Programa

Aula 1: Formação da literatura russa
Aula 2: Poesia e prosa no século XIX
Aula 3: Escolas literárias: Simbolismo e Acmeísmo
Aula 4: As vanguardas nas artes plásticas e na poesia

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:
Teóricos:
BERNARDINI, Aurora Fornoni. Púchkin e o começo da literatura russa. Caderno de Literatura e Cultura Russa, n. 1, p. 31-40, 2004.
CAVALIERE, Arlete Orlando. Arte e Cultura na Rússia Antiga. Beleza e Santidade. Revista de Estudos Orientais, São Paulo, Brasil, n. 3, p. 11–37, 1999.
CAVALIERE, Arlete. VÁSSINA, Elena. SILVA, Noé (org.). Tipologia do simbolismo russo. São Paulo: Humanitas, 2005.
GOMIDE, Bruno Barretto (org.). Antologia do pensamento crítico russo. São Paulo: Editora 34, 2017.
LÍVCHITS, Benedikt. O arqueiro de olho-e-meio. Tradução de Bruno Barretto Gomide. São Paulo: Carambaia, 2021.
MARKOV, Vladimir. Russian futurism: a history. Berkeley, Los Angeles: University of California Press, 1968.
POMORSKA, Krystyna. Formalismo e futurismo. São Paulo: Perspectiva, 2011.
RIPELLINO, Angelo Maria. A aventura dos futuristas. In: ___. Maiakóvski e o teatro de vanguarda. São Paulo: Perspectiva, 1971.

Literários:
CAMPOS, Augusto. CAMPOS, Haroldo. SCHNAIDERMAN, Boris (org.). Poesia russa moderna. Tradução de Augusto de Campos, Haroldo de Campos e Boris Schnaiderman. São Paulo: Brasiliense, 1985.
CAMPOS, Augusto. CAMPOS, Haroldo. SCHNAIDERMAN, Boris (org.). Maiakóvski: poemas. Tradução de Augusto de Campos, Haroldo de Campos e Boris Schnaiderman. São Paulo: Perspectiva, 2017.
KHARMS, Daniil. "Os sonhos teus vão acabar contigo". Tradução de Aurora Fornoni Bernardini, Daniela Mountian e Moissei Mountian. São Paulo: Kalinka, 2013.
LIÉRMONTOV, Mikhail. O herói do nosso tempo. Tradução de Paulo Bezerra. São Paulo: Martins Fontes, 1999.
LUCCHESI, Marco. Bizâncio. Rio de Janeiro: Record, 1998.
MAIAKÓVSKI, Vladimir. Sobre isto. Tradução de Letícia Mei. São Paulo: Editora 34, 2018.
MOUNTIAN, Daniela (org.). Poesia russa: seleta bilíngue. Tradução de Aurora Fornoni Bernardini. São Paulo: Kalinka, 2016.
PASTERNAK, Boris. Doutor Jivago. Tradução de Sonian Branco e Aurora Fornoni Bernardini. São Paulo: Companhia das Letras.
PÚCHKIN, Aleksandr Serguéievitch. A dama de espadas. Tradução de Boris Schnaiderman e Nelson Ascher. São Paulo: Editora 34, 2018.
TSVETÁEVA, Marina. Aos meus versos, escritos tão cedo... chegará a sua hora. Tradução de Verônica Fillípovna. São José do Rio Preto: PONTOEDITA, 2022.

Programa

Detalhamento:

Introdução às práticas de escrita acadêmica em contextos francófonos;
● O gênero dissertation: características
● Organização do gênero: introdução, desenvolvimento, conclusão
● Construção da problemática
● Estratégias de argumentação e organização de ideias
● Elementos de coesão e coerência
● Leitura e análise de textos para redigir a dissertation
● Produções escritas do gênero dissertation

BIBLIOGRAFIA
CECR - Cadre européen commun de référence pour les langues:
https://www.coe.int/fr/web/common-european-framework-reference-languages. Acesso em: 10
maio 2025.
CHINELATO, Yasmin F.. O gênero “dissertação” em contexto francófono: elaboração de um
dispositivo didático para alunos brasileiros. 2024. Trabalho de Iniciação Científica –
Universidade de São Paulo, São Paulo, 2024.
COLOGNESI, Stéphane, DOLZ-MESTRE, Joaquim. Faire construire des scénarios pour
développer les capacités orales des élèves du primaire. In: J.-F. de Pietro, Carole Fisher & R.
Gagnon. L'oral aujourd'hui : perspectives didactiques. Namur : Presses Universitaires de
Namur, 2017.
DE PIETRO, Jean-François ; SCHNEUWLY, Bernard. Le modèle didactique du genre : un
concept de l'ingénierie didactique. In : Les cahiers THÉODILE, no. 3, pp. 27-52, 2003.
DEZUTTER, Olivier; LOUSADA, Eliane G.. Se former à la littératie académique, un défi pour
les étudiants et pour les professeurs. In: DEZUTTER, Olivier, LOUSADA, Eliane G. (org.). O
letramento acadêmico: competências específicas a desenvolver pelos estudantes universitários.
Campinas: Mercado de Letras, 2023. p. 23-44. Edição bilingue: português/francês.
DOLZ, J.; ABOUZAID, M. Pluralidade dos gêneros e singularidades do texto: tensões
constitutivas da didática das línguas. Linha D’Água, [S. l.], v. 28, n. 2, p. 5-25, 2015
DOLZ, Joaquim. As atividades e os exercícios de língua: uma reflexão sobre a engenharia
didática. In : D.E.L.T.A., v. 32, n. 1, p. 237-260, 2016.
DOLZ, Joaquim; GAGNON, Roxane; DECÂNDIO, Fabrício. Produção escrita e dificuldades
de aprendizagem. Capinas: Mercado de Letras, 2010.
LOUSADA, Eliane G.; TONELLI, Jaci Brasil; DIAS, Ana Paula Silva. Curso escrita acadêmica
em francês: um dispositivo para apoiar a mobilidade acadêmica. In: DEZUTTER, Olivier,
LOUSADA, Eliane G. (org.). O letramento acadêmico: competências específicas a desenvolver
pelos estudantes universitários. Campinas: Mercado de Letras, 2023. p. 23-44. Edição bilingue:
português/francês.
SCHNEUWLY, Bernard; DOLZ, Joaquim. Gêneros orais e escritos na escola. Tradução e
organização: Roxane Rojo e Glaís Sales Cordeiro. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2004.
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO. USP International Office. Cooperações: Instituições
conveniadas. Disponível em: https://internationaloffice.usp.br/consultaconvenios Acesso em:
10 maio 2025.

Programa

II – Conteúdo 
1. Por que não realismo metafísico, realismo interno nem relativismo cognitivo? 
2. Percepção direta, relatividade conceitual e pluralismo conceitual. 
3. Compreensão, verdade e de justificação. 
4. Realismo natural e a explicação do sucesso da ciência. 

III - Métodos Utilizados 
Aulas expositivas, discussão de textos e problemas. 

IV – Atividades Discentes 
Leitura dos textos centrais de cada aula e participação nas discussões. 

V – Critérios de Avaliação Participação 
Presença em pelo menos 80% das aulas. 

VI – Bibliografia 
AUXIER, Randall E.; ANDERSON, Douglas R.; HAHN, Lewis E. (Eds.) (2015) The Philosophy of Hilary Putnam. Chicago: Open Court. 
BAGHRAMIAN, Maria (ed.) (2012) Reading Putnam. London: Routledge. 
BEN-MENAHEM, Yemima (ed.) (2005) Hilary Putnam. Cambridge: Cambridge University Press. 
CASE, Jennifer, "On the Right Idea of a Conceptual Scheme”. In: The Southern Journal of Philosophy XXXV, 1 (Spring 1997), 1-18 
CASE, Jennifer, The heart of Putnam's pluralistic realism. In: Revue internationale de philosophie, 4/2001 (n° 218), p. 417-430. 
CONANT, James; ZEGLEN, Urszula M. (eds.) (2002) Hilary Putnam: pragmatism and realism. London, New York: Routledge.
CLARK, Peter; HALE, Bob (eds.) (1994) Reading Putnam. Oxford: Blackwell. 
PUTNAM, Hilary (1975a) “The meaning of ‘meaning’”. In: H. Putnam (1975) Mind, Language and Reality. Philosophical papers vol. 2. Cambridge: Cambridge University Press. p. 215-271. 
PUTNAM, Hilary (1975b) Mind, Language and Reality. Philosophical papers vol. 2. Cambridge: Cambridge University Press. p. 215-271. 
PUTNAM, Hilary (1976) Realism and reason. In: H. Putnam (1978) Meaning and the moral science. Boston/London/Henley: Routledge & Kegan Paul. p. 123-138. 
PUTNAM, Hilary (1978a) Meaning and the moral science. Boston/London/Henley: Routledge & Kegan Paul. 
PUTNAM, Hilary (1978b) Models and reality. In: H. Putnam (1983) Realism and reason. Cambridge: Cambridge University Press, p. 1-25. 
PUTNAM, Hilary (1981) Reason, truth and history. Cambridge: Cambridge University Press. 
PUTNAM, Hilary (1983) Realism and Reason. Philosophical papers vol. 3. Cambridge: Cambridge University Press. 
PUTNAM, Hilary (1987) The many faces of realism. La Salle, IL: Open Court. 
PUTNAM, Hilary (1990) Realism with a human face. Massachusetts: Harvard University Press. 
PUTNAM, H. (1991) Does the disquotational theory of truth solve all philosophical problems? In: H. Putnam; J. Conant (ed.) (1995) Words and life. Cambridge: Harvard University Press, p. 264-278. 
PUTNAM, Hilary (1992) Renewing philosophy. Cambridge: Harvard University Press. 
PUTNAM, Hilary (1994) The Dewey Lectures 1994 – Sense, nonsense, and the senses: an inquiry into the powers of the human mind”. The Journal of Philosophy, v. 91. 
PUTNAM, Hilary (1995) Pragmatism: an open question. Cambridge: Blackwell. 
PUTNAM, Hilary (1999) The threefold cord: mind, body and world. Nova York: Columbia University Press. 
PUTNAM, Hilary (2001) Reply to Jennifer Case. In: Revue internationale de philosophie, 2001/4 (n° 218), p. 431-438. 
PUTNAM, Hilary (2004a) Ethics without ontology. Cambridge, Mass.: Harvard University Press. 
PUTNAM, Hilary (2004b) Sosa on internal realism and conceptual relativity In: John Greco (ed.) (2004) Ernest Sosa: And His Critics. Malden: Blackwell, 237-248. 
PUTNAM, Hilary (2012a) Philosophy in an age of science: physics, mathematics, and skepticism. Cambridge: Harvard University Press. 
PUTNAM, Hilary (2012b) Sensation and apperception. In: Miguens; Preyer (eds.) (2012) Consciousness and Subjectivity. Berlin: Ontos Verlag, 39-50. 
PUTNAM, Hilary (2015a) Intellectual autobiography of Hilary Putnam. In: AUXIER, Randall E.; ANDERSON, Douglas R.; HAHN, Lewis E. (Eds.) (2015) The Philosophy of Hilary Putnam. Chicago: Open Court. p. 3-110. 
PUTNAM, Hilary (2015b) Reply to Yemima Ben-Menahem. In: AUXIER, Randall E.; ANDERSON, Douglas R.; HAHN, Lewis E. (Eds.) (2015) The Philosophy of Hilary Putnam. Chicago: Open Court. p. 481-485. 
PUTNAM, Hilary (2015c) Naturalism, Realism, and Normativity. Association In: Journal of the American Philosophical Association / Volume 1 (02), p. 312-328.

Programa

Aula 1 (13/02/2020) – 14:00 às 15:50:

·         Introdução do curso: Mas afinal, quem é e o que escreveu Qorpo-Santo?: dados biográficos e juízos estéticos;

Aula 2 (13/02/2020) – 16:10 às 18:00:

·         Ensiqlopédia ou Seis Mezes de huma Enfermidade: leitura e apreciação dos principais trechos da extensa obra literária de Qorpo-Santo;

Aula 3 (14/02/2020) – 14:00 às 15:50:

·         A cena histórica-cultural brasileira (1851-1878) nas cidades de Porto Alegre e Rio de Janeiro;

·         Leitura das peças Certa Entidade em Busca de Outra e Duas Páginas em Branco e análise a partir de elementos característicos dos gêneros teatrais populares.

Aula 4 (14/02/2020) – 16:00 às 18:00

·         Fechamento do curso: Um bufão, um louco ou gênio?: ressignificando a produção literária de Qorpo-Santo.
 
Referências bibliográficas:
 
Fontes primárias:
Correio da Manhã (Rio de Janeiro)
Correio do Povo (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
Diário do Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)
Diário de Notícias (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
Echo do Sul (Rio Grande, Rio Grande do Sul)
Estado de São Paulo (São Paulo)
Folha da Tarde (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
Folha de São Paulo (São Paulo)
Jornal do Brasil (Rio de Janeiro)
Jornal do Commercio (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
O Mercantil (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
O Novo Rio-Grandense (Rio Grande, Rio Grande do Sul)
Relatórios dos Presidentes das Províncias Brasileiras: Império – 1830 a 1889 (Rio Grande do Sul)
Sentinela do Sul (Porto Alegre, Rio Grande do Sul)
 
Obras de Qorpo-Santo:
 
QORPO-SANTO, José Joaquim de Campos Leão. As relações naturais e outras comédias. Fixação do texto, prefácio e notas por Guilhermino César. 2 ed. Porto Alegre: Movimento/IEL/UFRGS, 1976. (Teatro Brasileiro, 2).
___________. Miscelânea Quriosa. ESPIRITO SANTO, Denise (org.). Rio de Janeiro: Editora Casa da Palavra, 2003.
___________. Poemas. ESPIRITO SANTO, Denise (org.). Rio de Janeiro: Contra Capa Livraria, 2000.
___________. Teatro completo. Apresentação de Eudinyr Fraga. São Paulo: Iluminuras, 2001.
___________. Ensiqlopédia ou Seis Mezes de huma Enfermidade. Disponível em: www.pucrs.br/biblioteca/qorposanto. Acesso em: 18, jan., 2014.
Fortuna crítica sobre Qorpo-Santo:
AGUIAR, Flávio Wolf. Os homens precários: inovação e convenção na dramaturgia de Qorpo-Santo. Porto Alegre: A Nação/Instituto Estadual do Livro, 1975.
___________________. “Qorpo-Santo”. In: FARIA, João Roberto (Org). História do Teatro Brasileiro: das origens ao teatro profissional da primeira metade do século XX (volume I). São Paulo: Perspectiva, 2012, p. 250-253.
ASSIS BRASIL, Luiz Antonio. Cães da província. Porto Alegre: L&PM Editores, 2010, 1994. 188
CÉSAR, Guilhermino. Prefácio. In: AGUIAR, Flávio Wolf. Os homens precários: inovação e convenção na dramaturgia de Qorpo-santo. Porto Alegre: A Nação/ Instituto Estadual do Livro, 1975, p. 7-10.
CRISTALDO, Janer (org.). Qorpo Santo de Corpo Inteiro. São Paulo: eBooksBrasil (Fonte digital), 2006.
DIAS, Maria Aparecida Ramos. Qorpo-Santo à luz do trágico em Nietzsche. Trabalho de Conclusão do Curso de Especialização em Pedadogia da Arte – Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2013,76 páginas.
FARIA, João Roberto. “Qorpo-Santo e as formas do cômico”. In. O teatro na estante: estudos sobre dramaturgia brasileira e estrangeira. Cotia (SP): Ateliê, 1998, p. 74-94.
FINAZZI-ÁGRO, Éttore. “Corpo mal-dito considerações à margem da obra de Qorpo-Santo”. Revista Teresa de Literatura Brasileira, São Paulo, n. 15, p. 76-87, 2015.
FISCHER, Luís Augusto. Coruja, Qorpo-Santo e Jacaré. Porto Alegre: L&PM, 2013.
FRAGA, Eudinyr. Qorpo-Santo: surrealismo ou absurdo? São Paulo: Editora Perspectiva, 1988.
________________. “Um corpo que se queria santo”. In: QORPO-SANTO, José Joaquim de Campos Leão. Teatro completo. São Paulo: Iluminuras, 2001, pp. 7-24. FROSCH, Friedrich. “Qorpo-Santo: a canonização de certo Campos Leão ou inadaptação X inépcia”. Revista Terceira Margem, Rio de Janeiro, n. 23, pp. 49-71, 2010. GONÇALVES, Maria Clara. Percorrendo o universo de devaneios, distorções e dualidades: considerações acerca da dramaturgia de Qorpo-Santo. 2011. Dissertação – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Ciências e Letras (Campus de Assis), 2011, 132 páginas.
PIGNATARI, Décio. Contracomunicações. São Paulo: Editora Perspectiva, 1971.
 
Estudos sobre o Rio Grande do Sul no século XIX:
COLUSSI, Eliane Lucia. A maçonaria gaúcha no século XIX. UPF Editora: Passo Fundo, 2003.
FERREIRA, Athos Damasceno. Imprensa Caricata do Rio Grande do Sul no século XIX. Porto Alegre: Globo, 1962.
______________. Imprensa literária de Porto Alegre no século XIX. Porto Alegre: Editora da URGS, 1975. ______________. Jornais críticos e humorísticos de Porto Alegre no século XIX. Porto Alegre: Globo, 1944.
______________. Palco, salão e picadeiro em Porto Alegre no século XIX. Porto Alegre: Globo, 1956.
______________ et al. O teatro São Pedro na virada cultural do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Departamento de Assuntos Culturais da SEC, 1975.
FISCHER, Antenor. Antologia da literatura dramática do Rio Grande do Sul (século XIX). Porto Alegre : FischerPress, 2015.
GOMES, José Cândido. Chronicas de Porto Alegre. Porto Alegre: Tipografia do Mercantil, 1853.
HESSEL, Lothar. O teatro no Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Ed. da Universidade/UFRGS, 1999.
_______________. O Partenon Literário e sua obra: por Lothar F. Hessel e outros. Porto Alegre: FLAMA, 1976.

 

Programa

I. OBJETIVOS

Este curso de difusão tem como objetivo oferecer uma introdução à problemática do olhar, à partir da fenomenologia e da psicanálise. Movimento dos olhos em uma certa direção que se distingue da simples visão, o olhar é tradicionalmente associado à luz e ao conhecimento, por um lado, e ao belo e ao desejo, por outro. Essa dupla perspectiva será nossa porta de entrada para uma leitura da questão do olhar em suas relações com questões filosóficas centrais, como a intersubjetividade, a relação entre fenômeno e realidade, ou ainda a disjunção entre conhecimento e desejo. Além disso, trata-se de propor uma articulação entre filosofia e clínica psicanalítica, principalmente à partir das questões da vergonha e do trauma.


II. PROGRAMA

I. Introdução : a visão e olhar

II. O olhar e o Outro : Sartre

III. O olhar e o invisível: Merleau-Ponty

IV. O olhar como objeto : Lacan

V. Perspectivas filosóficas e clínicas : o olhar, a vergonha e o trauma


III. JUSTIFICATIVA DO PROGRAMA

Trata-se de autores que abordaram a questão do olhar de maneira bastante direta e que nos permitem de efetuar uma trajetória que vai da fenomenologia à psicanálise.

V. JUSTIFICATIVA DO CURSO (A importância do Curso)

Curso de difusão cuja origem é uma pesquisa de pós-doutorado, podendo interessar alunos de graduação, de pós-graduação, assim como o público em geral.

IV. MÉTODOS UTILIZADOS

Aulas expositivas e discussão com os alunos.


REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MERLEAU-PONTY, M. Phénoménologie de la perception, Paris, Gallimard « Tel », 1945
MERLEAU-PONTY, M. L’œil et l’esprit, Paris, Gallimard, 1960
MERLEAU-PONTY, M., Le visible et l’invisible, Paris, Gallimard « Tel », 1964
LACAN J., Écrits, Paris, Seuil, 1966.
LACAN J., Les quatre concepts fondamentaux de la psychanalyse, Paris, Seuil, 1973
LACAN J., Autres écrits, Paris, Seuil, 2001
SARTRE J.P., La transcendance de l’ego et d’autres textes, Paris, Vrin, 2003
SARTRE J.P., L’être et le néant, Paris, Gallimard, 1943

Programa

Programa completo:
De 10 de junho a 24 de junho de 2021, das 14:00 às 17:00
Carga horária: 9 horas

10/06/2021
Audiodescrição: termos e terminologias, limites e limitações
Exemplos de eventos ao vivo com audiodescrição

17/06/2021
A equipe de audiodescrição: elementos indispensáveis e profissionais de apoio
Com a palavra, o consultor

24/06/2021
AD remota, tecnologias e aproximação social
Os recursos adicionais: maquetes táteis, visitas guiadas, convite sonoro, etc.

Referência bibliográfica:

AMERICAN COUNCIL OF THE BLIND. Disponível em http://www.acb.org/adp/ad.html.
Acesso 12.jan.2020
ARAÚJO, Vera Lúcia Santiago & ADERALDO, Narisa Ferreira (orgs.)
Os novos rumos da pesquisa em audiodescrição no Brasil. Curitiba: Ed CRV, 2013.
FRANCO, Eliana Paes Cardoso. Em busca de um modelo de acessibilidade audiovisual para cegos no Brasil: um projeto piloto In: TradTerm, 13, 2007, p. 171-185. Disponível em <
http://myrtus.uspnet.usp.br/tradterm/site/images/revistas/v13n1/v13n1a1…; Acesso 12.jan.2020.
Guia para Produções Audiovisuais Acessíveis; Ministério da Cultura, Secretaria do Audiovisual (SAv). Disponível em https://www.dropbox.com/s/8uafqb41loyshsf/Guia%20para%20Producoes%20Aud…
om%20audiodescricao%20das%20imagens%29.pdf. Acesso em 12.jan.2020
ITC Guidance On Standards for Audio Description. Disponível em msradio.huji.ac.il/narration.doc Acesso nov.2017
PERROTTI-GARCIA, Ana Julia e BRAHEMCHA, Fernanda (orgs.). Ao Vivo e A Cores, relatos de casos de audiodescrição de eventos ao vivo. KDP, no prelo. Previsão de publicação 2021.

Programa

Aula 1 – O que é “magia”?
O que costuma ser visto como/associado à “magia” hoje em dia? O que a diferenciaria da
religião e quem são seus praticantes? Discussão guiada baseada em estudos críticos modernos
e passagens selecionadas de obras antigas (e.g. Apologia de Apuleio; PGM 4).

Aula 2 – Representações da magia e seus praticantes
Discussão sobre figuras associadas à magia (como Medeia, Circe, Ostanes e Zoroastro) em
obras poéticas (e.g. Odisseia; Medeia, de Eurípides; Argonáuticas, de Apolônio de Rodes) e
em prosa (e.g. História Natural, de Plínio Velho; Apologia, de Apuleio).

Aula 3 – Introdução aos papiros mágicos greco-egípcios
Introdução aos papiros mágicos greco-egípcios (= PGM). Discussão sobre datação, linguagem,
contexto histórico-cultural e exemplos de diferentes práticas ritualísticas.

Aula 4 – Sincretismo e ecletismo nos papiros mágicos greco-egípcios
Discussão sobre a coexistência de elementos pagãos (greco-romanos e egípcios) e judaicos nos
papiros mágicos, baseada sobretudo em passagens do PGM 3, PGM 4 e PGM 13.

Aula 5 – Hermetismo no Corpus Hermeticum
Introdução ao Corpus Hermeticum (= C.H.); discussão sobre temáticas (e.g. modo revelatório,
concepções de conhecimento e do divino) e personagens do corpus (Hermes, Tot/Tat,
Poimandres, Ísis e Hórus) exemplificadas em passagens de três composições (C.H. 1, C.H. 4 e
C.H. 23).

Aula 6 – Hermetismo para além do Corpus Hermeticum
Discussão sobre evidências antigas do hermetismo fora do Corpus Hermeticum, tais como
composições da Biblioteca de Nag Hammadi (= N.H.C. VI.6-8), trechos da obra alquímica
anônima Carta de Ísis a Hórus e passagens dos papiros mágicos greco-egípcios.

Aula 7 – Alquimia greco-egípcia: Pseudo-Demócrito e os papiros de Leiden e de
Estocolmo
Introdução às obras alquímicas de Pseudo-Demócrito, com discussão sobre a datação, a
tradição de associar o atomista Demócrito à literatura técnica e os principais interesses técnicos
de suas obras. Introdução aos papiros alquímicos de Leiden e de Estocolmo. Discussão sobre
datação, localidade, os principais interesses técnicos desses papiros e suas relações com os
papiros mágicos greco-egípcios.

Aula 8 – Alquimia greco-egípcia: literatura anônima/pseudepigráfica
Introdução geral ao corpus alquímico e discussão sobre duas de suas obras (o Diálogo entre os
Filósofos e a Cleópatra e a Carta de Ísis a Hórus).

Aula 9 – Alquimia greco-egípcia: Zósimo de Panópolis (parte I)
Introdução à obra de Zósimo de Panópolis, o primeiro autor histórico da alquimia grecoegípcia. Discussão de passagens da obra Sobre a Letra Omega.

Aula 10 – Alquimia greco-egípcia: Zósimo de Panópolis (parte II) & encerramento
Discussão de passagens das Memórias 10-12 (também conhecidas como Visões) de Zósimo de
Panópolis. Discussão final sobre os assuntos abordados no curso como um todo.

Referências bibliográficas

APULEIUS (2017). Apologia. Florida. De Deo Socratis. Edição e tradução de Christopher P.
Jones. Cambridge, MA: Harvard University Press.
BETZ, H. D. (1992). The Greek Magical Papyri in Translation, including the Demotic Spells.
2
a edição. Chicago & Londres: The University of Chicago Press.
BIDEZ, J. & CUMONT, F. (1938). Les mages hellenisés: Zoroastre, Ostanès, et Hypaste
d’après la tradition grecque. 2 volumes. Paris: Les Belles Lettres.
BORTOLANI, L. M. (2016). Magical Hymns from Roman Egypt: a Study of Greek and
Egyptian Traditions of Divinity. Cambridge: Cambridge University Press.
CARDOSO, P. S. F. (2016). Voces magicae: o poder das palavras nos Papiros Gregos
Mágicos. Dissertação de Mestrado. Universidade de São Paulo: Faculdade de Filosofia,
Letras e Ciências Humanas.
EDMONDS, R. G. (2019). Drawing Down the Moon: Magic in the Ancient Greco-Roman
World. Princeton & Oxford: Princeton University Press.
EDWARDS, M. J. (2015). Religions of the Constantinian Empire. Nova Iorque: Oxford
University Press.
EURÍPIDES (2010). Medeia. Tradução, posfácio e notas de Trajano Vieira. São Paulo: Editora
34.
EURÍPIDES (1991). Medeia, Hipólito, As Troianas. Tradução do grego e apresentação de
Mário da Gama Cury. Rio de Janeiro: Zahar.
FESTUGIÈRE, A. J. (1944-1954). La révélation d’Hermès Trismégiste, 4 volumes. Paris:
Lecoffre.
FOWDEN, G. (1993). The Egyptian Hermes: A Historical Approach to the Late Pagan Mind.
2ª edição. Princeton, New Jersey: Princeton University Press.
FRAZER, J. G. (1994) The Golden Bough: A New Abridgement. Oxford: Oxford University
Press.
GOSDEN, C. (2020). The History of Magic: From Alchemy to Witchcraft, from the Ice Age to
the Present. Viking (Penguin Books).
HALLEUX, R. (1981). Les alchimistes grecs. Tome I: Papyrus de Leyde. Papyrus de
Stockholm. Recettes, 3ª edição. Paris: Les Belles Lettres.
HOMERO (2011). Odisseia. Tradução, posfácio e notas de Trajano Vieira. São Paulo: Editora
34.
HOMERO (2010). Odisseia. Tradução de Frederico Lourenço. Penguin Companhia.
LESSES, R. (1996). “Speaking with Angels: Jewish and Greco-Egyptian Revelatory
Adjurations”, in The Harvard Theological Review 89:41-60.
MARTELLI, M. (2013). The Four Books of Pseudo-Democritus. Leeds: Maney Publishing.
MERTENS, M. (1983-4). Un traité greco-égyptien d’alchimie: la Lettre d’Isis à Horus.
Dissertação de Mestrado. Université de Liège: Faculté de Philosophie et Lettres.
_____________ (1995). Les alchimistes grecs. Tome IV: Zosime de Panopolis. Mémoires
authentiques. Paris: Les Belles Lettres.
MEYER, M. (2007). The Nag Hammadi Scriptures: The International Edition. Nova Iorque:
HarperOne.
NOCK, A.D. & FESTUGIÈRE, A.J, eds. (1945-1954). Corpus Hermeticum. 4 volumes. Paris:
Les Belles Lettres.
OGDEN, D. (2001) Greek and Roman Necromancy. Princeton: Princeton University Press.
PLINY (1989). Natural History. Tradução de W. H. S. Jones. Volume 8. Cambridge, MA:
Harvard University Press.
PREISENDANZ, K. (1973-4). Papyri Graecae Magicae = die grieschichen Zauberpapyri. 2
volumes. 2a edição. Leipzig: Teubner.
SILVA, S. C. (2012). Magia e Poder no Império Romano: A Apologia de Apuleio. São Paulo:
Annablume/FAPESP.
WATSON, L. (2019). Magic in Ancient Greece and Rome. Londres & Nova Iorque:
Bloomsbury.

Programa

– Aula 1 (09/08/2022) – Bang Jung-hwan e o ativismo literário em defesa da infância
Aqui, iremos contextualizar o surgimento da figura da criança na sociedade coreana entre as décadas de 1910 e 1920, dando destaque para a figura do poeta e ativista Bang Jung-hwan, autor da coletânea de contos de fadas “Um presente de amor (Sarangwi seonmul)”, de 1922, e criador da revista “Crianças (Órini)”, que foi publicada entre Março de 1923 e Julho de 1934, 2 mídias impressas e de circulação direcionadas a esse novo jovem leitor.
– Aula 2 (10/08/2022) – A poesia, música e narrativa para crianças entre mídias sonoras
Aqui, iremos nos deter nos 3 gêneros literários que deram forma à literatura infantil coreana em florescimento, os nomes por trás de cada um desses gêneros e o diferencial que foi a presença das histórias contadas e cantadas nas rádios e nos discos em difusão, como foi o caso do “Compilado das canções de Yun Seok-jung (Yunseokjungdongyojip)”, de 1932, do poeta e musicista Yun Seok-jung.
– Aula 3 (11/08/2022) – As ficções de resistência circulando entre os jovens leitores oprimidos
Aqui, iremos apresentar alguns nomes que propuseram não apenas novas obras, como também criaram meios outros de levar essa ficção infantil a um público comumente negligenciado pelos aparelhos militares japoneses, as crianças, mas que, entre os anos de 1930 e 1940, se tornaram alvo de um projeto de apagamento da língua e da cultura coreana, e que encontraram nas performances itinerantes uma possibilidade de acessar a produção literária.

Referências
CHO, Eun-sook; YEOM, Hee-kyung. How can we transcribe old text into a new form? – A critical review of the complete collection of Bang Jeong-hwan. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 33, p. 271-307, 2017.
JEONG, Jin-heon. Genre Division of Children's Literature and an Appearance of Early Childhood Literature: Focusing on Unexplored Early Childhood Literary Texts in the 1930s. Folktale and Translation, Seoul, n. 34, p. 241-273, 2017.
JEONG, Jin-heon; KIM, Seung-deok. A Study on Lee, Mu-young Children’s Literature in the 1930s. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 31, p. 173-196, 2016.
JEONG, Jin-heon; PARK, Hye-sook. A Study of Influence of Creative and Traditional Children’s Songs in the 1920s. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 29, p. 159-182, 2015.
JIN, Sun-hee. A Study on Children’s Verses in Journal The 『Eorini』 (2) – Focused on Contents of Author's Work. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 26, p. 173-229, 2014a.
JIN, Sun-hee. A Study on Children's Verses in Journal The 『Eorini』 (3) – Focused on Reader's verse. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 27, p. 143-188, 2014b.
KIM, Jina E. New Media and New Technology in Colonial Korea: Radio. In: PRESCOTT, Anne. (Ed.). East Asia in the World: An Introduction. New York: Routledge, 2015. p. 1-14.
KIM, Jina E. The Sonic Unconscious and the Wartime Radio Novel in Colonial Korea. In: YOON, Sun Yang. (Ed.). Routledge Handbook of Modern Korean Literature. London: Routledge, 2020. p. 275-291.
LEE, Yang-hee; JUNG, Byung-soo. Bang Jung Whan – The Korean Pioneer of Children’s Rights. The International Journal of Children’s Rights, Belfast, v. 23, n. 2, p. 261-271, jun. 2015.
RYU, Duck-jee. The Development and Meaning of the Proletarian Children’s Literature in the 1930s. The Korean Journal of Children’s Literature Studies, Seoul, n. 26, p. 135-172, may 2014.
SHIN, Kyung-sook; LEE, Helen J. S. Living as a Colonial Girl: The Sonyǒ (少女) Discourse of School Curriculum and Newspapers in 1930s Korea. International Journal of Asian Studies, Cambridge, v. 18, n. 1, p. 1-16, 2020.
ZUR, Dafna. Figuring Korean Futures: Children’s Literature in Modern Korea. Redwood City: Stanford University Press, 2017.
ZUR, Dafna. The Construction of the Child in Korean Children’s Magazines, 1908-1950. Thesis (Doctor of Philosophy in Asian Studies). University of British Columbia/UBC, Vancouver, 2011.

Programa

1. Os tipos de texto dissertativo
2. As partes do texto dissertativo argumentativo
3. A relevância dos elementos coesivos entre orações, períodos e parágrafos
4. A esquematização de ideias antagônicas
5. A ordem de planejamento e de escrita dos argumentos do esquema final de ideias
6. O parágrafo e o tópico frasal
7. Tipos de enfoque dos argumentos
8. Tipos de introdução
9. Tipos de conclusão
10. A dissertação argumentativa com uma proposta de intervenção
11. Revisão das principais regras gramaticais da norma culta da Língua Portuguesa


Referências

GARCIA, Othon Moacyr. Comunicação em Prosa Moderna. 27 ed. São Paulo: FGV, 2010.

PACHECO, Angelo de Carvalho. A dissertação – teoria e prática. 20 ed. São Paulo, Atlas,2012.

Programa

1. Ementa 
Armênio clássico: alfabetização e gramática básica. 

2. Objetivos 
Alfabetizar e oferecer conhecimento das estruturas gramaticais básicas da língua 
armênia clássica. 

3. Programa 
1. Alfabeto 
1.1 Cursivo 
1.2 Tipográfico 

2. Fonética 

3. Fonologia 
3.1 Consonantismo 
3.2 Vocalismo 

4. Morfologia 
4.1 Caso 
4.2 Declinação 
4.2.1 Nominal 
4.2.2 Pronominal 
4.2.2.1 Pessoal 
4.3 Verbal 
4.3.1 Forma Nominal 
4.3.1.1 Infinitivo 
4.3.2 Conjugação 
4.3.2.1 Modo Indicativo 
4.3.2.1.1 Presente 

5. Método 
Aulas expositivas, escrita, leitura e tradução. 

6. Avaliação 
Avaliações e exercícios sobre os tópicos abordados durante o curso. 

7. Bibliografia 
AUCHER, P. Paschal. A Grammar of Armenian and English. Venice: Armenian Press of St. Lazarus, 1832. 
GODEL, Robert. An introduction to the study of Classical Armenian. Wiesbaden: Dr. Ludwig Reichert Verlag, 1975. 
GOČANEAN, Pōɫos. Uɫec‘oyc‘ dasakan uɫɫagrut‘ean. Vienna: Mxit‘arean Tparan, 2006. 
_____. Dasakan grabari gorcnakan k‘erakanutiwn. Vienna: Mxit‘arean Hratarakč‘utiwn, 2010. 
LAUER, M. Grammaire arménienne. Paris: Maisonneuve et Cie., 1883. 
MARTIROSYAN, Hrach K. Etymological dictionary of the Armenian inherited lexicon. Leiden: Brill, 2010. 
MINASSIAN, Martiros. Manuel pratique d’arménien ancien. Paris: Klincksieck, 2014. 
MEILLET, A. Esquisse d’une grammaire comparée de l’arménien classique. Vienne: Imprimerie des PP. Mékhitharistes, 1903. 
_____. Altarmenisches Elementarbuch. Heidelberg: Carl Winters Universität-buchhandlung, 1913. 
OLSEN, Brigit Anette. The noun in Biblical Armenian: origin and word-formation: with special emphasis on the Indo-European heritage. Berlin: Mouton de Gruyter, 1999. 
PATKANOFF, M. K. Recherches sur la formation de la langue arménienne. Paris: Imprimerie Nationale, 1871. 
RITTER, Ralf-Peter. Introducción al armenio antiguo. Madrid: Ediciones Clásicas, 1996. 
THOMSON, Robert W. An Introduction to Classical Armenian. New York: Caravan Books, 1975.