implementando métodos de ensino contemporâneos e é
constantemente enriquecido com material novo em formato digital.
KLIK sta Ellinika compreende opções úteis e funcionais que permitem aos alunos aprender e praticar o
grego moderno de maneira rápida e fácil. Quando o aluno inicia este curso ele estabelece as bases para
a Certificação em grego moderno.

Conteúdo de aula

Alfabeto – Fonética – Escrita

Alfabeto – Fonética – Escrita

Exercícios Introdução p24-26

Unidade 1: Vocabulário "apresentação"  p42-43

Unidade 1: Gramática “substantivos – gênero" p44-46

Unidade 1: Vocabulário ”conversas” p47-49

Unidade 1: Gramática "ser" p50-51

Unidade 2: Vocabulário “origem” p54-56

Unidade 2: Gramática “acusativo” p54-60

Unidade 2: Vocabulário "espaço" p61-63

Unidade 2: Gramática “substantivos” p64-65

Unidade 2: Conversa "apresentação" p66-67

Revisão 1-2 – Exercícios de reforço

Avaliação semestral

Correção da avaliação 

 

 

Programa

Aula 1: Identificando e hierarquizando fontes de pesquisa
Aula 2: Passo-a-passo para a busca orientada em base de dados de imprensa periódica
Aula 3: Apresentação de pesquisas realizadas com jornais como fontes principais e auxiliares de pesquisa
Aula 4: Aplicação prática dos conhecimentos: o uso das ferramentas da Hemeroteca Digita da Biblioteca Nacional

Bibliografia:

CARDOSO, Antônio Alexandre Isidio. O Martírio de Carolina e o Protesto do Povo: Imprensa, Escravidão e Morte em São Luís - MA (1850-1860). Trabalho apresentado no Seminário Internacional Gênero, Escravidão e Liberdade: P4.erspectivas da Historiografia Brasileira. São Paulo/USP, 28 e 29 de maio de 2024.

CAPELATO, Maria Helena Rolim. A imprensa na história do Brasil. São Paulo: Contexto/EDUSP, 1988.

RIOUX, Jean Pierre. Entre história e jornalismo. In: CHAUVEAU, Agnès; TÈTARD, Philippe. Questões para a história do presente. Bauru: EDUSC, 1999.

RIBEIRO, Ana Paula Goulart; HERSCHMANN, Micael (Orgs.). Comunicação e História: Interfaces e novas abordagens. Rio de Janeiro: Mauad X, 2008.

SANTANA, Adriana. SANTOS, Maria Emília Vasconcelos. Ave Libertas: Primeira Onda do Feminismo no Recife (1884-1888). Trabalho apresentado no Seminário Internacional Gênero, Escravidão e Liberdade: P4.erspectivas da Historiografia Brasileira. São Paulo/USP, 28 e 29 de maio de 2024.

Santana, Adriana. Entre o Quinino e a Cloroquina: Ecos da gripe espanhola na cobertura jornalística sobre a pandemia no Brasil. Pauta Geral - Estudos Em Jornalismo, 7(1), 1–32. 2020. Recuperado de https://revistas.uepg.br/index.php/pauta/article/view/17061

LUCA, Tânia Regina de. História dos, nos e por meio de periódicos. In: PINKSY, Carla Bassanesi. Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2008.

 

Programa

Aula 1: Uma introdução à literatura italiana contemporânea: base teórica e linhas de pesquisa
Introdução aos pontos principais destacados e estudados pela crítica literária na Itália hoje em dia, com foco na análise crítica de fundamentos caros às obras abordadas nas aulas seguintes, como: o espaço, o foco narrativo, o gênero híbrido da prosa, em especial o romance, etc.

Aula 2: Michela Murgia como autora sarda na contemporaneidade Apresentação do romance Accabadora (2009), principal obra ficcional de Michela Murgia, via alguns trechos que mostram a narrativa local, focada no tempo e no espaço sardo, seja ele mítico ou não. Análise do enredo, das personagens e de alguns episódios específicos que demonstram a relevância do romance.

Aula 3: O autor-personagem. A escrita transmídia de Roberto Saviano em Gomorra.
Apresentação do escritor italiano Roberto Saviano, bem como o seu estilo, por meio de sua obra de estreia Gomorra (2006). Dono de uma linguagem veloz, violenta, o autor consegue dialogar tanto com escritores italianos dos anos 1980, quanto com a prosa dos anos 2000, inserindo-se dentro de um sistema literário voltado para o consumo.

Aula 4: Antonio Scurati e a pentalogia M.: o fascismo representado na literatura italiana contemporânea. Apresentação da série de cinco romances de Antonio Scurati sobre Benito Mussolini e o fascismo italiano, com especial ênfase em como a arquitetura das obras, o recorte temporal e o uso de textos não literários colaboram a um projeto de desconstrução da figura história do criador do fascismo ao passo que se constrói uma personagem literária.

Bibliografia:
MURGIA, Michela. Accabadora. Torino, Einaudi, 2009.
______________. Viaggio in Sardegna. Undici percorsi nell'isola che non si vede. Torino, Einaudi, 2008.
SCURATI, Antonio. M. Il figlio del secolo. Milão: Bompiani, 2018.
_______________. M. L’uomo della provvidenza. Milão: Bompiani, 2020.
_______________. M. Gli ultimi giorni dell’Europa. Milão: Bompiani, 2022.
_______________. M. L’ora del destino. Milão: Bompiani, 2024.
_______________. M. La fine e il principio. Milão: Bompiani, 2025.
SAVIANO, Roberto. Gomorra. A História de um jornalista infiltrado na violenta máfia napolitana. Tradução Elaine Niccolai. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2020, 349 p.
_______________. Gomorra. Viaggio nell’impero economico e nel sogno di dominio della camorra. Milano: Mondadori: 2017, 373 p.

Base teórica
BENVENUTI, Giuliana. CESARANI, Remo. La letteratura nell’età globale. Bolonha: Il mulino, 2012.
BENVENUTI, G. Il Brand Gomorra. Dal romanzo alla serie Tv. Bologna: Il Mulino, 2018, e-book, 226 p.
BENVENUTI, G. La letteratura nel sistema mediale contemporaneo. In: BENVENUTI, G. (org). La letteratura oggi. Romanzo, editoria, transmedialità. Torino: Piccola Biblioteca Einaudi, 2023, e-book, p. 6 – 71.
BOJA, Šimurina. Problemi della vita contemporanea al femminile (Margaret Mazzantini, Michela Murgia, Donatella Di Pietrantonio, Elisa Ruotolo, Cristina Campo). Dissertação de Mestrado - Departamento de Italiano da Universidade de Zadar, 2016.
BRIOSCHI, Franco; DI GIROLAMO, Costanzo; FUSILLO, Massimo. Introduzione alla letteratura. Roma: Carocci, 2013.
CASADEI, A. Coordinate del romanzo italiano dagli anni Ottanta a oggi. In: Stile e tradizione nel romanzo italiano contemporaneo. Bologna: Il Mulino, 2007, p. 45- 70.
CESERANI, R; BENVENUTI. G. La svolta del secondo Novecento e il nuovo sistema – mondo. In: La letteratura nell’età globale. Bologna: Il Mulino, 2012, p. 61- 98.
CESERANI, R; BENVENUTI. G. La letteratura e le sfide dell’età globale. In: La letteratura nell’età globale. Bologna: Il Mulino, 2012, p. 99- 142.
CESERANI, R. Introduzione. Nel mezzo di un cambiamento epocale. In: Raccontare il postmoderno. Torino: Bollati Boringhieri editore, 2013, p. 13 - 20.
CROVI, L. La storia del giallo italiano. Venezia: Marsilio Cartabianca, 2020. E-book. 512 p.
CONTARINI, Silvia. Scrivere al tempo della globalizzazione. Narrativa italiana dai primi anni Duemila. Firenze: Franco Cesati Editore, 2019.
CORTELLESSA, Andrea. La terra della prosa. Narratori italiani degli anni zero (1999-2014). Roma: L’orma editore, 2014.
DONNARUMMA, Raffaele. Ipermodernità: dove va la narrativa contemporanea. Bolonha: Il Mulino, 2014.
GIGLIOLI, Daniele. Senza trauma. Scrittura dell'estremo e narrativa del nuovo millennio. Macerata: Quodlibet, 2011.
GÖREN, Esin; BEDIN, Cristiano; KARAIL, Deniz Dilşad (orgs). Proposte per il nostro millennio. La letteratura italiana tra postmodernismo e globalizzazione. Istambul, İstanbul Üniversitesi Sağlık, 2016.
HAGEN, Maria Christina Rosander. La Sardegna tra tradizione e immobilità: Grazia Deledda, Michela Murgia e Salvatore Niffoi, Un’analisi di tre romanzi. Dissertação de Mestrado - Faculdade de Ciências Humanas da Universidade de Oslo, 2018.
ONNIS, Ramona (org). Italia fuori Italia. Diffusione, canonizzazione, ricezione transnazionale della letteratura italiana degli anni Duemila. Paris, Presses universitaires de Paris Nanterre, 2016.
SIMONETTI, G. I nuovi assetti della narrativa italiana (1996 - 2066). Revista Allegoria 57, 2008, p. 95 - 136.
Disponível em: https://www.allegoriaonline.it/PDF/107.pdf. Acesso em:  12 maio 2024
SIMONETTI, G. Gli effetti di realtà. Un bilancio della narrativa italiana di questi anni. In: CONTARI, S. [org]. Nuovi
realismi: Il caso italiano, definizioni, questioni e prospettive. Transeuropa, 2016, p. 149 - 166.

Programa

Aula 1 - O campo de Terezín: propaganda nazista, arte e educação;
Aula 2 - Desenhos e poemas das crianças: arte como forma de enfrentamento da realidade
Aula 3 - Desenhos e poemas das crianças: arte como forma de enfrentamento da realidade;
Aula 4 – Guetos nazitas: nova forma de segregação;
Aula 5 – Vestígios da educação e resistência: o Arquivo Ringelblum;
Aula 6 – Narrativas sobre a infância judaica no gueto de Varsóvia : “Diferentes olhares";
Aula 7 – A vida judaica na Polônia antes da segunda guerra mundial;
Aula 8 – Entrevista com um sobrevivente do Holocausto com o tema: sina e atitudes das crianças
internadas em Campos de Concentração e Guetos;
Aula 9 – Janusz Korczak: ontem, hoje e amanhã.

Referências bibliográficas:
ADORNO, Theodor W. Educação após Auschwitz. In. Educação e emancipação. Rio de Janeiro: Paz e
Terra, 1995.
BAUMAN, Zygmunt. Modernidade e Holocausto. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.
BERG, Mary. El ghetto de Varsovia: diário de Mary Berg. Buenos Aires: Hemisfero, 1945.
BRENNER, Hannelore. As meninas do quarto 28: amizade, esperança e sobrevivência em
Theresienstadt. São Paulo: LeYa, 2014.
CARNEIRO, Maria Luiza Tucci. Holocausto: Crime contra a Humanidade. São Paulo: Ática, 2000.
FERNANDES, Luciane Bonace Lopes. Escrever poesia [durante] Auschwitz: concepções do universo
concentracionário nos poemas das crianças de Terezín. 36 f. Relatório Final (Pós-Doutorado em Letras
Orientais) Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo. São Paulo,
2019.
FERNANDES, Luciane Bonace Lopes. Concepções do universo concentracionário: diálogos entre os
poemas e desenhos das crianças de Terezín. 127 f. + anexos. Relatório Final (Pós-Doutorado em
Metodologia do Ensino e Educação Comparada) Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo.
São Paulo, 2018.
FERNANDES, Luciane Bonace Lopes. Pelos olhos da criança: concepções do universo concentracionário
nos desenhos de Terezín. 2015, 468 f. Tese (Doutorado em Educação) – Faculdade de Educação,
Universidade de São Paulo, São Paulo.
FERNANDES, Luciane Bonace Lopes. O real, o fantástico e o insólito: narrar o Holocausto para crianças.
In. CUNHA, Maria Zilda, et ali. (orgs.). Literaturas de recepção infantil e juvenil e linguagens do
imaginário. Paraíba: Editora Universitária da UFPB, 2020.
FRANK, Anne. O diário de Anne Frank. São Paulo: Record, 1995.
FRANKL, Viktor Emil. Em busca de sentido. Porto Alegre: Sulina, 1984.
GRYNBERG, Michael. Voces del gueto de Varsovia. Trad. Katarzyna Olszewska Sonnenberg y Sergio
Trigán. Barcelona: Alba Editorial, 2004.
GRUENBAUM, Thelma. Nesarim: child survivor of Terezín. Estados Unidos: Vallentine Mitchell, 2004.
HEYDECKER, Joe J. Where is Thy Brother Abel? Documentary Photographs of the Warsaw Ghetto. São
Paulo: Atlantis Livros, 1981.
KASSOW, Samuel D. Quem escreverá a nossa História: Os arquivos secretos do Gueto de Varsóvia. São
Paulo: Cia. das Letras, 2009.
KORCZAK, Janusz. Diário do Gueto. Trad. Jorge Rochtlitz. São Paulo: Perspectiva, 1986.
_______. Como amar uma criança (Parte I: Varsóvia 1919; Parte II: Varsóvia 1920). Edição Brasileira,
São Paulo: Paz e Terra, 1983.
_______. Dat Hayeled [Hebraico]. Israel: by Ghetto Figthers’ House Ltd, 1978.
_______.Hamelekh Hamatia Harishon, helek Rishon [Hebraico]. O Rei Matheus Primeiro. I ed. :

Varsóvia, 1923.Trad. do polonês para o hebraico de Uri Orlev. Jerusalém: Beith Hotzaá keter, [s.d.].
_______. Min Hagheto [Hebraico]. (De dentro do gueto), 1939-1942. I ed..: Varsóvia, 1957. Trad. Tzvi
Arad. Israel: by Ghetto Fighters’ House., 1972.
_______. Quando eu voltar a ser criança. I ed. : Varsóvia, 1926. Trad. Yan Michalski. São Paulo: Summus
Editorial, 1981. (Coleção dirigida por Fanny Abramovich).
_______. Como amar uma criança. Trad. Sylvia Patrícia Nascimento Araújo. Rio de Janeiro: Paz e Terra,
1983.
_______. A sós com Deus – orações dos que não oram. São Paulo: Comenius, 2007.
KRAUS. Otto B. O bloco das crianças: um romance baseado na verdadeira história de um sobrevivente
de Auschwitz. 2° ed. Lisboa: Editorial Presença, 2019.
KRIZKOVÁ, Marie Rut; KOTOUC, Kurt Jirí; ORNEST, Zdenek. We are children just the same: VEDEM, the
secret magazine by the boys of Terezín. Estados Unidos: Paul R. Wilson, 1994.
KULKA, Otto Dov. Paisagens da metrópole da morte: reflexões sobre a memória e a imaginação. 1° ed.
São Paulo: Companhia das Letras, 2014.
LEVI, Primo. É isto um homem? Rio de Janeiro: Rocco, 1988.
MAKAROVA, Elena. Friedl Dicker-Brandeis: Vienna 1898 – Auschwitz 1944. Estados Unidos: Tallfelow
Press, 1999.
RINGELBLUM, Emanuel. Crónica del Gueto de Varsovia. Tradução, Seleção, introdução e notas de
Katarzyna Olszewska Sonnenberg y Sergio Trigán. Barcelona: Alba Editorial, 2003.
RUBIN, Susan Goldman. Fireflies in the dark. The story of Friedl Dicker-Brandeis and the children of
Terezín. New York: Scholastic, 2000.
SAKOWSKA, Ruta. Archives Clandestines du Ghetto de Varsovie. (Archives Emanuel Ringelblum). Les
Enfants et L’enseignement Clandestin dans le Ghetto de Varsovie. Paris: Fayard / BDIC, 2007. Tome II
SARUE, Sarita Mucinic, Vozes de Paz em tempos de Guerra: Janusz Korczak dinate da criança, do
antissemitismo, do Sionismo e do Holocausto. São Paulo: Editora Humanitas , 2015
SCHILLING, Flávia. I. Estudos sobre Resistência. São Paulo, 1991. 146 f. Dissertação (Mestrado em
Educação) – Faculdade de educação, Universidade Estadual de Campinas.
SELIGMANN-SILVA, Márcio. Imagens de Terezín: a arte entre o testemunho e a resistência. Revista 18:
Centro de Cultura Judaica, São Paulo, Ano III, (09), p. 32-33, set/out/nov. 2004.
SOUZA, Nanci Nascimento de. Gueto de Varsóvia : educação clandestina e resistência / Nanci
Nascimento de Souza. -- São Paulo : Humanitas : FAPESP, 2017. 264 p. -- (Histórias da Repressão e da
Resistência).
SOUZA, Solange Jobim e. Infância e linguagem: Bakhtin, Vygostsky e Benjamin. Campinas: Papirus,
2012.
SMITH, Lyn. Forgotten Voices of The Holocaust: Trues stories of Survival – From Men, Women and
Children Who Were there. Great Britain: Ebury Press, 2006.
THOMSON, Ruth. Terezín: voices from Holocaust. Estados Unidos: Candlewick Press, 2011.
VOLAVKOVÁ, Hana. … I never saw another butterfly… Children’s drawings and poems from Terezín
concentration camp, 1942-1944. Praga: Schocken Books, 1978.
WACQUANT, Loïc. As Duas Faces do Gueto. Trad. Paulo Cezar Castanheira. São Paulo: Boitempo, 2008.
WEISS, Helga. O diário de Helga Weiss: O relato de uma menina sobre a vida em um campo de
concentração. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2013.
WIESEL, Elie. A noite. Rio de Janeiro: Ediouro, 2001.
VISHINIAC, Roman. Children Of a Vanished World. Mara Vishiniac Kohn and Miriam Hartman Flacks
(Ed.). Los Angeles; London: University of California Press; Ltd. London, 1999.
WIX, Linney. Through a narrow window: Friedl Dicker-Brandeis and her Terezín students. Estados
Unidos: University of New Mexican Press, 2010.
Artigos
ARTIÉRES, Phillippe. Arquivar a própria vida. Revista Estudos Históricos, v. 11, n. 21, p. 9-34, 1998.
FOUCAULT, Michael. Dois ensaios sobre o sujeito e o poder. In: FREYFUS, Hubert; RABINOW, Paul.
Michel Foucault. Un parcours philosophique. Paris: Gallimard, 1984, p. 297-321. Disponível em: . Acesso
em: 26 Out. 2011.
KARDOS, Suzan M. Not Bread alone: clandestine Schooling and resistance in the Warsaw ghetto during
the holocaust. Havard Educational Review. Cambridge, v. 72, n. 1, p. 33-66, 2002. Disponível em:
www.harvardeducationreview.org. Acesso em: 10 jul. 2012.
Souza, Nanci Nascimento de. “Educação Clandestina no Gueto de Varsóvia: Cantinas-Escola Como
Espaço de Resistência” foi publicado na revista Cadernos de Língua e Literatura Hebraica, da
Universidade de São Paulo, n. 11, 2013. Ver http://www.revistas. usp.br/cllh/article/view/83523.
YITZHAK, Arad; GUTMAN, Israel; MARGALIOT, Abraham (Ed). Documents on the Holocaust
(Documentos sobre el Holocausto). Jerusalém: Yad Vashem, 1981, p. 173-178. SOUZA, Regina Maria;
GALLO, Silvio. Por que matamos o barbeiro? Reflexões preliminares sobre a paradoxal exclusão do
outro. Educação e Sociedade – Dossiê “Diferenças”. Revista Quadrimestral de Ciência da Educação,
(S.l.), n. 79, ano XXIII, p. 1-25, ago. 2002.

Programa

Aula 1 - A sutil, mas marcante, presença de personagens femininas nas primeiras obras do autor: País do Carnaval, Cacau, Suor e Jubiabá. Temas introdutórios para a apresentação de Gabriela, a primeira protagonista.

Aula 2 - A romantização crescente nas obras do autor em que o foco narrativo se desloca, no meio da obra, para a personagem feminina central: Mar Morto, Capitães de Areia e Terras do Sem Fim. Temas introdutórios para a apresentação de Dona Flor, a primeira feminista da literatura brasileira.

Aula 3 - A mulher militante, engajada e partícipe nas obras militantes do autor dos anos 1940. Temas introdutórios para a apresentação de Tieta do Agreste, personagem engajada politicamente.

Aula 4 - Tereza Batista Cansada de Guerra: a batalha de uma mulher solitária para superar a opressão masculina e se tornar vencedora com os recursos que o próprio supremacismo masculino exerce: a prostituição.

Referencia Bibliográfica

ADORNO, Theodor W. Prismas : crítica cultural e sociedade. São Paulo: Ática, 2001.
AMADO, Jorge. País do Carnaval, Cacau, Suor. São Paulo: Martins, 1974.
___________. Jubiabá. São Paulo: Martins, 1982
___________ Mar Morto. Rio de Janeiro: Record, 1978
___________ Capitães da Areia, Rio de Janeiro: Record,1991
___________ Gabriela Cravo e Canela. Rio de Janeiro: Record, 1982
__________ Dona Flor e Seus Dois Maridos. Rio de Janeiro: Record, 1982
___________ Tieta do Agreste. Rio de Janeiro: Record, 1977
___________Tereza Batista Cansada de Guerra, Rio de Janeiro: Record,1988
AUERBACH, Eric. Mimesis. A representação da realidade na literatura ocidental. Trad. George Sperber. São Paulo: EDUSP; Perspectiva, 1971.
BUENO, Luís. Uma História do romance de 30. São Paulo: Edusp, 2015.
CANDIDO, Antonio. Brigada ligeira. São Paulo: Martins, 1961.
______. Literatura e Sociedade. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1965.
______. Entrevista publicada na Revista Trans/Form/Ação, v. 1, p. 9-23, 1974.
______. Radicalismo. Estudos Avançados, São Paulo, USP, v. 4, n. 8, p. 10-18, 1990.
DÖBLIN, Alfred. A construção da obra épica e outros ensaios. Org. Celeste Ribeiro de Sousa. Trad. Celeste Ribeiro de Sousa e Alceu João Gregory. Florianópolis, Editora da UFSC, 2017
HALLEWELL, Laurence. O Livro no Brasil. São Paulo: T.A Queiroz, 1985.
LAFETÁ, João Luiz. 1930: A Crítica e o Modernismo. São Paulo: Editora 34; Duas Cidades, 2000.
OLIVEIRA, José Osório de. História Breve da Literatura Brasileira. Lisboa: Editorial Inquérito, 1939.
RAILLARD, Alice. Conversando com Jorge Amado. Rio de Janeiro: Editora Record, 1992.