Programa
Objetivo: apresentar os fundamentos históricos e conceituais da arte floral japonesa e
desenvolver a prática das técnicas introdutórias da criação floral da Escola de Ikebana Ikenobô.
Metodologia: as aulas serão divididas em três partes, a saber, apresentação teórico-conceitual
do tema, exercício prático executado pelos alunos, e avaliação/correção do trabalho pelos
professores.
Conteúdo Programático:
1. Apresentação do Curso – Fundamentos Conceituais e Formais da Arte Floral Japonesa -
Ikebana 生花 – Parte prática: - o oferecimento da flor / intenção / arranjo livre
2. O Tatehana (Tatebana) 立花 e o Rikka立花 / Parte prática: - a representação da
natureza / arranjo livre.
3. O triangulo básico – os Yakueda (ramos principais) / Parte prática: - nageire chokutai
4. As diferenças entre Rikka e Nageire 投入れ / Parte prática: - nageire shatai.
5. As marcas das estações / Parte prática: - nageire suitai.
6. A Forma e o Espaço na Arte Oriental (1) / Parte prática: - moribana 盛花chokutai
7. A Forma e o Espaço na Arte Oriental (2) / Parte prática: - moribana chokutai
8. Os conceitos estéticos derivados do Budismo Zen (1) / Parte prática: - moribana shatai
9. Os conceitos estéticos derivados do Budismo Zen (2) / Parte prática: - moribana shatai
10. O conceito estético Mu 無 (vazio) / Parte prática: - moribana suitai
11. O conceito estético Ma 間 (intervalo de espaço/tempo) / Parte prática: - moribana
suitai
12. A instituição das escolas de Ikebana / Parte prática: - shoka 生花 nisshuike(02
elementos)
13. As características da escola Ikenobô 池坊 / Parte prática: - shoka isshuike (01
elemento)
14. O Shoka 生花da escola Ikenobo / Parte prática: - shoka sansshuike (03 elementos)
15. Retorno das férias – revisão geral / Parte prática: - arranjo livre (escolha livre)
16. Os Yakueda do shoka (1) / Parte prática: - shoka sansshuike (03 elementos – lenhosa e
herbácea)
17. Os Yakueda do shoka (2) / Parte prática: - shoka sansshuike (03 elementos –
herbáceas)
18. As categorias formais de composição – Shin 真/ Parte prática: - Shoka shochikubai
19. As categorias formais de composição – Gyo 行/ Parte prática: - shoka (flores e galhos)
20. As categorias formais de composição – Sô 草/ Parte prática: - shoka (flores e folhas)
21. Os arranjos especiais – plantas da água / Parte prática: - shoka gyodoikê
22. Os arranjos especiais – plantas da água e da terra / Parte prática: - shoka suirikyu
23. A arte do séc. XX e o Ikebana (1) / Parte prática: - jiyuka 自由花 (arranjo livre)
24. A arte do séc. XX e o Ikebana (2) / Parte prática: - jiyuka (arranjo livre)
25. As atualizações da escola Ikenobô – estilos Shofutai正風体 e Shimputai 新風体 /
Parte prática: - shoka shimputai
26. O Ikebana e a contemporaneidade / Parte prática: - shoka shimputai
27. Estudo, projeto e desenvolvimento de arranjo para a exposição de encerramento do
curso / Parte prática: - arranjo pessoal (escolha de vaso e materiais).
Exposição pública dos trabalhos individuais. Encerramento do Curso.
Público alvo: comunidade USP e interessados em cultura japonesa.
Materiais: para os exercícios práticos serão necessários recipientes (vasos), suportes florais
(kenzan, forquilhas de madeira, etc.), tesoura apropriada, uma pequena toalha e uma sacola
plástica para transporte do material floral utilizado nas aulas.
Utilizaremos os recursos audiovisuais disponíveis para projeções de imagens e exibições de
filmes referentes aos temas abordados em classe.
Será cobrada dos alunos a taxa de R$ 70,00 (sessenta reais) por aula referente ao material
floral (flores, folhas e galhos) que será utilizado na parte prática da aula.
Bibliografia:
ABE, Kimiko e KAWAMURA, Tokuko – Ikebana, arte e criação no estilo Ikenobo, São Paulo,
Aliança Cultural Brasil Japão, 1993
BENEDICT, Ruth – O Crisântemo e a Espada: padrões de cultura japonesa, São Paulo,
Perspectiva, 1972
CHIANG SING – Ikebana, arte japonesa para arranjo de flores, Rio de Janeiro, Ediouro
Publicações, 1979
HERRIGEL, Gusty L. – O Zen da arte da cerimônia das flores, São Paulo, Pensamento, 2013
KATO, Shuichi – Tempo e Espaço na cultura japonesa, São Paulo, Estação Liberdade, 2012
SILVÉRIO DE SOUZA, Valderson C – Flores Vivas – a presença do Ikebana Ikenobo no Brasil, São
Paulo, dissertação de mestrado, FFLCHUSP, 2007
TAKENAKA, Reiko – Ikebana passo-a-passo, Tokyo, Patrimonio Tokyo LTD., 1998
Day 1
Class 1: History and structure of the Frankfurt School, leading figures (Horkheimer, Adorno); brief overview of the Marxist tradition
Reading: Marx-Engels: Manifesto of the Communist Party
Class 2: Horkheimer’s initial project: interdisciplinary Marxism as critical theory of capitalism; inclusion of psychology and theory of culture as keys to understanding capitalism. Horkheimer’s critical theory: interdisciplinary Marxist social theory; the critique of positivism; traditional reactionary theory versus critical progressive theory
Reading: Horkheimer: Traditional and critical theory.
Day 2
Class 3: Marcuse’s theory of affirmative culture; Marx’s treatment of culture: the base-superstructure model; culture as stabilizing factor. Benjamin’s theory of the work of art in modern times; the conception of the aura; art and politics
Reading: Walter Benjamin: The Work of Art in the Age of Its Technological Reproducibility
Class 4: Benjamin’s conception of history – messianic moments and critique of progress; the Arcades project; Horkheimer – Adorno: Dialectic of Enlightenment; historical and political context of the publication (1944): World War II; concept of Enlightenment as a critique of reason; the historical epoch of Enlightenment; domination as the essence of reason, nature as the object of domination; forms of Enlightenment
Reading: Horkheimer – Adorno: The Concept of Enlightenment.
Day 3
Class 5: Alienation in Horkheimer and Adorno; overview of forerunners (Rousseau, Marx, Lukács); culture industry; Adorno’s theory on popular culture; Adorno’s late philosophy of art in the Aesthetic theory
Reading: Horkheimer-Adorno: The Culture Industry: Enlightenment as Mass Deception
Class 6: The late Marcuse; summary of the first generation of critical theory: social philosophy without normative political philosophy. Second generation of critical theory: Jürgen Habermas’ The Theory of Communicative Action; social philosophy with normative foundations
Reading: Jürgen Habermas: The Theory of Communicative Action I, pp. 84-101.
Day 4
Class 7: Habermas’s conception of power; procedural democracy and civil society
Reading: Habermas, Jürgen: Three Normative Models of Democracy
Class 8: Recent developments: Axel Honneth and the problem of recognition; criticisms on the Frankfurt School; summarizing all-round discussion
Reading: Honneth: Reification as Forgetfulness of Recognition
Teaching method:
seminar course including the discussion of the required readings
Benjamin, Walter: The Work of Art in the Age of Its Technological Reproducibility. In: Walter Benjamin: The Work of Art in the Age of Its Technological Reproducibility, and Other Writings on Media. Cambridge (Mass.): Harvard Belknap Press. 2008.
Benjamin, Walter: On the Concept of History. http://members.efn.org/~dredmond/ThesesonHistory.html
Habermas, Jürgen: The Theory of Communicative Action. Vol. I. Boston: Beacon Press, 1984.
Habermas, Jürgen: Three Normative Models of Democracy. In: Constellations. Volume 1, Issue 1 December 1994, pp. 1-10.
Honneth, Axel: Reification as Forgetfulness of Recognition. In: Axel Honneth: Reification. A new Look at an old Idea. New York: Oxford University Press, 2008, pp. 52-63.
Honneth, Axel: Paths of Renewal (1): Socialism as Historical Experimantalism. In: Axel Honneth: The Idea of Socialism. Towards a Renewal. Cambridge: Polity Press, 2017. pp. 51-75.
Horkheimer, Max: The Present Situation of Social Philosophy and the Tasks of an Institute for Social Research. In: Max Horkheimer: Between Philosophy and Social Science. Selected Early Writings. Cambridge (Mass.): MIT Press, 1993. pp. 1-14.
Horkheimer, Max: Traditional and critical theory. In: Max Horkheimer: Critical Theory: Selected Essays. New York: Continuum Press, 1999. pp. 188–243.
Horkheimer, Max – Adorno, Theodor W.: The Concept of Enlightenment. In: Dialectic of Enlightenment: Philosophical Fragments. Stanford, CA: Stanford University Press, 2002, pp. 1-34.
Horkheimer, Max – Adorno, Theodor W.: The Culture Industry: Enlightenment as Mass Deception. In: Dialectic of Enlightenment: Philosophical Fragments. Stanford, CA: Stanford University Press, 2002. pp. 94-136.
Lukács, George: The Phenomenon of Reification. In: George Lukács: History and Class Consciousness. Cambridge (Mass.): MIT Press, 1971. https://www.marxists.org/archive/lukacs/works/history/hcc05.htm
Marcuse, Herbert: The Affirmative Character of Culture. In: Herbert Marcuse: Negations. Essays in Critical Theory. London: MayFly, 2009. p. 65-98. (more editions)
Marcuse, Herbert: The Historical Limits of the Established Reality Principle. In: Marcuse: Eros and Civilization. Boston (Mass.) Beacon Press,1955, pp. 129-139.
Marx, Karl – Engels, Friedrich: The Communist Manifesto. https://www.marxists.org/archive/marx/works/1848/communist-manifesto/
Recommended readings:
Held, David: Introduction to Critical Theory. Cambridge: Polity Press, 1980.
Olay, Csaba: Alienation. http://real.mtak.hu/152445/1/Csaba-Olay-Alienation.pdf
Rush, Fred (ed.): The Cambridge Companion to Critical Theory. Cambridge: Cambridge University Press, 2004.
Wiggershaus, Rolf: The Frankfurt School. Its History, Theories, and Political Significance. Cambridge (Mass.): MIT Press, 1995.
1º dia – Sábado – 8 de março de 2025
Aula 1 – Apresentação do curso - Da Grécia à Revolução Industrial: A Odisseia do Antropoceno 1. A Natureza na Literatura antes e depois da Revolução Industrial. 1.1. O mar. 1.2. As epidemias. 2. Revolução Industrial. 2.1. Romantismo Inglês. 2.2. Ecologia, Termodinâmica e Conservacionismo. Prof. Guilherme José Purvin de Figueiredo (DG-FFLCH-USP)
2ª dia – Sábado – 15 de março de 2025
Aula 2 – Degradação do meio ambiente, Socialismo e o Breve Século XX 1. O advento da sociedade de massas e a degradação do ambiente de trabalho. 2. Marxismo e Ecologia. 3. Teatro e Ecologia – Noruega e Rússia. 4. Guerra e Petróleo. 4.1. Hiroshima e Nagasaki. 4.2. Os grandes acidentes. 5. Advento do Movimento Ambientalista. 5.1. A Primavera Silenciosa. 5.2. Estocolmo 1972: Brasil no banco dos réus. Prof. Guilherme José Purvin de Figueiredo (DG-FFLCH-USP)
3º dia – Sábado – 22 de março de 2025
Aula 3 – 1ª parte - Natureza na Literatura Brasileira 1. Brasil a partir de Caminha. 1.1. Ciclos Econômicos. 1.2. Romantismo e Realismo. 1.3. Degradação do ambiente urbano. 1.4. Os Sertões. 1.5. Jardinagem. 2. De Estocolmo 1972 a Rio 1992. 2.1. Marcos na poesia. 2.2. Marcos na prosa. 2.3. O meio ambiente do trabalho. 3. A Ecologia na Canção Popular – 2ª parte – Mário de Andrade (O Turista Aprendiz) e Antonio Candido (Parceiros do Rio Bonito). Prof. Júlio César Suzuki (DG-FFLCH-USP)
4º dia – Sábado – 29 de março de 2025
Aula 4 – 1ª parte - Veias abertas da América Latina. 1. América Latina. 1.1. Chile. 1.2. Peru. 1.3. Equador. 1.4. México. – 2ª parte – Funções da natureza na epopeia andina de Manuel Scorza. Prof. Jean Marie Lassus (Univ.Nantes – França)
5º dia – Sábado – 5 de abril de 2025
Aula 5 – 1ª parte – Ecologia e Literatura na Europa e EUA. 1. Literatura Portuguesa. 2. Distopias do Norte Global. 3. Duas vencedoras do Nobel de Literatura: Svetlana Aleksiévitch e Olga Tokarczuk. 2ª parte - Ecologia e Urbanismo na Itália: Italo Calvino. Prof. Adriana Iozzi Klein (DLM-FFLCH-USP)
6º dia – Sábado – 12 de abril de 2025
Aula 6 – Catástrofe climática e a degradação da democracia. 1. Antropoceno no Cinema e na Música. 2. A nova literatura dos povos originários: Um novo Indigenismo Brasileiro? 2.1. Cinema dos Povos Originários. 2.2. Canção Indígena. 3. Ecologia na Literatura Brasileira contemporânea. 4. Debates e encerramento do curso. Prof. Guilherme José Purvin de Figueiredo (DG-FFLCH-USP)
Bibliografia:
BECK, Ulrich. Sociedade de risco: Rumo a uma outra modernidade. São Paulo : Ed. 34, 2010
BONNEUIL, Christophe / FRESSOZ, Jean-Baptiste. O acontecimento Antropoceno. A Terra, a história e nós. São Paulo : Quina Editora : Campinas, SP : Editora da Unicamp, 2024
CARSON, Rachel. Silent Spring. New York, USA : Houghton Mifflin, 1994
DANOWSKI, Deborah / VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. Há mundo por vir? Ensaios sobre os medos e os fins. 2ª edição. Desterro (Florianópolis) : Cultura e barbárie : Instituto Socioambiental, 2017
DEAN, Warren. A ferro e fogo: A história e a devastação da Mata Atlântica brasileira. São Paulo : Companhia das Letras, 1996
FANON, Franz. Os condenados da Terra. Rio de Janeiro : Zahar Editores, 2022
FOSTER, John Bellamy. A Ecologia de Marx: Materialismo e Natureza. Rio de Janeiro : Civilização Brasileira, 2005
GARRARD, Greg. Ecocriticism. New York, USA : Routledge, 2012
IOVINO, Serenella. Paesaggio civile: Storia di ambiente, cultura e resistenza. Milano, Itália : Il Saggiatore, 2022
JAMESON, Fredric. Archaeologies of the Future: The desire called Utopia and other Science Fictions. New York, USA : Verso, 2007
LATOUR, Bruno. Políticas da natureza: Como associar as ciências à democracia. São Paulo : Editora da Unesp, 2019
LEFF, Enrique. Epistemologia Ambiental. 4ª edição. São Paulo : Cortez, 2007
LEONARDI, Victor. Entre árvores e esquecimentos: A Modernidade e os povos indígenas no Brasil – História social dos sertões. 2ª ed. Brasília : Editora Universidade de Brasília / Paralelo 15, 2018
MORTON, Timothy. O pensamento ecológico. São Paulo : Quina Editora, 2023
PÁDUA, José Augusto. Um sopro de destruição: Pensamento político e crítica ambiental no Brasil Escravista (1786 – 1888). Rio de Janeiro : Jorge Zahar Editor, 2002
PECERE, Paolo. Il senso dela natura: Sette sentirei per la Terra. Palermo, Itália : Sellerio, 2024
SAITO, Kohei. O capital no Antropoceno. São Paulo : Boitempo, 2024
TREECE, David. Exilados, Aliados, Rebeldes: O movimento indianista, a política indigenista e o Estado-Nação Imperial. São Paulo : Nankin; EDUSP, 2008
VEIGA, José Eli da. O Antropoceno e as Humanidades. São Paulo : Ed. 34, 2023
WILLIAMS, Raymond. O campo e a cidade : Na história e na literatura. São Paulo : Companhia das Letras, 2011
WISNIK, José Miguel. Maquinação do mundo: Drummond e a mineração. São Paulo : Companhia das Letras, 2018
Aula 1: Conceitos da Linguística de Corpus
Aula 2: Aplicações da Linguística de Corpus
Bibliografia:
ANTHONY, L. AntConc (versão 3.4.4m) [Programa de computador]. Tokyo: Waseda University, 2014. Disponível em: http://www.laurenceanthony.net. Acesso em: 27 mai. 2025.
BASTIANELLO, R. T. Dicionário comparável (português-francês) de gênero textual: artigo científico. 2024. 748 f. Tese (Doutorado) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2024. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8165/tde-16072024-161055/p…. Acesso em: 27 mai. 2025.
BASTIANELLO, R. T. Assim e suas traduções: estudo descritivo e comparativo português-francês baseado em corpus paralelo para fins lexicográficos. 2021. 172 f. Trabalho de Graduação Individual (TGI) – Curso de Letras, Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2021. Disponível em: https://bdta.abcd.usp.br/single.php?_id=003073839&locale=pt_BR. Acesso em: 27 mai. 2025.
BASTIANELLO, R. T. Terminologia da energia solar fotovoltaica para fins terminográficos: estudo baseado em corpus comparável (português-francês). 2017. 386f. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos, Literários e Tradutológicos em Francês. Faculdade de Filosofia Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, Departamento de Letras Modernas, São Paulo, 2017. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/8/8146/tde-11122017-190034/p…. Acesso em: 27 mai. 2025.
BASTIANELLO, R. T.; ZAVAGLIA, A. Terminologia da Radiação Solar: elaboração de um glossário bilíngue (português-francês). Tradterm, São Paulo, Brasil, v. 34, p. 27–47, 2019. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/tradterm/article/view/155393. Acesso em: 27 mai. 2025.
BASTIANELLO, R. T., ZAVAGLIA, A. Composição e organização da macro e microestrutura do Dicionário de Energia solar fotovoltaica (português- francês). In: TORRE, Mercedes Suáres de la; RESTREPO, Alexandra Suaza; SALAZAR, Andrea Suárez. Avances en Terminología: diálogos teóricos y aplicados con las ciencias cognitivas, de la comunicación y del lenguaje. Manizales: UAM, 2023a, p. 137-159. Disponível em: https://www.e-libro.net/libros/libro.aspx?idlibro=41478. Acesso em: 27 mai. 2025.
BASTIANELLO, R. T.; ZAVAGLIA, A. Dicionário de energia solar fotovoltaica. Campinas: Mercado de Letras, 2023.
BERBER SARDINHA, T. Linguística de Corpus. Barueri: Manole, 2004.
BOWKER, L.; PEARSON, J.. Working with Specialized Language: a practical guide to using corpora. London: Routledge, 2002.
KILGARRIFF, A. et al. Sketch Engine. Reino Unido / República Tcheca: Lexical Computing, 2003. Disponível em: https://www.sketchengine.eu/. Acesso em: 27 mai. 2025.
KRIEGER, M. da G.; FINATTO, M. J. Introdução à Terminologia: teoria e prática. 2 ed. São Paulo: Contexto, 2015.
SINCLAIR, J. Corpus, Concordance, Collocation. Oxford: Oxford University Press, 1991.
TAGNIN, S.. O jeito que a gente diz. Barueri: DISAL, 2013.
TAGNIN, S.; BEVILACQUA, C. Corpora na Terminologia. São Paulo: Hub Editorial, 2013
TOGNINI-BONELLI, Elena. Corpus linguistic at work. Amsterdam/Philadelphia: John Benjamins, 2001.
VIANA, V.; TAGNIN, S. Corpora na Tradução. São Paulo: Hub Editorial, 2015.
ZAVAGLIA, A. Lexicografia bilíngüe e corpora paralelos: procedimentos e critérios experimentais. Cadernos de Tradução (UFSC), v. XVIII, p. 19-39, 2006.
ZAVAGLIA, A. Por uma lexicografia bilíngüe diferencial. In: Adja Balbino de Amorim Barbieri Durão. (Org.). Lingüística contrastiva: teoria e prática. Londrina: Moriá, 2004, v. 1, p. 169-177.
ZAVAGLIA, A.; CELLI, M. A relação entre frequência e marca de uso no léxico: o caso das palavras gramaticais. In: ISQUERDO, ZAVAGLIA, A.; CELLI, M.; GALAFACCI, G. Tradução e lexicografia bilíngue. In: Ieda Maria Alves; Ana Maria Ribeiro de Jesus. (Org.). Os estudos lexicais em diferentes perspectivas. São Paulo: FFLCH/USP, 2015, v. 5, p. 89-106.
ZAVAGLIA, Adriana; GALAFACCI, Gisele. Corpus, Parallélisme et Lexicographie Bilingue. In: Proceedings of the XVI EURALEX International Congress: The User in Focus, p. 587-597, 2014.
Apresentação do curso – Cristina Casagrande
A apresentação será dedicada a explicar a estrutura adotada, as expectativas em relação aos participantes, assim como enfatizará a necessidade de se estudar a obra de J.R.R. Tolkien também como produto do trabalho magistral de seu filho Christopher Tolkien.
Aula I – Eduardo Boheme (23 de novembro)
“O Filólogo e seu menino: Christopher Tolkien, coautor da Terra-média”
A primeira aula irá explorar as estratégias empregadas por Christopher Tolkien para editar o material de J.R.R. Tolkien. Será feito um panorama sobre as circunstâncias em que Christopher se tornou o executor do espólio literário de seu pai e, em seguida, será estabelecida a relação entre a profissão de Christopher Tolkien e o trabalho de edição do legendário da Terra-média e além. Esse pano de fundo teórico será ilustrado por meio de exemplos práticos. Espera-se que essa aula sirva como base geral para as exposições seguintes, em que trabalhos específicos serão abordados.
Bibliografia
GENETTE, Gérard. Paratextos Editoriais. Tradução: Álvaro Faleiros. Cotia, SP: Ateliê, 2018.
GINNA, Peter (ed.). What Editors Do: The Art, Craft, and Business of Book Editing. Chicago and London: The University of Chicago Press, 2017.
LYONS, Martyn. Livro: Uma História Viva. Tradução: Luís Carlos Borges. São Paulo: Senac, 2011.
HAMMOND, Wayne G.; SCULL, Christina. The J.R.R. Tolkien Companion and Guide: Reader’s Guide. London: HarperCollins, 2017.
TOLKIEN, J.R.R.; TOLKIEN, Christopher (ed.). The History of Middle-earth, 12 volumes. London: HarperCollins, 2002.
______. The Legend of Sigurd and Gudrún. London: HarperCollins, 2009.
______. The Fall of Arthur. London: HarperCollins, 2013.
Aula II – Cristina Casagrande (24 de novembro)
“Os Grandes Contos das Silmarils: batalhas, tragédia e eucatástrofe”
J.R.R. Tolkien aponta o conto “Beren e Lúthien” como a principal história do Silmarillion, que juntamente com “A Queda de Gondolin”, o primeiro escrito por ele, em 1917, e a trágica história de “Os Filhos de Húrin”, forma os três Grandes Contos da saga das três Silmarils. A aula se propõe a estudar a formação e composição narrativa dos contos, a sua importância como os três pilares principais da obra do coração de Tolkien, bem como o trabalho de edição de Christopher Tolkien, tanto em O Silmarillion como nas edições avulsas de cada conto.
Bibliografia
CARPENTER, Humphrey. J.R.R. Tolkien: Uma biografia. Tradução: Ronald Kyrmse. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2018.
______. (org.). As Cartas de J.R.R. Tolkien. Tradução: Gabriel Oliva Brum. Curitiba: Arte&Letra, 2010.
HAMMOND, Wayne G.; SCULL, Christina. The J.R.R. Tolkien Companion and Guide: Reader’s Guide. London: HarperCollins, 2017.
LÖNNROT, Elias. The Kalevala. Tradução: Keith Bosley. Oxford: at the University Press, 1999.
TOLKIEN, J.R.R.; TOLKIEN, Christopher (ed.). A Queda de Gondolin. Tradução: Reinaldo José Lopes. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2019.
______. Beren e Lúthien. Tradução: Ronald Kyrmse. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2018.
______. Os Filhos de Húrin. Tradução: Ronald Kyrmse. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2020.
______. The History of Middle-earth — The Book of Lost Tales Part II. London: HarperCollins, 2002.
______. The History of Middle-earth — The Lays of Beleriand. London: HarperCollins, 2002.
TOLKIEN, J.R.R.; FLIEGER, Verlyn (ed.). A História de Kullervo. Tradução: Ronald Kyrmse. São Paulo: Martins Fontes, 2016.
Aula III – Fernanda Correia (25 de novembro)
“O Silmarillion, a obra de muitas vidas”
A aula deverá aprestar a história da produção do livro O Silmarillion, desde as primeiras versões até a sua publicação em 1977. Observaremos como a escrita da obra acompanhou a vida de J.R.R. Tolkien, a partir de suas anotações enquanto se recuperava de febre das trincheiras, passando pela criatividade alimentada pelo seu trabalho acadêmico em obras como Beowulf e A Queda de Arthur, chegando à influência na escrita de O Senhor dos Anéis e O Hobbit. Em paralelo, observaremos como Christopher Tolkien participou da produção do livro, primeiro na juventude auxiliando o pai e, posteriormente, editando os escritos para a publicação póstuma.
Bibliografia
CARPENTER, Humphrey. J.R.R. Tolkien: Uma biografia. Tradução: Ronald Kyrmse. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2018.
______. (org.). As Cartas de J.R.R. Tolkien. Tradução: Gabriel Oliva Brum. Curitiba: Arte&Letra, 2010.
KILBY, Clyde S. Tolkien and The Silmarillion. New York: Harold Shaw Publishers, 1976.
TOLKIEN, J.R.R. Árvore e folha. Tradução: Ronald Kyrmse. São Paulo: Martins Fontes, 2013.
TOLKIEN, J.R.R.; TOLKIEN, Christopher (ed.). A Lenda de Sigurd e Gudrún. Tradução: Ronald Kyrmse. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
______. A Queda de Artur. Tradução: Ronald Kyrmse. São Paulo: Martins Fontes, 2013.
______. Beowulf. Tradução: Ronald Kyrmse. São Paulo: Martins Fontes, 2015.
______. O Silmarillion. Tradução: Reinaldo José Lopes. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2019.
TOLKIEN, J.R.R.; FLIEGER, Verlyn (ed.). A História de Kullervo. Tradução: Ronald Kyrmse. São Paulo: Martins Fontes, 2016.
Aula IV – Guilherme Mazzafera (26 de novembro)
“O Silmarillion e Contos Inacabados: autoria, recepção crítica e universo expandido”
A aula procura apresentar brevemente as duas primeiras obras editadas por Christopher Tolkien vinculadas ao legendário da Terra-média de J.R.R. Tolkien, O Silmarillion (1977) e Contos Inacabados (1980), em uma abordagem tríplice: 1) Discutir a recepção dos volumes tomando por base alguns excertos críticos publicados à época de seu lançamento, contrastando-os com a posição dos livros no corpus tolkieniano vigente; 2) Ponderar a complexa relação entre as instâncias autoral e editorial a fim de examinar a atuação de Christopher na composição dos livros; 3) Discorrer, diante da iminente série da Amazon Prime, que, provavelmente, lançará mão do material presente nesses livros, sobre as possibilidades e descaminhos inerentes à construção de um universo expandido da obra de Tolkien.
Bibliografia
CHARTIER, Roger. O que é um autor? Revisão de uma genealogia. São Carlos, SP: EduUFSCAR, 2012.
______. A mão do autor e a mente do editor. Tradução: George Schlesinger. São Paulo: Editora Unesp, 2014.
HAMMOND, Wayne G.; SCULL, Christina. The J.R.R. Tolkien Companion and Guide. New York: Houghton Mifflin, 2006.
JENKINS, Henry. Invasores do texto: fãs e cultura participativa. Tradução: Érico Assis. Rio de Janeiro: Marsupial, 2015.
KANE, Douglas Charles. Arda Reconstructed: The Creation of the Published Silmarillion. Lanham, MD: Rowan and Littlefield, 2014.
KILBY, Clyde S. Tolkien and The Silmarillion. New York: Harold Shaw Publishers, 1976.
TOLKIEN, J.R.R. Cartas. Organização de Humphrey Carpenter, com a assistência de Christopher Tolkien. Tradução: Gabriel Oliva Brum. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2020 [no prelo].
TOLKIEN, J.R.R.; TOLKIEN, Christopher (ed.). Contos Inacabados. Tradução: Ronald Kyrmse. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2020 [no prelo].
______. O Silmarillion. Tradução: Reinaldo José Lopes. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2019.
Aula V – Diego Klautau (27 de novembro)
“A imagem do pai: a construção da figura pública de J.R.R. Tolkien como monumento”
A aula de encerramento do curso trata da crítica a dois livros, J.R.R. Tolkien: uma biografia (1977) e As Cartas de J.R.R. Tolkien (1981), primeiro escrito por Humphrey Carpenter e o segundo editado por ele em conjunto com Christopher Tolkien, então testamenteiro literário da obra do pai. Foi nessa condição que o filho mais novo de J.R.R. Tolkien permitiu a Carpenter o acesso aos documentos apresentados em ambas as obras, participando da seleção, recorte e supressões pontuais das fontes. Levando-se em consideração que a construção da imagem pública de uma pessoa é sempre cheia de contradições e polêmicas, o objetivo da aula é ressaltar alguns aspectos dessa fabricação da imagem do pai como monumento, isto é, com caráter de elevação moral de uma figura. Nesse sentido, a metodologia se baseia no recorte analítico de quatro temas (família, religião, universidade e política) entre as publicações em questão, eventualmente acessando outros textos de J.R.R. Tolkien editados postumamente por Christopher.
Bibliografia
ANDERSON, Douglas A.; FLIEGER, Verlyn (eds.). Tolkien On Fairy-stories. London: HarperCollins, 2014.
CARPENTER, Humphrey. J.R.R. Tolkien: Uma biografia. Tradução: Ronald Kyrmse. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2018.
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LE GOFF, Jacques. História e Memória. Tradução: Bernardo Leitão et al. Campinas: Editora da Unicamp, 2003.
TOLKIEN, J.R.R.; TOLKIEN, Christopher (ed.). A Lenda de Sigurd e Gudrún. Tradução: Ronald Kyrmse. São Paulo: Martins Fontes, 2010.
______. A Queda de Artur. Tradução: Ronald Kyrmse. São Paulo: Martins Fontes, 2013.
______. Beowulf. Tradução: Ronald Kyrmse. São Paulo: Martins Fontes, 2015.
______. Beren e Lúthien. Tradução: Ronald Kyrmse. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2018.
______. Os Filhos de Húrin. Tradução: Ronald Kyrmse. Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2020.
1. Crítica Literária e Psicanálise: algumas confluências em Drummond e Murilo Mendes (Profa. Dra. Cleusa R. P. Passos)
2. A falta/desejo em São Bernardo, de Graciliano Ramos. (Suely Corvacho)
3. Pulsão de morte em Angústia, de Graciliano Ramos. (Suely Corvacho)
4. Adolescentes de Clarice Lispector nos caminhos turbulentos do feminino. (Eliane Fittipaldi)
5. Da epopeia ao romance: a dimensão psíquica no herói moderno, em O fiel e a pedra, de Osman Lins (Marisa Simons)
6. O deslocamento nas memórias em Leite Derramado, de Chico Buarque (Mayara Calqui)
BIBLIOGRAFIA
Obras dos autores:
BUARQUE, Chico. Leite Derramado. São Paulo: Companhia das Letras, 2009.
DRUMMOND, Carlos. Boitempo I. Rio de Janeiro: Record, 1998.
LINS, Osman, O fiel e a pedra: romance. 1. ed. São Paulo: Cia das Letras, 2007.
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RAMOS, Graciliano. Angústia (75 anos). Rio de Janeiro: Record, 2011.
RAMOS, Graciliano. São Bernardo. 67 ed. Rio de Janeiro: Record, 1997.
Obras de Freud:
FREUD, Sigmund. Lembranças da infância e lembranças encobridoras In Obras
Psicológicas Completas de Sigmund Freud: Edição Standard brasileira. Rio de Janeiro:
Imago, 1996. – Vol. VI.
FREUD, Sigmund. Além do princípio do prazer In Obras Psicológicas Completas de
Sigmund Freud: Edição Standard brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1996. – Vol. XVIII.
FREUD, Sigmund. O Ego e o Id In O Ego e o Id, uma Neurose demoníaca do século
XVII e Outros trabalhos. Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud: Edição
Standard brasileira. Rio de Janeiro: Imago, 1976. – Vol. XIX.
Outras fontes:
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do romance. 3. ed. São Paulo: Editora UNESP, 1993.
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São Paulo: Ed. 34, 1999.
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14982005000200008&script=sci_abstract&tlng=pt Acesso em: 22 nov. 2020.
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Rio de Janeiro: Rios Ambiciosos, 1999. Capítulos 1 e 2.
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texto/leitor)” In PASSOS, Cleusa R. P. e ROSENBAUM, Yudith (org) Escritas do
Desejo: Crítica Literária e Psicanálise. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2011.
Aula 1 (01/08): Introdução ao curso e apresentação da lista de filmes para discussão em sala. Proposta de atividade dos discentes para a Aula 6.
Aula 2 (02/08): Quase humanos: como filmes de ficção apresentam formas de robôs, ciborgues e androides e suas personalidades ( Metropolis, Astro Boy, O Homem Bicentenário).
Aula 3 (3/08): Vigilância: as representações de violência e controle humano/ humanóide (Blade Runner, Robocop, Minority Report, Chappie)
Aula 4 (08/08): Dentro da máquina: convívio social, reputação e transformações (Vigilante do Amanhã, Hang the DI (Ep.4 Temp.4 Black Mirror, Zima Blue (Love, Death and Robots)
Aula 5 (09/08): Estatísticas e Afetos: dos grandes dados à cognição humana? (Inteligência Artificial, Ex-Machina, O Problema de Nascer, Her).
Aula 6 (10/08): Avaliação final. O corpo discente apresentará durante a aula comentários sobre algum filme mencionado durante o curso. O exercício será realizado utilizando a bibliografia indicada na primeira aula. Cada grupo terá um tempo de apresentação para que haja debate e comentários do ministrante.
Referências Bibliográficas:
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YOEL, Gerardo (org.). Pensar o cinema: imagem, ética e filosofia. São Paulo: Cosac & Naify, 2015.
Aulas:
1. Novas tecnologias e ameaças à segurança dos países asiáticos;
2. Relações políticas e de segurança entre Japão e EUA na contemporaneidade (2009-2022);
3. A importância da Ásia nas relações internacionais contemporâneas;
4. As mulheres nas forças de autodefesa japonesa: um olhar feminino e feminista;
5. Paradoxos entre o envelhecimento da sociedade e necessidade de investimentos na segurança;
6. Sistemas balísticos sul-coreanos: em busca de um equilíbrio entre economia e segurança;
7. Países europeus e as questões de segurança asiáticas;
8. Coreia do Sul e Japão: conflitos não resolvidos, parceria necessária?;
9. Nuclearização da Coreia do Norte;
10. Religião e Relações Internacionais;
11. Ascensão da China e reorganização da Ordem Internacional: os impactos para os interesses do
Brasil;
12. Interferência Chinesa em Taiwan: O papel do sharp power em operações de influência
autoritária;
13. Grande Estratégia do Japão: Política de defesa;
14. Relações China-Coreia;
15. Setor Aeronáutica / Espacial (Ásia);
16. Cyber segurança do Japão;
17. Antagonismo Rússia OTAN e implicações de seu antagonismo para a Ásia;
18. Tailândia e as dinâmicas geopolíticas no Sudeste Asiático;
19. O desenvolvimento do programa nuclear indiano: A busca por autonomia.
Bibliografia
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Aula 1: Teoria do Romance e Teoria dos Gêneros
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CAVALCANTI, Cláudia. Goethe e Schiller: correspondências. São Paulo: Hedra, 2010.
VON GOETHE, Johann Wolfgang. Os anos de aprendizado de Wilhelm Meister. Editora 34, 2009.
Aula 2: Lukács sobre o 'realismo': a crítica e a teorização literária nos anos 1930
BIBLIOGRAFIA
ARAÚJO, Paula Alves Martins. “Georg Lukács e o espectro do realismo”. 208 f. 2016. Orientação Profa. Dr. Betina Bischof. São Paulo. Mestrado em Teoria Literária e Literatura Comparada. Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de
São Paulo (FFLCH-USP).
BÜRGER, Peter. “Teoria da vanguarda”. Tradução Ernesto Sampaio. 1° edição. Lisboa: Vega, 1993.
COTRIM, Ana. “Literatura e realismo na estética de György Lukács”. Prefácio de Miguel Vedda. 1° edição. Porto Alegre: Zouk, 2016.
EAGLETON, Terry. “Marxism and Literary Criticism”. London; New York: Routledge, 2003.
LUKÁCS, György. “O romance histórico” [1936]. 1° edição. Tradução de Rubens Enderle. Apresentação de Arlenice Almeida da Silva. São Paulo: Boitempo, 2011a.
_____. “O romance como epopeia burguesa” [1934]. In: _____. Arte e sociedade: escritos estéticos 1932-1967. Organização, introdução e tradução José Paulo Netto e Carlos Nelson Coutinho. 2° edição. Rio de Janeiro: UFRJ, 2011b, p. 193-244.
MACHADO, Carlos Eduardo Jordão. “Um capítulo da história da modernidade estética”: o debate sobre o expressionismo. 2° edição. São Paulo: UNESP, 2016.
OTSUKA, Edu Teruki. “Lukács, realismo, experiência periférica (anotações de leitura)”. Literatura e Sociedade, [S. l.], v. 15, n. 13 (2010), p. 36-45.
SILVA, Arlenice. “Da Teoria do Romance ao Romance Histórico: a questão dos gêneros em G. Lukács”. Rapsódia: almanaque de filosofia e arte, n. 1, 2001, p. 29-53.
SOUSA, Wesley. “A arte e o realismo: o ensaísmo crítico na estética de György Lukács”. Viso – revista de estética aplicada, v. 19, n° 36 (jan-jun/2025), p. 456-474.
Aula 3: República de Weimar e Melancolia de Esquerda
BIBLIOGRAFIA
BENJAMIN, Walter. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. Tradução de Sérgio Paulo Rouanet; prefácio de Jeanne Marie Gagnebin. 7. Ed. São Paulo: Brasiliense, 1984.
BENJAMIN, Walter. Origem do drama trágico alemão. Edição e tradução de João Barrento. 2. Ed.; 2. Reimpr. Belo Horizonte: Autêntica, 2020.
BOSSMANN, Reinaldo. Erich Kästner – Atividade literária em prol do neo-objetivismo e neo-humanismo. Revista Letras, [SI], dez. 1957, p. 67-74. DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rel.v7i0.20020.
COSTA, Iná Camargo. Palestra sobre o ensaio O autor como produtor. In: SOARES, Marcos & CEVASCO, Maria E. B. P. da Silva. Crítica cultural materialista. São Paulo: Humanitas, 2008.
VALE DA SILVA, Felipe. Derrotismo político às vésperas do Terceiro Reich. Contextualizando a polêmica Walter Benjamin-Erich Kästner. Revista Novos Rumos, [SI] vol. 57, n. 2, dezembro de 2020, p. 125-138. DOI: https://doi.org/10.36311/0102- 5864.2020.v57n2.p125-138.
TRAVERSO, Enzo. Melancolia de esquerda: marxismo, história e memória. Tradução de André Bezamat. Belo Horizonte: Editora Âyiné, 2021.
Aula 4: Theodor W. Adorno: dialética e arte nos anos 30
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ADORNO, Theodor W. Ideia de história natural. In.: Theodor W. Adorno: primeiros escritos filosóficos. São Paulo: Editora Unesp, 2007, pp. 457-485.
ADORNO, Theodor W. Escritos Musicales V. Obra completa 18. Madri: Ediciones Akal, 2011.
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