Programa

Aula 1 (13/08): O duelo na Literatura Russa (Púchkin, Lérmontov e Tchékhov)

Aula 2 (15/08): Análise da poética tchekhoviana em O duelo: o sistema dos personagens

Aula 3 (20/08): Leitura das traduções I: capítulos I ao X

Aula 4 (22/08): Leitura das traduções II: capítulos XI a XXI

Bibliografia

Obra discutida:
ЧЕХОВ, A.П. Полн. собр. соч. и писем: в 30 т. Т. 7 (1888—1891). Москва: Наука, 1985.
_______________ . O duelo. Trad.: Klara Gourianova. São Paulo: Ed. Manole, 2011.
_______________ . O duelo. Trad.: Marina Tenório. São Paulo: Ed. 34, 2014.
_______________ . O duelo. Trad.: Cecília Rosas. São Paulo: Ed. Grua, 2024.
Referências Complementares:
ANGELIDES, Sophia. A. P. Tchékhov: cartas para uma poética. São Paulo: Edusp, 1995.
BERNARDINI, Aurora Fornoni. “Tchékhov, o intérprete do grande tédio russo”. In: Aulas de literatura russa: de
Púchkin a Gorenstein. São Paulo: Kalinka, 2018.
LÉRMONTOV, Mikhail Iúrievitch. “A princesinha Mary”. In: O herói do nosso tempo. Trad. Paulo Bezerra. SP:
Martins Fontes, 1999.
MANN, N, Thomas. “Ensaio sobre Tchékhov”. In: Ensaios. Org. Anatol Rosenfeld. Trad. Natan Robert Zins. São
Paulo: Perspectiva, 1988.
NABOKOV, Vladimir. “Anton Tchékhov”. In: Lições de literatura russa. São Paulo: Três Estrelas, 2014.
PÚCHKIN. Aleksandr. “O tiro”. In: A dama de espadas: prosa e poemas. Trad. Boris Schnaiderman e Nelson
Ascher. 2.ed. Ed. 34, 2006.
TCHÉKHOV, Anton. Cartas a Suvórin: 1886 - 1891. Introdução, tradução e notas: Aurora Bernardini e Homero
Freitas de Andrade. São Paulo: Edusp, 2002.
__________. A ilha de Sacalina: notas de viagem. Tradução e apresentação: Rubens Figueiredo. São Paulo:
Todavia, 2018.

Programa

Aula 1: Introdução ao curso: a aquisição da linguagem sob a perspectiva chomskyana
 

Aula 2: Aquisição de linguagem e desenvolvimento cognitivo: a influência das funções executivas no desempenho linguístico de crianças
 

Aula 3: Aquisição de linguagem e bilinguismo
 

Aula 4: A influência das funções executivas no desempenho linguístico em contextos bilíngues

 

Bibliografia:

Augusto, M. R. A., .; JAKUBÓW, A. P. S. P. O objeto direto anafórico nos dados de produção espontânea de três bilíngues simultâneos de português brasileiro e inglês: a influência entre as línguas: In: Revista Linguística, vol. 11, n.1, 2015. p. 153 – 167.
Crain, Stephen & Thornton, Rosalind (1998). Investigations in universal grammar: A guide to experiments on the acquisition of syntax and semantics. MIT Press.
Crain, Stephen, Lillo-Martin, Diane (1999) An Introduction to Linguistic Theory and Language Acquisition. Wiley-Blackwell.
De Houwver, A. Bilingual development in childhood. Cambridge University Press, Cambridge, 2021.
Diamond, Adele (2006) The Early Development of Executive Functions. In Ellen Bialystok & Fergus 1. M. Craik (eds.) Lifespan cognition mechanisms of change. Oxford University Press. 70-95.
Diamond, Adele (2020) Executive functions. In: A. Gallagher, C. Bulteau, D. Cohen and J.L. Michaud (eds) Handbook of Clinical Neurology, Vol. 173 (3rd series) https://doi.org/10.1016/B978-0-444-64150-2.00020-4.
Grolla, Elaine & Figueiredo Silva, Maria Cristina (2014) Para Conhecer - Aquisição de Linguagem. Editora Contexto.
Grolla, Elaine (2018) A Aquisição de Linguagem e o Desenvolvimento das Funções Executivas: o Caso das Perguntas-QU de Longa Distância. Tese de Livre Docência. Universidade de São Paulo.
Guasti, M. (2016) Language acquisition. The growth of grammar. Cambridge, MA: MIT Press.
Hughes, C. (1998a) Executive function in preschoolers: Links with theory of mind and verbal ability. British Journal of Developmental Psychology 16: 233–253.
Hughes, C. (1998b) Finding your marbles: Does preschoolers’ strategic behavior predict later understanding of mind? Developmental Psychology 34: 1326–1339.
Liter, Adam, Elaine Grolla & Jeffrey Lidz (2022): Cognitive inhibition explains children’s production of medial wh-phrases. Language Acquisition 29: 327–359. DOI: 10.1080/10489223.2021.2023813
Mazuka, R., Jincho, N. & Oishi, H. (2009) development of executive control and language processing. Language and Linguistics Compass 3: 59–89.
Mishina-Mori, S. Argument representation in Japanese/English simultaneous bilinguals: is there a crosslinguistic influence? In: CAUNT-NULTON, H.; KULATILAKE, S.; WOO. I. (eds), Proceedings of the 31st Annual Boston University Conference on Language Development, Cascadilha Press, 2007, p. 441 – 450.
Omaki, A. (2010) Commitment and flexibility in the developing parser. Ph.D. Dissertation. University of Maryland, College Park.
Omaki, A. & Lidz, J. (2015) Linking parser development to acquisition of syntactic knowledge. Language Acquisition 22: 158-192.
Paradis, J.; Genesee, F. Syntactic acquisition in bilingual children: autonomous or interdependent? Studies in second language acquisition, 18, 1996, p. 1 – 25.
Paradis, J.; Navarro, S. Subject realization and crosslinguistic interference in the bilingual acquisition of Spanish and English: what is the role of the input? Journal of Child Language, 30, 2003, p. 371 – 393.
Rodrigues, Erica (2011) O papel de mecanismos de controle executivo no processamento linguístico: diferenças de desempenho entre crianças e adultos em tarefas experimentais. Revista LinguíStica: 7: 98-117.
Serratrice, L.; Sorace, A.; Paoli, S. Crosslinguistic influence at the syntax-pragmatics interface: Subjects and objects in English-Italian bilingual and monolingual acquisition. Bilingualism: Language and Cognition, 7 (3), 2004, p. 183 – 205.
Trueswell, J.C., Sekerina, I., Hill, N.M. & Logrip, M.L. (1999) The kindergarten-path effect: studying on-line sentence processing in young children. Cognition 73: 89-134.
Yip, V.; Matthews, S. Syntactic transfer in a Cantonese-English bilingual child. In: Bilingualism: Language and Cognition 3 (3), 2000, p. 193- 208.

Programa

Aula 1: O Picasso cubista 
Aula 2: O Picasso “pós-cubista” 
Aula 3: Malevitch, Mondrian e a abstração absoluta 
Aula 4: O surrealismo de René Magritte 
 
Bibliografia sugerida: 
 
ARGAN, G. C. História da arte italiana – volume II de Giotto a Leonardo. São Paulo: Cosac & Naify, 2003. 
_______ . Arte Moderna – do iluminismo aos movimentos contemporâneos. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. 
_______ . Imagem e persuasão – ensaios sobre o barroco. São Paulo: Companhia das Letras, 2004. 
_______ . A arte moderna na Europa – de Hogarth a Picasso. São Paulo: Companhia das Letras, 2010. 
BAUDELAIRE, C. As flores do mal. Rio de Janeiro: Editora Nova Fronteira, 1985. 
_____________ . O spleen de Paris – pequenos poemas em prosa. Rio de Janeiro: Imago Editora Ltda., 1995. 
 
BENJAMIN, W. Obras escolhidas – magia e técnica, arte e politica. São Paulo: Brasiliense, 1993. 
_______ . Obras escolhidas III – Charles Baudelaire, um lírico no auge do capitalismo. São Paulo: Editora Brasiliense, 1994. 
 
BUCK-MORSS, S. The Dialectics of Seeing – Walter Benjamin and the Arcades Project. Cambridge, Massachusetts: The MIT Press, 1991. 
 
FABRIS, A. (org.). Fotografia – usos e funções no século XIX. São Paulo: EDUSP, 1998. 
 
FRASCINA, F. [et alii]. Modernidade e modernismo – a pintura francesa no século XIX. São Paulo: Cosac & Naify Edições, 1998. 
 
HAUSER, A. História social da arte e da literatura. São Paulo: Martins Fontes, 1995. 
 
LE MEN, S. (org) L’Art de la Caricature. Paris: Presses Universitaires de Paris Ouest, 2011. 
 
LÖVY, M. Walter Benjamin: aviso de incêndio – uma leitura das teses “Sobre o conceito de história”. São Paulo: Boitempo Editorial, 2005.

 

Programa

Aula 1 – A trajetória de Antonio Candido
Leitura recomendada: “Como e por que sou crítico”.

Aula 2 – A atitude política
Leitura recomendada: “Radicalismos”.

Aula 3: A atitude crítica I
Leitura recomendada: Formação da literatura brasileira (“Introdução” e seção “Um instrumento de descoberta e interpretação”).

Aula 4: A atitude crítica II
Leitura recomendada: “Literatura e subdesenvolvimento”.
 
Bibliografia básica:
 
CANDIDO, Antonio. Como e por que sou crítico [2016]. In: FONSECA, Maria Augusta e SCHWARZ, Roberto (Org.). Antonio Candido: 100 Anos. São Paulo: Editora 34, 2018. p. 481-486
______. Um instrumento de descoberta e interpretação. In: Formação da Literatura Brasileira: momentos decisivos 1750-1880. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2013 [1959]. p. 429-437.
______. Introdução. In: Formação da Literatura Brasileira: momentos decisivos 1750-1880. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2013 [1959]. p. 25-39.
______. Literatura e Subdesenvolvimento [1970]. In: A educação pela noite. Rio de Janeiro: Ouro Sobre Azul, 2011. p. 169-196.
______. Radicalismos. In: Vários escritos. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul, 2011. p. 195-216.
 
Bibliografia complementar:
 
AGUIAR, Flávio (Org.). Antonio Candido: pensamento e militância. São Paulo: Fundação Perseu Abramo; Humanitas, 1999.
ASSIS, Machado de. Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Penguin; Companhia das Letras, 2014 [1881].
BORGES, Jorge Luis. Ficciones. Buenos Aires: Debolsillo, 2011 [1944].
CARPENTIER, Alejo. El Reyno de este mundo. La Habana: Editorial Letras Cubanas, 1987 [1949].
D’INCAO, Maria Angela; SCARABÔTOLO, Eloísa Faria (Org.). Dentro do texto, dentro da vida: ensaios sobre Antonio Candido. São Paulo: Companhia das Letras; Instituto Moreira Salles, 1992.
FONSECA, Maria Augusta; SCHWARZ, Roberto (Org.). Antonio Candido: 100 Anos. São Paulo: Editora 34, 2018.
LAFER, Celso (Org.). Esboço de figura: homenagem a Antonio Candido. São Paulo: Duas Cidades, 1979.
ROJO, Grínor. Antonio Candido em diálogo com a teoria do desenvolvimento, o desenvolvimentismo e a teoria da dependência. Tradução: Roberto Schwarz. In: FONSECA, Maria Augusta; SCHWARZ, Roberto (Org.). Antonio Candido: 100 Anos. São Paulo: Editora 34, 2018. p. 153-167.
ROSA, Guimarães. Grande Sertão: Veredas. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001 [1956].
SCHWARZ, Roberto. Os sete fôlegos de um livro [1999]. In: Sequências brasileiras: ensaios. 2ª Edição. São Paulo: Companhia das Letras, 2014. p. 46-58.
______. Roberto Schwarz reflete sobre quatro tentativas de modernização do Brasil. Folha de São Paulo, São Paulo, 21 jul. 2018. Entrevista a Bruna Della Torre de Carvalho Lima e Mónica González García.
VARGAS LLOSA, Mario. La Casa Verde. Lima: Punto de Lectura, 2010 [1966].
______. La Ciudad y los Perros. Lima: Peisa, 2001 [1963].

Programa

Aula 01:
Indicações Principais:
ALEXANDER, Michelle. A nova segregação: racismo e encarceramento em massa. São Paulo: Boitempo, 2017. pp. 257-306.
RUSCHE, George; KIRCHHEIMER, Otto. Capítulo III. Mercantilismo e surgimento da prisão. 1. O Mercado de trabalho e o Estado; 2. Etapas no tratamento da pobreza. Punição e estrutura social. Rio de Janeiro: Revan, 2004. pp. 43-67.
PLATAFORMA DESENCARCERA. “Manifesto Sem Prisões”. Disponível em: .https://desencarcera.com/wp-content/themes/desencarcera/docs/Desencarce…. Acesso em 31 de maio de 2020.
FRENTE ESTADUAL PELO DESENCARCERAMENTO SÃO PAULO. “Manifesto da Frente Estadual pelo Desencarceramento São Paulo”. 19 de outubro de 2018. Disponível em: https://desencarceramento.org.br/noticias/manifesto-da-frente-estadual-…. Acesso em 31 de maio de 2020.
Indicações Complementares:
MARX, Karl. A assim chamada acumulação primitiva (Capítulo 24). In: O capital: crítica da economia política. Livro I. São Paulo: Boitempo, 2013. pp. 959-1014.
FOUCAULT. Michel. A Prisão (Quarta Parte). In: Vigiar e Punir. 20a Ed. Petrópolis: Vozes, 1999. pp. 217-277.

Aula 02:
Indicações Principais:
WACQUANT, Loïc. “Forjando o estado neoliberal: trabalho social, regime prisional e insegurança social”. In: MALAGUTI BATISTA, Vera (org.). Loïc Wacquant e a questão penal. Rio de Janeiro: Revan, 2012.
MINHOTO, Laurindo Dias. "Foucault e o ponto cego na análise da guinada punitiva contemporânea". Lua Nova [online]. 2015, n.95, pp.289-311.
COLETIVO SYCORAX. “Mulheres, luta e capital: relato do lançamento do livro de Silvia Federici, com Débora Silva, Monique Prada e Regiany Silva”. Disponível em: https://www.entranhas.org/mulheres-luta-e-capital-silvia-federici/. Acesso em 31 de maio de 2020.
Indicações Complementares:
SIMON, Jonathan. “We The Victims: Fearing Crime and Making Law”. Governing through crime: How the war on crime transformed American democracy and created a culture of fear. Oxford University Press, 2007. pp. 75-110.
FOUCAULT, Michel. “Aula de 21 de março de 1979”. Nascimento da biopolítica, São Paulo: Martins Fontes, 2010.

Aula 03:
Indicações Principais:
RODRIGUES, Thiago. Narcotráfico: uma guerra na guerra. 2a Ed. São Paulo: Desatinos, 2012. pp. 61-82.
Indicações Complementares:
CAMPOS, Marcelo da Silveira. Crime e congresso nacional: uma análise da política criminal aprovada de 1989 e 2006. São Paulo: IBBCrim. pp. 161-206.

Aula 04:
Indicações Principais:
BATISTA, Vera Malaguti. "O Alemão é muito mais complexo." Revista Justiça e Sistema Criminal 1.1 (2009): 103-125.
VALENTE, Julia. UPPs: governo militarizado e a ideia de pacificação. Rio de Janeiro: Revan, 2016. pp. 81-106; 151-158.
Indicações Complementares:
HINTON, Elizabeth. From the War on Poverty to the War on Crime. Cambridge, MA (Estados Unidos): Harvard University Press. pp. 63-73; 191-202.

Aula 05:
Indicações Principais:
SIMON, Jonathan. "Punishment and the political technologies of the body." The Sage handbook of punishment and society (2013): 60-89.
DIETER, Maurício Stegemann. Política criminal atuarial: a criminologia do fim da história. Rio de Janeiro: Revan. pp. 17-26.
Indicações Complementares:
FEELEY, Malcom.; SIMON, Jonathan. The New Penology: Notes on the Emerging Strategy of Corrections and Its Implications. Criminology, v. 30, n. 4, 1992, pp. 449–474.

Aula 06:
Indicações Principais:
FLAUZINA, Ana Luiza Pinheiro. "O feminicídio e os embates das trincheiras feministas." Revista Discursos Sediciosos: Crime, Direito e Sociedade v. Ano 20: 95-106, 2016.
KARAM, Maria Lúcia. "A esquerda punitiva." Discursos sediciosos 1.1 (1996): 79-92.
NI UNA A MENOS. “No en nuestro nombre”. 20 de abril de 2017. Disponível em: http://niunamenos.org.ar/manifiestos/no-en-nuestro-nombre/ Acesso em 31 de maio de 2020.
Indicações Complementares:
BASSICHIS, Morgan; LEE, Alexander; SPADE, Dean. "Building an abolitionist trans and queer movement with everything we’ve got." Captive genders: Trans embodiment and the prison industrial complex (2011): 15-40.
MOMBAÇA, Jota. “Rumo a uma redistribuição desobediente de gênero e anticolonial da violência”. In: Cadernos do grupo de pesquisa Oficina de Imaginação Política. Publicação comissionada pela 32ª Bienal de São Paulo. São Paulo: Incerteza Viva, 2016.

INDICAÇÕES BIBLIOGRÁFICAS:

BATISTA, Nilo. Política criminal com derramamento de sangue. Revista brasileira de ciências criminais, v. 5, n. 20, p. 129-146, 1997.
BATISTA, Vera Malaguti. O medo na cidade do Rio de Janeiro: dois tempos de uma história. 2 ed. Rio de Janeiro: Revan, 2003.
BELL, E. Insisting on neoliberalism. The persistente influence of neoliberalism in contemporary penality. Delito y sociedad, v. 38, dez. 2014, pp. 50–62.
BOITEUX, Luciana. Drogas e Cárcere: repressão às drogas, aumento da população penitenciária brasileira e alternativas. In LEMOS, Clécio (org.). Drogas: uma nova perspectiva. São Paulo: IBCCrim, 2014. pp. 83-103.
BROWN, Wendy. Undoing the Demos: Neoliberalism’s Stealth Revolution. New York: Zone Books, 2015.
CAMPOS, Marcelo da Silveira. Pela metade: a lei de drogas do Brasil. São Paulo: Annablume, 2019.
CHRISTIE, Nils. A indústria do controle do crime. Rio de Janeiro: Forense, 1998. capítulo 07. pp. 95-132.
COHEN, Stanley. Visions of social control: crime, punishment and classification. 1 Ed. Cambridge (Inglaterra): Polity Press, 1985.
D’ELIA FILHO, Orlando Zaccone. Indignos de vida: forma jurídica da política de extermínio de inimigos na cidade do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro: Revan, 2015.
DARDOT, Pierre; LAVAL, Christian. A nova razão do mundo: ensaio sobre a sociedade neoliberal. São Paulo: Boitempo, 2016a.
DAVIS, Angela. Estarão as prisões obsoletas? Rio de janeiro: Difel, 2018. pp. 65-90.
DEL OLMO, Rosa. A Face Oculta da Droga. Rio de Janeiro: Revan, 1990.
FLAUZINA, Ana Luiza Pinheiro. Corpo negro caído no chão: o sistema penal e o projeto genocida do Estado brasileiro. 2008.
GARLAND, David. The meaning of mass imprisionment. In: Mass Imprisionment: social causes and consequences. Londres (Reino Unido): SAGE Publications, 2001. pp. 1-3.
_____. The Culture of Control. Oxford: Oxford University Press, 2001.
GODOI, Rafael. Fluxos em cadeia: as prisões em São Paulo na virada dos tempos. São Paulo: Boitempo, 2017.
GÖNEN, Zeynep. Giuliani in Izmir: restructuring of the Izmir Public Order Police and criminalization of the urban poor. Critical Criminology, 21: 87-101, 2013.
HARCOURT, Bernard E. The counterrevolution: how our government went to war against its own citizens. New York: Basic Books, 2018.
KOERNER, Andrei. “Punição, disciplina e pensamento penal no Brasil do século XIX." Lua Nova 2006, 68, pp. 205-242.
LEMKE, Thomas. Foucault, governamentalidade e crítica. São Paulo: Politeia, 2017.
MELOSSI, Dário; PAVARINI, Massimo. Cárcere e fábrica: as origens do sistema penitenciário (séculos XVI – XIX). 2ª Ed. Rio de Janeiro: Revan, 2010. pp. 211-233.
MISSE, Michel. “Crime, sujeito e sujeição criminal: aspectos de uma contribuição analítica sobre a categoria ‘bandido’”. Lua Nova 79. 2010.
NEOCLEOUS, Mark. Security, commodity, fetishism. Critique, 35 (3): 339-355.
COOPER, Melinda. Family values: between neoliberalism and the new social conservatism. New York: Zone Books, 2017.
PACHUKANIS, Evgeni. A teoria geral do direito e marxismo. São Paulo: Boitempo, 2017. pp. 165-183
SEMER, Marcelo. Sentenciando tráfico: o papel dos juízes no grande encarceramento. São Paulo: Tirant lo Blanch, 2019.
SPADE, Dean. Normal life: Administrative violence, critical trans politics, and the limits of law. Duke University Press, 2015.
STANLEY, Eric A.; SMITH, Nat. Captive Genders. Trans Embodiment and the Prison Industrial Complex, Oakland, AK Press. 2011.
WACQUANT, Loïc. As Prisões da miséria. Rio de Janeiro: Zahar, 2001.
_____. Rumo à militarização da marginalização urbana. Discursos sediciosos: crime, direito e sociedade, ano 11, n. 15/16. p. 203-220, 2007a.
_____. Punir os pobres: a nova gestão da miséria nos Estados Unidos – a onda punitiva. 3ª Ed. Rio de Janeiro: Revan, 2007b.

Programa

Aula 1 – Notas autobiográficas: discussões sobre autobiografia, autoficção e memória

Aula 2 – A biografia e a escrita de Clarice Lispector

Aula 3 – Dados autobiográficos em crônicas e contos claricianos

Referência bibliográfica:

FREUD, Sigmund. “Lembranças encobridoras”. In: Obras psicológicas de Freud. Volume III. Rio de Janeiro: Imago, 1996.
GOTLIB, Nádia Battella. Clarice Lispector: uma vida que se conta. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo, 2013.
LISPECTOR, Clarice. Todos os contos. Rio de Janeiro: Rocco, 2016.
_______ . Todas as crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 2018.
NORONHA, Jovita Maria Gerhein (org). Ensaios sobre a autoficção. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2014.
PRADO JR., Plínio W.. “O impronunciável: notas sobre um fracasso sublime”. Remate de males, Campinas, n. 9, p. 21-29, 1989.
ROSENBAUM, Yudith. “Na contramão da palavra: a escrita de Clarice”. In: Constelação Clarice. São Paulo: IMS, 2021.
SOUSA, Carlos Mendes de. Clarice Lispector: figuras da escrita. São Paulo: Instituto Moreira Salles, 2012.
WALDMAN, Berta. Clarice Lispector: a paixão segundo C.L.. 2. ed. São Paulo: Editora Escuta, 1992.
WISNIK. José Miguel. “Ficção ou não”. Revista Revera, São Paulo, V. 3, p. 126-150, 2018.

Programa

Aula 1 – 31 de julho de 2023: Pronúncia romana, fonemas, vogais e ditongos, consoantes,
acentuação. Exercício de leitura: Jo 14:1-14; introdução à declinação dos substantivos, palavras
mais comuns por declinação no Evangelho Segundo João.

Aula 2 – 01 de agosto de 2023: Declinação dos substantivos, presente do indicativo, imperfeito
do indicativo, verbo sum, pronomes pessoais. Texto de leitura: Gn 1:1-9, substantivos neutros
(substantivos neutros mais comuns por declinação no Evangelho Segundo João), adjetivos de
primeira classe mais comuns, desinência número-pessoal e modo-temporal do imperfeito

Aula 3 – 02 de agosto de 2023: Texto de leitura: Jo 6:54-57, futuro imperfeito do indicativo,
futuro de sum, pronomes demonstrativos.

Aula 4 – 03 de agosto de 2023: Texto de leitura: Jo 1:10-14, o perfectum, verbos mais
frequentes, preposições.

Aula 5 – 04 de agosto de 2023: Texto de leitura: Jo 1:43-51, o dativo, o infinitivo, verbos
irregulares (posse, velle).

Aula 6 – 07 de agosto de 2023: Textos de leitura: Jo 1:34-36, 6:48, 12:13, vocativo, genitivo.

Aula 7 – 08 de agosto de 2023: Texto de leitura: Jo 1:14.35-37, 14:21, 18:19, voz passiva
(presente do indicativo, pretérito imperfeito, futuro imperfeito, perfectum), verbos depoentes.

Aula 8 – 09 de agosto de 2023: Textos de leitura: Gn. 1:9, Jo. 1:29, 4:5, pronome relativo.

Aula 9 – 10 de agosto de 2023: Textos de leitura: Jo. 3:23, 19:5, 20:18, particípio presente.
Textos de leitura: Jo. 11:41, 17:1, 18:3, particípio passado.

Aula 10 – 11 de agosto de 2023: Textos de leitura: Jo. 1:43-46, 2:5-8, imperativo. Textos de
leitura: Jo. 1:40, 2:23-24, 7:37-39, pretérito mais-que-perfeito.
Obs.: Cada aula terá a duração de 1 hora, totalizando 10 horas.

Bibliografia:

AMARANTE, José. Latinitas: uma introdução à língua latina através dos textos. 2ª edição revista.
Volume único: Fábulas mitológicas e esópicas, epigramas, elegias, poesia épica, odes. Salvador:
EDUFBA,2018.
https://www.latinitasbrasil.org/_files/ugd/0f7cc7_b887870852ec412883829…
BIBLIA SACRA VULGATA. 5th ed. Edited by Robert Weber. Stuttgart: German Bible Society, 2007.
CARDOSO, Zelia de Almeida. Iniciação ao latim. Série Princípios, vol. 172. São Paulo: Ed. Ática,
2009.
ERGE, Damião et alii. Ars Latina. Curso prático de língua latina. Nova edição reformulada e
atualizada por Amós Coêlho da Silva e Airto Ceolin Montagner. Petrópolis: Vozes, 2012.
FARIA, Ernesto. Dicionário latino português. Rio de Janeiro: FAE, 1988.
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/me001612.pdf
FREIRE, António. Gramática Latina. Braga: Apostolado da Imprensa, 1992.
GLARE, P. G. W. Oxford Latin Dictionary. Oxford: Oxford University Press, 1968. 
GRIMAL, Pierre, et alii. Gramática latina. São Paulo: EDUSP, 1986.
MARTINS, Paulo. Literatura Latina. Curitiba: IESDE, 2009.
RAVIZZA, João. Gramática Latina. 14ª edição, acrescida de um compêndio da história da
literatura latina. Niterói: Escola Industrial Dom Bosco, 1958.
TORRINHA, Francisco. Dicionário latino português. Porto: Gráficos Reunidos, 1994.
SARAIVA, Francisco Rodrigues dos Santos. Novissimo diccionario latino-portuguez. 7ª edição.
Rio de Janeiro: Garnier, 1910.
https://archive.org/details/F.rDosSantosSaraivaNoviss.Dic.LatinoPortugu…

Programa

1) Aspectos desenvolvimentais: Marcos do desenvolvimento infantojuvenil; estratégias de estimulação e socialização; promoção da saúde mental.

2) Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SGDCA): o papel dos conselheiros tutelares, trabalhadores sociais e outros profissionais; redes de proteção e articulação; políticas Públicas para a Infância e Adolescência; estratégias de intervenção.

3) Legislação básica: Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA); normativas complementares eatualizações na área; procedimentos legais, encaminhamentos, relatórios e documentação.

Referências:

1) Brasil. (1990). Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990). Brasília.
2) Comitê dos Direitos das Crianças. (2023). Comentários Gerais dos Comitês de Tratados de Direitos Humanos da ONU.
3) Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda). (2006). Resolução n. 113, de 19 de abril de 2006. Dispõe sobre os parâmetros para a institucionalização e fortalecimento do Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente. Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Brasília.
4) Shaffer, D., & Kipp, K. (2013). Developmental Psychology: Childhood and Adolescence (9th). Cengage Learning.

Programa

Aula 1 (11/02/2025) - A morte disfarçada de amor: o feminicídio consumado na obra “Venha ver o pôr do sol”, de Lygia Fagundes Telles.
Na aula inaugural, pretende-se, além de discutir as imbricações do gênero horror/terror na literatura de autoria feminina contemporânea, pensar nessa forma literária como expressão possível para a representação de uma realidade violenta que acomete as mulheres. Dessa forma, a intenção é mostrar como Lygia Fagundes Telles se vale de razões estéticas bem definidas, como gênero, identidade, subjetividade e explora, no conto “Venha Ver o Pôr do Sol”, o horror de maneira psicológica e sutil ao retratar um caso de feminicídio, criando, assim, uma atmosfera de suspense que evolui para o terror existencial.
Referências:
FREITAS, Sérgio Luiz Ferreira de. “A compreensão da literatura gótica na história da literatura brasileira e as bases para sua reavaliação”. Muitas Vozes, v. 7, n. 2, p. 467–486, 14 mar. 2019.
GOMES, Carlos Magno. “Literatura e performances políticas sobre a violência contra a mulher”. Pontos de Interrogação, v. 7, n. 2, p. 107-119, jul./dez., 2017. Disponível em:
143https://www.revistas.uneb.br/index.php/pontosdeint/article/view/4498. Acesso: 29 out 2024.
MORAES, Paulo Eduardo Benites de, & SOUZA, Maria Alice Sabaini de. (2021). “A escrita do feminino: assédio e feminicídio no conto Venha ver o pôr-do-sol, de Lygia Fagundes Telles.” Revista Criação & Crítica, v. 29, 121-144. Disponível em: https://doi.org/10.11606/issn.1984-1124.i29p121-144. Acesso em 29 out 2024.
SAFFIOTI, Heleieth I. B. “Já se mete a colher em briga de marido e mulher”. São Paulo em perspectiva. São Paulo v.13, n. 4, Oct./Dec. 1999. Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0102-88391999000400009&script=sci…. Acesso: 30 out 2024.
TELLES, Lygia Fagundes. “Venha ver o pôr-do-sol”. In: FERNANDES, Rinaldo de. Contos Cruéis: as narrativas mais violentas da literatura brasileira. São Paulo: Geração editorial, 2006.
TODOROV, Tzvetan. Introdução à literatura fantástica. São Paulo: Editora Perspectiva, 2010.

Aula 2 (13/02/2025) - Estupro e psicose coletiva: o caso de “El hombre del túnel túnel” (1963), de Armonia Somers.
A partir do conto da autora uruguaia, nesta aula se refletirá sobre a tradição da escrita de mulheres no gênero horror latino-americano. Serão aprofundados os elementos considerados inerentes ao gênero e sua estética, além de explorar as inovações no estilo e na temática da autora. Com a finalidade de estabelecer diálogos com a história uruguaia, abordaremos as influências anarquistas da autora, o classismo e os preconceitos que dali derivam. Também serão traçadas rupturas e continuidades com outras narrativas contemporâneas, e analisaremos a incidência do mercado literário e/ou editorial na recepção da obra.

Referências:
Casanova Vizcaíno, S. El gótico transmigrado: narrativa puertorriqueña de horror, misterio y terror en el siglo XXI. Buenos Aires: Corregidor, 2020.
DALMAGRO, María Cristina. Desde los umbrales de la memoria. Ficción autobiográfica en Armonía Somers. Montevideo: Biblioteca Nacional, 2009.
LOPEZ-ABADIA LAYA, Anamaria, "La tentación del abismo en Armonía Somers: entre el expresionismo de vanguardia y el gótico postmoderno". 2014. 226f. Tese (Doutorado em filosofia) - Universidade Federal da Flórida. Miami, 2014. Disponível em: https://digitalcommons.fiu.edu/etd/1662/ Acesso em 30 out 2024.
MARTÍNEZ, Noelia M. “Los cuentos de Armonía Somers: una poética del derrumbamiento”. Revista Cahiers de LIRICO, n. 5, p. 125-141, 2010. Disponível em: https://journals.openedition.org/cahierslirico/403 Acesso em 29 out 2024.
ROMANO HURTADO, Berenice (Coord.). Neogótico latinoamericano en la literatura escrita por mujeres: estudios críticos de obras representativas del siglo XXI. México: Editora Nómada, 2023.
SOMERS, Armonía. Cuentos completos. Madrid: Páginas de Espuma, 2021.
ZANETTI, S. E. “El arte de narrar en los cuentos de Armoní­a Somers”. Revista Orbis Tertius, V. 8, n.9, p. 1-13, 2002-2003. Disponível em: https://www.efyc.fahce.unlp.edu.ar/index.php/OT/article/view/OTv08n09d01 Acesso em 31 out 2024. 1-13.


Aula 3 (18/02/2025) - O corpo feminino e o monstro: o abjeto e o contágio no conto “Fim de Curso”, de Mariana Enríquez
A terceira aula será dedicada a explorar a figura do monstro na literatura de horror, com foco no conto “Fim de Curso”, buscando discutir a percepção de monstruosidade e sua relação com o corpo. Serão analisadas as características e transformações do personagem monstruoso ao longo do tempo enquanto representações de medos e ansiedades culturais, assim como o conceito de abjeção proposto pela filósofa Julia Kristeva. Assim, busca-se discutir como estes conceitos permeiam a narrativa para corroborar na atmosfera horrorífica do conto.

Referências:
BUTLER, Judith P. Problemas de gênero. Feminismo e subversão da identidade. 19ª ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2020.
CARROLL, Noël. A filosofia do horror ou Paradoxos do coração. Tradução de Roberto Leal Ferreira. Campinas: Papirus, 1999.
ENRÍQUEZ, Mariana. Fim de Curso. In:________. As coisas que perdemos no fogo. 1ª ed. Tradução: José Geraldo Couto. Rio de Janeiro: Intrínseca, 2017. E-book ePub.
COHEN, Jeffrey Jerome. A cultura dos monstros: sete teses. In: Pedagogia dos monstros: os prazeres e os perigos da confusão de fronteiras. Tradução de Tomaz Tadeu da Silva. Belo Horizonte: Autêntica, 2000.
KRISTEVA, Julia. Powers of Horror: An Essay on Abjection. Nova York: Columbia University Press, 1982.


Aula 4 (20/02/2025) - O sangue andino: as múltiplas violações do corpo adolescente em “Sangre coagulada”, de Mónica Ojeda
Nesta aula, o curso abordará uma das vertentes da literatura de terror equatoriano, o “gótico andino". Em um primeiro momento, apresentar-se-á aos alunos os principais traços desse gênero, como a referência aos mitos e elementos sobrenaturais andinos, a paisagem formada pelas montanhas e vulcões, e as sensações decorrentes dela, e, por último, as suas conexões com um dos principais problemas contemporâneos da América Latina, a violência contra as mulheres. No segundo momento da aula, analisar-se-á o conto “Sangre coagulada”, da escritora Mónica Ojeda, a partir de temas como o estupro, a adolescência, a automutilação e a bruxaria.

Referências:
BOLOGNESI, Sara. La a-moralidad femenina en Mandíbula, de Mónica Ojeda: un diálogo entre la literatura y el psicoanálisis. Anales de literatura hispanoamericana, vol. 51, 2022, p. 299-307. Disponível em: https://dialnet.unirioja.es/servlet/articulo?codigo=8884948. Acesso em 31 de out. de 2024.
_____. Lo primitivo que nos habita: la narrativa pornoerótica de Mónica Ojeda. 2020.105f. Dissertação (Mestrado em literatura). Universidad Autónoma de Madrid. Madrid. 2020. Disponível em: https://www.academia.edu/82647261/Lo_primitivo_que_nos_habita_la_narrat…. Acesso em 31 de out. de 2024.
LEONARDO-LOAYZA, Richard Angelo. Lo gótico andino en Las voladoras (2020) de Mónica Ojeda. Brumal, vol. 10, n. 1, p. 77-97, 2022. Disponível em: https://revistes.uab.cat/brumal/article/view/v10-n1-leonardo-loayza. Acesso em 31 de out. de 2024.
OJEDA, Mónica. Sangre coagulada. In: _______. Las voladoras. Madrid: Páginas de Espuma, 2023, p. 17-31.

Programa

Aula 1: Romantismo: um conceito múltiplo
Aula 2: No centro da Dupla Revolução: Inglaterra
Aula 3: No centro da Dupla Revolução: França
Aula 4: Na semiperiferia europeia: Alemanha
Aula 5: Na periferia europeia: Rússia
Aula 6: Na periferia atlântica: Brasil

 

Bibliografia:


ARANTES, P. Ressentimento da dialética. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
AUERBACH, E. Mimesis: a representação da realidade na literatura ocidental. Trad. vários. 6ª ed. São Paulo: Perspectiva, 2013
BERLIN, I. “A apoteose da vontade romântica” in Limites da utopia. Trad. Valter Lellis Siqueira. São Paulo: Cia das Letras, 1991.
FREUD, S. “Trauer und Melancholie”, in Gesammelte Werke. 10ª ed. Londres: Imago, 1991, t. 10, pp. 428-446.
GIVONE, S. Storia del nulla. Roma: Sagittari Laterza, 1995
GOMIDE, B. (org). Antologia do pensamento crítico russo, 1802-1901. São Paulo: Ed. 34, 2013.
HOBSBAWM, E. J. A era das revoluções. Trad. Maria T. Teixeira e Marcos Penchel. 25ª ed. São Paulo: Paz e Terra, 2010.
KOSELLECK, R. Futuro passado. Trad. Wilma P. Maas e Carlos A. Pereira. Rio de Janeiro: Contraponto: PUC-Rio, 2006.
LÖWY, M.; SAYRE, R. Revolta e melancolia. São Paulo: Boitempo, 2015.
OEHLER, D. O velho mundo desce aos infernos: autoanálise da modernidade após o trauma de junho de 1848 em Paris. Trad.
José Marcos Macedo. São Paulo: Cia. das Letas, 1999.
SALIBA, E. As utopias românticas. 2ª ed. São Paulo: Estação Liberdade, 2003.
SAFRANSKI, R. Romantismo, uma questão alemã. 2ª ed. Trad. Rita Rios. São Paulo: Estação Liberdade, 2010.
STAROBINSKI, J. L'Encre de la mélancolie. Villeneuve-D'Ascq: Éditions du Seuil, 2012.
THOMPSON, E. P. Os românticos. Trad. Sérgio Moraes R. Reis. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002.
WILLIAMS, R. Culture and Society 1780-1950. 2ª ed., Nova Iorque: Columbia University Press, 1983.