Programa

A perspectiva vitalista:
- O vitalismo: uma questão filosófica e epistemológica;
- O que é afinal a vida? As perspectivas de Canguilhem e de Maffesoli;
- O raciovitalismo como proposta de outro logos, ethos e praxis na interface saúde e sociedade.

A matriz teórica vitalista de Canguilhem:
- A reflexão sobre o normal e o patológico;
- A centralidade do sujeito na clínica;
- A crítica à normalização e as formas de resistência;
- A racionalidade vitalista e a produção de saúde individual e coletiva.

A matriz teórica vitalista de Maffesoli:
- A razão sensível;
- O paradigma ético-estético: a forma e a figura da pós-modernidade;
- O ethos ecosófico, o ideal comunitário e as formas de resistir pela vida cotidiana;
- Quadro propositivo para a produção de vitalidade pessoal e coletiva.

Referências:

CANGUILHEM, G. O normal e o patológico (trad.: Maria Thereza Redig de Carvalho
Barrocas e Luiz Octávio Ferreira Barreto Leite). Coleção Campo Teórico. 3ª ed.
revisada e aumentada. Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1990.
______________ Escritos sobre a medicina (trad.: Vera Avellar Ribeiro; rev. técnica:
Manoel Barros da Motta). Rio de Janeiro, Forense Universitária, 2005.
LACEY, H. Ciência, respeito à natureza e bem-estar humano. Scientiae Studia 6 (3),
2008, p. 297-327
MAFFESOLI, M. Elogio da razão sensível (Tradução: Albert Christophe Migueis
Stuckenbruck). Petrópolis, RJ: Vozes, 1998.
__________ A sombra de Dioniso: contribuição a uma sociologia da orgia. (tradução:
Rogério de Almeida). São Paulo: Zouk, 2005.
___________ O ritmo da vida: variações sobre o imaginário pós-moderno (tradução:
Clóvis Marques). Rio de janeiro, Record, 2007.
___________ Saturação (tradução: Ana Goldberger). São Paulo: Iluminuras: Itaú
Cultural, 2010a.
___________ No fundo das aparências (tradução: Bertha Halpern Gurovitz). 4ª ed.
Petrópolis: Vozes, R.J. 2010b.
___________ A transfiguração do político: a tribalização do mundo (tradução:
Juremir Machado da Silva). Porto Alegre, Sulina, 2011b. 230 p.
LE POGAM, Y. Michel Maffesoli, analyste de la socialité emergente. Corps et culture
[En ligne], n. 3, 1998.
MARICONDA, P. R. O controle da natureza e as origens da dicotomia entre fato e
valor. Scientiæ Studia, São Paulo, v. 4, n. 3, p. 453-72, 2006.
MOREIRA. A. B. Clínica e Resistência: contribuições da racionalidade vitalista de
Canguilhem ao campo da saúde. 1. ed. São Paulo: Associação Filosófica
Scientiæ Studia (Coleção Filosofia da Ciência e da Tecnologia), 2019. 320p 
PUTTINI, R. F; PEREIRA JR, A. Além do mecanicismo e do vitalismo: a
“normatividade da vida” em Georges Canguilhem. Rio de Janeiro, Physis, vol.
17, n o . 03, 2007.
RAMOS, M. DE C. A ideia de racionalidade subjacente ao modelo das interações entre
a ciência e os valores: florescimento cognitivo, humano e da vida. Scientiae
Studia, 12, 4, p. 711-26, 2014.
SAFATLE, V. P. Uma certa latitude: Georges Canguilhem, biopolítica e vida como
errância. Scientiæ Studia, São Paulo, v. 13, n. 2, p. 335-67, 2015.

Programa

Aula 1. Introdução: apresentação das ministrantes, perspectiva teórica, escopo do curso e expectativas. Panorama geral dos plantios de coca na América Latina e, em particular, na Colômbia. Apresentação das/os alunas/os.

Aula 2. Regiões de colonização, fronteira agrícola e política agrária.

Aula 3. Mundo rural e atores armados.

Aula 4. Cultivadores da folha de coca. O papel da coca na economia rural familiar, plantios de coca, gênero e questões étnicas.

Aula 5. Estratégias de redução e controle do cultivo de folha de coca. Plan Colombia e Programa Nacional Integral de Sustitución de Cultivos de uso Ilícito- PNIS. Proposta, alcance e críticas.

Aula 6. Acordo de paz de 2016. Como chegamos ao acordo de paz, o que foi acordado em relação aos "cultivos de uso ilícito", implementação do programa nacional de substituição de cultivos e mobilização civil.
Fechamento e avaliação do curso.

Bibliografia

ARCHILA, M. Conflictos, poderes e identidades en el Magdalena Medio 1990 - 2001. Bogotá: Colciencias, Cinep, 2006a.
ARCHILA, M. Las identidades en el Magdalena Medio. In: Conflictos, poderes e identidades en el Magdalena Medio 1990-2001. Bogotá: Colciencias, Cinep, 2006b. p. 465–508.
ARCILA, M. T. Magdalena Medio. In: Un mundo que se mueve como el río. Historia regional del Magdalena Medio. Bogotá: Instituto Colombiano de Antropología-ICAN; Plan Nacional de Rehabilitación-PNR, 1994. p. 13–85.
BARTRA, A. Campesindios. Aproximaciones a los campesinos de un continente colonizado. Boletín de Antropología Americana, n. 44, p. 5–24, 2008.
CIRO, Estefania. Cultivando coca en El Caquetá: vidas y legitimidades en la actividad cocalera. [tese de doutorado] Universidad Nacional Autónoma de México- UNAM, 2016.
BOLÍVAR, I. Identidades culturales y formación del Estado en Colombia: colonización, naturaleza y cultura. Primera ed. Bogotá: Universidad de los Andes, Facultad de Ciencias Sociales, Departamento de Ciencia Política, CESO, Ediciones Uniandes, 2006a.
CHAVES, M.; ZAMBRANO, M. Desafíos de la nación multicultural. Una mirada comparativa sobre la reindianización y el mestizaje en Colombia. In: MARTINEZ, C. (Ed.). . Repensando los Movimientos Indígenas. Quito: FLACSO, Ecuador; Ministerio de cultura del Ecuador, 2009. p. 215–245.
CIRO, Estefanía. Cultivando coca en el Caquetá: vidas y legitimidades en la actividad cocalera. 2016. Tese (Doutorado em Sociologia). Facultad de ciencias políticas y sociales. Programa de postgrado en ciencias políticas y sociales. Universidad Nacional Autónoma de México: Ciudad de México, 2016
CUBIDES C., F. La participación política del campesinado en el contexto de la guerra: el caso colombiano. La construcción de la democracia en el campo latinoamericano, 2006.
CULMA Vargas, Edinso. Petróleo, coca, despojo territorial y organización social en Putumayo. CNMH: Bogotá, 2015.
FAJARDO, D. Fronteras, Colonizaciones, y Construcción Social del Espacio. In: Frontera y poblamiento: estudios de historia y antropología de Colombia y Ecuador. Lima: Institut français d’études andines, 1996. p. 237–282.
FAJARDO, D. Las Zonas De Reserva Campesina: Primeras Experiencias. p. 19, 2000.
FAJARDO, D. Colombia: dos décadas en los movimientos agrarios. Cahiers des Amériques latines, n. 71, p. 145–168, 2012
FONSECA, D.; GUTIERREZ, O.; RUDQVIST, A. Cultivos de uso ilícito en el sur de Bolívar: aproximación desde la economía política. Bogotá: PNUD - Asdi, 2005.
GUTIÉRREZ, F. Tensiones y dilemas de la producción cocalera. Análisis Político, v. 32, n. 97, p. 71–90, 2019.
GUTIERREZ, O. La oposición regional a las negociaciones con el ELN. Análisis Político, v. 0, n. 52, p. 34–50, 2004a.
GUTIERREZ, O. Desplazamiento forzoso y tenencia de la tierra en San Pablo (sur de Bolívar). Revista Controversia, n. 183, p. 22–47, 2004b.
HOFFMANN, O. Divergencias construidas, convergencias por construir. Identidad, territorio y gobierno en la ruralidad colombiana. Revista Colombiana de Antropologia, v. 52, n. 1, p. 17–39, 2016.
LYONS, Kristina. Vital decomposition. soil practitioners and life politics. Duke University Press: Durham, London. 2020.
PARADA, M. M.; MARÍN, M. Mujeres y coca: una relación agridulce. 2019.
RAMIREZ, M. C. Entre el estado y la guerrilla: identidad y ciudadanía en el movimiento de los campesinos cocaleros del Putumayo. Bogotá: Instituto Colombiano de Antropología e Historia-ICANH, 200
_____. Alternative development in Putumayo, Colombia bringing back the State throught the creationof Community and “Productive Social Capital”? IN: Hutchins, F.; Wilson, P. (eds). Editing Eden. University of Nebraska Press, Nebraska, 2010
_____; Bolívar, Ingrid; Iglesias, Juliana; Torres, María Clara; Vásquez, Teófilio. Elecciones, coca, conflicto y partidos políticos en Putumayo 1980- 2007. Cinep, ICANH: Bogotá. 2010
RINCÓN G., J. J. La gente de la Macarena. Colonos, campesinos e institucionalidad local en la configuración social del territorio. Bogotá: CINEP, 2018.
SALCEDO, L.; PINZÓN, R.; DUARTE, C. El paro nacional agrario: un análisis de los actores agrarios y los procesos organizativos del campesinado colombiano. [s.l: s.n.]. Disponível em: https://medvedkino.files.wordpress.com/2014/12/paro_agrario_2013_actore…
TATE, Winifred. Drogas, bandidos y diplomáticos: formulación de política pública de Estados Unidos hacia Colombia. Klatt, Andy; Ramírez, Ma. Clemencia (trads.) Universidad del Rosario: Bogotá. 2015

Programa

O curso de língua e cultura romena centra-se em vários temas, desde a gramática à culinária e música, do vocabulário à história e tradições, dando aos alunos uma imagem ampla sobre este país, os seus habitantes e a sua língua. Por ser uma língua românica assim como o português, os alunos da USP poderão aprender o básico com bastante facilidade, sendo capazes de fazer associações com as demais línguas românicas que conhecem. Por se tratar de um curso complexo e envolvente, o aprendizado da gramática e do vocabulário será feito de forma interativa, por meio de jogos online, sem que os alunos tenham tempo para ficar entediados.

Bibliografia

Gönczöl, Ramona (2007). Romanian: An Essential Grammar. Londres: Routledge.
Hoffman, Christina N. (1989). Romanian Reference Gramamr. U. S. Department of State.
Kohn, Daniela (2009) PULS- Manual de limba româna pentru străini. A1-A2. Iași/București: Polirom.
Рыжова, Мария Михайловна. Румынский язык. Начальный курс (Língua romena. Curso inicial). São Petersburgo: КАРО,
2017.

Programa

1) O espaço da escrita feminina: primeiras intervenções críticas. 

2) O confinamento do Outro: a construção narrativa feminina.

3) Para além do universal: a crítica e a escrita feminina interseccional

4) A legitimidade narrativa do “eu” feminino.

Referências bibliográficas

BEAUVOIR, Simone. O segundo sexo. Trad. Sérgio Milliet. 2.ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2009 (trechos selecionados).
CIXOUS, Hélène. O riso da Medusa. Trad. Natália Guerrelus e Raísa França Bastos. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2022.
CONDÉ, Maryse. Eu, Tituba: Bruxa Negra de Salém. Tradução: Natalia Borges Polesso. 1°. ed. Rio de Janeiro: Rosa dos Tempos, 2022 (trechos).
ERNAUX, Annie. Memória de menina. Trad. Mariana Delfini. São Paulo: Fósforo, 2025. (Trechos)
EVARISTO, Conceição. “A escrevivência e seus subtextos”. In: Escrevivência: a escrita de nós (org. Constância Lima Duarte e Isabella Rosado Nunes). Rio de Janeiro: Mina Comunicações e Arte, 2020, p. 26-46.
EVARISTO, Conceição. Olhos d'água. Rio de Janeiro: Pallas: Fundação Biblioteca Nacional, 2016 (trechos).
FIGUEIREDO, Eurídice. Autoficção feminina: a mulher nua diante do espelho. Revista criação & crítica, n. 4, p. 91-102, 2010.
FIGUEIREDO, Eurídice. Violência e sexualidade em romances de autoria feminina. Interdisciplinar-Revista de Estudos em Língua e Literatura, v. 32, p. 137-149, 2019.
LISPECTOR, Clarice. “Preciosidade”. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.
LORDE, Audre. “Idade raça, classe e sexo: as mulheres redefinem a diferença”. Irmã outsider: ensaios e conferências. Trad. Stephanie Borges. Belo Horizonte: Autêntica Editora, 2019.
PLATH, Sylvia. A redoma de vidro. Trad. Chico Mattoso. São Paulo: Biblioteca Azul, 2014. (Capítulo 7).
SHOWALTER, Elaine. “A crítica feminista no território selvagem”. Tendências e impasses: o feminismo como crítica da cultura. Rio de Janeiro: Rocco, p. 23-57, 1994.
WOOLF, Virginia. Um teto todo seu. Trad. Bia Nunes de Sousa. São Paulo: Tordesilhas, 2014.

Programa

1. Ementa 
Arte e cultura armênia: cinema. 

2. Objetivos 
Oferecer um histórico da arte cinematográfica armênia, desde as origens à atualidade, por meio de suas obras e personagens. 

3. Programa 
1. 1895: origens do cinema armênio 
2. 1900: primeiras salas e filmagens 
3. 1910: o cinema entre a I Guerra Mundial e o Genocídio Armênio 
4. 1920: fundação do cinema nacional armênio soviético 
5. 1930-40: o cinema em crise e a II Guerra Mundial 
6. 1950: a profissionalização cinematográfica 
7. 1960: o desenvolvimento da arte e o reconhecimento internacional 
8. 1970: censura soviética e a resistência artística 
9. 1980: o amadurecimento nos últimos anos da Era Soviética 
10. 1990: dificuldades e desafios do cinema armênio independente 
11. 2000: atual cenário e projeções do cinema na Armênia 
12. Animação armênia 
13. Artistas e cineastas armênios da Armênia e da Diáspora e suas produções 
  
Método 
Aulas expositivas, projeções de imagens, reproduções de músicas e exibições de 
vídeos. 

4. Avaliação 
Avaliação sobre os tópicos abordados durante o curso. 

5. Bibliografia 
AUFORT, S. Quelpublicpourlecinémaarménien à Paris ? [S.l.]: [s.n.]. 
CONVENTS, Guido. Religion and film in Armenia (1911-2009): from the arrival of cinema to the establishment of the ecumenical jury. World Catholic Association for Communication - Signis. Bruxelas, 2009 
COWIE, Peter. A Concise History of the Cinema: before 1940. Nova York: Barnes, 1971. 
ESPINET, Francesc. El cinema (i altresmitjansaudiovisuals) sobre elgenocidi armeni. In: Revista Història Moderna i Contemporània. Barcelona: Universitat Autònoma de Barcelona, 2009. 
GALSTYAN, Siranush. Cinema of Armenia: an overview. Costa Mesa: Mazda, 2016. 
KOUYMJIAN, Dickran. Filmaking in the Armenian Diaspora of America. Paris: Centre Georges-Pompidou, 1993. 
RADVANY, Jean; ASMEKIAN, Souren. Le cinémaarménien. Paris: Centre Georges-Pompidou, 1993. 
ROLLBERG, Peter. Historical Dictionary of Russian and Soviet Cinema. Maryland: Scarecrow Press, 2009.

Programa

PROGRAMA DO CURSO CERIMÔNIA DO CHÁ – ANO LETIVO 2023

DATA

CONTEÚDO TEORIA // PRATICA

18-03

01

O que é Chanoyu – Cerimônia do Chá. O que é Chadô – Caminho do Chá. Objetos indispensáveis para as aulas. // Etiqueta do Convidado: Postura para sentar-se e para levantar-se. Formas de cumprimentar. Forma de servir-se dos doces e do chá fraco.

25-03

02

Fukusa – Pano de seda para purificação // Revisão  da aula anterior. Fukusa sabaki Maneira de dobrar o fukusa para purificar.

01-04

03

Usucha-ki - pote para chá fraco // Revisão da aula anterior. Formas de purificar os potes para o chá fraco.

15-04

04

Chashaku – colher de bambu para o chá // Revisão da aula anterior. Formas de purificar a colher de bambu.

29-04

05

Chawan – tigela. Chakin – pano de linho branco. Chasen – batedor de bambu // Revisão da aula anterior. Maneira de dobrar o chakin e purificar a tigela.

06-05

06

Kensui – recipiente para entornar a água usada e o futaoki – descanso para a tampa da chaleira // Revisão geral.

13-05

07

Mizuya – sala de apoio para preparativos e arrumação dos objetos. // Ryakubon Temae – Cerimônia do Chá Simplificada com o uso da bandeja.

20-05

08

Temae – sequência de movimentos da Cerimônia // Ryakubon Temae

27-05

09

Os doces e seus recipientes // Ryakubon Temae

03-06

10

Sobre o chá // Ryakubon Temae

17-06

11

Kakemono – rolo de caligrafia ou pintura // Ryakubon Temae

24-06

12

Chabana - Arranjo Floral para o Chá e seus recipientes // Ryakubon Temae

01-07

13

Chashitsu – Recinto do chá. Roji – a passagem do jardim // Ryakubon Temae

08-07

14

Hishaku – concha de bambu // Ryakubon Temae. Maneira de usar a concha de bambu

15-07

15

Mizusashi – vasilhame para água fresca // Ryakubon Temae. Ushucha Temae – Cerimônia do chá fraco

12-08

16

Kama – caldeira de ferro. Furo – fogareiro. Haigata – Formas de cinzas. Sumi – carvão e seus utensílios // Ryakubon Temae. Usucha Temae

19-08

17

 Daisu – estante e Tana – prateleira. O yin, o yang e os cinco elementos // Chitosebon

 Cerimônia do Chá com o uso da bandeja Chitose. Usucha Temae                                     

26-08

18

 Chaji – Cerimônia do Chá completa. Chakai – reuniões do chá. Os utensílios para o

 kaiseki – refeição japonesa // Chitosebon. Usucha Temae                                                  

02-09

19

 Shichijishiki – Os sete Exercícios Cerimoniais de Chá em grupo. Nodate – Cerimônia do

 Chá ao ar livre // Chitosebon. Usucha Temae                                                                     

16-09

20

 Koicha Temae – Cerimônia do chá forte. Chaire – pote para chá forte. Shifuku –             

 invólucro para o pote de chá forte // Usucha Temae. Koicha Temae – Cerimônia do chá  

 forte.                                                                                                                                    

23-09

21

 Os 4 princípios e as 7 normas. Ro – fogareiro embutido a nível do chão // Usucha Temae.

 Koicha Temae                                                                                                                      

30-09

22

História do Chadô: nascimento do costume de tomar Chá. A transmissão do Chá. A

 formação de normas de etiqueta do Chá. Desenvolvimento do Chá ao estilo shoin. O

 ambiente da natureza nos centros urbanos // Ro Temae – Cerimônia do Chá no Ro.

07-10

23

História do Chadô: a essência do Chá ao estilo wabi // Ro Temae                                      

21-10

24

História do Chadô: o Chanoyu do início do Período Edo. As escolas de Chá de Kyoto –

 Kamiryû Shimoryû. A expansão do Chanoyu // Ro Temae                                                 

04-11

25

Análise do livro O Livro do Chá: a tigela da humanidade. As escolas de Chá. Taoismo e

 Zen/ / Ro Temae.                                                                                                                 

11-11

26

Análise do livro O Livro do Chá:  O recinto do Chá. A apreciação da arte. Flores. Os mestres do Chá // Cerimônia do  Chá no Furo       

18-11

27

Evento de Final de Curso na 2ª Semana da Cultura Japonesa

 

Bibliografia                                                                                                                                                          

 

português pela Aliança Cultural Brasil-Japão – São Paulo, 1995.

IGUCHI, Kaisen (supervisão). Genshoku Chado Daijiten (Enciclopédia Ilustrada de Chado) – Editora Tankôsha – Kyoto, 1975.


 HAYASHI, Sokei e HAYASHI, Soen (compilação e adaptação). Cha no Yu – A

 

 

Programa

1. Introduction. The era of populism and exceptionalism
2. Biopolitics and exceptionalism. The paradigm of exceptional governance measures
3.Adversaries, enemies and exceptionalism
4. Traditions of exceptionalism (from Guantánamo to the refugee crisis)
5. The ecological and climate crisis, pandemics

ACKERMAN, Bruce: The Decline and Fall of the American Republic. London, 2013., DOI: https://doi.org/10.2307/j.ctvjnrw2p
AGAMBEN, Giorgio: Homo Sacer: Sovereign Power and Bare Life. Transl.: D. Heller-Roazen. California, 1998.
AGAMBEN, Giorgio: Remnants of Auschwitz: The Witness and the Archive. Transl.: D. Heller-Roazen. New York, 1999.
AGAMBEN, Giorgio: State of Exception. Chicago, 2005., DOI: https://doi.org/10.2307/j.ctv1134d6w.16
AGAMBEN, Giorgio: The Invention of an Epidemic. Quodlibet, 2020.02.26., https://www.quodlibet.it/giorgio-agamben-l-invenzione-di-un-epidemia
ANTAL, Attila: Hungary in State of Exception Authoritarian Neoliberalism from the Austro-Hungarian Monarchy to the COVID-19 Crisis. Lanham, 2022.
ANTAL, Attila: The Rise of Hungarian Populism. State Autocracy and the Orbán Regime. Bingley, 2019., DOI: https://doi.org/10.1108/9781838677510
BENJAMIN, Walter: Critique of violence. In BULLOCK, Marcus – JENNINGS, Michael W. (eds): Selected Writings. Vol. 1. 1913–1926. Cambridge, 1921., 1996.
BJØRNSKOV, Christian – VOIGT, Stefan: The architecture of emergency constitutions. International Journal of Constitutional Law, 16. (2018) 1., 101–127., DOI: https://doi.org/10.1093/icon/moy012
COPPEDGE, Michael: Eroding regimes: What, where, and when? Varieties of Democracy (V-Dem) Institute Working paper, (2017) 57., https://www.v-dem.net/media/publications/v-dem_working_paper_2017_57.pdf
CORRADETTI, Claudio – POLLICINO, Oreste: The “War” Against Covid-19: State of Exception, State of Siege, or (Constitutional) Emergency Powers?: The Italian Case in Comparative Perspective. German Law Journal, 22. (2021) 6., 1060–1071., DOI: https://doi.org/10.1017/glj.2021.48
DE ANGELIS, Gabriele – OLIVEIRA, Emellin de: COVID-19 and the “state of exception”: assessing institutional resilience in consolidated democracies – a comparative analysis of Italy and Portugal. Democratization, 28. (2021) 8., 1602–1621., DOI: https://doi.org/10.1080/13510347.2021.1949296
ENGLER, Sarah – BRUNNER, Palmo – LOVIAT, Romane – ABOU-CHADI, Tarik – LEEMANN, Lucas – GLASER, Andreas – KÜBLER, Daniel: Democracy in times of the pandemic: explaining the variation of COVID-19 policies across European democracies. West European Politics, 44., (2021) 5–6., 1077–1102., DOI: https://doi.org/10.1080/01402382.2021.1900669
FEREJOHN, John – PASQUINO, Pasquale: The law of the exception: A typology of emergency powers. International Journal of Constitutional Law, 2. (2004) 2., 210–239., DOI: https://doi.org/10.1093/icon/2.2.210
GINSBURG, Tom – VERSTEEG, Mila: The Bound Executive: Emergency Powers During the Pandemic. Virginia Public Law and Legal Theory Research Paper, (2020) 52., DOI: https://dx.doi.org/10.2139/ssrn.3608974
GREGORY, Derek: The black flag: guantánamo bay and the space of exception. Geografiska Annaler: Series B, Human Geography, 88. (2006) 4., 405–427., DOI: https://doi.org/10.1111/j.0435-3684.2006.00230.x
GROSS, Oren – NÍ AOLÁIN, Fionnuala: Law in Times of Crisis: Emergency Powers in Theory and Practice. Cambridge, 2006., DOI: https://doi.org/10.1017/CBO9780511493997
GROSS, Oren: Chaos and Rules: Should Responses to Violent Crises Always Be Constitutional? The Yale Law Journal, 112. (2003) 5., 1011–1134., https://www.yalelawjournal.org/article/chaos-and-rules-should-responses…. DOI: https://doi.org/10.2307/3657515
HEAD, Michael: Emergency Powers in Theory and Practice. The Long Shadow of Carl Schmitt. Surrey, 2016., DOI: https://doi.org/10.4324/9781315563282
HENIG, David – KNIGHT, Daniel M.: Polycrisis: Prompts for an emerging worldview. Anthropology Today, 39. (2003) 2., 3–6., DOI: https://doi.org/10.1111/1467-8322.12793
KEITH, Linda Camp – POE, Steven C.: Are Constitutional State of Emergency Clauses Effective? An Empirical Exploration. Human Rights Quarterly, 26. (2004) 4., 1071–1097., DOI: https://doi.org/10.1353/hrq.2004.0048
MASSART, Tom – VOS, Thijs – EGGER, Clara: The Resilience of Democracy in the Midst of the COVID-19 Pandemic. Politics of the Low Countries, 3. (2021) 2., 113–137., DOI: https://doi.org/10.5553/PLC/.000018
MOLLOY, Sean: Emergency Law Responses to Covid-19 and the Impact on Peace and Transition Processes. Störmsborg, 2021., https://www.idea.int/sites/default/files/publications/emergency-law-res… (letöltve: 2023. szeptember 13.), DOI: https://doi.org/10.31752/idea.2021.24
POSNER, Eric A. – VERMEULE, Adrian: The Executive Unbound: After the Madisonian Republic. Oxford, New York, 2011., DOI: https://doi.org/10.1093/acprof:osobl/9780199765331.001.0001
POSNER, Eric A.: The Executive Unbound, Pandemic Edition. Lawfare Blog, 2020.03.23., www.lawfareblog.com/executive-unbound-pandemic-edition
RAUFF, Ulrich: An interview with Giorgio Agamben: life, a work of art without an author: the state of exception, the administration of disorder and private life. German Law Journal, 5. (2004) 5., 609–614. o., DOI: https://doi.org/10.1017/S2071832200012724
ROONEY, Bryan: Emergency Powers in Democracies and International Conflict. Journal of Conflict Resolution, 63. (2019) 3., DOI: https://doi.org/10.1177/0022002718755251
ROSSITER, Clinton L.: Constitutional Dictatorship: Crisis Government in Modern Democracies. Princeton, NJ, 1948.
SCHMITT, Carl: Dictatorship. From the origin of the modern concept of sovereignty to proletarian class struggle. Ford.: Hoelzl, Michaelv – Ward, Graham. Cambridge, 2014.
SCHMITT, Carl: Political Theology: Four Chapters on the Concept of Sovereignty. Chicago, 2006.
TACIK, Przemysław: The Blizzard of the World: COVID-19 and the Last Say of the State of Exception. Acta Universitatis Lodziensis, 96. (2021) 17–32. o., DOI: https://doi.org/10.18778/0208-6069.96.02

Programa

Aula 1: O motivo do pacto e a ideologia “fáustica”. O “fáustico” no Antropoceno.
(Marcus V. Mazzari)
Aula 2: História do Doutor João Fausto (1587, edição de Johann Spies) e A Trágica
História do Doutor Fausto (aprox.1590) de Christopher Marlowe (Mário Luiz
Frungillo)
Aula 3: Fausto I (1808), de J. W. Goethe (Helmut Galle)
Aula 4: Fausto II (1833), de J. W. Goethe (Klaus Eggensperger)
Aula 5: A recepção do Fausto na literatura brasileira (Irene Bitinas)
Aula 6: Do Livro de São Cipriano ao Ferreiro das Três Idades: o Pacto na cultura
popular brasileira (Isabel Rebelo Roque)
Aula 7: Doutor Fausto (1947), de Thomas Mann (Luísa Coquemala)
Aula 8: Mestre e Margarida (1966; 1973), de Mikhail Bulgákov (Irineu Franco
Perpétuo)
Aula 9: Grande Sertão: Veredas (1956), de J. Guimarães Rosa (Maria Cecilia Marks)


Bibliografia:
ANÔNIMO. História do Doutor João Fausto (tradução de Mário L. Frungillo). São
Paulo: Ateliê Editorial, 2018.
BARRENTO, João. “Fausto, a ideologia fáustica e o homem fáustico”. In Fausto na
literatura europeia (org. J. Barrento). Lisboa: apáginastantas, 1984.
BERMAN, Marshall. “O Fausto de Goethe: A Tragédia do Desenvolvimento”. In Tudo
o que é sólido desmancha no ar. São Paulo: Companhia das Letras, 2007.
BINSWANGER, Hans Christoph. Dinheiro e Magia. Uma crítica da economia
moderna à luz do Fausto de Goethe (tradução de Maria Luiza Borges e Marcus
Mazzari). Rio de Janeiro: Zahar, 2011.
BOSI, Alfredo. “O projeto fáustico entre o mito e a ideologia”. In Ideologia e
contraideologia. São Paulo: Companhia das Letras, 2010
BULGÁKOV, Mikhail. O Mestre e Margarida (tradução de Irineu Franco Perpétuo).
São Paulo: Editora 34, 2017.
CALDERÓN de la BARCA. O mágico prodigioso (tradução de Orlando Neves).
Porto: Livraria Civilização Editora, 1968.
DURÃES, Fani Schiffer. O mito de Fausto em Grande sertão: Veredas. Rio de Janeiro:
Academia Brasileira de Letras, 1999.
FERREIRA, Jerusa Pires. “Fausto no horizonte latino-americano”. In: GALLE, H.;
Mazzari, M. (org.). Fausto e a América Latina. São Paulo: Humanitas, 2010.
O Livro de São Cipriano: uma legenda de massas. São Paulo: Perspectiva, 1992.
FRANCO, Gustavo H. B. “Fausto e a tragédia do desenvolvimento brasileiro”. In
(posfácio) Dinheiro e Magia. Uma crítica da economia moderna à luz
do Fausto de Goethe. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.
GALLE, Helmut e Marcus Mazzari (org.). Fausto e a América Latina. São Paulo:
Humanitas, 2010.
GOETHE, J. W. v. Fausto – Uma tragédia. Primeira parte (tradução de Jenny Klabin
Segall). São Paulo: Editora 34, 2004 (11ª edição ampliada: 2023).
Fausto – Uma tragédia. Segunda parte (tradução de J. K. Segall). São Paulo:
Editora 34, 2007 (4ª edição ampliada: 2022).
GOTTHELF, Jeremias. A aranha negra (tradução de Marcus V. Mazzari). São Paulo:
Editora 34, 2017.
JAEGER, Michael. “A aposta de Fausto e o processo da Modernidade”. In Revista
Estudos Avançados, nº 59, 2007 (tradução de Marcus Mazzari).
https://www.scielo.br/j/ea/a/6LFB6HPhYFfDqhjtdv8Bq7g/
LIMA, Natanael de. “O Ferreiro das Três Idades”. São Paulo: Luzeiro, s/d.
MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria: “A Igreja do Diabo”, in Contos (org. John
Gledson). São Paulo: Companhia das Letras, 1998.
MANN, Thomas. Doutor Fausto. A vida do compositor alemão Adrian Leverkühn
narrada por um amigo (tradução de Herbert Caro). São Paulo: Companhia das Letras,
2015.
MARLOWE, Christopher [et. al.]. A trágica história do Doutor Fausto (tradução de Luís Bueno e Caetano W. Galindo). São Paulo: Ateliê Editorial, 2018.
MAZZARI, Marcus V. A dupla noite das tílias. História e natureza no Fausto de
Goethe. São Paulo: Editora 34, 2019.
MURNAU, Friedrich Wilhelm. Fausto – Uma saga popular alemã. Berlim: UFA
GmbH, 1926. https://www.youtube.com/watch?v=yyZ-0Qr8JB0
PERPÉTUO, Irineu Franco. Como ler os russos. São Paulo: Todavia, 2021.
ROSA, João Guimarães. Grande Sertão: Veredas. São Paulo: Companhia das Letras,
2019.


 

Programa

Aula 1: Formação da literatura russa
Aula 2: Poesia e prosa no século XIX
Aula 3: Escolas literárias: Simbolismo e Acmeísmo
Aula 4: As vanguardas nas artes plásticas e na poesia

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Teóricos:
BERNARDINI, Aurora Fornoni. Púchkin e o começo da literatura russa. Caderno de Literatura e Cultura Russa, n. 1, p. 31-40, 2004.
CAVALIERE, Arlete Orlando. Arte e Cultura na Rússia Antiga. Beleza e Santidade. Revista de Estudos Orientais, São Paulo, Brasil, n. 3, p. 11–37, 1999.
CAVALIERE, Arlete. VÁSSINA, Elena. SILVA, Noé (org.). Tipologia do simbolismo russo. São Paulo: Humanitas, 2005.
GOMIDE, Bruno Barretto (org.). Antologia do pensamento crítico russo. São Paulo: Editora 34, 2017.
LÍVCHITS, Benedikt. O arqueiro de olho-e-meio. Tradução de Bruno Barretto Gomide. São Paulo: Carambaia, 2021.
MARKOV, Vladimir. Russian futurism: a history. Berkeley, Los Angeles: University of California Press, 1968.
POMORSKA, Krystyna. Formalismo e futurismo. São Paulo: Perspectiva, 2011.
RIPELLINO, Angelo Maria. A aventura dos futuristas. In: ___. Maiakóvski e o teatro de vanguarda. São Paulo: Perspectiva, 1971.

Literários:
CAMPOS, Augusto. CAMPOS, Haroldo. SCHNAIDERMAN, Boris (org.). Poesia russa moderna. Tradução de Augusto de Campos, Haroldo de Campos e Boris Schnaiderman. São Paulo: Brasiliense, 1985.
CAMPOS, Augusto. CAMPOS, Haroldo. SCHNAIDERMAN, Boris (org.). Maiakóvski: poemas. Tradução de Augusto de Campos, Haroldo de Campos e Boris Schnaiderman. São Paulo: Perspectiva, 2017.
KHARMS, Daniil. "Os sonhos teus vão acabar contigo". Tradução de Aurora Fornoni Bernardini, Daniela Mountian e Moissei Mountian. São Paulo: Kalinka, 2013.
LIÉRMONTOV, Mikhail. O herói do nosso tempo. Tradução de Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
LUCCHESI, Marco. Bizâncio. Rio de Janeiro: Record, 1998.
MAIAKÓVSKI, Vladimir. Sobre isto. Tradução de Letícia Mei. São Paulo: Editora 34, 2018.
MOUNTIAN, Daniela (org.). Poesia russa: seleta bilíngue. Tradução de Aurora Fornoni Bernardini. São Paulo: Kalinka, 2016.
PASTERNAK, Boris. Doutor Jivago. Tradução de Sonian Branco e Aurora Fornoni Bernardini. São Paulo: Companhia das Letras.
PÚCHKIN, Aleksandr Serguéievitch. A dama de espadas. Tradução de Boris Schnaiderman e Nelson Ascher. São Paulo: Editora 34, 2018.
TSVETÁEVA, Marina. Aos meus versos, escritos tão cedo... chegará a sua hora. Tradução de Verônica Fillípovna. São José do Rio Preto: PONTOEDITA, 2022.

Programa

II – Conteúdo 
1. Por que não realismo metafísico, realismo interno nem relativismo cognitivo? 
2. Percepção direta, relatividade conceitual e pluralismo conceitual. 
3. Compreensão, verdade e de justificação. 
4. Realismo natural e a explicação do sucesso da ciência. 

III - Métodos Utilizados 
Aulas expositivas, discussão de textos e problemas. 

IV – Atividades Discentes 
Leitura dos textos centrais de cada aula e participação nas discussões. 

V – Critérios de Avaliação Participação 
Presença em pelo menos 80% das aulas. 

VI – Bibliografia 
AUXIER, Randall E.; ANDERSON, Douglas R.; HAHN, Lewis E. (Eds.) (2015) The Philosophy of Hilary Putnam. Chicago: Open Court. 
BAGHRAMIAN, Maria (ed.) (2012) Reading Putnam. London: Routledge. 
BEN-MENAHEM, Yemima (ed.) (2005) Hilary Putnam. Cambridge: Cambridge University Press. 
CASE, Jennifer, "On the Right Idea of a Conceptual Scheme”. In: The Southern Journal of Philosophy XXXV, 1 (Spring 1997), 1-18 
CASE, Jennifer, The heart of Putnam's pluralistic realism. In: Revue internationale de philosophie, 4/2001 (n° 218), p. 417-430. 
CONANT, James; ZEGLEN, Urszula M. (eds.) (2002) Hilary Putnam: pragmatism and realism. London, New York: Routledge.
CLARK, Peter; HALE, Bob (eds.) (1994) Reading Putnam. Oxford: Blackwell. 
PUTNAM, Hilary (1975a) “The meaning of ‘meaning’”. In: H. Putnam (1975) Mind, Language and Reality. Philosophical papers vol. 2. Cambridge: Cambridge University Press. p. 215-271. 
PUTNAM, Hilary (1975b) Mind, Language and Reality. Philosophical papers vol. 2. Cambridge: Cambridge University Press. p. 215-271. 
PUTNAM, Hilary (1976) Realism and reason. In: H. Putnam (1978) Meaning and the moral science. Boston/London/Henley: Routledge & Kegan Paul. p. 123-138. 
PUTNAM, Hilary (1978a) Meaning and the moral science. Boston/London/Henley: Routledge & Kegan Paul. 
PUTNAM, Hilary (1978b) Models and reality. In: H. Putnam (1983) Realism and reason. Cambridge: Cambridge University Press, p. 1-25. 
PUTNAM, Hilary (1981) Reason, truth and history. Cambridge: Cambridge University Press. 
PUTNAM, Hilary (1983) Realism and Reason. Philosophical papers vol. 3. Cambridge: Cambridge University Press. 
PUTNAM, Hilary (1987) The many faces of realism. La Salle, IL: Open Court. 
PUTNAM, Hilary (1990) Realism with a human face. Massachusetts: Harvard University Press. 
PUTNAM, H. (1991) Does the disquotational theory of truth solve all philosophical problems? In: H. Putnam; J. Conant (ed.) (1995) Words and life. Cambridge: Harvard University Press, p. 264-278. 
PUTNAM, Hilary (1992) Renewing philosophy. Cambridge: Harvard University Press. 
PUTNAM, Hilary (1994) The Dewey Lectures 1994 – Sense, nonsense, and the senses: an inquiry into the powers of the human mind”. The Journal of Philosophy, v. 91. 
PUTNAM, Hilary (1995) Pragmatism: an open question. Cambridge: Blackwell. 
PUTNAM, Hilary (1999) The threefold cord: mind, body and world. Nova York: Columbia University Press. 
PUTNAM, Hilary (2001) Reply to Jennifer Case. In: Revue internationale de philosophie, 2001/4 (n° 218), p. 431-438. 
PUTNAM, Hilary (2004a) Ethics without ontology. Cambridge, Mass.: Harvard University Press. 
PUTNAM, Hilary (2004b) Sosa on internal realism and conceptual relativity In: John Greco (ed.) (2004) Ernest Sosa: And His Critics. Malden: Blackwell, 237-248. 
PUTNAM, Hilary (2012a) Philosophy in an age of science: physics, mathematics, and skepticism. Cambridge: Harvard University Press. 
PUTNAM, Hilary (2012b) Sensation and apperception. In: Miguens; Preyer (eds.) (2012) Consciousness and Subjectivity. Berlin: Ontos Verlag, 39-50. 
PUTNAM, Hilary (2015a) Intellectual autobiography of Hilary Putnam. In: AUXIER, Randall E.; ANDERSON, Douglas R.; HAHN, Lewis E. (Eds.) (2015) The Philosophy of Hilary Putnam. Chicago: Open Court. p. 3-110. 
PUTNAM, Hilary (2015b) Reply to Yemima Ben-Menahem. In: AUXIER, Randall E.; ANDERSON, Douglas R.; HAHN, Lewis E. (Eds.) (2015) The Philosophy of Hilary Putnam. Chicago: Open Court. p. 481-485. 
PUTNAM, Hilary (2015c) Naturalism, Realism, and Normativity. Association In: Journal of the American Philosophical Association / Volume 1 (02), p. 312-328.