Programa

Aula 1 (13/02/2020) – 14:00 às 15:50:

·         Introdução do curso: Mas afinal, quem é e o que escreveu Qorpo-Santo?: dados biográficos e juízos estéticos;

Aula 2 (13/02/2020) – 16:10 às 18:00:

·         Ensiqlopédia ou Seis Mezes de huma Enfermidade: leitura e apreciação dos principais trechos da extensa obra literária de Qorpo-Santo;

Aula 3 (14/02/2020) – 14:00 às 15:50:

·         A cena histórica-cultural brasileira (1851-1878) nas cidades de Porto Alegre e Rio de Janeiro;

·         Leitura das peças Certa Entidade em Busca de Outra e Duas Páginas em Branco e análise a partir de elementos característicos dos gêneros teatrais populares.

Aula 4 (14/02/2020) – 16:00 às 18:00

·         Fechamento do curso: Um bufão, um louco ou gênio?: ressignificando a produção literária de Qorpo-Santo.
 
Referências bibliográficas:
 
Fontes primárias:
Correio da Manhã (Rio de Janeiro)
Correio do Povo (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
Diário do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)
Diário de Notícias (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
Echo do Sul (Rio Grande, Rio Grande do Sul)
Estado de São Paulo (São Paulo)
Folha da Tarde (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
Folha de São Paulo (São Paulo)
Jornal do Brasil (Rio de Janeiro)
Jornal do Commercio (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
O Mercantil (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
O Novo Rio-Grandense (Rio Grande, Rio Grande do Sul)
Relatórios dos Presidentes das Províncias Brasileiras: Império – 1830 a 1889 (Rio Grande do Sul)
Sentinela do Sul (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
 
Obras de Qorpo-Santo:
 
QORPO-SANTO, José Joaquim de Campos Leão. As relações naturais e outras comédias. Fixação do texto, prefácio e notas por Guilhermino César. 2 ed. Porto Alegre: Movimento/IEL/UFRGS, 1976. (Teatro Brasileiro, 2).
___________. Miscelânea Quriosa. ESPIRITO SANTO, Denise (org.). Rio de Janeiro: Editora Casa da Palavra, 2003.
___________. Poemas. ESPIRITO SANTO, Denise (org.). Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2000.
___________. Teatro completo. Apresentação de Eudinyr Fraga. São Paulo: Iluminuras, 2001.
___________. Ensiqlopédia ou Seis Mezes de huma Enfermidade. Disponível em: www.pucrs.br/biblioteca/qorposanto. Acesso em: 18, jan., 2014.
Fortuna crítica sobre Qorpo-Santo:
AGUIAR, Flávio Wolf. Os homens precários: inovação e convenção na dramaturgia de Qorpo-Santo. Porto Alegre: A Nação/Instituto Estadual do Livro, 1975.
___________________. “Qorpo-Santo”. In: FARIA, João Roberto (Org). História do Teatro Brasileiro: das origens ao teatro profissional da primeira metade do século XX (volume I). São Paulo: Perspectiva, 2012, p. 250-253.
ASSIS BRASIL, Luiz Antonio. Cães da província. Porto Alegre: L&PM Editores, 2010, 1994. 188
CÉSAR, Guilhermino. Prefácio. In: AGUIAR, Flávio Wolf. Os homens precários: inovação e convenção na dramaturgia de Qorpo-santo. Porto Alegre: A Nação/ Instituto Estadual do Livro, 1975, p. 7-10.
CRISTALDO, Janer (org.). Qorpo Santo de Corpo Inteiro. São Paulo: eBooksBrasil (Fonte digital), 2006.
DIAS, Maria Aparecida Ramos. Qorpo-Santo à luz do trágico em Nietzsche. Trabalho de Conclusão do Curso de Especialização em Pedadogia da Arte – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2013,76 páginas.
FARIA, João Roberto. “Qorpo-Santo e as formas do cômico”. In. O teatro na estante: estudos sobre dramaturgia brasileira e estrangeira. Cotia (SP): Ateliê, 1998, p. 74-94.
FINAZZI-ÁGRO, Éttore. “Corpo mal-dito considerações à margem da obra de Qorpo-Santo”. Revista Teresa de Literatura Brasileira, São Paulo, n. 15, p. 76-87, 2015.
FISCHER, Luís Augusto. Coruja, Qorpo-Santo e Jacaré. Porto Alegre: L&PM, 2013.
FRAGA, Eudinyr. Qorpo-Santo: surrealismo ou absurdo? São Paulo: Editora Perspectiva, 1988.
________________. “Um corpo que se queria santo”. In: QORPO-SANTO, José Joaquim de Campos Leão. Teatro completo. São Paulo: Iluminuras, 2001, pp. 7-24. FROSCH, Friedrich. “Qorpo-Santo: a canonização de certo Campos Leão ou inadaptação X inépcia”. Revista Terceira Margem, Rio de Janeiro, n. 23, pp. 49-71, 2010. GONÇALVES, Maria Clara. Percorrendo o universo de devaneios, distorções e dualidades: considerações acerca da dramaturgia de Qorpo-Santo. 2011. Dissertação – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Letras (Campus de Assis), 2011, 132 páginas.
PIGNATARI, Décio. Contracomunicações. São Paulo: Editora Perspectiva, 1971.
 
Estudos sobre o Rio Grande do Sul no século XIX:
COLUSSI, Eliane Lucia. A maçonaria gaúcha no século XIX. UPF Editora: Passo Fundo, 2003.
FERREIRA, Athos Damasceno. Imprensa Caricata do Rio Grande do Sul no século XIX. Porto Alegre: Globo, 1962.
______________. Imprensa literária de Porto Alegre no século XIX. Porto Alegre: Editora da URGS, 1975. ______________. Jornais críticos e humorísticos de Porto Alegre no século XIX. Porto Alegre: Globo, 1944.
______________. Palco, salão e picadeiro em Porto Alegre no século XIX. Porto Alegre: Globo, 1956.
______________ et al. O teatro São Pedro na virada cultural do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Departamento de Assuntos Culturais da SEC, 1975.
FISCHER, Antenor. Antologia da literatura dramática do Rio Grande do Sul (século XIX). Porto Alegre : FischerPress, 2015.
GOMES, José Cândido. Chronicas de Porto Alegre. Porto Alegre: Tipografia do Mercantil, 1853.
HESSEL, Lothar. O teatro no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Ed. da Universidade/UFRGS, 1999.
_______________. O Partenon Literário e sua obra: por Lothar F. Hessel e outros. Porto Alegre: FLAMA, 1976.

 

Programa

I. OBJETIVOS

Este curso de difusão tem como objetivo oferecer uma introdução à problemática do olhar, à partir da fenomenologia e da psicanálise. Movimento dos olhos em uma certa direção que se distingue da simples visão, o olhar é tradicionalmente associado à luz e ao conhecimento, por um lado, e ao belo e ao desejo, por outro. Essa dupla perspectiva será nossa porta de entrada para uma leitura da questão do olhar em suas relações com questões filosóficas centrais, como a intersubjetividade, a relação entre fenômeno e realidade, ou ainda a disjunção entre conhecimento e desejo. Além disso, trata-se de propor uma articulação entre filosofia e clínica psicanalítica, principalmente à partir das questões da vergonha e do trauma.


II. PROGRAMA

I. Introdução : a visão e olhar

II. O olhar e o Outro : Sartre

III. O olhar e o invisível: Merleau-Ponty

IV. O olhar como objeto : Lacan

V. Perspectivas filosóficas e clínicas : o olhar, a vergonha e o trauma


III. JUSTIFICATIVA DO PROGRAMA

Trata-se de autores que abordaram a questão do olhar de maneira bastante direta e que nos permitem de efetuar uma trajetória que vai da fenomenologia à psicanálise.

V. JUSTIFICATIVA DO CURSO (A importância do Curso)

Curso de difusão cuja origem é uma pesquisa de pós-doutorado, podendo interessar alunos de graduação, de pós-graduação, assim como o público em geral.

IV. MÉTODOS UTILIZADOS

Aulas expositivas e discussão com os alunos.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MERLEAU-PONTY, M. Phénoménologie de la perception, Paris, Gallimard « Tel », 1945
MERLEAU-PONTY, M. L’œil et l’esprit, Paris, Gallimard, 1960
MERLEAU-PONTY, M., Le visible et l’invisible, Paris, Gallimard « Tel », 1964
LACAN J., Écrits, Paris, Seuil, 1966.
LACAN J., Les quatre concepts fondamentaux de la psychanalyse, Paris, Seuil, 1973
LACAN J., Autres écrits, Paris, Seuil, 2001
SARTRE J.P., La transcendance de l’ego et d’autres textes, Paris, Vrin, 2003
SARTRE J.P., L’être et le néant, Paris, Gallimard, 1943

Programa

Programa completo:
De 10 de junho a 24 de junho de 2021, das 14:00 às 17:00
Carga horária: 9 horas

10/06/2021
Audiodescrição: termos e terminologias, limites e limitações
Exemplos de eventos ao vivo com audiodescrição

17/06/2021
A equipe de audiodescrição: elementos indispensáveis e profissionais de apoio
Com a palavra, o consultor

24/06/2021
AD remota, tecnologias e aproximação social
Os recursos adicionais: maquetes táteis, visitas guiadas, convite sonoro, etc.

Referência bibliográfica:

AMERICAN COUNCIL OF THE BLIND. Disponível em http://www.acb.org/adp/ad.html.
Acesso 12.jan.2020
ARAÚJO, Vera Lúcia Santiago & ADERALDO, Narisa Ferreira (orgs.)
Os novos rumos da pesquisa em audiodescrição no Brasil. Curitiba: Ed CRV, 2013.
FRANCO, Eliana Paes Cardoso. Em busca de um modelo de acessibilidade audiovisual para cegos no Brasil: um projeto piloto In: TradTerm, 13, 2007, p. 171-185. Disponível em <
http://myrtus.uspnet.usp.br/tradterm/site/images/revistas/v13n1/v13n1a1…; Acesso 12.jan.2020.
Guia para Produções Audiovisuais Acessíveis; Ministério da Cultura, Secretaria do Audiovisual (SAv). Disponível em https://www.dropbox.com/s/8uafqb41loyshsf/Guia%20para%20Producoes%20Aud…
om%20audiodescricao%20das%20imagens%29.pdf. Acesso em 12.jan.2020
ITC Guidance On Standards for Audio Description. Disponível em msradio.huji.ac.il/narration.doc Acesso nov.2017
PERROTTI-GARCIA, Ana Julia e BRAHEMCHA, Fernanda (orgs.). Ao Vivo e A Cores, relatos de casos de audiodescrição de eventos ao vivo. KDP, no prelo. Previsão de publicação 2021.

Programa

Aula 1 – O que é “magia”?
O que costuma ser visto como/associado à “magia” hoje em dia? O que a diferenciaria da
religião e quem são seus praticantes? Discussão guiada baseada em estudos críticos modernos
e passagens selecionadas de obras antigas (e.g. Apologia de Apuleio; PGM 4).

Aula 2 – Representações da magia e seus praticantes
Discussão sobre figuras associadas à magia (como Medeia, Circe, Ostanes e Zoroastro) em
obras poéticas (e.g. Odisseia; Medeia, de Eurípides; Argonáuticas, de Apolônio de Rodes) e
em prosa (e.g. História Natural, de Plínio Velho; Apologia, de Apuleio).

Aula 3 – Introdução aos papiros mágicos greco-egípcios
Introdução aos papiros mágicos greco-egípcios (= PGM). Discussão sobre datação, linguagem,
contexto histórico-cultural e exemplos de diferentes práticas ritualísticas.

Aula 4 – Sincretismo e ecletismo nos papiros mágicos greco-egípcios
Discussão sobre a coexistência de elementos pagãos (greco-romanos e egípcios) e judaicos nos
papiros mágicos, baseada sobretudo em passagens do PGM 3, PGM 4 e PGM 13.

Aula 5 – Hermetismo no Corpus Hermeticum
Introdução ao Corpus Hermeticum (= C.H.); discussão sobre temáticas (e.g. modo revelatório,
concepções de conhecimento e do divino) e personagens do corpus (Hermes, Tot/Tat,
Poimandres, Ísis e Hórus) exemplificadas em passagens de três composições (C.H. 1, C.H. 4 e
C.H. 23).

Aula 6 – Hermetismo para além do Corpus Hermeticum
Discussão sobre evidências antigas do hermetismo fora do Corpus Hermeticum, tais como
composições da Biblioteca de Nag Hammadi (= N.H.C. VI.6-8), trechos da obra alquímica
anônima Carta de Ísis a Hórus e passagens dos papiros mágicos greco-egípcios.

Aula 7 – Alquimia greco-egípcia: Pseudo-Demócrito e os papiros de Leiden e de
Estocolmo
Introdução às obras alquímicas de Pseudo-Demócrito, com discussão sobre a datação, a
tradição de associar o atomista Demócrito à literatura técnica e os principais interesses técnicos
de suas obras. Introdução aos papiros alquímicos de Leiden e de Estocolmo. Discussão sobre
datação, localidade, os principais interesses técnicos desses papiros e suas relações com os
papiros mágicos greco-egípcios.

Aula 8 – Alquimia greco-egípcia: literatura anônima/pseudepigráfica
Introdução geral ao corpus alquímico e discussão sobre duas de suas obras (o Diálogo entre os
Filósofos e a Cleópatra e a Carta de Ísis a Hórus).

Aula 9 – Alquimia greco-egípcia: Zósimo de Panópolis (parte I)
Introdução à obra de Zósimo de Panópolis, o primeiro autor histórico da alquimia grecoegípcia. Discussão de passagens da obra Sobre a Letra Omega.

Aula 10 – Alquimia greco-egípcia: Zósimo de Panópolis (parte II) & encerramento
Discussão de passagens das Memórias 10-12 (também conhecidas como Visões) de Zósimo de
Panópolis. Discussão final sobre os assuntos abordados no curso como um todo.

Referências bibliográficas

APULEIUS (2017). Apologia. Florida. De Deo Socratis. Edição e tradução de Christopher P.
Jones. Cambridge, MA: Harvard University Press.
BETZ, H. D. (1992). The Greek Magical Papyri in Translation, including the Demotic Spells.
2
a edição. Chicago & Londres: The University of Chicago Press.
BIDEZ, J. & CUMONT, F. (1938). Les mages hellenisés: Zoroastre, Ostanès, et Hypaste
d’après la tradition grecque. 2 volumes. Paris: Les Belles Lettres.
BORTOLANI, L. M. (2016). Magical Hymns from Roman Egypt: a Study of Greek and
Egyptian Traditions of Divinity. Cambridge: Cambridge University Press.
CARDOSO, P. S. F. (2016). Voces magicae: o poder das palavras nos Papiros Gregos
Mágicos. Dissertação de Mestrado. Universidade de São Paulo: Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas.
EDMONDS, R. G. (2019). Drawing Down the Moon: Magic in the Ancient Greco-Roman
World. Princeton & Oxford: Princeton University Press.
EDWARDS, M. J. (2015). Religions of the Constantinian Empire. Nova Iorque: Oxford
University Press.
EURÍPIDES (2010). Medeia. Tradução, posfácio e notas de Trajano Vieira. São Paulo: Editora
34.
EURÍPIDES (1991). Medeia, Hipólito, As Troianas. Tradução do grego e apresentação de
Mário da Gama Cury. Rio de Janeiro: Zahar.
FESTUGIÈRE, A. J. (1944-1954). La révélation d’Hermès Trismégiste, 4 volumes. Paris:
Lecoffre.
FOWDEN, G. (1993). The Egyptian Hermes: A Historical Approach to the Late Pagan Mind.
2ª edição. Princeton, New Jersey: Princeton University Press.
FRAZER, J. G. (1994) The Golden Bough: A New Abridgement. Oxford: Oxford University
Press.
GOSDEN, C. (2020). The History of Magic: From Alchemy to Witchcraft, from the Ice Age to
the Present. Viking (Penguin Books).
HALLEUX, R. (1981). Les alchimistes grecs. Tome I: Papyrus de Leyde. Papyrus de
Stockholm. Recettes, 3ª edição. Paris: Les Belles Lettres.
HOMERO (2011). Odisseia. Tradução, posfácio e notas de Trajano Vieira. São Paulo: Editora
34.
HOMERO (2010). Odisseia. Tradução de Frederico Lourenço. Penguin Companhia.
LESSES, R. (1996). “Speaking with Angels: Jewish and Greco-Egyptian Revelatory
Adjurations”, in The Harvard Theological Review 89:41-60.
MARTELLI, M. (2013). The Four Books of Pseudo-Democritus. Leeds: Maney Publishing.
MERTENS, M. (1983-4). Un traité greco-égyptien d’alchimie: la Lettre d’Isis à Horus.
Dissertação de Mestrado. Université de Liège: Faculté de Philosophie et Lettres.
_____________ (1995). Les alchimistes grecs. Tome IV: Zosime de Panopolis. Mémoires
authentiques. Paris: Les Belles Lettres.
MEYER, M. (2007). The Nag Hammadi Scriptures: The International Edition. Nova Iorque:
HarperOne.
NOCK, A.D. & FESTUGIÈRE, A.J, eds. (1945-1954). Corpus Hermeticum. 4 volumes. Paris:
Les Belles Lettres.
OGDEN, D. (2001) Greek and Roman Necromancy. Princeton: Princeton University Press.
PLINY (1989). Natural History. Tradução de W. H. S. Jones. Volume 8. Cambridge, MA:
Harvard University Press.
PREISENDANZ, K. (1973-4). Papyri Graecae Magicae = die grieschichen Zauberpapyri. 2
volumes. 2a edição. Leipzig: Teubner.
SILVA, S. C. (2012). Magia e Poder no Império Romano: A Apologia de Apuleio. São Paulo:
Annablume/FAPESP.
WATSON, L. (2019). Magic in Ancient Greece and Rome. Londres & Nova Iorque:
Bloomsbury.

Programa

– Aula 1 (09/08/2022) – Bang Jung-hwan e o ativismo literário em defesa da infância
Aqui, iremos contextualizar o surgimento da figura da criança na sociedade coreana entre as décadas de 1910 e 1920, dando destaque para a figura do poeta e ativista Bang Jung-hwan, autor da coletânea de contos de fadas “Um presente de amor (Sarangwi seonmul)”, de 1922, e criador da revista “Crianças (Órini)”, que foi publicada entre Março de 1923 e Julho de 1934, 2 mídias impressas e de circulação direcionadas a esse novo jovem leitor.
– Aula 2 (10/08/2022) – A poesia, música e narrativa para crianças entre mídias sonoras
Aqui, iremos nos deter nos 3 gêneros literários que deram forma à literatura infantil coreana em florescimento, os nomes por trás de cada um desses gêneros e o diferencial que foi a presença das histórias contadas e cantadas nas rádios e nos discos em difusão, como foi o caso do “Compilado das canções de Yun Seok-jung (Yunseokjungdongyojip)”, de 1932, do poeta e musicista Yun Seok-jung.
– Aula 3 (11/08/2022) – As ficções de resistência circulando entre os jovens leitores oprimidos
Aqui, iremos apresentar alguns nomes que propuseram não apenas novas obras, como também criaram meios outros de levar essa ficção infantil a um público comumente negligenciado pelos aparelhos militares japoneses, as crianças, mas que, entre os anos de 1930 e 1940, se tornaram alvo de um projeto de apagamento da língua e da cultura coreana, e que encontraram nas performances itinerantes uma possibilidade de acessar a produção literária.

Referências
CHO, Eun-sook; YEOM, Hee-kyung. How can we transcribe old text into a new form? – A critical review of the complete collection of Bang Jeong-hwan. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 33, p. 271-307, 2017.
JEONG, Jin-heon. Genre Division of Children's Literature and an Appearance of Early Childhood Literature: Focusing on Unexplored Early Childhood Literary Texts in the 1930s. Folktale and Translation, Seoul, n. 34, p. 241-273, 2017.
JEONG, Jin-heon; KIM, Seung-deok. A Study on Lee, Mu-young Children’s Literature in the 1930s. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 31, p. 173-196, 2016.
JEONG, Jin-heon; PARK, Hye-sook. A Study of Influence of Creative and Traditional Children’s Songs in the 1920s. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 29, p. 159-182, 2015.
JIN, Sun-hee. A Study on Children’s Verses in Journal The 『Eorini』 (2) – Focused on Contents of Author's Work. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 26, p. 173-229, 2014a.
JIN, Sun-hee. A Study on Children's Verses in Journal The 『Eorini』 (3) – Focused on Reader's verse. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 27, p. 143-188, 2014b.
KIM, Jina E. New Media and New Technology in Colonial Korea: Radio. In: PRESCOTT, Anne. (Ed.). East Asia in the World: An Introduction. New York: Routledge, 2015. p. 1-14.
KIM, Jina E. The Sonic Unconscious and the Wartime Radio Novel in Colonial Korea. In: YOON, Sun Yang. (Ed.). Routledge Handbook of Modern Korean Literature. London: Routledge, 2020. p. 275-291.
LEE, Yang-hee; JUNG, Byung-soo. Bang Jung Whan – The Korean Pioneer of Children’s Rights. The International Journal of Children’s Rights, Belfast, v. 23, n. 2, p. 261-271, jun. 2015.
RYU, Duck-jee. The Development and Meaning of the Proletarian Children’s Literature in the 1930s. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 26, p. 135-172, may 2014.
SHIN, Kyung-sook; LEE, Helen J. S. Living as a Colonial Girl: The Sonyǒ (少女) Discourse of School Curriculum and Newspapers in 1930s Korea. International Journal of Asian Studies, Cambridge, v. 18, n. 1, p. 1-16, 2020.
ZUR, Dafna. Figuring Korean Futures: Children’s Literature in Modern Korea. Redwood City: Stanford University Press, 2017.
ZUR, Dafna. The Construction of the Child in Korean Children’s Magazines, 1908-1950. Thesis (Doctor of Philosophy in Asian Studies). University of British Columbia/UBC, Vancouver, 2011.

Programa

1. Os tipos de texto dissertativo
2. As partes do texto dissertativo argumentativo
3. A relevância dos elementos coesivos entre orações, períodos e parágrafos
4. A esquematização de ideias antagônicas
5. A ordem de planejamento e de escrita dos argumentos do esquema final de ideias
6. O parágrafo e o tópico frasal
7. Tipos de enfoque dos argumentos
8. Tipos de introdução
9. Tipos de conclusão
10. A dissertação argumentativa com uma proposta de intervenção
11. Revisão das principais regras gramaticais da norma culta da Língua Portuguesa


Referências

GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em Prosa Moderna. 27 ed. São Paulo: FGV, 2010.

PACHECO, Angelo de Carvalho. A dissertação – teoria e prática. 20 ed. São Paulo, Atlas,2012.

Programa

1. Ementa 
Armênio clássico: alfabetização e gramática básica. 

2. Objetivos 
Alfabetizar e oferecer conhecimento das estruturas gramaticais básicas da língua 
armênia clássica. 

3. Programa 
1. Alfabeto 
1.1 Cursivo 
1.2 Tipográfico 

2. Fonética 

3. Fonologia 
3.1 Consonantismo 
3.2 Vocalismo 

4. Morfologia 
4.1 Caso 
4.2 Declinação 
4.2.1 Nominal 
4.2.2 Pronominal 
4.2.2.1 Pessoal 
4.3 Verbal 
4.3.1 Forma Nominal 
4.3.1.1 Infinitivo 
4.3.2 Conjugação 
4.3.2.1 Modo Indicativo 
4.3.2.1.1 Presente 

5. Método 
Aulas expositivas, escrita, leitura e tradução. 

6. Avaliação 
Avaliações e exercícios sobre os tópicos abordados durante o curso. 

7. Bibliografia 
AUCHER, P. Paschal. A Grammar of Armenian and English. Venice: Armenian Press of St. Lazarus, 1832. 
GODEL, Robert. An introduction to the study of Classical Armenian. Wiesbaden: Dr. Ludwig Reichert Verlag, 1975. 
GOČANEAN, Pōɫos. Uɫec‘oyc‘ dasakan uɫɫagrut‘ean. Vienna: Mxit‘arean Tparan, 2006. 
_____. Dasakan grabari gorcnakan k‘erakanutiwn. Vienna: Mxit‘arean Hratarakč‘utiwn, 2010. 
LAUER, M. Grammaire arménienne. Paris: Maisonneuve et Cie., 1883. 
MARTIROSYAN, Hrach K. Etymological dictionary of the Armenian inherited lexicon. Leiden: Brill, 2010. 
MINASSIAN, Martiros. Manuel pratique d’arménien ancien. Paris: Klincksieck, 2014. 
MEILLET, A. Esquisse d’une grammaire comparée de l’arménien classique. Vienne: Imprimerie des PP. Mékhitharistes, 1903. 
_____. Altarmenisches Elementarbuch. Heidelberg: Carl Winters Universität-buchhandlung, 1913. 
OLSEN, Brigit Anette. The noun in Biblical Armenian: origin and word-formation: with special emphasis on the Indo-European heritage. Berlin: Mouton de Gruyter, 1999. 
PATKANOFF, M. K. Recherches sur la formation de la langue arménienne. Paris: Imprimerie Nationale, 1871. 
RITTER, Ralf-Peter. Introducción al armenio antiguo. Madrid: Ediciones Clásicas, 1996. 
THOMSON, Robert W. An Introduction to Classical Armenian. New York: Caravan Books, 1975.

Programa

Aula 1
 
Primeira parte:
As relações inequívocas entre Humanidades Digitais e Paleografia
O que são as Humanidades Digitais
As três dimensões da Paleografia
 
Segunda parte:
As letras gótica e humanística
Atividade prática com a pena metálica
Reprodução de modelos das caligrafias gótica e humanística
A confecção de ligaduras e de abreviaturas
 
Aula 2
 
Primeira parte:
A Paleografia de Análise
Os cinco critérios de Mallon
Aplicação dos critérios
 
 
Segunda parte:
Atividade prática com a mesa digital
A importância do ductus
A relação entre o peso e o ângulo
O estabelecimento de alfabetos
O cotejo entre os alfabetos
 
Bibliografia
 
BERWANGER Ana Regina & LEAL João Eurípedes Franklin. Noções de paleografia e de diplomática. Santa Maria: Ed. UFSM, 2012.
BORGES NUNES, Eduardo. Abreviaturas paleográficas portuguesas. 3ª edição. Lisboa: Edições Cosmos, 1981.
CONTRERAS, Luis Nuñes. Manual de paleografia - fundamentos e historia de la escritura latina hasta el siglo VIII. Madrid: Ediciones Catedra S.A., 2004.
FLEXOR, Maria Helena Ochi. Abreviaturas: manuscritos dos séculos XVI ao XIX. 3ª. Ed – RJ: Arquivo Nacional, 2008.
MARCOTULIO, Leonardo Lennertz ; LOPES, C. R. S. ; BASTOS, M. J. M. ; OLIVEIRA, T. L. . Filologia, história e língua: olhares sobre o português medieval. 1. ed. São Paulo: Parábola, 2018. v. 1. 362p .
MARTÍNEZ, T. M. Paleografía y diplomática. Madrid: Universidad Nacional de Educación a Distancia, 1991.
MONTE, Vanessa Martins do. Correspondências Paulistas: as formas de tratamento em cartas de ciruclação pública (1765-1775). São Paulo: Humanitas/FAPESP, 2015.
MUZERELLE, Denis. Vocabulaire codicologique: répertoire méthodique des termes français relatifs aux manuscrits. Paris : Editions CEMI, 1985. (Rubricae, 1.)
TERRERO, Ángel Riesco (Ed.). Introducción a la paleografía y la diplomática general. Madrid: Síntesis, 2000.
FACHIN, Phablo Roberto Marchis. Descaminhos e dificuldades: leituras de manuscritos do século XVIII. Goiânia: Trilhas Urbanas/FAPESP, 2008.

 

Programa

Objetivo: apresentar os fundamentos históricos e conceituais da arte floral japonesa e
desenvolver a prática das técnicas introdutórias da criação floral da Escola de Ikebana Ikenobô.
Metodologia: as aulas serão divididas em três partes, a saber, apresentação teórico-conceitual
do tema, exercício prático executado pelos alunos, e avaliação/correção do trabalho pelos
professores.


Conteúdo Programático:
1. Apresentação do Curso – Fundamentos Conceituais e Formais da Arte Floral Japonesa -
Ikebana 生花 – Parte prática: - o oferecimento da flor / intenção / arranjo livre
2. O Tatehana (Tatebana) 立花 e o Rikka立花 / Parte prática: - a representação da
natureza / arranjo livre.
3. O triangulo básico – os Yakueda (ramos principais) / Parte prática: - nageire chokutai
4. As diferenças entre Rikka e Nageire 投入れ / Parte prática: - nageire shatai.
5. As marcas das estações / Parte prática: - nageire suitai.
6. A Forma e o Espaço na Arte Oriental (1) / Parte prática: - moribana 盛花chokutai
7. A Forma e o Espaço na Arte Oriental (2) / Parte prática: - moribana chokutai
8. Os conceitos estéticos derivados do Budismo Zen (1) / Parte prática: - moribana shatai
9. Os conceitos estéticos derivados do Budismo Zen (2) / Parte prática: - moribana shatai
10. O conceito estético Mu 無 (vazio) / Parte prática: - moribana suitai
11. O conceito estético Ma 間 (intervalo de espaço/tempo) / Parte prática: - moribana
suitai
12. A instituição das escolas de Ikebana / Parte prática: - shoka 生花 nisshuike(02
elementos)
13. As características da escola Ikenobô 池坊 / Parte prática: - shoka isshuike (01
elemento)
14. O Shoka 生花da escola Ikenobo / Parte prática: - shoka sansshuike (03 elementos)

15. Retorno das férias – revisão geral / Parte prática: - arranjo livre (escolha livre)
16. Os Yakueda do shoka (1) / Parte prática: - shoka sansshuike (03 elementos – lenhosa e
herbácea)
17. Os Yakueda do shoka (2) / Parte prática: - shoka sansshuike (03 elementos –
herbáceas)
18. As categorias formais de composição – Shin 真/ Parte prática: - Shoka shochikubai
19. As categorias formais de composição – Gyo 行/ Parte prática: - shoka (flores e galhos)
20. As categorias formais de composição – Sô 草/ Parte prática: - shoka (flores e folhas)
21. Os arranjos especiais – plantas da água / Parte prática: - shoka gyodoikê
22. Os arranjos especiais – plantas da água e da terra / Parte prática: - shoka suirikyu

23. A arte do séc. XX e o Ikebana (1) / Parte prática: - jiyuka 自由花 (arranjo livre)
24. A arte do séc. XX e o Ikebana (2) / Parte prática: - jiyuka (arranjo livre)
25. As atualizações da escola Ikenobô – estilos Shofutai正風体 e Shimputai 新風体 /
Parte prática: - shoka shimputai
26. O Ikebana e a contemporaneidade / Parte prática: - shoka shimputai
27. Estudo, projeto e desenvolvimento de arranjo para a exposição de encerramento do
curso / Parte prática: - arranjo pessoal (escolha de vaso e materiais).
Exposição pública dos trabalhos individuais. Encerramento do Curso.
Público alvo: comunidade USP e interessados em cultura japonesa.
Materiais: para os exercícios práticos serão necessários recipientes (vasos), suportes florais
(kenzan, forquilhas de madeira, etc.), tesoura apropriada, uma pequena toalha e uma sacola
plástica para transporte do material floral utilizado nas aulas.
Utilizaremos os recursos audiovisuais disponíveis para projeções de imagens e exibições de
filmes referentes aos temas abordados em classe.
Será cobrada dos alunos a taxa de R$ 70,00 (sessenta reais) por aula referente ao material
floral (flores, folhas e galhos) que será utilizado na parte prática da aula.


Bibliografia:
ABE, Kimiko e KAWAMURA, Tokuko – Ikebana, arte e criação no estilo Ikenobo, São Paulo,
Aliança Cultural Brasil Japão, 1993
BENEDICT, Ruth – O Crisântemo e a Espada: padrões de cultura japonesa, São Paulo,
Perspectiva, 1972
CHIANG SING – Ikebana, arte japonesa para arranjo de flores, Rio de Janeiro, Ediouro
Publicações, 1979
HERRIGEL, Gusty L. – O Zen da arte da cerimônia das flores, São Paulo, Pensamento, 2013
KATO, Shuichi – Tempo e Espaço na cultura japonesa, São Paulo, Estação Liberdade, 2012
SILVÉRIO DE SOUZA, Valderson C – Flores Vivas – a presença do Ikebana Ikenobo no Brasil, São
Paulo, dissertação de mestrado, FFLCHUSP, 2007
TAKENAKA, Reiko – Ikebana passo-a-passo, Tokyo, Patrimonio Tokyo LTD., 1998

 

 

Programa

Day 1
Class 1: History and structure of the Frankfurt School, leading figures (Horkheimer, Adorno); brief overview of the Marxist tradition
Reading: Marx-Engels: Manifesto of the Communist Party

Class 2: Horkheimer’s initial project: interdisciplinary Marxism as critical theory of capitalism; inclusion of psychology and theory of culture as keys to understanding capitalism. Horkheimer’s critical theory: interdisciplinary Marxist social theory; the critique of positivism; traditional reactionary theory versus critical progressive theory
Reading: Horkheimer: Traditional and critical theory.

Day 2
Class 3: Marcuse’s theory of affirmative culture; Marx’s treatment of culture: the base-superstructure model; culture as stabilizing factor. Benjamin’s theory of the work of art in modern times; the conception of the aura; art and politics
Reading: Walter Benjamin: The Work of Art in the Age of Its Technological Reproducibility
Class 4: Benjamin’s conception of history – messianic moments and critique of progress; the Arcades project; Horkheimer – Adorno: Dialectic of Enlightenment; historical and political context of the publication (1944): World War II; concept of Enlightenment as a critique of reason; the historical epoch of Enlightenment; domination as the essence of reason, nature as the object of domination; forms of Enlightenment
Reading: Horkheimer – Adorno: The Concept of Enlightenment.

Day 3
Class 5: Alienation in Horkheimer and Adorno; overview of forerunners (Rousseau, Marx, Lukács); culture industry; Adorno’s theory on popular culture; Adorno’s late philosophy of art in the Aesthetic theory
Reading: Horkheimer-Adorno: The Culture Industry: Enlightenment as Mass Deception

Class 6: The late Marcuse; summary of the first generation of critical theory: social philosophy without normative political philosophy. Second generation of critical theory: Jürgen Habermas’ The Theory of Communicative Action; social philosophy with normative foundations
Reading: Jürgen Habermas: The Theory of Communicative Action I, pp. 84-101.

Day 4
Class 7: Habermas’s conception of power; procedural democracy and civil society
Reading: Habermas, Jürgen: Three Normative Models of Democracy
Class 8: Recent developments: Axel Honneth and the problem of recognition; criticisms on the Frankfurt School; summarizing all-round discussion
Reading: Honneth: Reification as Forgetfulness of Recognition

Teaching method:
seminar course including the discussion of the required readings

Benjamin, Walter: The Work of Art in the Age of Its Technological Reproducibility. In: Walter Benjamin: The Work of Art in the Age of Its Technological Reproducibility, and Other Writings on Media. Cambridge (Mass.): Harvard Belknap Press. 2008.
Benjamin, Walter: On the Concept of History. http://members.efn.org/~dredmond/ThesesonHistory.html
Habermas, Jürgen: The Theory of Communicative Action. Vol. I. Boston: Beacon Press, 1984.
Habermas, Jürgen: Three Normative Models of Democracy. In: Constellations. Volume 1, Issue 1 December 1994, pp. 1-10.
Honneth, Axel: Reification as Forgetfulness of Recognition. In: Axel Honneth: Reification. A new Look at an old Idea. New York: Oxford University Press, 2008, pp. 52-63.
Honneth, Axel: Paths of Renewal (1): Socialism as Historical Experimantalism. In: Axel Honneth: The Idea of Socialism. Towards a Renewal. Cambridge: Polity Press, 2017. pp. 51-75.
Horkheimer, Max: The Present Situation of Social Philosophy and the Tasks of an Institute for Social Research. In: Max Horkheimer: Between Philosophy and Social Science. Selected Early Writings. Cambridge (Mass.): MIT Press, 1993. pp. 1-14.
Horkheimer, Max: Traditional and critical theory. In: Max Horkheimer: Critical Theory: Selected Essays. New York: Continuum Press, 1999. pp. 188–243.
Horkheimer, Max – Adorno, Theodor W.: The Concept of Enlightenment. In: Dialectic of Enlightenment: Philosophical Fragments. Stanford, CA: Stanford University Press, 2002, pp. 1-34.
Horkheimer, Max – Adorno, Theodor W.: The Culture Industry: Enlightenment as Mass Deception. In: Dialectic of Enlightenment: Philosophical Fragments. Stanford, CA: Stanford University Press, 2002. pp. 94-136.
Lukács, George: The Phenomenon of Reification. In: George Lukács: History and Class Consciousness. Cambridge (Mass.): MIT Press, 1971. https://www.marxists.org/archive/lukacs/works/history/hcc05.htm
Marcuse, Herbert: The Affirmative Character of Culture. In: Herbert Marcuse: Negations. Essays in Critical Theory. London: MayFly, 2009. p. 65-98. (more editions)
Marcuse, Herbert: The Historical Limits of the Established Reality Principle. In: Marcuse: Eros and Civilization. Boston (Mass.) Beacon Press,1955, pp. 129-139.
Marx, Karl – Engels, Friedrich: The Communist Manifesto. https://www.marxists.org/archive/marx/works/1848/communist-manifesto/

Recommended readings:
Held, David: Introduction to Critical Theory. Cambridge: Polity Press, 1980.
Olay, Csaba: Alienation. http://real.mtak.hu/152445/1/Csaba-Olay-Alienation.pdf
Rush, Fred (ed.): The Cambridge Companion to Critical Theory. Cambridge: Cambridge University Press, 2004.
Wiggershaus, Rolf: The Frankfurt School. Its History, Theories, and Political Significance. Cambridge (Mass.): MIT Press, 1995.