Programa

1. Poesia e liberdade no cenário português
Na primeira aula será elaborado o reconhecimento de que Herberto Helder, mesmo negando veementemente sua conexão com o Surrealismo, carrega em sua obra um modo de pensar a relação entre poesia e realidade que deve muito a essa vanguarda e ao modo como ela, ao menos em parte, se desviou para o chamado abjeccionismo no cenário ditatorial português. Será mostrado como ali se forjou um modo de pensar o que pode ser esse objeto poema que Helder iria desenvolver e levar adiante ao longo de toda a sua obra.

2. A língua bifurcada de Herberto Helder: poesia e fenomenologia
A questão da relação entre poesia e realidade se desdobra em duas direções: uma que considera o papel e o poder do poema em constituir e reformular o pensamento, as imagens mentais, os elementos da realidade; e outra que considera as relações entre poesia e sociedade. Nesta segunda aula será abordada a primeira direção. Serão vistos, por exemplo, as associações da poesia à magia e à fantasmagoria, considerando, por exemplo, a influência romântica do tema do Absoluto, e as associações também da poesia ao cinema, recorrentes na obra de Helder.

3. A língua bifurcada de Herberto Helder: poesia e sociedade
Nesta aula se dará atenção à segunda daquelas direções: serão vistos os modos de relação que a obra de
Herberto Helder fantasia e os que efetua com o mundo ou com o que ele chama de “real quotidiano” (ou ainda de modos administrativos da linguagem). Será dada atenção também a suas formulações acerca da violência da poesia, principalmente através dos temas do erro e do crime.

4. Poesia e realidade na obra “tardia” de Herberto Helder
A ideia de uma obra “tardia” em Herberto Helder vem da tese de doutorado de Roberto Bezerra de Menezes e se refere aos três últimos conjuntos de inéditos que Helder publicou em vida: A faca não corta o fogo (2008/2009), Servidões (2013) e A morte sem mestre (2014). Nesses livros, segundo minha pesquisa, algumas diferenças na voz, na relação com o real cotidiano e na ironia do poeta levam a reconhecer um desenvolvimento a mais nas diretrizes que guiaram até então a relação entre poesia e realidade em sua obra, e é isso o que será apresentado na última aula do curso.

Referências bibliográficas (nestas referências se encontram alguns dos textos que serão comentados nas aulas, mas elas não cobrem todo o conteúdo das apresentações. Outras referências poderão ser passadas a pedido dos participantes. Alguns dos textos que serão comentados serão enviados via Drive para os participantes):

ARTAUD, Antonin. O teatro e a ciência. Tradução: Ernesto Sampaio. Pirâmide: antologia. Lisboa, n. 1, pp. 6-9,fevereiro, 1959.
BENJAMIN, Walter. O surrealismo: o último instantâneo da inteligência europeia. In.: Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Tradução: Sérgio Paulo Rouanet. São Paulo: Brasiliense, 2012. pp. 21-36
BRETON, André. Manifestos do surrealismo. Tradução: Luiz Forbes. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985.
CESARINY, Mário. Mensagem e ilusão do acontecimento surrealista. Pirâmide: antologia. Lisboa, n. 1, pp. 1-2, fevereiro, 1959.
_______ (Org.). Textos de afirmação e de combate do movimento surrealista mundial. Lisboa: Perspectivas e Realidades, 1977.
_______ (Org.). Três poetas do Surrealismo. Lisboa: Biblioteca Nacional, 1981.
_______ (Org.). A intervenção surrealista. Lisboa: Assírio & Alvim, 1997.
DAL FARRA, Maria Lúcia. Um devaneio brasileiro. Relâmpago, ano XIX, n. 36/37, pp. 119-135, abril/outubro, 2015.
GUEDES, Maria Estela. Herberto Helder – é e não é um poeta surrealista. A Ideia: revista de cultura libertária, Évora, II série, v. 16, n. 71-72, pp. 79-81, outono, 2013.
HELDER, Herberto. Poema. Pirâmide: antologia. Lisboa, n. 2, pp. 19-20, junho, 1959.
_______. (Org.) Edoi Lelia Doura: antologia das vozes comunicantes da poesia moderna portuguesa. Lisboa: Assírio & Alvim, 1985.
_______. Cinemas. Relâmpago, n. 3. Lisboa: Fundação Luis Miguel Nava, out., 1998. pp. 7-8
_______. Os passos em volta. Rio de Janeiro: Azougue, 2005a.
_______. [s/t]. Telhados de vidro. Lisboa: Averno, n. 4, 2005b. pp. 111-116
_______. Poemas completos. Rio de Janeiro: Tinta-da-china, 2016.
_______. Photomaton & Vox. Rio de Janeiro: Tinta-da-china, 2017b.
JOAQUIM, Ana Cristina. Real e realidade híbridas: Herberto Helder entre a pedagogia e o crime. eLyra, n. 13, pp. 169-189, junho, 2019.
LEAL, Izabela. A poesia deve ser feita por todos, por um só ou contra todos? – Do surrealismo a Herberto Helder. Revista Gândara 1, 2005. Disponível em: < http://www.letras.puc-rio.br/unidades&nucleos/catedra/revista/gandara_0…;. Acesso em: 18 mar. 2021.
LÖWY, Michael. A estrela da manhã: surrealismo e marxismo. Tradução: Eliana Aguiar. São Paulo: Boitempo, 2018.
_______. O cometa incandescente: romantismo, surrealismo, subversão. Tradução: Diogo Cardoso e Elvio
Fernandes. São Paulo: 100/cabeças, 2021.
GUINZBURG, J., LEIRNER, S. (Orgs.). O Surrealismo. São Paulo: Perspectiva, 2008.
SOUSA, Rui. A presença do abjecto no surrealismo português. Lisboa: Esfera do Caos Editores, 2016.

Programa

- Contextos de produção e circulação dos gêneros;
- Infraestrutura geral de apresentação dos textos;
- Coerência temática: finalidade e usos - elementos de conexão e de coesão nominal e verbal nos textos (mecanismos de textualização);
- Função, marcação e inserção de vozes e modalizações e;
- Revisão de aspectos linguísticos.

Público-alvo
Estudantes de graduação do Instituto Federal do Maranhão, e público externo da USP, interessados em participar de mobilidade acadêmica internacional em língua inglesa.

Pré-requisito
O estudante deverá:
- Possuir nível intermediário de inglês equivalente ao nível B1 de acordo com o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas – QCER;
- Estar vinculado a um curso de graduação (do IFMA*) em qualquer área e;
- Ter disponibilidade de recursos e de acesso (como computador/smartphone com acesso à internet) durante o período de realização do curso.
Após inscrição no sistema Apolo, deverá enviar para: maycon.wernz@usp.br
1) Currículo Lattes e Histórico Escolar (contendo o coeficiente de rendimento acadêmico) atualizados;
2) Carta de apresentação do candidato em língua inglesa para participar do curso, observando que será realizado o processo de seleção dos inscritos e;
3) Documento que comprove possuir nível intermediário de inglês equivalente ao nível B1 de acordo com o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas – QCER, comprovado por uma das duas formas:
a) Certificado de Curso de Inglês do nível básico ou;
b) Teste de Proficiência com a seguinte faixa: TOEIC Bridge (Listening + Reading acima de 169), TOEIC Listening and Reading (550 ou mais), TOEIC Speaking and Writing (240 ou mais), IELTS (mínimo 5.0 ou mais), TOEFL iBT (acima de 41), TOEFL ITP (acima de 459) ou Cambridge PET pass.


Ministrante: Maycon Cesar Pereira Wernz

BIBLIOGRAFIA GERAL


GERE, A. R (Ed.). Developing Writers in Higher Education - A Longitudinal Study. E-book, Ann Arbor, MI: University of Michigan Press, 2019.

BROOK-HART, G.; JAKEMAN, V. Complete IELTS bands 6.5 – 7.5: student’s book without answers. Cambridge (UK): Cambridge University Press, 2013

BAZERMAN, C.; BONINI, A.; FIGUEIREDO, D. (Orgs.) Genre in a changing world. Fort Collins, Colorado: The WAC Clearinghouse; West Lafayette, Indiana: Parlor Press, 2009.

BRONCKART, J-P. Atividade de linguagem, textos e discursos: por um interacionismo sociodiscursivo. Trad. Anna Rachel Machado, Péricles Cunha. 2.ed. São Paulo: EDUC, 1999 [2012].

FERREIRA, M. M.; STELLA, V. C. R. (Orgs.). Redação Acadêmica. Múltiplos olhares para o ensino da escrita em português e em línguas estrangeiras. 1. ed. São Paulo: FFLCH/Humanitas, 2018.

LOUSADA, E. G.; SILVA, E. C.; DIAS, A. P. S. O ensino da apresentação oral em francês e sua contribuição para o letramento acadêmico e para o plurilinguismo na ciência. Linha D’Água, [S. l.], v. 33, n. 2, p. 161-188, 2020.

MACHADO, A. R.; LOUSADA, E. G.; ABREU-TARDELLI, L. S. Resumo. São Paulo: Parábola, 2004.

HEWINGS, M. Advanced grammar in use: a self-study reference and practice book for advanced learners of English. 3.ed. Cambridge (UK): Cambridge University Press, 2013.

MURPHY, R. English grammar in use: a self-study reference and practice book for elementary students of English. 4.ed. Cambridge (UK): Cambridge University Press, 2012.

SWALES, J. M. Occluded genres in the academy: the case of submission letter. In: VENTOLA, E.; MAURANEN, A. (Orgs.). Academic writing: intercultural and textual issues. Amsterdam: John Benjamins, 1996.

Programa

Aula 1 – Preâmbulo: Gênero e Interseccionalidade
HENNING, C. E. Interseccionalidade e pensamento feminista: as contribuições históricas e os debates contemporâneos acerca do entrelaçamento de marcadores sociais da diferença. In: Dossiê Desigualdades e Interseccionalidades. Mediações, Londrina, V. 20 Nº. 2. P. 97-128. Jul/Dez, 2015. Disponível em: https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/mediacoes/article/view/22900/…
SCOTT, J. W. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação & Realidade, v. 20, n. 2, p. 71-99, 1995. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/71721.
_______. Gênero: ainda é uma categoria útil de análise?. Albuquerque: revista de história, vol. 13, n. 26, jul. - dez. de 2021 . Disponível em: https://periodicos.ufms.br/index.php/AlbRHis/article/view/14704/9901

Aula 2 – Introdução ao Estudo das Masculinidades
CONNEL, R. W. “Políticas da masculinidade”. In: Educação e Realidade, vol. 2, n. 20; 1995b. p. 185-206. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/index.php/educacaoerealidade/article/view/71725/4…
GROSSI, Miriam Pilar. “Masculinidades: Uma revisão teórica”. In: Revista Antropologia em primeira mão. ed. 75. Florianópolis: UFSC, 2004. Disponível em: https://miriamgrossi.paginas.ufsc.br/files/2012/03/Visualizar3.pdf

Aula 3 – Masculinidades Hegemônicas e Subalternas
ALMEIDA, Miguel Vale de. “Gênero, Masculinidade e Poder: Revendo um caso do sul de Portugal”. In: Anuário Antropológico, n. 95. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1996. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/anuarioantropologico/article/downlo…
CONNEL, Raewyn. Masculinidade hegemônica: repensando o conceito. Artigos Temáticos: Masculinidade, Diferenças, Hegemonias. Rev. Estud. Fem. 21 (1), Abr 2013. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-026X2013000100014

Aula 4 – Masculinidades, projetos nacionais e racialização
CANESSA, Andrew. El sexo y el ciudadano: Barbies y reinas de belleza en la era de Evo Morales. In: Raza, etnicidad y sexualidades: ciudadania y multiculturalismo em America Latina. Coleccion Lecturas CES. https://doi.org/10.5281/zenodo.811083
PINHO, Osmundo. “Um enigma masculino: Interrogando a masculinidade da desigualdade racial no Brasil”. In: Universitas Humanisticas, v. 77, janeiro-junho 2014. Bogotá, 2014. Disponível em: https://revistas.javeriana.edu.co/index.php/univhumanistica/article/vie…

Aula 5 – Masculinidades homossexuais em São Paulo.
BRAZ, Camilo. “Macho versus Macho um olhar antropológico sobre práticas homoeróticas entre homens em São Paulo”. Cadernos Pagu, n.28, 2007, pp. 175-206. DOI https://doi.org/10.1590/S0104-83332007000100009
SIMÕES, Júlio Assis. “O negócio do desejo”. In: Cadernos PAGU. São Paulo, 2008. (p.535 -546). Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-83332008000200022
________. “Corpo e sexualidade nas experiências de envelhecimento de homens gays em São Paulo”. In: A terceira idade, v. 22, n. 51, p. 7-19, 2011. Disponível em: https://portal.sescsp.org.br/files/edicao_revista/88463fcb-a956-4d79-ae…

 

Programa

Aula 1. 04/02/2025 - A participação das mulheres em conflitos armados: Maria Úrsula de Abreu Lencastre e Agueda Monasterio de Lattapiat.

Aula 2. 11/02/2025 - A maternidade e o ideal nacional: Catarina Paraguaçu e Luisa Recabarren de Marin.

Aula 3. 18/02/2025 - Atuação feminina no campo da educação: Maria de Lima das Mercês e Dámasa Cabezón.

Aula 4. 25/02/2025 - Redes de sociabilidade e inserção na vida pública: Beatriz Brandão e Antonia Salas

Bibliografia:

BADINTER, Elisabeth. Um amor conquistado: o mito do amor materno. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1985.
BLOCH, Marc. Por uma história comparada das sociedades europeias. In: Idem. História e Historiadores. Lisboa: Teorema, 1998.
DEDIEU, J. P., L. R. ENRÍQUEZ, e G. CID. Fabricación heroica y construcción de la memoria histórica chilena (1844-1875). C.M.H.L.B. Caravelle, Toulouse, n. 104, 2015.
DOSSE, François. O desafio biográfico: escrever uma vida. São Paulo: Edusp, 2009.
ENDERS, Armelle. Os vultos da nação: fábrica de heróis e formação dos brasileiros. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2014.
GÓMEZ, Yéssica González (Org.). Mujeres: olvidos y memorias en los márgenes – Chile y América, siglos XVII-XXI. Ed. UFRO e Edulp, 2020.
GREZ, Vicente. Las mujeres de la independência. Santiago: Imprenta Gutenberg, 1878.
GUIMARÃES, Manoel Luís Salgado. Nação e Civilização nos Trópicos: O Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e o Projeto de uma História Nacional. Estudos Históricos, Rio de Janeiro, n. 1, 1988.
HURTADO, Edda. Intelectuales Tradicionales, Educación de las Mujeres y Maternidad Republicana en los Albores del Siglo XIX en Chile. Acta Literaria, Chile: n. 44, p. 121-134, 2012.
LORIGA, Sabina. A biografia como problema. In: REVEL, Jacques (Org.). Jogos de escalas. A experiência da microanálise. Rio de Janeiro: Editora FGV, 1988.
MARTÍNEZ, Maria Eujenia. Mujeres Célebres de Chile. Santiago: Imprenta Santiago, 1911.
MONTERO, C., Reyes L. e Rubio, G. Escrituras de maestras en chile: perspectivas para su estudio (1880-1920). Revista Chilena de literatura, n. 108, 2023.
PAMPLONA, Marco; STUVEN, Ana Maria. Estado e Nação no Brasil e no Chile ao longo do século XIX. Rio de Janeiro: Garamond, 2009.
PERUGA, Mónica Bolufer. Galerías de “mujeres ilustres” o el sinuoso camino de la excepción a la norma cotidiana (SS. XV-XVIII). Hispania, v. 60, n. 204, 181-224, 2000.
PRADO, Maria Ligia Coelho. América Latina no Século XIX: Tramas, Telas e Textos. 2 ed. - São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2004.
SABINO, Ignez. Mulheres Illustres do Brazil. 1899. Reimpressão fac-similar, Florianópolis: Editora Mulheres, 1996.
SCOTT, Joan W. Gênero: uma categoria útil de análise histórica. Educação e sociedade. Porto Alegre, v. 16, n. 2, 1995.
SILVA, Joaquim Norberto de Sousa e. Brasileiras Célebres. Rio de Janeiro: Livraria de B. L. Garnier, 1862.
SILVA, Laila Thaís Correa e. Dos projetos literários dos “homens de letras” à literatura combativa das mulheres de letras: imprensa, literatura e gênero no Brasil de fins do século XIX. Tese de Doutorado em História Social. Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas, Campinas, SP, 2021.
SOIHET, Rachel. Violência Simbólica: Saberes Masculinos e Representações Femininas. Revista Estudos Feministas, Florianópolis, v. 5, n. 1, p. 7-31, 1 jan. 1997.
SOMMER, Doris. Ficções de fundação: os romances nacionais da América Latina. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2004.
STUVEN, Ana María, FERMANDOIS, Joaquín (Org.). Historia de las mujeres en Chile: tomo II. Santiago: Taurus, 2014.
SUÁREZ, José Bernardo. Rasgos biográficos de mujeres célebres de América: escritos, traducidos i estractados para uso de las jóvenes. Santiago do Chile: Imprenta Chilena, 1871.

 

Programa

Aula 1: Censura e Direitos Humanos no Cinema Brasileiro

O cinema como um vetor de memória e debate. Nesta primeira aula, exploraremos a relação entre cinema e direitos humanos. Analisaremos também como a censura brasileira atuou para controlar narrativas e silenciar vozes dissonantes, discutindo os aspectos jurídicos e práticos da censura e temas que foram considerados "indesejados" nas telas ao longo do tempo. Como estudo de caso, nos dedicaremos à análise do filme O Pagador de Promessas (1962). A partir da exibição de trechos da obra, examinaremos sua trajetória e repercussão nacional e internacional, refletindo sobre temas como liberdade de crença, protagonismo popular e a relevância do filme para os debates sobre direitos humanos.

Aula 2: Cinema como Resistência – Arte, Política e Exclusão

Dando continuidade ao estudo da relação entre cinema, resistência e direitos humanos, aprofundaremos a análise com o filme São Bernardo (1972), adaptação cinematográfica do romance de Graciliano Ramos. A partir da exibição de trechos da obra, examinaremos sua trajetória diante da censura, o processo de liberação e sua recepção na imprensa. A discussão abordará as críticas do filme à modernização excludente durante o Regime Militar e o papel do cinema na preservação da memória e na denúncia de violações de direitos humanos. Além disso, refletiremos sobre a liberdade artística e os desafios da produção audiovisual no Brasil contemporâneo, destacando as transformações e permanências nos mecanismos de controle da cultura.

Filmografia:

O pagador de promessas (Anselmo Duarte, 1962). Disponível em: www.youtube.com/watch?v=WLqFa-61tkM. Acesso em: março de 2025.

São Bernardo (Leon Hirszman, 1972) Disponível em: www.youtube.com/watch?v=-Ry5i5ev4os. Acesso em: março de 2025.

Bibliografia:

BERNARDET, Jean-Claude. Brasil em tempo de cinema: ensaio sobre o cinema brasileiro de 1958-1966. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
CANCELLI, Elizabeth. “A violenta memória do esquecimento”. In: Trivium, vol.4, n. 2, 2012.
MORENO, João Vitor. A Ditadura no Cinema: análise dos filmes São Bernardo (1972) e Eles Não Usam Black-tie (1981). São Paulo: Dialética, 2024.
NAPOLITANO, Marcos. “Desafios para a História nas encruzilhadas da memória: entre traumas e tabus”. In: História: Questões & Debates, n. 68, 2019, p. 18–56.
SILVA, Maria Viviane de Melo. "O pagador de promessas e sua repercussão no jornal O Semeador em 1962". In: Boletim Historiar, v. 05, n. 03, 2018, p. 43-53.
SIMÕES, Inimá. Roteiro da intolerância. São Paulo: Editora SENAC, 1999.
XAVIER, Ismail. Alegorias do subdesenvolvimento: cinema novo, tropicalismo, cinema marginal. São Paulo: Editora Brasiliense, 1993.

Programa

Al tratarse de un seminario interdisciplinario, se pondrá especial atención a que todos los conceptos, sin perder la profundidad, advengan claros para los estudiantes, evitando toda jerga o tecnicismo muy frecuente a veces en los estudios lacanianos.
1.-
Los tres registros lacanianos: real, imaginario y simbólico. No hay relación sexual, no hay sociedad, pero hay lazo social. La política como escena fantasmática y lo político.
2.-
El Leviatán de Thomas Hobbes y el hombre como lobo del hombre: las pasiones según el orden geométrico. La ley natural de la autoconservación y el imaginario de la guerra. Hobbes y el soberano trascendente. El registro imaginario de la igualdad y el problema de la guerra en J. Lacan. La dimensión simbólica como reguladora de la agresividad. La soberanía y las fórmulas de sexuación: hermenéutica lacaniana del Leviatán.
3.a)
Inmanuel Kant y el concepto de guerra en Idea de una historia universal desde el punto de vista cosmopolita. la guerra como medio providencial para llegar a la paz. La creación de la liga de las naciones cosmopolita (séptimo principio kantiano). La insociable-sociabilidad de los hombres y la filosofía de la historia.
3.b)
Hegel y la soberanía frente a lo externo y el derecho internacional (FD. Parágrafos 321-340). La lucha por el reconocimiento: de la dialéctica del señor y siervo a la dialéctica de los estados en las relaciones internacionales. Hegel y el patriotismo como remedio del estancamiento de la sociedad civil.
4.-
Freud y el malestar de la cultura. La respuesta de Freud (por qué la guerra) al interrogante de Einstein (Cómo la paz). Los caminos fallidos para conseguir la paz según la perspectiva freudiana. La relevancia de la pulsión de muerte y el escepticismo freudiana en relación a una paz perpetua. La ferocidad del superyó: Kant con Sade.
5.-
Heidegger y la pregunta por la técnica. La esencia de la técnica no está en la técnica. El sentido común de técnica y la técnica como infinita provocación. El papel de la pulsión de muerte en el anudamiento entre guerra y tecnociencia. Lacan y el discurso pseudo-capitalista: violencia, guerra y segregación.

Bibliografia:
1.-
Lacan, Jacques (2002). El estadio del espejo como formador de la función del yo (je). En Escritos, T. 1. Buenos Aires: Paidós.
Lacan, Jacques (2007a). Lo simbólico, lo imaginario y lo real. En De los nombres del padre. Buenos Aires: Paidós.
Lacan, Jacques (2008a). Seminario 20: Aún. Buenos Aires: Paidós.
Rabinovich, Diana: “Lo imaginario, lo simbólico y lo real”. Clase del 22 de junio del 95.
Marchart, Oliver (2009). El pensamiento político posfundacional. México: Fondo de Cultura Económica.
Rossi, Miguel Ángel (2020) “Lacan y el Posfundacionalismo”. EN: Rossi, Miguel Ángel, Mancinelli, Elena (Compiladores) La política y lo político en el entrecruzamiento del psicoanálisis y el Posfundacionalismo. Buenos Aires, IIGG/CLACSO.
(https://biblioteca.clacso.edu.ar/Argentina/iigg-uba/20200923022929/La-p…)

2.-
Bobbio, Norberto (1985) “El modelo iusnaturalista”. En: Bobbio, Norberto, Bovero (Compiladores) Origen y Fundamento del poder político. México, Grijalbo.
Frateschi, Yara (2008) A física da Política. Campinas, UNICAMP.

Hobbes, Thomas (1992). Leviatán. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica.

Rossi, Miguel Ángel, Kaplán Gabriel (2001) “La racionalidad de la guerra en el paradigma moderno”. En: Dri, Rubén (Editor) Los caminos de la racionalidad. Buenos Aires, Biblos.

Rossi, M. A. (2015) “La problemática del lazo socio-político en clave genealógica: Aristóteles, Agustín y Hobbes”. En: Rossi, Miguel Ángel (Compilador). El lazo social desde la filosofía política, Buenos Aires: Grama.
3.a).
KANT, Inmanuel (2012). Fundamentación de la metafísica de las costumbres, Madrid, Alianza, 2012.
Aires, 2000. (http:// www.clacso.edu.ar).
Kant, Inmanuel (1985) Filosofía de la historia, México, Fondo de Cultura Económica.
Kant, Inmanuel (1989) Metafísica de las costumbres. Madrid, Técnos.
Kant, Inmanuel (1984): Teoría y Praxis. Buenos Aires, Leviatán. (II: De la relación de la Teoría con la práctica en el Derecho Político).
Kant, Inmanuel (1991) Sobre la paz perpetua. Madrid, Técnos.
Rossi, Miguel Ángel “Aproximaciones al pensamiento de Inmanuel Kant” en:
Boron, Atilio (compilador) La Filosofía Política Moderna. Clacso, Eudeba, Buenos Aires (http:// www.clacso.edu.ar).
3.b)

Hegel, G.F.W (1987) Fundamentos de la Filosofía del Derecho. Buenos Aires, Siglo Veintiuno.
Hegel, G.W.F.: Fenomenología del Espíritu. México, Fondo de Cultura Económica (Selección de pasajes).
Hegel (1994) Lecciones sobre la Filosofía de la Historia). Barcelona, Altaya. Capítulo 2, apartado: El material de la realización
Hegel, G.W.F.: Fenomenología del Espíritu. México, Fondo de Cultura Económica (Selección de pasajes).

Cesa, C. (1989) "Consideraciones sobre la teoría hegeliana de la guerra". En: Ainrngual, Gabriel (ed.), Estudios sobre la filosofia del derecho de Hegel, Madrid, Ceiiiro de Estudios
Coristiiucionales, 1989
Dri, Rubén (2000) “La) filosofía del Estado ético” en: Atilio Boron (compilador) La Filosofía Política Moderna. Buenos Aires, Clacso- Eudeba. (http:// www.clacso.edu.ar)
Rossi, Miguel; Amadeo, Javier (2001) “La problemática de la guerra en el pensamiento hegeliano”. TRILHAS & TRAGOS. Universidad de San Pablo, n. 1
4.-
Freud, S (1998) Obras completas XIII. “Tótem y tabú”. Buenos Aires, Amorrortu Editores.
Freud, S (1998) Obras completas XXI.” El malestar en la cultura”. Buenos Aires, Amorrortu editores.
Freud, S (1976) En Obras completas. Vol. XIV. “De guerra y muerte. Temas de actualidad”. Buenos Aires, Amorrortu, 1976.
Freud, Sigmund (1978) “Por qué la guerra” en Obras Completas, tomo XXII. Buenos Aires, Amorrortu.
Freud, Sigmund (1976) “Tótem y Tabú” en Obras Completas, tomo XIII. Buenos Aires: Amorrortu.
Freud, Sigmund (1992) “Psicología de las masas y análisis del yo”, en Obras completas, Buenos Aires, Amorrortu, tomo XVIII, pp. 67-136.
LACAN, J. “Kant con Sade”. Escritos 2. Buenos Aires, Siglo XXI
Rossi, Miguel (2020) “Acerca del fetichismo de la ley”. Utopía y Praxis Latinoamericana. Universidad de Zulia.
(https://produccioncientificaluz.org/index.php/utopia/article/view/31403)


5.-
Heidegger, Martín. “La época de la imagen del mundo”.
https://www.fadu.edu.uy/estetica-diseno-i/files/2015/08/heidegger_epoca…
Heidegger, Martín. “La pregunta por la técnica”.
https://monoskop.org/images/c/c9/Heidegger_Martin_1997_La_pregunta_por_…
Lacan, Jacques, El Seminario, Libro 17, El reverso del psicoanálisis, Buenos Aires, Paidós, 1992
 

Programa

Ementa:
Nessas aulas serão apresentados e analisados alguns dos Ensaios filosóficos de Adam Smith e sua relação com a teoria da simpatia exposta na Teoria dos sentimentos morais. São textos que tematizam o funcionamento dos sentidos externos e da linguagem e discorrem sobre a natureza e o progresso da ciência. Encontramos ali os princípios de seu sistema filosófico: uma teoria da imaginação como faculdade de síntese, capaz de garantir, ao mesmo tempo, a diversidade e a unidade dos sistemas científicos e filosóficos, dentre eles, o do próprio Smith. Serão apresentados a definição smithiana de ciência e os princípios que guiam o seu desenvolvimento (aula 1), a entrada em cena da linguagem e o modo como ela organiza e regula esses conhecimentos (aula 2), cuja origem deve ser buscada no vínculo entre experiência e imaginação humana (aula 3) e, por fim, as peculiaridades do funcionamento desses mecanismos no campo moral (aula4).

Programa:
1. História da astronomia: espanto e síntese 21/07
2. Sentidos externos: comparação e conjectura 23/07
3. Formação das línguas: analogia e sistema 28/07
4. Sentimentos morais: simpatia e valor 30/07

Duração: 4 aulas de 2 horas a partir de 21 de julho.
Horário: Terças e quintas-feiras das 10h00 às 12h00
Plataforma: Google Meets e Classroom


Edição / Tradução a ser utilizada:
Será utilizada o texto de Essays on Philosophical Subjects da edição crítica da Universidade de Glasgow, organizada por W.P.D. Wightman e J.C. Bryce, traduzido em português como Ensaios filosóficos, em uma edição de organizada por Alexandre Rodrigues e Pedro Galé, publicada pela editora Unesp em 2019.

Bibliografia básica:
Smith, A. (1980). Essays on Philosophical Subjects (W.P.D. Wightman; J.C. Bryce, eds.). The Glasgow Edition of the Works and Correspondence of Adam Smith (Vol.III). Oxford: Clarendon Press e Indianapolis: Liberty Fund.
Smith, A. (2019). Ensaios filosóficos (Alexandre Rodrigues; Pedro Galé, eds.). São Paulo: Editora Unesp.
Smith, A. (1997). Essais esthétiques. Paris: J. Vrin.
Bibliografia secundária:
Berkeley, G. (2010). Tratados sobre a visão. (Marques, J.O.A., ed. e trad.). Campinas: Editora da Unicamp.
Condillac, E.B. (2017). Ensaio sobre a origem dos conhecimentos humanos (Pedro Pimenta, ed. e trad.). São Paulo: Editora Unesp.
Condillac, E.B. (1993). Tratado das sensações. Campinas: Unicamp.
Diderot, D. & D’Alembert, J. (2015). Enciclopédia (6 vols – Pimenta, P.; Souza, M., eds.). São Paulo: Editora Unesp.
Hume, D. (2004). Investigações sobre o entendimento humano e sobre os princípios da moral (J.O.A. Marques, trad.). São Paulo: Unesp.
Hume, D. (2009). A arte de escrever ensaio (P.P. Pimenta; M. Suzuki, trads.; P.P. Pimenta, org.). São Paulo: Iluminuras.
Hutcheson, F. (2004). An Inquiry into the Original of Our Ideas of Beauty and Virtue: in two treatises (W. Leidhold, ed.). Indianapolis: Liberty Fund.
Comentário:
Biziou, M. (2003). Adam Smith et l’origine du liberalisme. Paris: Presses Universitaires de France.
Campbell, T.D. (1971). Adam Smith’ Science of Morals. London: George Allen and Unwin.
Deleule, D. (1997). Preface. In Smith, A. Essais esthétiques. Paris: J. Vrin.
Fleischacker, S. (2004). On Adam Smith’s “Wealth of Nations”: A Philosophical Companion. Princeton: Princeton University Press.
Gleney, B. (2011). Adam Smith and the Problem of the External World. The Journal of Scottish Philosophy, 9.2, pp. 205–223. Edinburgh: Edinburgh University Press.
Griswold, C.L. (1999). Adam Smith and the Virtues of Enlightenment. Cambridge: Cambridge University Press.
Jaffro, L. (2000). Transformation du concept d’imitation de Francis Hutcheson à Adam Smith, In: Trottein, S. (ed.). Naissance de l’esthétique au XVIIIe siècle. Paris: Presses Universitaires de France.
Jaffro, L. (2019). La couleur du goût. Psychologie et esthetique au siècle de Hume. Paris : J. Vrin.
Levy, D.M. (1992). Bishop Berkeley Exorcises the Infinite: Fuzzy Consequences of Strict Finitism. In: Hume Studies, V.18, N.2.
Levy, D.M. (2001). How the Dismal Science Got Its Name. Ann Arbor: The University of Michigan Press.
Mckenna, S.J. (2006). Adam Smith: The Rhetoric of Propriety. New York: State University of New York.
Pimenta, P.P. (2013). A imaginação crítica: Hume no século das luzes. Rio de Janeiro: Azougue.
Pimenta, P.P. (2018). A trama da natureza. São Paulo: Editora Unesp.
Rassmussen, D.C. (2008). The Problems and Promise of Comercial Society: Adam Smith’s Response to Rousseau. University Park: Pennsylvania State University Press.
Schliesser, E. (2017). Adam Smith. Systematic Philosopher and Public Thinker. Oxford : O.U.P.
Skinner, A. (1996). A system of social science, Oxford: Clarendon Press.
Suzuki, M. (2014). A forma e o sentimento do mundo. Jogo, humor e arte de viver na filosofia do século XVIII. São Paulo: Editora 34.

Obs: ao longo do curso, outros livros e artigos podem ser sugeridos.

Programa

Ementa: Uso de ferramentas de busca em meios digitais para realizar pesquisas na área de História da Tradução.

Programa:
1. História da tradução e pesquisa em arquivos;
2. Micro história;
3. Estudos do Tradutor;
4. Biografia de tradutoras(es);
5. Entrevista;
6. Pesquisa em sites de busca e uso de filtros de busca;
7. Pesquisa nos sites das bibliotecas brasileiras e internacionais e uso de filtros de busca;
8. Pesquisa na Plataforma Lattes;
9. Hemeroteca digital da Biblioteca Nacional e uso de filtros de busca;
10. Pesquisa em repositórios digitais brasileiros e internacionais;
11. Freedom of Information Act (FOIA) dos Estados Unidos;
12. Pesquisa no National Achives and Records Administration;
13. Pesquisa no FBI;
14. Pesquisa no The National Archives, do Reino Unido;
15. Pesquisa nos sites de acervos internacionais;
16. Pesquisa de edições e reedições de livros e traduções.

Bibliografia:
CHESTERMAN, Andrew. O nome e a natureza dos Estudos do Tradutor. Trad. Patrícia R. Costa e Rodrigo D. B. Silva. Belas Infieis, v. 3, n. 2, p. 33-42, 2014.
D’HULST. Lieven. Why and how to write translation histories? In: MILTON, John. (Ed.). Emerging views on Translation history in Brazil. CROP n. 6, São Paulo: Humanitas, 2001.
GARDINER, C. Harvey. Samuel Putnam, Brazilianist. Luso-Brazilian Review, Madison, v. 8, n. 1, p. 103-114, Summer 1971.
GARDINER, C. Harvey. Samuel Putnam, Latin Americanist. Carbondale, IL: Southern Illinois University, 1970.
GUZMÁN, María Constanza. Gregory Rabassa’s Latin American Literature: A Translator’s Visible Legacy. Lewisburg, PA and Lanham, MD: Bucknell University Press and the Rowman & Littlefield Publishing Group, 2010.
LIMA, Henrique Espada. Micro-história. In: CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. (Org.) Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. P. 207-223.
LIVINGSTONE, Victoria. Translating Latin America: Harriet De Onís and the U.S. publishing market. Boston University Thesis and Dissertations, 2015. Disponível em: https://hdl.handle.net/2144/14069.
MORINAKA, Eliza Mitiyo. Agnes Blake Poor e os Pan-American Poems. Ilha do Desterro, v. 72, n. 2, 127-151, 2019. http://dx.doi.org/10.5007/2175-8026.2019v72n2p127
MORINAKA, Eliza Mitiyo. Criatividade e censura na tradução: um estudo de Consider the lilies of the field (1947), traduzido por Jean Neel Karnoff. Revista Graphos, vol. 24, n. 1, 2022
MUNDAY, Jeremy. The role of archival and manuscript research in the investigation of translator decision-making. Target, v. 25, n.1, 125–139, 2013.
PISETTA, Lenita M. R. O lado menos conhecido da história da primeira tradução de Grande sertão: veredas para o inglês. Trabalhos em linguística aplicada [online], v. 59, n. 2, 2020. p. 1288-1309. Disponível em: http://ref.scielo.org/zvsbh2
SCHMIDT, Benito Bisso. História e biografia. In: CARDOSO, Ciro Flamarion e VAINFAS, Ronaldo. (Org.) Novos domínios da História. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012. P. 187-205.

Programa

Bibliografia - Curso de Grgo Moderno
ΚΛΙΚ στα ελληνικά – Klik sta ellinika
Publicado pelo Centro para a Língua Grega – do Ministério de Educação, o KLIK é o livro de curso grego
mais completo e confiável.
É um livro inovador para aprender grego moderno como segunda língua / língua estrangeira. Baseia-se
no novo programa de exame detalhado, implementando métodos de ensino contemporâneos e é
constantemente enriquecido com material novo em formato digital.
KLIK sta Ellinika compreende opções úteis e funcionais que permitem aos alunos aprender e praticar o
grego moderno de maneira rápida e fácil. Quando o aluno inicia este curso ele estabelece as bases para
a Certificação em grego moderno.

Conteúdo de aula

Alfabeto – Fonética – Escrita

Alfabeto – Fonética – Escrita

Exercícios Introdução p24-26

Unidade 1: Vocabulário "apresentação"  p42-43

Unidade 1: Gramática “substantivos – gênero" p44-46

Unidade 1: Vocabulário ”conversas” p47-49

Unidade 1: Gramática "ser" p50-51

Unidade 2: Vocabulário “origem” p54-56

Unidade 2: Gramática “acusativo” p54-60

Unidade 2: Vocabulário "espaço" p61-63

Unidade 2: Gramática “substantivos” p64-65

Unidade 2: Conversa "apresentação" p66-67

Revisão 1-2 – Exercícios de reforço

Avaliação semestral

Correção da avaliação 

 

 

Programa

Aula 1: Identificando e hierarquizando fontes de pesquisa
Aula 2: Passo-a-passo para a busca orientada em base de dados de imprensa periódica
Aula 3: Apresentação de pesquisas realizadas com jornais como fontes principais e auxiliares de pesquisa
Aula 4: Aplicação prática dos conhecimentos: o uso das ferramentas da Hemeroteca Digita da Biblioteca Nacional

Bibliografia:

CARDOSO, Antônio Alexandre Isidio. O Martírio de Carolina e o Protesto do Povo: Imprensa, Escravidão e Morte em São Luís - MA (1850-1860). Trabalho apresentado no Seminário Internacional Gênero, Escravidão e Liberdade: P4.erspectivas da Historiografia Brasileira. São Paulo/USP, 28 e 29 de maio de 2024.

CAPELATO, Maria Helena Rolim. A imprensa na história do Brasil. São Paulo: Contexto/EDUSP, 1988.

RIOUX, Jean Pierre. Entre história e jornalismo. In: CHAUVEAU, Agnès; TÈTARD, Philippe. Questões para a história do presente. Bauru: EDUSC, 1999.

RIBEIRO, Ana Paula Goulart; HERSCHMANN, Micael (Orgs.). Comunicação e História: Interfaces e novas abordagens. Rio de Janeiro: Mauad X, 2008.

SANTANA, Adriana. SANTOS, Maria Emília Vasconcelos. Ave Libertas: Primeira Onda do Feminismo no Recife (1884-1888). Trabalho apresentado no Seminário Internacional Gênero, Escravidão e Liberdade: P4.erspectivas da Historiografia Brasileira. São Paulo/USP, 28 e 29 de maio de 2024.

Santana, Adriana. Entre o Quinino e a Cloroquina: Ecos da gripe espanhola na cobertura jornalística sobre a pandemia no Brasil. Pauta Geral - Estudos Em Jornalismo, 7(1), 1–32. 2020. Recuperado de https://revistas.uepg.br/index.php/pauta/article/view/17061

LUCA, Tânia Regina de. História dos, nos e por meio de periódicos. In: PINKSY, Carla Bassanesi. Fontes Históricas. São Paulo: Contexto, 2008.