Programa

Aula 1: Introdução ao R – Ambientação e configuração
Aula 2: Importação de Dados – Conhecendo o tidyverse
Aula 3: Manipulação de Dados – O pacote dplyr
Aula 4: Análise Exploratória de Dados – Transformação e visualização de dados
Aula 5: Analisando Dados Públicos com R – Hands on

Bibliografia:
AQUINO, Jakson Alves de. R para cientistas sociais. Ilhéus: Editus, 2015.
DAUBER, Daniel. R for Non-Programmers: A Guide for Social Scientists. 2025.
WICKHAM, Hadley. R para Data Science: importe, arrume, transforme, visualize e modele dados.
Editora: Alta Books, 2021.
Xie, Yihui. 2015. Dynamic Documents with R and Knitr. 2nd ed. Boca Raton, Florida: Chapman;
Hall/CRC. https://yihui.name/knitr

Programa

Aula 1 - Uma breve história global dos jogos digitais

Aula 2 - O desenvolvimento da indústria de jogos digitais no Brasil

Bibliografia

AMÉLIO, Camila. A indústria e o mercado de jogos digitais no Brasil. In: XVII SBGAMES, 2018, Foz do Iguaçu. Proceedings[...] Foz do Iguaçu: SBC, 2018, p.1497-1506.
ARANHA, G. O processo de consolidação dos jogos eletrônicos como instrumento de comunicação e de construção de conhecimento. Ciências & Cognição; Ano 01, Vol 03, pp. 21-62. 2004
CAPES – Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Documento de área: interdisciplinar. Brasília, DF: CAPES, 2019. Disponível em: https://www.gov.br/capes/pt-br/centrais-de-conteudo/INTERDISCIPLINAR.pdf.
DINIZ, Rodrigo Gavioli. Economia criativa e Indústria de Games: potencialidades e desafios na dimensão brasileira e da região centro-oeste. São Paulo: Dialética, 2023, p.212
DINIZ, Rodrigo Gavioli; DINIZ, Felipe Gavioli. A indústria de jogos eletrônicos no Brasil: uma breve história e suas implicações na atualidade. Revista Geoingá: Revista do Programa de Pós-Graduação em Geografia (PGE/UEM), Maringá, v. 16, n. 1, 2024. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/Geoinga/article/view/72057. Acesso em: 12 set. 2025.
DYER-WITHEFORD, Nick; DE PEUTER, Greig. Games of empire: Global capitalism and video games. Minneapolis: University of Minnesota Press, 2009.
HUIZINGA, J. Homo ludens: o jogo como elemento da cultura. Editora Perspectiva: São Paulo. 2000.
IKEHARA, Hideharu Carlos. A reserva de mercado de informática no Brasil e seus resultados. Akrópolis-Revista de Ciências Humanas da UNIPAR, v. 5, n. 18, 1997.
IVORY, James D. A brief history of video games. In: KOWERT, Rachel; QUANDT, Thorsten (Ed.)., The Video Game Debate: Unraveling the Physical, Social, and Psychological Effects of Video Games. London: Routledge, 2015.
NIEBORG, David B.; HERMES, Joke. What is game studies anyway?. European Journal of Cultural Studies, v. 11, n. 2, p. 131-147, 2008.
VAN DER LINDEN, Marcel. Ernest Mandel e a economia do capitalismo tardio. Jacobin Brasil, 2024.
WOODCOCK, Jamie. Marx no fliperama: videogames e luta de classes. Autonomia Literária: São Paulo. 2020.
ZAMBON, Pedro. Entrando na partida: a formulação de políticas de comunicação e cultura para jogos digitais no Brasil entre 2003 e 2014. 2015. 159 f. Dissertação (Mestrado em Comunicação). Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação, Universidade Estadual Paulista, Bauru, 2015.
ZAMBON, Pedro Santoro; CARVALHO, Juliano Maurício de. Origem e evolução das políticas culturais para jogos digitais no Brasil. Políticas Culturais em Revista, v. 10, n. 1, 2017.

Programa

EMENTA: 
Definições e terminologia básica, legislação regulamentar da AD 
AD no mundo 
Modelos de AD no Brasil 
AD na televisão (filmes, documentários, propagandas) 
AD em livros didáticos (exercícios, questões de prova, livros de texto) 
AD e as obras infantis (histórias em quadrinhos, vídeo gibi) 
O roteiro audiodescrito 
AD em filmes de animação 
AD e as artes cênicas 
Blogs, sites e grupo de AD no brasil e no mundo 
AD e as artes visuais e plásticas (fotografia, escultura, pintura) 


Bibliografia: 
AMERICAN COUNCIL OF THE BLIND. Disponível em http://www.acb.org/adp/ad.html. 
Acesso dez.2016 
ARAÚJO, Vera Lúcia Santiago & ADERALDO, Narisa Ferreira (orgs.) 
Os novos rumos da pesquisa em audiodescrição no Brasil. Curitiba: Ed CRV, 2013. 
FRANCO, Eliana Paes Cardoso. Em busca de um modelo de acessibilidade audiovisual para cegos no Brasil: um projeto piloto In: TradTerm, 13, 2007, p. 171-185. Disponível em < http://myrtus.uspnet.usp.br/tradterm/site/images/revistas/v13n1/v13n1a1…; Acesso 12.jul.2013. 
ITC Guidance On Standards for Audio Description. Disponível em msradio.huji.ac.il/narration.doc Acesso dez.2016 
LIMA, Francisco José de. Introdução aos estudos do roteiro para áudio -descrição: sugestões para a construção de um script anotado. IN: Revista Brasileira de Tradução Audiovisual, 2011 
MOTTA, L. & ROMEU, P F. (orgs.) Transformando imagens em palavras. São Paulo :Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo , 2010. 
VIEIRA, Paulo André de Melo & LIMA, Francisco José de. (2010) A teoria na prática: áudio-descrição, uma inovação no Material didático. In Revista Brasileira de Tradução Visual, v.2, 2010. Disponível em http://www.rbtv.associadosdainclusao.com.br/./&gt; Acesso 12.jul.2013 

Programa completo: 
De 5 de maio a 9 de junho de 2017, das 9:30 às 12:30 OU das 14:00 às 17:00h (a definir pelo CITRAT, segundo disponibilidade de sala) 
05/05/2017 
Expositiva: Definições e terminologia básica, legislação regulamentar da AD 
Prática: Sensibilização 
12/05/2017 
Expositiva: Modelos de AD no Brasil 
Prática: AD e as obras infantis (histórias em quadrinhos, vídeo gibi) 
19/05/2017 
Expositiva: O roteiro audiodescrito 
Prática: AD em livros didáticos (exercícios, questões de prova, livros de texto) 

26/05/2017 NÃO HAVERÁ AULA (CONGRESSO ABRATES) 

02/06/2017 
Expositiva: AD na televisão (filmes, documentários, propagandas) 
Prática: Descrição de pessoas 
09/06/2017 
Expositiva: AD e as artes cênicas, espetáculos gravados e ao vivo 
Prática: AD em filmes de animação 
Blogs, sites e associações de AD no Brasil e no mundo

 

Programa

I. OBJETIVOS
O minicurso tem por objetivo apresentar a anti-intuitiva e controversa noção de não ser em sua estreia histórica, com Parmênides, autêntico inventor dessa noção, e do primeiro dos seus seguidores a continuar a discussão sobre o não ser. Embora em seu uso corriqueiro o não ser das coisas se apresente como um conceito normal e amplamente usado, ao pararmos para uma análise mais detida descobrimos que é uma noção extremamente complexa e aporética. Desde Parmênides, essa noção despertou o interesse dos maiores filósofos: de Platão e Aristóteles, na antiguidade, até Heidegger na filosofia contemporânea e mais atualmente nos estudos de lógicas não clássicas. Parmênides parece ter captado a essência de tal noção desde o início. Todavia, a rigorosa aplicação dessa noção na interpretação do mundo o levou à negação do devir, mergulhando a análise na mais anti-intuitiva das visões: um mundo estável e sem mutação. Essa visão de um mundo sem mutação se consolida em Melisso, que todavia apresenta uma noção de não ser diferente. Essa diferença, aparentemente pequena, se revelará ao longo da história extremamente importante e, de certa forma, deixará o não ser der Parmênides em Segundo plano.
Ao mesmo tempo, do ponto de vista pedagógico, a análise da noção de não ser em Parmênides constitui um dos mais clássicos exercícios do estudo filosófico, contribuindo substancialmente à formação da mens philosophica. Este objetivo pedagógico ao lado do objetivo mais propriamente filosófico de olhar de perto a uma das noções básicas da história do pensamento ocidental resultam num passo pequeno – trata-se de um minicurso – mas muito significativo em direção à compreensão dos grande temas filosóficos da humanidade.

II. PROGRAMA
- Parmênides jônico e pitagórico
- Características gerais do poema “Da natureza”
- Parmênides psicólogo: análise dos fr. DK B 1, 2, 6, 7
- A noção de não ser: os fundamentos e os preceitos.
- A noção de não ser em Melisso

III. JUSTIFICATIVA DO PROGRAMA
Espera-se que o minicurso sobre a noção de não ser em Parmênides leve seus participantes tanto à compreensão dos conceitos implicados ontologia parmenidiana, quanto a uma reflexão crítica.
Ao mesmo tempo, do ponto de vista pedagógico, a análise da noção de não ser em Parmênides constitui um dos mais clássicos exercícios do estudo filosófico, contribuindo substancialmente à formação da mens philosophica. Este objetivo pedagógico ao lado do objetivo mais propriamente filosófico de olhar de perto a uma das noções básicas da história do pensamento ocidental resultam num passo pequeno – trata-se de um minicurso – mas muito significativo em direção à compreensão dos grande temas filosóficos da humanidade.

V. JUSTIFICATIVA DO CURSO (A importância do Curso)
O curso de difusão proposto é interessante para estudantes de filosofia, psicologia e áreas afins, uma vez que tematiza a noção de não ser em Parmênides e em Melisso. Esta noção é um elemento essencial ao desenvolvimento da cultura ocidental, tanto na fundamentação da lógica e da ontologia, quanto mais genericamente na fundamentação da coerência da linguagem.

IV. MÉTODOS UTILIZADOS
Aulas expositivas e discussão dos textos de Parmênides e Melisso.

V. ATIVIDADES DISCENTES
Leitura dos textos, participação nas discussões.

VI. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO
Presença em 75% das aulas.

VII. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


A. A. V. V. (1991) Psychology – Companions to ancient thought: 2. Everson, S. (ed.), Cambridge University Press, Cambridge.
Austin, S. (1986) Parmenides, being, bounds, and logic. Ed. Yale University Press, New Haven.
Barnes, J. (1982) The Presocratic philosophers. 2A ed. revisada, reimpressão 2000, Routledge, Londres.
Beare, J. I. (1906) Greek theories of elementary cognition, from Alcmaeon to Aristotle. Originalmente publicado em 1906 pela Claredon Press e agora republicado em 2004 pela Martino Publishing, Chicago.
Bernabé, A. (2013) Filosofia e mistérios: leitura do proêmio de Parmênides. In Archai, n. 10, jan-jul, p. 37-58. Brasília.
Berti, E. (1987) Contraddizione e dialettica negli antichi e nei moderni. Ed. Epos. Palermo.
Berti, E. (2011) Verità e necessità in Parmenide. In Ruggiu, L. Natali, C. (cur.) Ontologia, scienza e mito, Ed. Mimesis, Milão.
Berto, F. (2006) Teorie dell'assurdo. Ed. Carocci, Nápoles
Blank, D. (1982) Faith and Persuasion in Parmenides. In Classical Antiquity, vol. 1, n. 2, pp. 167-177, University of California Press.
Boschenski, I. M. (1961) A history of formal logic. University of Notre dame Press, Notre dame.
Bontempi, M. (2013) La fiducia secondo gli antichi – 'pistis' in Gorgia fra Parmenide e Platone. Ed. Editoriale scientifica, Napoles.
Bredlow. L. A. (2011) Parmenides and the Grammar of Being. In Classical Philology, vol. 106, n. 4, pp. 283-298.
Bremmer, J. (1983) The early Greek concept of soul. Princeton University Press, Princeton.
Bowra, C. M. (1937) The proem of Parmenides. In Classical Philology, vol 32, n. 2, p. 97-112, University of Chicago Press.
Burkert, W. (1969) Das Proömium des Parmenides und die "Katabasis" des Pythagoras. In Phronesis, vol. 14, n. 1, p. 1-30. Ed. Brill.
Calogero, G. (1967) Soria della logica antica, vol. 1, L'età arcaica. Ed. Laterza, Bari.
Calogero, G. (1977) Studi sull'eleatismo. Segunda edição, ed. Nuova Italia, Florença.
Capizzi, A. (1975), Introduzione a Parmenide. Ed. Laterza, Bari.
Casertano, G. (1978) Parmenide il metodo la scienza l'esperienza. Ed. Guida Editori, Nápoles.
Casertano, G. (2007) Verdade e erro no poema de Parmênides. Trad. Pina, M., in Anais de filosofia clássica, vil. 1, n. 2, p. 1-16, Rio de Janeiro.
Cassin, B. (1998) Parménide – Sur la nature ou sur l'étant. Ed. Edition du Seuil,
Cavalcante de Souza, J. (dir.) (1978) Os pré-socráticos. Ed. Abril Cultural, São Paulo.
Cherubin, R. (2009) Aletheia from Poetry into philosophy: Homer to Parmenides. In Wiens, W. (ed.) Logos and muthos: philosophical essays in Greek literature. Ed. Suny Press, Albany.
Colombo, A. (1972) Il primato del nulla e le origini della metafísica. Ed. Università Cattolica, Milão.
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Cordero, N.-L. (2005), Siendo, se es. Ed. Editorial Biblos, Buenos Aires.
Cordero, N.-L. (2007) En Parménides, 'tertium non datur'. In Anais de Filosofia Clássica, vol.1, n. 1, pp. 1-13. Rio de Janeiro.
Cornelli, G. (2007) A descida de Parmênides: anotações às margens do prólogo. In Anais de filosofia clássica, n. 2, Vol. 1, Rio de Janeiro.
Cornelli, G. (2013) Il Parmenide che non volevamo vedere. In M.L. Gemelli Marciano et al., Parmenide: immagini, suoni, esperienza. Con alcune considerazioni 'inattuali' su Zenone, Eleatica 3, Rossetti, L. e Pulpito, M. (eds.), Academia, Sankt Augustin 2013, pp. 145-148.
Cosgrove, M. R. (1974) The kouros motif in “Parmenides”: B 1.24. In Phronesis, vol. 19, n. 1, pp. 81-94. Brill.
Costa, G. (2008), La sirena di Archimede. Ed. Dell'Orso, Alessandria.
Couloubaritsis, L. (2008) La pensée de Parménide. Ed. Ousia, Bruxelles.
Coxon, A. H. (2009) The fragments of Parmenides – Revised and expanded edition – Parmenides Publishing, Las Vegas.
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Kahn, C. (2009) Essays on being. Ed. Oxford University Press, Oxford.
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Kurfess, C. (2014b) A blend of much-wandering Limbs: the text and context of Parmenides, DK 28 B 16. Comunicação no encontro da International Association of Presocratic Studies (IAPS), Salonica.
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Pulpito, M. (2011b) Parmenides and the forms. In Cordero, N-L (editor) Parmênides, venerable and awesome. p. 191-212, Ed. Parmenides Publishing, Las Vegas.
Reale, G. e Ruggiu, L. (1991), Parmenide, Poema sulla natura. Rusconi, Milão.
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Santoro, F. (2006) Parmênides - Da Natureza. Edição do texto grego e tradução e comentários. Versão beta (provisória). Ousia, Rio de Janeiro.
Santoro, F. (2011a) Il tribunale di Parmenide. In Ruggiu, L. Natali, C. (cur.) Ontologia, scienza e mito, Ed. Mimesis, Milão.
Santos, J. T. (2007) Parmênides contra Parmênides. In Anais de filosofia clássica, vol. 1 n. 1, p. 14-25, Rio de Janeiro.
Sardo, B. (1985) Para o estudo das raízes pré-aristotélicas da lógica ocidental. In Revista da Faculdade de Letras: filosofia, serie 2, vol. 2, p. 225.
Sedley, D. (2000) Parmenides and Melissus. In The Cambridge companion to early Greek philosophy.
Severino, E. (1982) Ritornare a Parmenide. In Essenza del nichilismo. Ed. Adelphi, Milão.
Snell, B. (1975) A descoberta do espírito. Trad. Mourão, A., Edições 70. Lisboa.
Stannard, J. (1960) Parmenidean logic. In The Philosophical Review, Vol. 69, No. 4, (Oct., 1960), pp. 526-533, ed, Duke University Press.
Sullivan, S. D. (1995) Psychological and ethical ideas, what early Greeks say. Mnemosyne supplementum 144, Ed. Brill, Leiden.
Sullivan, S. D. (1996) The psychic term ἦτορ: its nature and relation to person in Homer and the Homeric Hymns. In Emerita, vol. 64, n. 1, Madrid.
Thom, P. (1999) The principle of non-contradiction in early Greek philosophy. In Apeiron; sep 1; 32, 3.
Vlastos, G. (1946) Parmenides' theory of knowledge. In Transactions of the American Philological Association, LXXVII, P. 66-77, Ed. The Johns Hopkins University Press.

Programa

1. Reflexões introdutórias: percurso de desenvolvimento da teoria Semiótica
2. Panorama crítico da Semiótica greimasiana: os níveis de pertinência da análise semiótica
3. Semiótica greimasiana: dos textos às práticas
4. A questão do suporte como componente do objeto semiótico segundo J. Fontanille e M. G. Dondero
5. As práticas semióticas segundo J. Fontanille.
5.1. A constituição de cenas práticas.
6. As formas de vida: de A. J. Greimas a J. Fontanille.
6.1. A concepção de formas de vida
6.2. O belo gesto: a invenção de novas formas de vida
7. Problematização da construção da semiose em práticas semióticas e formas de vida diversas: discussão de textos teóricos e analíticos.

METODOLOGIA
Aulas síncronas via Google Meet;
Aulas expositivas;
Discussão de textos teóricos e analíticos.

CRITÉRIOS DE APROVAÇÃO
Mínimo de 75% de frequência obrigatório.

BIBLIOGRAFIA
BERTRAND, Denis. L’impersonnel de l’énonciation. Praxis énonciative: conversion,
convocation, usage. Protée. Théories et pratiques sémiotiques. Québec: Université du
Québec à Chicoutimi, v. 21, n. 1, p. 25-32, 1993.
CORREA, Thiago Moreira. Inscrições urbanas: abordagem semiótica. Tese
(Doutorado em Linguística) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas,
Universidade de São Paulo. São Paulo: 2016. 211 p.
CORREA, Thiago Moreira. Mudanças de suporte na história das inscrições urbanas.
Revista Estudos Semióticos, vol. 17, n. 1, p. 72-81, 2021.
DISCINI, Norma. Semiótica: da imanência à transcendência (questões sobre o estilo).
Alfa: Revista de Linguística (UNESP. Online), v. 53, p. 595-617, 2009.
DISCINI, Norma. O estilo e o ator da enunciação: Greimas na contemporaneidade.
ESTUDOS SEMIÓTICOS (USP), v. 14, p. 117-132, 2018.
DUARTE, Renata Cristina. Formas de vida e acontecimentos em contos de Rubem
Fonseca. Tese (Doutorado em Linguística e Língua Portuguesa) – Departamento de
Linguística da Faculdade de Ciência e Letras. Araraquara: Universidade Estadual
Paulista Júlio de Mesquita Filho, 2018. 237 p.
DUARTE, Renata Cristina; OLIVEIRA, Raíssa Medici de. Reflexões semióticas acerca
dos conceitos de forma de vida e práxis enunciativa. Revista Todas as Letras, v. 20, p.
237-248, 2018. Disponível em <
http://editorarevistas.mackenzie.br/index.php/tl/article/view/10569/7157 >. Acesso em:
14 out. 2018.
DUARTE, Renata Cristina. Fidelidade e mudança: a relação entre formas de vida e
práxis enunciativa. ESTUDOS SEMIÓTICOS (USP), v. 16, p. 35-55, 2020.
FLOCH, Jean-Marie. Êtes-vous arpenteur ou somnambule ? L’élaboration d’une
typologie comportementale des voyageurs du métro. In : FLOCH, Jean-Marie.
Sémiotique, marketing et communication : sous les signes, les stratégies. Paris:
Presses Universitaires de France, 1990. 233 p.
FLOCH, Jean-Marie. Identités visuelles. Paris: Puf, 1995. (Formes sémiotiques).
FLOCH, Jean-Marie. Diário de um bebedor de cerveja. In: LANDOWSKI, E.; FIORIN,
J. L. (Orgs.). O gosto da gente, o gosto das coisas: abordagem semiótica. São Paulo:
Educ, 1997, p. 203-218.
FONTANILLE, Jacques. Les formes de vie. Recherches sémiotiques/Semiotic
Inquiry. Montreal, n. 13, p. 5 – 12, 1993.
FONTANILLE, Jacques. Significação e visualidade: exercícios práticos. Tradução de
Elizabeth Bastos Duarte e Maria Lilia Dias de Castro. Porto Alegre: Sulina, 2005a.
191p.
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GREIMAS, Algirdas Julien. La parabole: une forme de vie. Nouveaux Actes
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Alceu Dias Lima et al. 2. ed. São Paulo: Contexto, 2011. 544 p.
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Maria Fernandes dos Santos Nascimento. Revisão e notas de Matheus Schwartzmann.
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OLIVEIRA, Raíssa Medici de. Mulheres no poder: forma de vida do ator mulher
executiva contemporânea na revista VOCÊ S/A. Dissertação (Mestrado em Linguística
e Língua Portuguesa) - Departamento de Linguística da Faculdade de Ciência e Letras.
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Disponível em:
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2016.
PORTELA, Jean Cristtus. Práticas didáticas: um estudo sobre os manuais brasileiros
de semiótica greimasiana. Tese (Doutorado em Linguística e Língua Portuguesa) -
Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara, Universidade Estadual Paulista.
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PORTELA, Jean Cristtus. Semiótica midiática e níveis de pertinência. In: DINIZ, Maria
Lúcia Vissotto Paiva; PORTELA, Jean Cristtus (Orgs.). Semiótica e Mídia: textos,
práticas, estratégias. Bauru: Unesp/Faac, 2008b. 271 p. pp. 93-113.
PORTELA, Jean Cristtus; LOPES, Ivã Carlos. Formas de vida do semioticista. In:
NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos; ABRIATA, Vera Lucia Rodela
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SANTOS, Flavia Karla Ribeiro. Novas possibilidades de práticas de leitura na
incorporação de propriedades de um gênero por outro. In: Revista Trama, v. 12, n. 26,
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revista.unioeste.br/index.php/trama/article/view/14298. Acesso em: 31 jul. 2020.
SANTOS, Flavia Karla Ribeiro; PORTELA, Jean Cristtus. A comunicação científica na
revista Actes Sémiotiques: práticas e estratégias de difusão do saber científico. Diálogos
Pertinentes: Revista Científica de Letras, v. 14, p. 53-75, 2018.
SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira. A carta-objeto: uma análise semiótica da
plástica das cartas de Sá-Carneiro. Estudos Semióticos, 8 (2), São Paulo, julho de 2012.
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SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira. Escrita epistolar: da cena prática à forma de
vida. Estudos Linguísticos, 42 (3), São Paulo, 2013. P. 1450 - 1464.
SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira. A noção de texto e os níveis de pertinência da
análise semiótica. Estudos Semióticos, 14 (1), São Paulo, março de 2018. P. 1 – 6.
Disponível em: < http://www.revistas.usp.br/esse/article/view/144288&gt;.
SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira; PORTELA, Jean Cristtus. Rê Bordosa: forma
de vida e moralização. In: NASCIMENTO, Edna Maria Fernandes dos Santos;
ABRIATA, Vera Lucia Rodella (Orgs.). Formas de vida da mulher brasileira.
Ribeirão Preto: Ed. Coruja, 2012. 174 p. p. 113-136.
SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira. Estratégia e formas de vida em cartas de
leitores da revista Veja. In: Edna Maria Fernandes dos Santos Nascimento, Vera Lucia
Rodella Abriata. (Org.). Formas de vida: rotina e acontecimento. 1ed.Ribeirão Preto:
Editora Coruja, 2014, p. 68-89.
SCHWARTZMANN, Matheus Nogueira; PORTELA, Jean Cristtus . Reflexões para
uma semiótica das culturas: o caso da identidade trans. In: BUENO, Alexandre
Marcelo; MANZANO, Luciana Carmona; ABRIATA, Vera Lucia Rodella. (Org.). As
crises na/da contemporaneidade. Franca: Unifran, 2017, p. 43-68.
SILVA, Cintia Alves; PORTELA, Jean Cristtus. Níveis de pertinência semiótica na
edição das cartas de Chico Xavier. In: PORTELA, J. C. et. al (Orgs.). Semiótica:
identidade e diálogos. São Paulo: Cultura Acadêmica, 2012, p. 49-67.
SILVA, Cintia Alves da. A prática da psicografia: corpo e transmissão em relatos
de experiência mediúnica. Tese (Doutorado em Linguística e Língua Portuguesa).
Faculdade de Ciências e Letras, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita
Filho”, Araraquara. 2016, 361p. Disponível em:
file:///C:/Users/flavi/AppData/Local/Temp/silva_ca_dr_arafcl.pdf. Acesso em: 02 set.
2016.
SILVA, Cintia Alves da. As cartas de Chico Xavier: uma análise semiótica. São
Paulo: Cultura Acadêmica, 2012. Disponível em:
https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/109246/ISBN97885798…
equence=1&isAllowed=y. Acesso em: 02 set. 2016.

Programa

1. Primeiro dia. Mitologia, história e diversidade do budô japonês
2. Segundo dia. O budô da Era Meiji à atual: as instituições de budô no Japão
3. Terceiro dia. Desafios da internacionalização do budô japonês e estudos contemporâneos
4. Quarto dia. O desenvolvimento da pessoa budôka: contribuições das teorias psicológicas e e da psicologia do etnoesporte

Referências básicas:

BARREIRA, C. R. A.; MASSIMI, M. A Moralidade e a Atitude Mental no Karate-do no Pensamento de Gichin Funakoshi. Memorandum: memória e história em psicologia, Belo Horizonte, v. 2, p. 39- 54, abr. 2002.
FUNAKOSHI, G. Karate-do: Meu modo de vida. São Paulo: Cultrix, 1975.
GOMES, F. J. C. Quatro histórias e uma epifania: estudos indisciplinares acerca do Budô japonês. Dialogia. , São Paulo, v. 7, n. 1, p. 41-51, 2008. DOI: https://doi.org/10.5585/dialogia.v7i1.928
Martins, CJ, Kanashiro, C. Bujutsu, Budô, esporte de luta. In: Motriz: Revista de Educação Física, 2010.
Nippon Budokan Foundation. Budô: the martial ways of Japan. Sushansa, 2009.
Ravella, GJR, O pensamento moral em jovens: o juízo moral em Lawrence Kohlberg. In: Estudo Geral, 2010.

Programa

Encontro 1: A Pedagogia dos Multiletramentos, do manifesto publicado em 1996 aos dias atuais.
Parte teórica:
- Discutir os argumentos do manifesto A Pedagogia dos Multiletramentos: Desenhando Futuros Sociais (1996) e
suas reformulações em 2009 e 2022.
Parte prática:
- Criar uma conta na plataforma CGScholar;
- Entrar na comunidade do curso na plataforma;
- Iniciar o rascunho de um texto.

Leituras sugeridas:
COPE, Bill, KALANTZIS, Mary. Big Data Comes to School: Implications for Learning, Assessment, and
Research. AERA Open, 2016. doi:10.1177/2332858416641907
GRUPO NOVA LONDRES. Uma Pedagogia dos Multiletramentos: Projetando Futuros Sociais. Revista
Linguagem em Foco, v.13, n.2, p. 101-145, 2021. Disponível em:
https://revistas.uece.br/index.php/linguagemem- foco/article/view/5578.
KNOBEL, Michele; KALMAN, Judy. Teacher learning, digital technologies and new literacies. In:
KNOBEL, Michele; KALMAN, Judy. New literacies and teacher learning professional development
and the digital turn. New York, Peter Lang, 2016.
MONTE MÓR, Walkyria. Sociedade da escrita e sociedade digital: línguas e linguagens em revisão. In:
MONTE MÓR, Walkyria; TAKARI, Nara Hiroko (Orgs.) Construções de sentido e letramento digital
crítico na área de línguas/linguagens. Campinas, SP: Pontes Editores, 2017.

Encontro 2:
Parte teórica:
- Discutir como alguns autores brasileiros têm lido as propostas da pedagogia dos multiletramentos.
Parte prática:
- Finalizar a escrita do rascunho e publicar o texto da comunidade do curso;
- Ler e comentar dois textos publicados na comunidade do curso.
Leituras sugeridas:
KALANTZIS, Mary; COPE, Bill; PINHEIRO, Petrilson. Letramentos. Campinas: Editora da Unicamp,
2020.
Duboc, A. P. M., & Souza, L. M. T. M. D. (2021). Delinking Multiliteracies and the Reimagining of
Literacy Studies. Revista Brasileira de Linguística Aplicada, 21(2), 547-576.
https://doi.org/10.1590/1984-6398202117998
Monte Mór, W. (2015). Learning by design: Reconstructing knowledge processes in
teaching and learning practices. In B. Cope & M. Kalantzis (Eds.), A Pedagogy
of Multiliteracies. (pp. 186-209). Palgrave Macmillan.
Rojo, R. (2012a) Pedagogia dos multiletramentos: diversidade cultural e de linguagens na escola. In
Rojo, R., & Moura, E. (Orgs.) Multiletramentos na Escola. São Paulo: Parábola.
Rojo, R. (2012b). Escola conectada: os multiletramentos e as TICs. São Paulo: Parábola.
Rojo, R., & Moura, E. (2019) Letramentos, Mídias, Linguagens. São Paulo: Parábola.

Encontro 3: Multiletramentos como modelo de aprendizagem
Parte teórica:
● Discutir a proposta de multiletramentos como modelo de aprendizagem, considerando a
plataforma usada para o curso.
● Discutir sobre a viabilidade de trabalhar na perspectiva dos multiletramentos em contextos com
poucos recursos tecnológicos ou mesmo sem tecnologia.
Parte prática:
- Ler e comentar dois textos publicados na comunidade do curso;
- Verificar na ferramenta de análise de aprendizagem da plataforma (Analytics), se atendeu aos
requisitos de participação no curso.
Leituras sugeridas:
KALANTZIS, Mary; COPE, Bill; PINHEIRO, Petrilson. Letramentos. Campinas: Editora da Unicamp,
2020.

Programa

1.Introdução. O paradigma europeu do Bildungsroman. O Bildungsroman: a fundação moderna da juventude. Leitura crítica de fragmentos de Goethe, A Aprendizagem de Wilhelm Meister (1795-1796) e Jane Austen, Orgulho e Preconceito (1813). Pessoa, indivíduo, casamento e sociedade.

2. O romance napoleónico segundo o paradigma francês. Leitura crítica de fragmentos de Stendhal, La Certosa di Parma (1839). O herói romântico e o “destino” da juventude. A declinação italiana do romance napoleônico. Pátria e psique. Leitura crítica de Ippolito Nievo, As confissões de um italiano (1857-1858), cap. VIII: os anos universitários. Sensação, sentimento, paixão.

3. A crise do Bildungsroman. As novas “leis” do gênero. A irrupção da esfera psicológica na literatura de Joseph Conrad, Robert Musil, James Joyce. A derivação do caso italiano: Elsa Morante, L'isola di Arturo (1957). Eros, desejo.

4. O romance geracional a partir da geração beat. Histórias italianas "na estrada". Leitura crítica de fragmentos de Pier Vittorio Tondelli, Altri libertini (1980). Uma nova juventude: marginalidade e desespero.

Bibliografia

Leonoro Arfuch, El espacio biográfico. Dilemas de la subjetividad contemporánea. Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica, 2002.

Leonor Arfuch, Identidades, Sujetos y Subjetividades, Buenos Aires: Prometeo, 2006.

Giorgio Agamben, Epilogo, in Idem, Pinocchio. Le avventure di un burattino doppiamente commentate e tre volte illustrate, Einaudi, Torino, 2021, pp. 151-163.

Giancarlo Alfano e Francesco De Cristofaro, Il romanzo in Italia, vol. 1: Forme, poetiche e questioni, Carocci, Roma, 2018.

Hanna Arendt, L’umanità in tempi bui, Mimesis, 2023.

Homi Bhabha (compilador), Narración y nación entre la ilusión de una identidad y las diferencias de culturas, Buenos. Aires: Siglo XXI, 2010.

Zygmunt Bauman, Intervista sull’identità, a cura di Benedetto Vecchi, Laterza, Bari-Roma, 2003.

Alberto Beretta Anguissola, Il romanzo francese di formazione, Laterza, Bari-Roma, 2009.

Philippe Chardin (dir), Roman de formation, roman d'éducation dans la littérature française et dans les littératures étrangères, Paris, Kimé, 2007.

Francesca Corvi, Lorenzo Viani a Parigi, in Il romanzo di formazione nell’Ottocento e nel Novecento, a cura di Maria Carla Papini, Daniele Fioretti, Teresa Spignoli, Edizioni ETS, Pisa, 2007, pp. 329-336.

Delia Garofano, Il porto di Toledo di Anna Maria Ortese, in Il romanzo di formazione nell’Ottocento e nel Novecento, a cura di Maria Carla Papini, Daniele Fioretti, Teresa Spignoli, Edizioni ETS, Pisa, 2007, pp. 505-512.

Sara Graham, A History of the Bildungsroman, Cambridge University Press, Cambridge, 2018.

Ortrud GUTJAHR, Einführung in den Bildungsroman. Edição epub. Darmstadt: Wissenschaftliche Buchgesellschaft, 2010.

René KOSELLECK, Sobre a estrutura antropológica e semântica do conceito de Bildung. In: ___. Histórias de conceitos: estudos sobre a semântica e a pragmática da linguagem política e social. Trad. M. Hediger. Rio de Janeiro: Contraponto, 2020. p.115-68.

Giovanni Levi / Jean Claude Schmitt, Storia dei giovani, 2 voll., Laterza, Bari-Roma, 1994.

Maria Cecilia MARKS; Marcus MAZZARI (Org.) Romance de Formação: Caminhos e descaminhos do herói. São Paulo: Ateliê Editorial, 2020.


Clelia Martignoni, Per il romanzo di formazione nel Novecento italiano: linee, orientamenti, sviluppi, in Il romanzo di formazione nell’Ottocento e nel Novecento, a cura di Maria Carla Papini, Daniele Fioretti, Teresa Spignoli, Edizioni ETS, Pisa, 2007, pp. 57-92.

Carlo Mazzacurati, Effetto Sterne. La narrazione umoristica in Italia da Foscolo a Pirandello, Nischi-Lischi, 1990.

Pier Vincenzo Mengaldo, Storia e formazione nelle Confessioni, in Il romanzo, vol. V: Lezioni, a cura di Franco Moretti, Pier Vincenzo Mengaldo e Ernesto Franco, Einaudi, Torino, 2003, pp. 255-268.

Franco Moretti, Il romanzo di formazione, Einaudi, Torino, 1999. (MORETTI, F. O romance de formação. Trad. N. B. Palmeira. São Paulo: Todavia, 2020.)


Giovanna Rosa, Tre adolescenti nell’Italia del dopoguerra: Agostino, Arturo, Ernesto, in Il romanzo di formazione nell’Ottocento e nel Novecento, a cura di Maria Carla Papini, Daniele Fioretti, Teresa Spignoli, Edizioni ETS, Pisa, 2007, pp. 105-121.

Programa

Justificativa
A família Romanov, seus últimos membros e a Revolução sempre foram objeto de enorme interesse no mundo Ocidental, gerando, desde os primórdios do cinema, inúmeras adaptações cinematográficas. No mundo contemporâneo, esta simpatia continua a gerar ressonância, inclusive na plataforma paga de filmes por streaming Netflix. O objetivo deste curso será a análise de duas obras transmitidas pelo Netflix: “Os últimos czares” e “O caminho dos tormentos” e os motivos por que a primeira, supostamente histórica, gerou uma onda de críticas enfurecidas por parte dos russos – e qual foi a reação à segunda, produzida na Rússia com base em obra de ficção do renomado escritor soviético pró-governo Aleksêi Tolstói. Além dos dois títulos, outras obras cinematográficas célebres produzidas ao longo do século 20.
 
Objetivo
A disciplina insere-se em um esforço de fornecer aos alunos um panorama dos pontos de vista divergentes russo-ocidentais da história russa entre finais do século 19 e início do 20, passando por diversos sistemas de governo e econômicos, revoltas e revoluções, no contexto de relevantes questões sociais e políticas de diferentes épocas. Prevê-se, para tanto, também um estudo da historiografia básica do período.
 
Conteúdo
1. A Rússia e o Ocidente. As relações internacionais russas. A Rússia no cinema ocidental e a relação dos russos com o cinema nacional.
2. “Os últimos czares”. Gafes e acertos. A recepção russa e a crítica ocidental. Rasputin, Primeira Guerra Mundial, a família Romanov, a coroação e o domingo sangrento.
3. “O caminho dos tormentos” e o imaginário russo da revolução. História e historiografia da revolução. A posição da mulher na Rússia revolucionária.
 
Bibliografia
FIGES, Orlando. Uma história cultural da Rússia. Rio de Janeiro: Record, 2017.
GOLDMAN, Wendy. Mulher, Estado e Revolução. São Paulo: Boitempo, 2014.
PERMIAKOV, E.V. Kazan, Moskva, Peterburg: Rossiiskaia imperia vzgliadom iz raznikh uglov. Moscou: O.G.I., 1997.
SMITH, Douglas. Raspútin. São Paulo: Companhia das Letras, 2016.
SCHNAIDERMAN, Boris. Os escombros e o mito. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.
SCHNEIDER, Graziela (org.). A revolução das mulheres. São Paulo: Boitempo, 2002.
TOLSTÓI, Alexei. O caminho dos tormentos (vol. 1-3). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966.
TCHERNICHEVSKI, Nikolai. O que fazer? Curitiba: Prismas, 2015.
TSYGANKOV, Andrei. Russia and the West from Alexander to Putin: Honor in International Relations. New York: Cambridge University Press, 2012.
ZEN, Erick. Imigração e Revolução. São Paulo: Edusp, 2010.
ZIGAR, Mikhail. Imperia doljna umeret: Istoria russkikh revoliutsii v litsakh. Moscou: Alpina publisher, 2017.

 

Programa

Aula 1: O arquivo como artefato e seus instrumentos: organicidade, arranjo, instrumentos de pesquisa.
Aula 2: Evidências, provas, demonstrações, disposição. Temporalidades dos arquivos.
Aula 3: Tipologias de arquivos: ciência, etnografia, espólios, arquivos pessoais.
Aula 4: A disponibilização pública de conjuntos documentais. Direito à memória e direitos nos arquivos.
Aula 5: A disponibilização pública de conjuntos documentais (II): arquivos e direitos humanos.
Aula 6: Arquivos como patrimônio. As relações entre arquivos e memória. Arquivo e etnografia.
Aula 7: Aula prática. Exercícios.
Aula 8: Discussão final.

Bibliografia:

Recomendamos que conheçam a revista Acervo, do Arquivo Nacional: http://revista.arquivonacional.gov.br/index.php/revistaacervo.

ALMEIDA, Sônia Vespeira de; CACHADO, Rita Ávila (Org.). Os Arquivos dos Antropólogos. Lisboa: Palavrão, 2016.
Disponível em:
https://run.unl.pt/bitstream/10362/89537/1/2016_Os_Arquivos_dos_Antropo…

BELLOTTO, Heloísa. Arquivos permanentes: Tratamento documental. Rio de Janeiro, Editora FGV, 2006.

COOK, Terry. “O passado é prólogo: uma história das ideias arquivísticas desde 1898 e a futura mudança de paradigma”. In: HEYMANN, Luciana; NEDEL, Letícia (Org.). Pensar os Arquivos: uma antologia. Rio de Janeiro: Editora da FGV, 2018.

FERNANDES, Pádua. “Arquivos e direitos humanos: documentos e violações durante a ditadura militar no Brasil”. Revista do Arquivo. São Paulo, ano II, n. 5, 2017.

FOUCAULT, Michel (1969). A Arqueologia do Saber. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 2008, 7a edição.

_____ (1973). A verdade e as formas jurídicas. Rio de Janeiro: NAU Editora, 2002.

GINZBURG, Carlo. “O inquisidor como antropólogo: uma analogia e suas implicações”. In: A microhistória e outros ensaios. Rio de Janeiro: Betrand Brasil, 1991.

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